Notas iniciais
Esse semana perdemos o ritmo pro causa de alguns imprevisto, mas aqui está o cap... Acredito que postaremos Aliança até amanhã.
Obrigada pelo carinho,
Boa leitura!!

A viagem havia chegado ao fim, à felicidade daquela família era enorme, ao chegar Milo fez questão de reunir os amigos em seu templo para contar a novidade. Ele estava feliz, tinha suas três filhas e Kamus, além de agora estar grávido de novo, e ao contrário da primeira vez, agora estava mais maduro e o fato estar grávido o completava e não mais o machucava ou aterrorizava.

— Bem, pedi que todos viessem aqui para contar uma coisa!

Kanon riu e para variar começou com suas gracinhas. — Ah eu já sei... — Falou e colocou-se a frente de todos e falou:

— Meus amigos, eu vou casar e quero que vocês sejam as damas de honra!

Os outros riram gostoso. — To fora! — Ikki falou sarcástico. — Não fico bem de vestido e muito menos de flores na cabeça!

Balburdia foi geral e mesmo Milo teve que rir.

— Ah, mas por quê? Eu juro que escolho uma cor bem linda para você! — Falou Afrodite e todos riram novamente.

Kamus então se pronunciou:

— Não é nada disso! Querem parar e prestar a atenção? É importante! — Ele falou a seu modo frio, mas nem por isso isento de emoção.

Todos paparam e olharam para o ruivo, e dele para o loiro.

— Certo! Então pode falar Milo! — Shaka se pronunciou e assim os ânimos pareceram se acalmar.

— Gente! Eu estou grávido de novo!

Dessa vez ninguém riu ou brincou, no entanto imediatamente olharam para o ruivo e pareciam esperar dele uma ação ou algum sinal de desaprovação.

— Isso é sério?! — Aioria perguntou de boca aberta. Viu Milo assentir e assim foi até o amigo o abraçando. — Parabéns amigo! De verdade, de coração! — Apertou o grego em um abraço forte, quando o soltou, os outros foram cumprimentar o escorpião.

Em meio à alegria de todos e as felicitações, Afrodite se aproximou do ruivo e sentou-se ao lado dele, pensou um pouco antes de falar qualquer coisa, mas então proferiu.

— Escuta francês... Eu até compreendo o amor de Milo por você e acho bonito e bom que tenha se entendido, porém ainda não confio em você, então se magoá-lo, se feri-lo mais uma vez, eu juro Kamus, mesmo que ele me odeie, nós lutaremos cem dias e caímos mortos os dois. Não vou deixar nunca mais que se aproxime dele ou das meninas.

O sueco podia até sendo frio, todavia ele acompanhara de perto o início do romance daqueles, dois, ele mesmo havia incentivado o loiro a dar em cima de Kamus ao perceber que o amigo amava o mago do gelo, porém também viu as tantas lágrimas que Milo derramou, antes e depois da separação.

Saber que Milo estava feliz era bom, lhe fazia bem, mas nem por isso confiava inteiramente em Kamus, e talvez os outros, com exceção de Shaka e Saga, também não tivessem ainda segurança, mas ao contrário de Afrodite ninguém falou nada a respeito.

Aquário olhou para o indiano e as coisas foram esfriando naquele ambiente, o ruivo não se dava conta afinal, para ele aquela frieza não fazia nenhuma diferença. Milo percebeu o frio e olhou para o ruivo e vendo como ele e Peixes se enfrentavam, foi ao encontro dos dois.

— Di... Vem cá meu amigo! Não vai me abraçar?! Não está feliz por mim?! — O Escorpião perguntou e o puxou dali. — Kamus... Por que não vai ver as meninas?! Hnn?!

O francês entendeu que aquele era o momento de sair e esfriar a cabeça. Levantou e foi para o décimo primeiro templo, passou pelas filhas e seguiu em silêncio até sua casa.

Na sexta casa o grego levou o amigo até o quarto e sentando-se com ele na cama.

— Dite... Não fica assim, o Kamus mudou... De verdade! Olha ele foi amoroso, atencioso, comigo e com as meninas e está feliz de verdade pelo bebê! Não fica assim...

Milo sabia que ele estava tentando protegê-lo e não iria ser rude com ele, afinal, quando mais precisou ele esteve consigo. Afagou o rosto dele e sorriu manhoso.

O Loiro sueco sorriu também e o abraçou.

— É claro que estou feliz! Muito! Mas e as meninas? O que estão achando disso?! — Ele perguntou sorrindo mudando de assunto e assim os dois começaram a falar sobre como foi à viagem e quando ele contou e a reação das filhas e do ruivo.

No lado de fora as meninas brincavam com os amigos.

— Ei então quer dizer que terá mais uma criança aqui? — Percy perguntou. — Espero que seja menino, aqui só tem meninas!

Recebeu um beliscão de Danita.

— Ah é? Pois eu prefiro uma menina inteligente como eu a um menino bobo como você!

— Ei... Eu não sou bobo! — O menino protestou. — Você nem devia dizer isso, por que eu te ajudo em tudo! — Cruzou os braços emburrado e virou de costas para a amiga.

As outras crianças sorriram gostoso daquilo.

— Acho que o Percy e a Dan se gostam... Só vivem brigando... Minha mãe disse que quando as pessoas brigam muito provavelmente se amam! — A filha de Saori falou.

— Danita e Percy se amam! — Puxados por Mia, às crianças deram as mãos e começaram a rodar e cantar que os dois se amavam.

Os dois ficaram vermelhos e logo correram atrás deles e os gritos e risadas ecoavam deixando aquele lugar mais feliz. Aquele filho era para aos dois cavaleiros uma segunda chance, de viveram juntos, de serem completos.

Apesar daquela alegria e da felicidade que preenchia aquele lugar. A inveja e a maldade ainda não estavam satisfeitas. Uma serva que passava por ali via tudo com certa inveja e raiva. Dália era serva de Shaka e passava por ali levando as compras que havia feito para o indiano.

A jovem saiu dali e seguiu para o templo de virgem. Quando entrou o santo de virgem estava sentado em uma almofada e tinha os olhos fechados.

— Mestre Shaka... Posso sair mais cedo? Minha irmã não se sente bem e eu gostaria de cuidar dela. — A jovem tinha os fios loiros e seus olhos eram de um negro profundo.

— Pode ir Dália... Deixe os pacotes sobre a mesa e eu mesmo guardo! — O loiro falou calmo e muito compreensivo, porém sentia a ira e o ódio que emanava daquela mulher.

Mas antes que a mulher saísse dali, ele abriu seus orbes azuis e falou calmamente:

— Deixe-me dizer uma coisa, talvez você não faça bom uso disso, mas ao menos ouça o que tenho a dizer, cuidado com o que for fazer... Há um ditado que diz “Quando falares! Cuida para que tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio.”.

O indiano fechou os olhos e calou-se novamente. A jovem nada ditou, mas deixou os pacotes na mesa e saiu dali indo para sua casa. Quando chegou sua irmã estranhou que estivesse ali àquela hora.

— O que faz aqui? Não devia estar no santuário?

A loira olhou para a outra e com certa ira respondeu as perguntas que lhe foram feitas.

— O que faço aqui? Pois vou lhe dizer Akane! Seu amado Milo está lá todo feliz! E sabe o que ouvi as filhinhas dele falando? Que ele está grávido novamente! Aquele ruivo idiota agora o ganhou de vez!

Akane sentiu o estômago afundar.

— Mas não pode ser! NÃO! — Ela gritou chorando de ódio. — Não pode ser! Aquele cubo de gelo não podia ter voltado! Não podia... Mas eles não perdem por esperar, vou tirar aquelas três aberrações e quero os ver sorrirem.

Dália a olhava e não entendia como ela achava que poderia fazer aquilo.

— Sei... E como à senhora vai fazer isso, posso saber?! — Ela indagou sentando-se em uma cadeira.

A morena olhou para a irmã, tinha o rosto banhado em lágrimas e uma expressão descontrolada e perturbada.

— Vou roubá-las e dessa vez... Vou realmente separá-las, vendê-las, ou matá-las... O que seria melhor. Assim acabo de vez com qualquer alegria que eles pensam ter, aquele loiro emotivo vai perder aquele bebê e acabou para eles. Vou levá-las da escola... E já sei até como fazer, a primeira coisa é me livrar daquela garota impertinente, aquele filhote de cubo de gelo... Ela pode até ser parecida com ele, mas não é o paizinho querido e por isso mesmo vou a fazer sofrer um bocado, pelo ódio que sinto dele.

A jovem referia-se a Danita, que era muito parecida com Kamus. Ela não gostava do fato dela ser tão protetora e ao mesmo tempo fria e lógica como Kamus. Percebia que ela havia ficado desconfiada de si, mas iria dar um jeito de pegar ela primeiro.

— As outras duas são tão imbecis, que pegarem elas, será fácil como tirar doce de criança. Vou deixa-los achar que está tudo bem... Mas quando voltarem das férias...

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No santuário após a saída de Dália, o defensor da sexta casa, levantou de sua almofada e seguiu até gêmeos. Quando chegaram Saga e Kanon estavam sentados na cadeira.

— Saga! — O indiano falou e arregalou os olhos ao ver os gêmeos se beijando. — Qual é problema de vocês?! Parecem dois adolescentes! Moram juntos, comem juntos e ainda tema a mesma cara... Não dá para esperar a hora certa para esse tipo de coisa não?

Kanon ficou irritado.

— Caralho! Não sabe bater não?! Mais educado! — Mas como gostava de provocar, pendurou-se no pescoço de Saga e falou divertido:

— Ah... Qual é Buda? Só por que você é frio e sem graça. Não ache que todo mundo é igual a você!

Saga levou à mão a boca dele a tapando antes que ele disse mais merdas.

— O que houve Shaka?! — Perguntou tentando esconder sua excitação.

O cavaleiro de virgem então começou a explicar.

— Aquela mulher que um dia acabou com o relacionamento de Milo e Kamus, ela está tramando alguma coisa, não sei o que é realmente, mas sinto que algo irá acontecer... Precisamos protegê-los, sinto que o alvo agora são as meninas.

— Mas que porra é essa? Quem essa vadia pensa que é! Pois eu vou procurar ela e matar bem devagar! — Saga segurou-o e o fez sentar.

— Tem certeza, loiro? — O gêmeo mais novo falou. — Bem... Façamos assim! Vamos manter todos informados e atentos. Qualquer movimentação estranha à gente age. — Kanon ditou. Obviamente eles iriam acionar os demais cavaleiros, com toda certeza todos eles queriam está apostos para proteger as trigêmeas e igualmente e o amigo grávido.

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Aos poucos os dias foram passando. O santuário ficou agitado quando a notícia da gravidez de Milo se espalhou. Não somente o dourados, mas os cavaleiros de bronze, prata e alguns soldados ficaram felizes pela notícia e estavam oferecendo sua ajuda para qualquer coisa. Decerto que existiam aqueles com inveja ou fofoqueiros, porém a bela família ignorava, pois somente as coisas boas deviam ser valorizadas.

Kamus mudou-se permanente para o oitavo templo. Ele ainda era o defensor do décimo primeiro templo, mas estava em tempo de paz, e se acaso houvesse uma guerra, ele podia ir para a sua casa, ou melhor, ficaria ali mesmo, a fim de proteger o amado e as filhas.

À medida que transcorriam as semanas o ventre de Milo começava a despontar, nada muito gritante, mas era possível ver que seu corpo moldava-se a gravidez. Preocupado com o bem estar de seu filho, Milo entrou em contanto com Alexis para marcar uma próxima consulta, e obviamente Kamus deixou claro que iria junto, o ruivo queria acompanhar cada detalha daquela gravidez. Claro, sempre doeria o fato de não ter estado presente na gravidez das trigêmeas, porém essa saberia de tudo.

Aquele dia em especial, eles tinham uma consulta com Alexis na parte da manhã, assim, a família toda seguiu para a cidade. Eles levaram as três filhas para a escola, e obviamente a despedida foi feita com muitos beijos e abraços, e depois os dois seguiram para o consultório médico.

Ao chegarem ao consultório, a recepcionista anunciou para entrarem, pois o doutor os esperava. Alexis não tinha marcado nenhuma consulta aquele dia, ficara totalmente a disposição do amigo, na verdade estava sendo cauteloso, afinal a gravidez masculina de maneira alguma devia vista.

— Alexis! Obrigado pelo ajudar. — O loiro disse indo abraçar o amigo, claro, a feição de ciúmes de aquário fez presente, mas ele soube se segurar bem.

— Sempre que é meu prazer. Bastar grita que virei correndo. — Alexis disse com sorriso caloroso.

— Sua esposa não gostaria de ouvir algo assim! — Kamus murmurou, mas nos certos os demais ouviram, e ignoraram.

— Milo, por que não vai se trocar? Vamos ver como anda esse pequenino... — O médico disse indicando a porta para o escorpião. Este afirmou com a cabeça e após dar um rápido beijo no amado seguiu para o banheiro. Assim que se viu sozinho com Kamus, o olhar de Alexis mudou, tornou-se severo. — Escute bem, se o machucar novamente... Eu o mato! Posso ir para a cadeia, mas acabo com você.

— Ele não é sua esposa para preocupar-se assim! — Kamus disse áspero, não tinha gostado em nada da ameaça do outro.

— Não é, mas Milo é precioso para mim. Sempre será meu grande amor... O quero bem, e farei tudo para vê-lo feliz. Se for ao seu lado, aceitarei e apoiarei, mas se magoá-lo acabo contigo.

Os dois ficaram se olhando perigosamente, até que a tensão foi quebrada quando Milo retornou ao consultório vestindo a camisola hospitalar.

— Tudo bem?

— Ah sim! Estávamos conversando como bons amigos. — Alexis disse mudando rapidamente de expressão, e sorrindo calorosamente. Claro que Milo percebeu o clima entre os dois, mas deixou que eles se entendessem. — Deite-se na maca! — O médico indicou.

Milo deitou na cadeira específica para mulheres grávidas, mesmo que ele fosse um homem. Era meio constrangedor, ainda mais considerando que Kamus estava presente, e Alexis já fora seu namorado.

O aquário sentou em um banco ao lado do amado segurando sua mão, ao que Alexis sentou em outro em meio às pernas do loiro.

Em primeira estância Alexis fez um exame no ânus de Milo, apenas por segurança, e depois partiu para a ultrassonografia abdominal.

— Está com quatro meses, acredito que a partir daqui seu ventre tomará mais forma e seus quadris dilatarão para dar espaço ao bebê. Recomendo se tiverem sexo não faça nenhuma posição desafiadora ou muito forte. Diferente de uma mulher, sua estrutura para comportar o feto e mais sensível. — Disse com sua máscara de médico.

Milo corou. Era estranho pensar que seu ex-namorado dizia para ter sexo brando com seu atual marido. Claro, ele e Kamus não tinham se casado ainda, mas viviam como tal, e para isso que valia.

— Veja! — Apontou para a imagem na tela. — Todos os órgãos estão quase completos, logo ele passara a se mover e acredito que começará a ganhar tamanho.

Tanto Milo quanto Kamus emocionaram diante da imagem. Era o filho deles ali, maior que Milo, foi à emoção de Kamus, pois via pela primeira vez aquele milagre dentro de seu amado.

— Já podemos saber o sexo? — Kamus indagou eufórico.

— Geralmente da, mas esse bebezinho lindo está escondendo. Na próxima consulta dará. Ansiosos não! — Falou Alexi doce sorriso. Ele sabia como era a sensação, não por causa da primeira gravidez de Milo, mas por sua própria filha. Só quem vive a experiência de ser pai e mãe, poderia compreender a magnitude daqueles momentos.

— E tão pequenino! — Milo disse com os olhos úmidos.

— Ele é perfeito! — Kamus disse tomando a mão de Milo e beijando sua palma.

Alexis seguiu com o exame. Ao término indicou para Milo ir se trocar, e depois conversou com os dois papais sobre a gestação. Passou uma lista de alimentação balanceada, alguns exercícios leves e precauções.

Kamus ouviu atentamente e decerto garantiria que Milo obedecesse ao pé dar letra tudo. No final, despediram-se de Alexis, gratos pela ajuda, e saíram. Como ainda tinham um tempinho antes de ir buscar as meninas, Kamus arrastou Milo para uma loja para criança.

— Kamus, ainda é cedo para comprar algo! — Milo resmungou, todavia seus olhos brilhavam diante das coisinhas para bebê, era lindo.

— Nem tanto!

— Posso ajudá-los senhores! — Uma jovem atendente veio até eles.

— Queria ver coisas para recém-nascido. — Kamus disse agitado. No final ele saiu com a mulher. Milo apenas olhava, enquanto o ruivo via várias coisas. Quando eles saíram da loja, Kamus carregava pelo menos dez sacolas e com um sorriso besta.

— Eu disse que era coisa demais. Crianças crescem rápido, não pode comprar tudo de vez. — O loiro resmungou, mas estava feliz por ver seu amado tão empolgado. Ele conhecia aquela sensação, porém o outro vivenciava pela primeira vez.

— Vamos buscar nossas filhotas? — Kamus indagou abrindo a porta de passageiro do carro para o outro entrar.

— Não precisa! Aioria me ligou, quando você estava comprando a loja toda, e disse que iria buscá-las... Vamos para casa. Estou cansado. — Disse relaxando no assento e fechando os olhos.

— Claro! Quando chegarmos a casa prepararei algo para nós comermos. — Disse estalando um beijo nos lábios de Milo e colocou o carro em movimento.

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— Vamos Dan! — Mia gritou para a irmã. As aulas tinham terminado e na frente da escola havia um tumulto de alunos saindo.

— Mia, espere! Tio Aioria vem nos buscar. — Danita disse para a irmã mais eufórica.

— Vou beber agua! — Percy disse entrando na escola.

— Cadê Mia? — Fahir indagou depois de se despedir de algumas amigas e juntando-se a Danita.

— Aquela menina! Vamos procurá-la. Papai disse para sermos cuidadosas. — Danita disse. Ela tomou a mão de Fahir e as duas seguiram o caminho por onde “possivelmente” Mia tinha seguido. Sua irmã parecia fanática por soverte.

Saíram da escola e seguiram até a sorveteria, mas logo a encontrou voltando com três milk-shakes em mãos e um radiante sorriso.

— Não pode sair assim Mia! — Fahir disse correndo até a irmã.

— Lamento! Para vocês. — Disse entregando a bebida para as duas irmãs. As três passaram apreciar o Milk-shake quando Danita sentiu uma dúvida.

— Mia, não tinha dinheiro, como conseguiu isso? — Sabia que sua irmã tinha gastado todo dinheiro que tinha no recreio.

— Ah, uma moça simpática pagou... Ela disse que trabalhava no santuário. — Falou dando os ombros.

— Mia... Você... — Danita parou de falar quando começou sentir-se tonta.

— Dan?

— Sua boba, não deve aceitar coisas de estranhos. — Disse deixando sua bebida cair. Não demorou em Fahir e Mia igualmente sentirem-se tontas, tudo em voltar parecia embaraçado.

— Devia seguir as palavras de sua irmã. Não devia ter aceitado, mas para mim sorte que o fez. Vocês são minhas agora. — Uma voz feminina se fez presente, e em seu rosto um sorriso macabro.

Antes que as três pudessem ter qualquer reação, tudo em volta delas apagaram. As pequenas estavam à mercê de ódio e rancor de uma mulher rejeitada em buscar de vingança.

Continua...