Notas iniciais
Oieee [___O___]
Então... eu sei que demorei mais do que deveria, pra postar, mais... eu fiquer sem meu computador, porque ele morreu! é sério gente, ele morreu! kk e então eu tinha lá esse capítulo todo arrumadinho e prontinho para postar e fiquei sem nada, até uma capa nova eu tinha!
Mas, acho que ficou mais bonitinho esse, do que o que eu tinha escrito antes, e a capa o que acharam, am?! ;) kk
***
Bom... eu espero que gostem... ele tá muito legal, na minha opinião.. e é isso gatjinhas! --' k
*Desculpem qualquer erro*

Cap. 3

POV JUSTIN

O sangue que corria por minhas veias fervia como fogo que arde sem possibilidades de parar. Toda a raiva armazenada em meu corpo, saía agora por meus poros. Minhas narinas inflavam e meus músculos, à bem poucos minutos relaxados, encontravam-se agora mais tensos do que nunca. Minhas duas ásperas mãos, devido ao trabalho árduo que todos os dias enfrentavam, voaram diretamente para a grande mesa que se encontrava logo à minha frente, atirando para os mais diverso sítios daquele imenso escritório, a maior parte dos objetos que nela se encontravam, quase mandando a pobre mesa pelos ares.

Não me lembro de, em tantos anos nessa vida, eu me considerar o ser mais incompetente do mundo. Estava, de fato, desolado pelo que tinha se passado, sem ter sequer me apercebido.

Como eu poderia ser tão incompetente e desprovido? Como ninguém deu conta do que se tinha passado? Essas eram umas das inúmeras perguntas que rolavam por minha mente nesse exato momento.

Encontrava-me, agora, na grande sala onde maioritariamente tratava de meus negócios e seus derivados.

Parte do mais importantes documentos, e não só, tinham desaparecido de meu escritório, sem qualquer explicação. Não havia qualquer vestígio de que alguém tivesse, se não eu, estado nesse lugar, para, assim, me roubar. Ninguém tinha-se apercebido de exatamente nada.

È claro que todas as minhas suspeitas apontavam para algum dos Miller, mais propriamente o filhinho protegido, Luke Miller. Eu sabia que iriam-me atacar de volta, só não fazia a mínima ideia que seria tão cedo. A única coisa que fez minha opinião mudar foi uma pequena mensagem deixada por cima de minha secretária, dizendo “Prepare-se para o seu fim. N.M.”. Não fiquei nem um pouco temeroso, pois meu fim estava mais do que longe, o que realmente me intrigou foram as tão misteriosas iniciais, que por mais que eu tentasse procurar por minha memória, quem teria causado tudo isso, nada encaixava. ‘M’ poderia muito bem significar Miller, como minha cabeça logo calculava, mas nenhum nome começado por ‘N’ ia ter ao encontro desse sobrenome, o que me deixava deveras irritado.

Não conseguindo mais pensar em nada, chamei Ryan, que logo que entrou pela grande sala, na qual eu me encontrava, arregalou seus olhos azuis, devido, provavelmente, à grande desordem que aquele local se encontrava.

– que-que se passou aqui man? – perguntou continuando com sua expressão de espantado.

– Fomos roubados. – falei logo, o deixando ainda mais confuso do que já se encontrava antes.

– Fomos o que? Como? – questionou novamente, continuando com a mesma cara de retardado. – E fizeram essa bagunça toda?

– Não… isso… fui eu… você sabe como eu fico…- eu falei mantendo a postura e, finalmente, me sentando na grande poltrona.

– Eu não estou entendendo nada. O que aconteceu, o que roubaram? Quem roubou?

– Hoje de manhã quando cheguei aqui, nada estando fora do lugar, supus que mais um dia de trabalhado vinha pela frente, mas mal sabia eu do que estava ‘destinado’. – falei ironicamente a última parte, entrelaçando meus dedos e colocando os cotovelos nos braços da poltrona.

O imbecil continuava sem entender nada, então, eu decidi prosseguir.

– Fui ver de uns documentos que falavam da escritura de uma mansão que eu estava planejando comprar, para passar uns dias no Caribe, mas me surpreendi assim que não encontrei absolutamente nada em uma das gavetas, onde eu normalmente costumo guardar documentos importantes. – explicava a Ryan e sua cara de preocupado aumentava.

– Quando fui ver em outras gavetas, estavam, também, todas vazias. E mais irónico ainda quando me deparo com isto. – falei, passando para as mãos de Ryan a pequena mensagem que me fora deixada, depois do roubo.

– “Prepare-se para o seu fim. N.M.”? – Ryan leu a frase assim que lhe entreguei o papel, já amarrotado. – Deixaram isso? – eu acenei afirmativamente com a cabeça, em resposta.

– N.M.? – como eu, Ryan também se fazia a mesma pergunta.

– Eu sei, já matutei bastante em minha cabeça, mas nada liga com nada. – falei indignado.

– Você acha que foi um dos Miller?

– Minhas apostas iam todas nesse sentido, mas não consigo achar ninguém da família Miller que tenha essas iniciais. – disse, tateando meus dedos na grande mesa de carvalho.

– N.M.N.M.N.M – Ryan repetia e repetia as duas iniciais que tão confuso me tinham deixado.

O silêncio dominava aquele compartimento da grande mansão onde eu residia. Ambos tentando, assim, encontrar algum inimigo meu em que seu nome tivesse essas duas iniciais. Foi passados alguns minutos, não sei bem quantos, que Ryan, subitamente, se levantou de onde se encontrava sentado e colocou suas mão por cima de minha secretária, fazendo um barulho que ecoou por toda a sala.

– É isso! N.M.! – eu o encarei sem perceber nada do que ele estava para ali dizendo.

Ryan vendo minha cara de interrogação, continuou falando, para esclarecer minhas dúvidas- Nickole Miller! Só pode ser!

– Quem? Uma mulher? Você está pirando!- minha cara fazia uma expressão de chocado por tamanha idiotice, mas Ryan pareceu não ligar.

– A filha do Miller! Nickole Miller! Agora faz todo o sentido!

– Não! Uma garota me fazendo passar por palhaço? Não! Isso é impossível!

– Dude, eu sei que lhe custa admitir, mas foi enganado por uma gorota sim.- Ryan disse em tom de deboche, me fazendo cerrar os olhos, o que o fez tremer.

– Não interessa! Seja ela ou não a culpada pelo acontecido, eu vou atacar aquela mansão ainda hoje! – eu disse frio e calculista, mas depois pensei melhor e acrescentei. – Não… eu vou raptar aquela piralha, e faze-la implorar nunca ter feito o que fez. – falei decidido a acabar com a raça daquela família, que tantos problemas me vinha trazido ao longo de minha vida de bandido.

POV NICKOLE

Estava exausta. O dia tinha-se passado depressa demais. Uma batida na porta faz com que eu saia-se de meus pensamentos e voltasse para o mundo real. Era meu irmão, Luke, perguntando se eu queria ir jantar com ele, eu apenas neguei, dizendo que estava demasiado cansada, o que não era mentira, o deixando curioso, pois ele não fazia a menor ideia de que mais cedo eu e minha equipe tínhamos feito um ataque. Realmente meu estomago clamava por comida, então decidi pedir a uma das tantas empregadas da casa para me preparar um lanchinho, não muito pesado. Logo depois de comer e de refletir no que haveria de fazer mais contra o Bieber, despi minhas roupas, já habituada a dormir sem elas, tranquei a porta, impedindo assim que me incomodassem e encostei minha cabeça ao travesseiro, desligando em seguida.

POV JUSTIN

Logo depois de colocar algo no estomago, me dirigi á grande mansão Miller, que se encontrava mais protegida do que eu estava acostumado a ver. Claro que eu sabia que a segurança iria ser reforçada devido á morte de Thomas, então decidi não trazer muitos reforços e ser apenas eu a entrar no local. Eu era mestre em invadir, por isso foi bastante fácil enganar os imbecis que guardavam a casa, sem sequer ter de matar ninguém, o que deveras me deixou triste, já que eu amava ver sofrimento.

Sabia perfeitamente qual a sacada que dava entrada no quarto da piveta e então rapidamente puxei do instrumento que permitiria ‘escalar’ a grande parede que se encontrava á minha frente. Uma vez dentro do quarto, pensei ter sido fácil demais devido à grande janela que se encontrava aberta. Observei a grande habitação de cores neutras, o que me fez ponderar que a garota não seria tão ‘garota’ assim, já que o quarto não tinha grande decoração, pelo menos a decoração normal de uma adolescente. Quando encontrei a imensa cama com uma bela silhueta nua, com curvas acentuadas, coberta apenas por um leve lençol branco que chegava até metade das coxas. Supus que aquela seria Nickole Miller, mas não estava à espera de encontra-la e ter estes pensamentos a cerca dela. Confuso, me sentei sobre uma cadeira que se encontrava bem próxima à cama, onde a menina se encontrava e apenas fiquei observando-a por longos minutos, ou horas, nem sei.

POV NICKOLE

Minha cabeça estava atribulada. O meu sono, em vez de tranquilo, era bem agitado, estava tendo diversos sonhos, um deles o qual era uma imagem de meu irmão estiraçado no chão de mármore, com uma poça de sangue ao lado. Abri meus olhos de repente, me encolhendo, tinha de admitir estar com certo medo de o que eu tinha visto em meu sonho realmente acontecer. Decidi ir tomar uma ducha para relaxar e tirar o cheiro a suor que meu corpo possuía. Me levantei e quando fui virar para o lado encontrei uma figura que tanto temia. Justin Bieber, logo me tapei com meu roupãp de setim, mas a figura à minha frente parecia estar mergulhado em pensamentos e não dera por meus movimentos. Corri diretamente para a pequena mesa onde uma de minhas armas se escondiam, me colocando de frente para o sujeito apontando para a sua cabeça, como não obtive resposta dei um toque com a arma nele e logo o vi ‘acordar’ e arregalar seus olhos. Embora meu inimigo, não podia negar o charme que exalava.

– Seu filho da puta! O que pensa que está fazendo aqui? – falei com raiva no olhar e na voz. Ele ainda confuso, mas não aparentando medo, tentou sacar sua arma, embora eu tenha sido mais rápida e tenha desferido um tiro em seu braço direito. Um pequeno grito foi emitido por sua boca envolta em lábios avermelhados e cheios. Logo depois ouvi o som da porta abrindo, embora sem sucesso, já que eu mesma a tinha trancado, antes de dormir. Olhei novamente para o bandido que se encontrava estiraçado no chão, mordendo seu lábios para abafar os gritos de dor. Mas eu não o iria deixar morrer, para além de que ele não morreria com uma simples bala no braço, o que mais poderia acontecer era ficar imóvel. Eu planeava já em torturá-lo e depois acabar com sua raça definitivamente. Afinal, tinha sido fácil demais capturá-lo, já que foi ele que veio a meu encontro. Honestamente, preferiria que tivesse dado mais luta. Iria ser mais excitante.

CONTINUA…


Notas finais
GOSTARAM? MUITO? NÃO? OKAY TÁ!
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Então... (porque eu começo sempre minhas frases por esntão mesmo? kk) eu acho que ficou bem legal esse capítulo, n é mesmo?
Tá ainda sem a ação que vocês ( e eu) realmente gostam, mas a espera vai ser recompensada...
Eu queria ter feito o capítulo maior mas assim deixei essa intriga, pra vocês me alegrarem com reviews ;) am?!
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Outra coisa... Eu tenho um Tumblr pra quem quiser visitar, está à vontade... http://insanidad3.tumblr.com/
Ele não tem apenas posts do justin ou isso, mas sim textos que eu escrevo e textos que eu acho originais ;) se seguirem avisem que são do Nyah que eu seguirei de volta ;D
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Bjus leitoras linda do meu heart! [][][]