Opposites
6 Just Starting The Hell
NICKOLE PDV (capítulo anterior)
Fui caminhando até ao andar de cima me deparando com uma data de seguranças olhando por uma das grandes janelas daquele piso.
– Que se passou? – disse fria, fazendo com que todos se virassem para mim com olhares que aparentavam medo.
– Er.. o prisioneiro… er… ele fugiu. – meus olhos se arregalaram.
– SEUS IDIOTAS! NÃO CONSEGUEM FAZER A PUTA DE UMA MERDA! – gritei com toda minha ira, já há muito tempo guardada por entre meu corpo, que estava apenas no começo de ebulir.
(novo capítulo)
Filho da puta. Filho da puta. Filho da Puta. Faltava pouco para estar saindo fumo por minhas orelhas. A raiva que aquele ser me tinha causado me deixou fora de controle, ao ponto de nem eu me aperceber disso. Destruir uma das poucas memórias de meu pai foi exactamente o mesmo que queimar parte de minha alma. Senti os meus olhos humedecidos e lágrimas de saudade ameaçavam cair, mas eu me segurei firme. Eu não conseguia raciocinar direito, estava inconsciente da diferença entre perigo e segurança, tão inconsciente que sem pensar duas vezes, sem que ninguém se apercebesse de nada, voei direto aquele covil desdenhoso. Não me contive em disparar contra quem se atravessava em meu caminho. Eu não estava ciente do perigo só ouvia minha mente gritar vingança, ansiar por ela, quase que implorar. Não tardou para chegar ao escritório daquele ser, já por mim conhecido, e disparar três vezes contra o mesmo, não produzindo nenhum efeito nos dois primeiro tiros apenas no último, o que me enraiveceu ainda mais, se é que era possível.
– Filha da puta. – sussurrou ele com a mão por cima do ferimento tentando controlar o sangramento.
Eu não estava em mim. Certamente a raiva que me consumira me drogou de alguma maneira e me fez vir até ao esconderijo do lobo sem noção de nada, sem prevenções, pedindo a morte certeira.
Claro que nada de ruim iria acontecer a ele, só uns machucados aqui e ali. Como era suposto uma “garota” como eu conseguir destruir um sujeito como estes, com uma arma apenas. Eu perdia a cabeça, completamente, mas por motivo justificado.
Senti meu corpo ser suspendido no ar e transportado em direcção à saída do majestoso compartimento.
–EU ODEIO VOCÊ!!! – gritei com todo o ar ainda existente em meus pulmões apenas obtendo em resposta um risada alta de uma voz rouca e imponente.
Um pano foi levado á minha boca com um cheiro asfixiante quando já me encontrava sendo depositada em um chão frio e medonho.
JUSTIN PDV
– Acorda vadia!- disse enquanto tentava inutilmente acordar a garota deitada no chão do porão, dando leves pontapés em suas coxas.
Apenas tinham se passado cerca de 30 minutos desde que esta maluca havia entrado pelo meu escritório adentro e disparar em mim. Era louca mesmo, quem no seu perfeito juízo se arriscaria a enfrentar um homem como eu apenas com uma arma em sua posse, sendo, ainda por cima de tudo, uma singela garota que nem pegar numa arma conseguia. No final de contas fiquei com o braço ferido mas ainda assim com ela tranquificada em minha propriedade.
O que eu iria fazer com a ela? A filha do Thomas Muller, o filho da puta do Muller. Mata-la? Sim, eu definitivamente iria mata-la. Mas não sem antes usufruir daquele corpo curvilíneo. Usava uns jeans colados que realçavam sua bunda, uma simples camiseta preta, nada de complementos, pelos vistos ela não precisava disso para ficar gostosa pra caralho.
Não sei quanto tempo fiquei admirando a garota, pois só acordei de meus devaneios quando ela se moveu abrindo os olhos logo de seguida. Seu olhar estava assustado e ao mesmo tempo revolto. Ela tentava perceber onde estava e quando levantou seus olhos para mim fez uma cara de nojo.
– Filho da puta.- disse quase que em um sussurro.
Apenas ri alto e peguei ela pelos ombros a levantando no ar e colocando-a numa cadeira. Enquanto isso ela esperneava e tentava dar tapas em mim o que só aumentava minha ansia em abusar dela. Atei cordas nos braços e pernas dela, mesmo ela se debatendo para que eu não conseguisse a prender à cadeira.
– Quieta vadia!
Infelizmente, ou não, eu estava em frente á sua cara e ela aproveitou para cuspir na minha fazendo com que eu desferisse uma tapa naquele rostinho bonito.
– Eu aconselhava você a ter mais cuidado com o que diz e o que faz mocinha. – falei semicerrando os olhos e ela continuava com aquele olhar revoltoso e sem mostrar medo nenhum.
– Porque? Vai-me matar? Me mate logo vai! Filho da puta!
Ri de sua maneira topetuda de me enfrentar o que a fez se enraivecer mais.
– Eu não vou só matar você menininha…- disse passando a ponta de meus dedos na sua bochecha, fazendo ela afastar-se de mim.
– Seu porco! – e cuspiu novamente na minha cara. Aah, aquela garota estava-se arriscando demais.
Peguei em seu pescoço e encostei com força á parede, fazendo um pequeno estrondo de sua cabeça e da cadeira na qual ela se encontrava presa.
– Eu tenho muita coisa em minhas mãos que podem fazer você se render desse joguinho de mocinha sem medo, não me afronte pois posso levar as coisas a uns quantos níveis acima. – dessa vez ela engoliu em seco. Ela realmente não estava com medo de eu lhe fazer algo, mas sim aos seu mais próximos.
Abandonei o porão a deixando lá calada, com a satisfação de a ter intimidado.
Decidi ir a alguma boate relaxar, já que não tinha mais cabeça para pensar em negócios, minha cabeça só se concentrava naquela bunda gostosa e no olhar de superioridade da garota. Como ela se chamava mesmo? Nickole, sim era isso.
Notas finais
Eu sei que demorei muitos séculos para postar mas o fato é que minha inspiração tem estado consideravelmente tímida.
Mas aqui está!
Está muito fraquinho mas vai melhorar, afinal não posso lançar logo tudo de uma vez.
Vou tentar postar o mais cedo que conseguir, eu prometo!
Por favor deixem reviews! ♥
Lots of love
xoxo
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