Notas iniciais
Oiiii! Quase 50 reviews! Estou super animada!
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O capítulo está uma merda, por isso não espero receber muitos reviews, mas se recebesse era bom, pq ne.
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Boa leitura ;)

CAPÍTULO 4

POV JUSTIN

Não sabia onde minha mente se encontrava. Só me apercebi quando senti um pontada na cabeça, que me fez acordar para o mundo real. O objetivo de entrar por aquela mansão era de raptar a piveta, mas não deu certo quando vislumbrei seu corpo nu por entre os lençóis de sua cama. Quando me vi com uma bela mulher com o olhar enfurecido apontando uma arma para mim é que caí na real, eu nem tinha percebido como ela tinha ido ali parar.

- Seu filho da puta! O que pensa que está fazendo aqui? – ela disse com a voz enraivecida.

Rapidamente tentei pegar a arma que se encontrava logo no lado esquerdo de minha cintura, mas infelizmente houve alguém mais rápido que desferiu um tiro em meu braço direito me fazendo gemer de dor.

Com o barulho emitido pela arma, barulhos de portas foram ouvidos que logo chegaram ao quarto onde ambos nos encontrávamos, mas como a porta deveria se encontrar trancada, ninguém conseguiu entrar por ela.

A garota, continuando com a sua arma apontada em minha direção, deslocou-se até uma mesa, onde se encontrava um chave e logo destrancou a porta, dando passagem a uma cara que não me era desconhecida, provavelmente seu irmão, e outros dois caras de estatura alta.

- O que?.. – seu possível irmão deixou a pergunta a meio assim que olhou para onde eu me deparava sangrando, arregalando os olhos.

- Eu não sei como ele entrou aqui… — a garota, de seu nome Nickole, falou olhando confusa para o homem ao lado.

Eu mal ouvia as vozes que se propagavam por aquela habitação. Já fazia muito tempo que não sofria um tiro, e já nem lembrava o quanto doloroso era.

Senti meu corpo sendo transportado para não sei onde e depois tudo ficou escuro.

POV NICKOLE

Estava parada de frente para o idiota que se atreveu a entrar em meu território, pensando que levaria a melhor. Ele já começava a recuperar os sentidos, mas com muita mas muita dificuldade, devido à dor que fora causada pelo tiro que eu atirei. O cara olhou para mim com a face destorcida e os olhos cansados.

- Filha da puta. – sussurrou, quase sem som.

Eu continuei olhando para o corpo do coitado que tentava, sem sucesso, levantar-se do chão frio do porão daquela casa. Ele estava mesmo querendo levar outro tiro.

- Está procurando o que desgraçado. – perguntei quando vi ele remexer por entre seus trapos ensanguentados.

- Cadê minha arma vadia?

- Primeiro… — falei sarcasticamente — … tenha cuidado com o que fala, porque eu posso muito bem acabar com a sua vida num fechar de olhos – ele riu sem humor – e segundo… — continuei — … você acha mesmo que eu deixaria você com seus brinquedinhos? – ele não disse nada, já sabendo a resposta óbvia.

Se passaram alguns minutos e decidi ir embora deixando o infeliz ali sozinho. Fui procurar alguma coisa para disfarçar a fome que já se fazia sentir por meu estômago e ao chegar à cozinha deparei-me com Chris se alimentando de uma sandes e uma cerveja. Decidi fazer-lhe companhia, já fazia algum tempo que não estava com ele, em todos os sentidos, e honestamente, já estava ficando com saudades.

Fiz uma sandes também para mim e peguei um cerveja, assim como Chris, estava bastante calor e sempre refrescava. Já sabia que ele iria reclamar de eu estar bebendo álcool, ele sempre se opôs a isso, mas eu nem ligava.

- Oi. – eu falei me sentando à sua frente, Chris desviou o olhar.

- Eu já falei p’ra você que não gosto te ver bebendo bebidas alcoólicas. – ele disse trancando o maxilar, o que fez minha calcinha se encharcar instantaneamente.

- Exatamente, você não gosta, mas eu sim. – disse ironizando, o que o fez bufar – Qual é Chris, é só uma cerveja. – falei já sem paciência. Odiava quando ele pensava que podia mandar em mim.

- Eu vou embora – falou assim que terminou seu prato de comida, mas eu sabia que estava fazendo aquilo de propósito.

- Chris… — falei manhosa o prendendo entre meus braços, impedindo-o de se afastar de mim. – Desculpa amor… eu já parei. – logo quando pronunciei a palavra amor, ele se entregou, se virando para mim e me olhando profundamente.

- Eu odeio quando você faz isso. – ele disse enquanto acariciava as maçãs do meu rosto delicadamente e roçava seu nariz no meu.

- Eu sei… e eu não volto a fazer. Agora vamos lá para cima. Já estou com saudades tuas. – lancei um olhar malicioso, o que o fez retribuir.

***

POV RYAN

Já se tinha passado mais de uma hora, desde que o Justin tinha entrado pela mansão Miller, à procura da piveta, e nada de aparecer.

Caralho! Algo se estava passando e eu aqui sem poder fazer nada. Decidi, então, esperar mais alguns minutos, mas esses minutos se tornaram horas, e tive a certeza de que o seu plano tinha dado errado. Ele tinha sido pego.

Tinha tudo sido muito depressa, sim, porém o plano tinha poucas chances de falhar, e se falhou foi porque algo realmente sério atrapalhou o trabalho do Justin, e eu estava realmente preocupado.

Decidi então, voltar para casa, dizendo melhor, a casa do Bieber, e começar a bular um plano, para sacar o nosso chefe da mansão de nossos inimigos. Se ele ainda se encontrasse vivo. Eu nem queria pensar nisso. Por isso se queria encontrar o meu parceiro ainda com vida, teria que atuar rápido, mas com muita precaução.

Decidimos, então, os quatro responsáveis pelos negócios e todos os derivados do mundo da máfia, na ausência de Justin, eu, Chaz, Christian e Mitch, irmos apenas os quatro resgatar o nosso irmão. Não queríamos confusão, faríamos tudo à calada, e quanto menos estrago fizéssemos, melhor.

POV JUSTIN

-Justin… Justin

Ou eu estava maluco ou realmente aquela era a voz de Ryan.

Abri com dificuldade meus olhos, que deveriam estar inchados, devido ao longo tempo que tinha dormido, para, principalmente, tentar tranquilizar a dor. E descobri que não era minha mente que se tinha virado do avesso, e sim Ryan que tinha vindo me resgatar. Embora meu braço continuasse bastante dolorido, lancei um sorriso para Ryan, eu sabia que sempre poderia contar com nele. Olhei para o lado e lá estava meu outro companheiro de ‘guerra’, Chaz. Preparei-me para levantar, mas antes Ryan fez um sinal de silêncio colocando seu dedo por cima dos lábios em seguida me entregando uma arma, que parecia ser uma daquelas com silenciador. Eu a peguei com a mão esquerda, já que a direita estava praticamente imóvel e me preparei para sair daquele porão imundo.

Passamos por alguns dos imensos corredores da casa, e num deles se encontrava uma majestosa porta de carvalho e eu sabia que ali seria o quarto do homem que matara há bem poucos dias. Então eu decidi, subitamente, parar meu caminho para a saída, o que fez Chaz e Ryan arregalarem seus olhos, principalmente quando adentrei a grande habitação.

- Man, o que você está fazendo? – a voz de Chaz soou como um sussurro.

Eu nem liguei para o que eles dois me diziam, eu poderia ser apanhado a escapar, mas me arrependeria se não fizesse aquilo que estava prestes a fazer, destruir o quarto do Miller. Isso iria com certeza enfurecer a filhinha dele, e deixaria meu corpo usufruindo de uma sensação bem prazerosa.

Então foi o que eu fiz, embora não pudesse fazer muito barulho, tentei fazer o maior estrago possível. Ryan estava-me dando pressa e quando eu finalmente estava acabando meu serviço, parece que um dos móveis ao cair ao chão, provocou um, não muito grande, estrondo, o que fez a segurança da mansão se alertar. Corremos depressa para fora do local, quase sendo pegos pelos capangas, mas mesmo assim conseguindo fugir. Adrenalina, era a única coisa que conseguia sentir naquele mesmo momento.

POV NICKOLE

Senti a cama onde eu me encontrava estafada depois de transar com me parceiro sexual, se afundar e depois ficar vazia. Abri os olhos com certa dificuldade.

- Onde você vai?

- Er… lado nenhum, eu volto logo. – ele parecia nervoso, ou seja, tentando esconder algo.

- Onde você vai? – repeti a pergunta, cerrando os olhos. Então ele se virou para mim enquanto vestia sua boxe.

- Eu acho que se passa algo… er… eu ouvi um barulho lá em cima.

- Um barulho? – ele confirmou acenando com a cabeça. – Bora. – falei levantando da cama ainda nua, indo pegar meus trajes.

- Não. – ele disse sério. – Você fica aqui.

-Ei, quem você pensa que é? – falei irritada logo voltando a me vestir – Esta é minha casa.

Logo depois de proferir minhas últimas palavras, as mãos de Chris voaram para meus braços me prendendo contra a parede.

- Eu só quero proteger você caralho! – eu sorri para ele sinicamente, me soltando de seus braços.

- Então venha me proteger.

Fui caminhando até ao andar de cima me deparando com uma data de seguranças olhando por uma das grandes janelas daquele piso.

- Que se passou? – disse fria, fazendo com que todos se virassem para mim com olhares que aparentavam medo.

- Er.. o prisioneiro… er… ele fugiu. – meus olhos se arregalaram.

- SEUS IDIOTAS! NÃO CONSEGUEM FAZER A PUTA DE UMA MERDA! – gritei com toda minha ira, já há muito tempo guardada por entre meu corpo, que estava apenas no começo de ebulir.

CONTINUA…

Notas finais
O que acharam?!
Nem fazem ideia do que vai acontecer no próximo capítulo!
Sério vai ser muito louco! A Nickole que vai ser muito louca! kk
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VISITEM MEU TUMBLR!
http://insanidad3.tumblr.com/
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Bjus gatjinhas ;9