Os Ecos

2 A Maldição Revelada e O Eco das Sombras


No dia seguinte, Aiko sentiu algo estranho. A imagem da mulher continuava a assombrar seus pensamentos. Ao examinar melhor a fotografia, notou que, na borda, estava inscrito um nome: “Kuroka.”

Quando procurou sobre a história da mansão, descobriu que Kuroka era uma das vítimas de um antigo ritual, onde jovens mulheres eram sacrificadas para apaziguar os espíritos vingativos.

Agora, parecia que a câmara fotográfica era a chave para libertar ou condenar as almas perdidas.

Aiko retornou à mansão, determinada a desvendar mais sobre o passado sombrio daquele lugar. À medida que avançava, uma sensação de desconforto crescia em seu peito. O ar estava pesado, e uma presença constante a observava.

Quando chegou a um salão empoeirado, a câmara disparou sozinha, capturando uma sombra indistinta que atravessava a parede. Aiko sabia que a fotografia revelaria algo que ela não estava preparada para ver.

Ao olhar a foto, encontrou um homem de aparência cruel, com olhos vermelhos, ele parecia vigiar a casa.

O seu nome era “Raiku,” o líder do culto responsável pelos rituais.