Opostos
4 Onde os erros começam
Notas iniciais
Cheguei vinte minutos mais cedo, era o primeiro dia de aula e eu não via meu namorado desde o primeiro dia do mês, quando voltei para casa e ele foi viajar no dia seguinte com a família. Já estávamos na terceira semana de janeiro, e estava extremamente frio por ainda estarmos no meio do inverno. Ando rapidamente até a área coberta onde estavam Meg, Lizzie, Bia e Lou.
— Hey meninas.- Falo animada me sentando ao lado delas.
—Hey Gin.- Responde Lou com a voz meio estranha, como se estivesse segurando uma risada.
— Huh Ginny, por acaso essa animação toda é porque você vai ver o Harry hoje?- Pergunta Bia maliciosamente arqueando uma das sobrancelhas, eu olho para meus pés e coro, enquanto as outras meninas riem.
—Bem, sim! — admito meio relutante quando elas finalmente param de rir.- Vocês viram ele?
— Não, eu acho que ele não chegou ainda.– Fala Lizzie com o cenho levemente franzido.— Na verdade, nenhum dos meninos chegaram, você sabe onde eles foram Megs?
— Eu não tenha a menor ideia Liz, e você loira você sabe de alguma coisa?
— Não, só sei que eles saíram para uma festa ontem.- Responde a Bia com o cenho igualmente franzido, afinal ela estava namorando o Luke e eles viviam grudados. Ficámos conversando bobagens e falando sobre as nossas férias. Meggie estava contando sobre uma festa que ela e o Matt foram em Paris quando o sinal tocou, me despeço da Liz, Megs e Lou e sigo conversando com a Bia para a aula da Professora McGonagall.
Já faziam quinze minutos que aula tinha começado e nada do Harry, eu mandei não sei quantas mensagens e ele não respondia. A Professora começou a falar a porta se abriu em um baque e um muito bagunçado Luke Pettigrew quase caiu sala adentro se não tivesse se segurado no batente da porta, atrás dele estava um igualmente desarrumado Teddy Lupin e atrás do mesmo estavam Matt e Harry parecendo prestes a cair. Todos os quatro estavam de óculos escuros, jaquetas de couro preta, jeans rasgados, blusas do uniforme amassadas e um pouco abertas e gravatas repousavam em seus pescoços, mostrando que eles não se preocuparam em ajeitá-las, o olhar de toda a classe estava cravado neles.
— Senhores Lupin, Pettigrew, Black e Potter, os senhores tem a consciência de que estão 15 minutos atrasados?- Fala a professora lívida com os quatro bagunceiros.
— Ah, estamos professora? — Pergunta Matt se embolando nas palavras, meu namorado dá uma cotovelada nele, o moreno mais velho se volta pra ele. — Por que caralhos você me cutucou, num sou viado igual você não.- Reclama ele desencostando do amigo e quase caindo em cima do Teddy.
— Eu não sou viado! Você que beijou o Teddy não eu.- Reclama o Harry com a voz obviamente indignada e um pouco alterada.
— Eu num beijei o Teddy, ele que caiu em cima de mim! — Grita o Black emburrado, vejo a professora McGonagall os olhar reprovadora, toda a sala agora estava segurando o riso.
— Shut the fuck up¹ a boca vocês dois! A professora McGonagall vai perceber. — Fala alto o Luke se enrolando nas palavras, e se apoiando no Teddy que parecia estar prestes a cair.
— Sai pra lá cês dois, eu disse que num era uma ideia boa, ninguém me escuta nessa merda, aí a gente se fode e a culpa é minha? Vão se foder.- Reclama o Lupin se embolando em algumas palavras, mas obviamente irritado com os amigos.
— O que eu não posso saber senhor Pettigrew?- Pergunta a professora que já havia desistido de reclamar da linguagem deles. — E controlem a linguagem se não quiserem uma detenção!
— Que a gente fugiu de casa para ir numa festa que nossos pais não deixaram a gente ir e aí a gente passou muito tempo lá que num deu pra voltar pra casaa e buscar nossas roupas. Mas shh se a fessora sabê ela mata a gente.- Fala um obviamente bêbado Luke sorrindo bobamente. Os outros três que pareciam não estar tão bêbados quanto o loiro, gemem de frustração e eu tenho certeza que eu ouvi o meu namorado resmungar alguma coisa que soou muito como " É por isso que não podemos beber com o Luke."
— Os quatro para dentro agora! — Briga a mulher mais velha apontando para dentro da sala, meio cambaleantes eles entram e vieram para a mesa atrás de mim, com o Harry se jogando na cadeira ao meu lado e os meninos nas cadeiras de trás e recebendo alguns olhares desejosos das meninas da sala.
— Hey Gin.- Cumprimenta um Harry estranhamente alegre de mais me abraçando de lado e apoiando o rosto em meu ombro, ele retira o cabelo dali e começa a brincar com ele, enrolando na ponta do dedo e soltando.- Seu cabelo tem um cheiro boom, eu gosto disso.
— É apenas o meu shampoo Harry.- Retruco tentando prestar atenção na aula, mas com o meu namorado mexendo no meu cabelo e acariciando meu braço é muito difícil.- Para de fazer isso amor, tá tirando a minha concentração.
— Eu estou tirando sou concentração?- Pergunta ele descendo o carinho para minhas pernas cobertas apenas pela meia três quartos e a saia do uniforme, ele pergunta abaixando o óculos de sol e me deixando ver aqueles olhos verdes brilhando de malícia, mal tive tempo para raciocinar quando ele abaixou e capturou meus lábios em um beijo lento. Seu lábios se moviam com sincronização com os meus, o gosto de bebida misturado com menta era inebriante e os lábios dele estavam doces e macios, naquele momento eu esqueci que estava em uma sala de aula, que a professora poderia se virar e nos pegar ali, que qualquer um poderia ver, esqueci até mesmo o meu nome. Sua mão lentamente sobe de minha coxa para minha cintura me puxando para mais perto, me fazendo ficar praticamente em seu colo, minhas mãos se infiltram em seu cabelo os bagunçando ainda mais. Ele pede permissão passando a língua de leve em meus lábios, sem ao menos pensar duas vezes o permito e nossa línguas entram naquela batalha deliciosa, ele mordia, puxava e beijava, até o ar começar a faltar, paramos lentamente e ele termina com um selinho demorado encostando a cabeça em meu ombro com os olhos fechados.
— Você prat, eu perdi toda a explicação!- Brigo baixinho com ele, o fazendo rir, ele beija meu ombro e deita a cabeça na mesa virando o rosto para meu lado com o celular na mão.
— Desculpa Gi, prometo não fazer mais isso.- Responde sonolento, aceno feliz com a resposta dele e volto a prestar atenção, assim que a professora para de falar e começa a dar o exercício, me viro para Harry e me surpreendo ao encontrá-lo dormindo calmamente ao meu lado, cutuco levemente, mas o moreno apenas murmura alguma coisa incompreensível para qualquer pessoa normal entender e vira a cabeça para o outro lado, cutuco um pouco mais forte e ele se volta pra mim abrindo os olhos irritado.
— Harry, você não pode simplesmente dormir durante a aula de literatura. — Falo o cutucando, ele me lança um olhar irritado e depois olha para trás onde seus amigos dormiam tranquilamente. — Faça isso por mim, huh? — Peço passando a mão por sua coxa, ele sorri para mim sonolento e confirma com a cabeça, mas para rapidamente fazendo uma careta.
— Tudo bem você venceu, mas eu espero que você me deixe dormir na aula de história. — Ele pede enquanto copiava o exercício que a professora passava, ele estava morto de sono, isso até eu podia ver e provavelmente de ressaca.
— Amor, o que vocês fizeram na noite passada? — Pergunto começando a fazer o exercício enquanto o moreno olhava para parede distraído, cutuco ele levemente e ele sorri de lado.
— Ah, foi uma festa de uma ex namorada do Teddy, nós fomos convidados e bem a festa tava muito chata e acabou cedo, tipo umas 23: 30, então a gente foi para um boate e bem ficamos lá até fechar e bem como a boate fica meio longe daqui e a gente teve que pular o quintal de casa pra pegar as coisas, acabamos nos atrasando um pouco. — Ele explica olhando fixamente para minha boca. — Você tá tão linda hoje. Tipo muito mesmo, tanto que eu tenho vontade de te beijar até você esquecer tudo.
— Harry a gente tá em aula, a gente não pode fazer isso. — Falo olhando para ele com desejo reprimido, ele sorri malicioso e beija o canto dos meus lábios, prende meu lábio inferior em seu dente e o puxa, então o solta e o morde novamente, ele aproxima minha cadeira da dele e me puxa mais pra perto, quase me colocando em seu colo, com as mãos ainda em minha cintura ele sobe uma delas e passeia lentamente pela minhas costas brincando com fecho de meu sutiã, ele volta a mão para a minha cintura e a aperta possessivamente, e com a outra mão ele acaricia meu rosto devagar passando o dedo por meus lábios, ele se aproxima e eu sinto a expectativa de um beijo, quando ele apenas passa a língua me provocando.
— Tem certeza que você não pode fazer isso? — Ele pergunta baixinho ao pé de meu ouvido, sinto sua língua passar pelo lóbulo de minha orelha e ele a morde, abaixa sua mordida para minha bochecha, passa para o queixo e para na boca. Ele me dá um selinho casto, depois começa a mover a boca lentamente contra a minha, ele mordia e puxava meus lábios, então atacava minha boca, sem ao menos hesitar invado sua boca com minha língua e sugo ela, ele me puxa mais pra perto e eu em ato de ousadia subo em seu colo, me esquecendo que estava em uma sala de aula com uma professora dentro.
Passo a mão por dentro de sua camisa, arranhando suas costas, ele beijava meu pescoço intercalando entre mordidas e beijos, suspiro de prazer quando ele volta sua atenção para minha boca, a devorando devagar e me deixando sentir seu sabor adocicado de morango, o amargo da bebida e a menta da pasta de dente ou do chiclete de menta que ele sempre tinha no bolso.
— Sr. Potter! Srta. Weasley! Peço que os senhores gentilmente se separem e peguem suas coisas. — Fala a Professora Minerva com a voz possessa, nós olhando com os olhos estreitos. Coro sob seu olhar enquanto meu namorado arrumava suas coisas como se nada tivessem acontecido. — Para a sala do Professor Dumbledore agora! — Ela fala apontando para a porta, engolindo em seco, coloco minha mochila nos ombros e me levanto do colo dele, Harry pega sua mochila e se levanta com toda a calma do mundo e vai até a Professora que o olhava com raiva, ele dá um sorriso maroto para ela e entrega uma folha e sai, ainda um pouco atordoada, do beijo ou da atitude do Harry eu nunca saberia dizer, saio da sala um pouco mais do que cautelosa.
— Olha só o que você fez Harry! Agora fomos expulsos da sala de aula e ainda vamos ter que ir para a sala do diretor! — Grito batendo em seu peito, ele se esquiva rindo e me puxa para perto, antes de me beijar novamente, tento não corresponder seu beijo, porém alguns segundos após a decisão percebo que é impossível e jogo a razão e a prudência á favas e o empurro para o armário mais próximo.
Ele sorri maliciosamente e desce sua mão para meu bumbum o apertando levemente, solto um gemido baixo em seu ouvido e com um grande prazer sinto Harry ficar excitado entre minhas pernas. Seus beijos estavam me enlouquecendo, esfregava meu corpo ao seu de um jeito que eu nunca tinha feito antes e muito menos na escola. Ele me pega no colo e eu enlaço minhas pernas em torno de sua cintura sentindo alívio do contato maior que conseguimos. O nosso beijo — se é assim que podemos chamá-lo — ia muito além do afoito. Suas mãos pareciam estar em todo lugar em minha cintura, peito, pernas ou bumbum, as minhas estavam ora em seus cabelos e costas ora em seu bumbum e pescoço. Se toque era inebriante e eu sentia o fogo me consumir me fazendo desejar cada vez mais, abro a blusa de seu uniforme e observo seus músculos rijos, passo lentamente minhas unhas por ali, enquanto ele recuperava o fôlego beijando e mordiscando meu pescoço. E céus ele fazia isso muito bem, lentamente seu beijos descem por minha clavícula até ele chegar aos botões de minha blusa, me olhando com os olhos desejosos e quase negros de luxúria e mesmo assim ele me pedia permissão.
Ele não poderia ser mais perfeito, assentindo afoabada a sua pergunta muda , sinto seus dedos longos, finos e meio calejados roçarem em minha pele ao se desfazer do primeiro botão da blusa e beija de leve o lugar recentemente descoberto. Ele me pressiona mais no armário fazendo um barulho estrondoso e — finalmente- nos lembrando que estávamos na escola e que se continuássemos com o que fazíamos acabaríamos sendo expulsos antes mesmo de poder dar uma explicação plausível.
Nos separamos ofegantes e vermelhos, ele com as mãos tremulas fecha lentamente os botões de sua camisa e arruma sua gravata, antes de escorar a cabeça no armário e gemer roucamente pressionando a cabeça. Sem tirar os olhos de meu namorado abotoo a blusa e tento arrumar meu cabelo e maquiagem sem um espelho descente, depois de conseguir parecer ao menos apresentável vou até meu namorado que estava se martirizando ou apenas tentando ser engolido pelo chão. Me sento no chão sem me preocupar com os modos e puxo ele para baixo que com um gemido resignado e um pouco sofrido se deixa cair ao meu lado, antes de deitar a cabeça em meu colo, corro os dedos por seu cabelo macio e naturalmente bagunçado, quando ele vira o rosto para mim e retira os olhos e então eu me vejo perdida naquela imensidão de verde.
— Ginny, você confia em mim? — Pergunta de repente, com os olhos brilhando em expectativa e diversão, como se estivesse contando uma piada e eu deveria entendê-la. Confusa com sua mudança brusca de atitude aceno lentamente, ele sorri abertamente antes de se levantar em um pulo e me puxar para cima com a maior delicadeza, que um adolescente bêbado, animado e eufórico poderia. E segue me arrastando em direção do que parecia ser o estacionamento.
— Harry, aonde nós estamos indo? — Pergunto ao perceber que não estávamos indo para o estacionamento e sim para os fundos da escola, um lugar onde eu nunca realmente coloquei meus pés antes.
— Nós vamos ir embora. — Ele fala simplesmente e dá de ombros, como se fugir da escola fosse uma coisa normal. Que se pode fazer todo dia. Paro e ele se vira para mim com o rosto indignado, antes de voltar a falar. — Ginny, nós muito provavelmente vamos ficar suspensos de qualquer jeito e provavelmente de castigo, então o que custa fugir antes de sermos pegos?
— Tudo bem, você venceu. — Suspiro me dando por vencida, afinal ele tinha um bom argumento e que mal faria fugir da escola no primeiro tempo com meu namorado? — Mas não vá nos meter em muito confusão, tá?
— Tudo bem, agora vem, nós precisamos pular o muro. — Ele fala me arrastando, coloco minha mochila sobre meus dois ombros e firmo meus pés na grade do alto muro da escola. — Gin, continue subindo logo eu vou. — Me apresso em subir e quando chego ao topo vejo que Harry estava de fato ao meu lado, ele me olha com um sorriso e em seguida pula.
— Harry, eu não vou conseguir pular daqui! — Grito assustada, olhando a distância do muro para o chão. Meu namorado rir e me chama com a mão, olho para trás, sabendo que descer demoraria muito mais do que pular e nem era tão alto assim. Fecho os olhos antes de me jogar, me preparo para sentir o chão duro, porém tudo o que sinto são os braços fortes de Harry me segurando. Ele pega em minhas mãos e antes que eu pudesse raciocinar estávamos correndo em disparada pela rua. Paramos em supermercado ofegantes e rindo sem parar, Harry me arrasta para dentro, afirmando que precisava muito de uma coisa.
— Ora se você realmente acha que nós iríamos só fugir da escola, está muito enganada, vou te mostrar um pouco de diversão, ruivinha. — Ele afirma antes de me arrastar para o setor de doces.
— Eu achei que você não podia comer doces? — Pergunto confusa, ao ver a quantidade exagerada de doces, biscoitos e chips que ele já havia pego, ele parou de analisar uma barra de chocolate e se virou para mim com o cenho ligeiramente franzido.
— E eu não posso, mas isso é quando tem alguém me vigiando. — Ele explica com um sorriso arteiro no rosto, arqueio uma sobrancelha descrente em suas palavras.
— Você está insinuando que eu sou ninguém? — Pergunto descrente, soando excessivamente dramática até mesmo á meus ouvidos. Ele pareceu desconcertado por alguns momentos, antes de fazer um gesto de descaso com as mãos e voltar a olhar para o doce que estava em sua mão. Me aproximo lentamente dele e pego o chocolate com castanhas que estava em sua mão.
— Ginny eu quero isso! — Exclama o moreno, tentando tirar o pacote de minhas mãos sem usar força bruta. — Por favor, amor faz tanto tempo que eu não como esse chocolate que eu não sei mais o gosto.
— Para de drama amor. – Exclamo rindo, mas o deixo pegar o que queria. Quando acabamos de escolher o que queríamos pagamos as coisas e saímos dali o mais rápido possível. Pegamos seu carro do estacionamento e ele nos leva para uma colina bem longe da escola e de nossas casas. Ele abre uma das garrafas de Vodca que comprou e me oferece um gole. Dou de ombros e bebo alguns goles da bebida que descia queimando por minha garganta.
— A gente não devia tá bebendo isso, ainda são 9 da manhã. – Falo abrindo uma das batatas chips. Ele sorri sedutor antes de beber mais um gole grande da bebida.
— Esqueça isso Ginny, vamos curtir nossa liberdade. – Ele fala pegando cookies e me oferecendo da bebida. Após acabarmos com a garrafa sento em seu colo sorrindo insanamente.
— Você é fodidamente lindo. – Falo bêbada, antes de começar a beijá-lo com ferocidade, ele me joga na grama e fica por cima de mim, enquanto passava a mão por minha intimidade. Gemendo loucamente e querendo apenas transar com ele sem sentido, enfio minhas mãos por dentro de sua calça.
— Não faz isso Ginny. – Ele geme rouco, tirando minha blusa. Ele invade minha boca com sua língua quase que brutalmente, agarrando seus cabelos negros com força e o puxando para mim forçando a me beijar mais. Nós ainda estávamos desejosos do que acontecera na sala de aula.
— Ginny, eu..eu acho melhor a gente para ou eu não vou conseguir me segurar. – Ele fala separando sua boca da minha e me encarando com os olhos vidrados.
— Eu não quero parar Harry. – Exclamo irritada tirando sua blusa e beijando toda extensão de seu torso. Ele solta um grunido feroz e retira minha blusa do uniforme, nenhum de nós dois se importando com o vento frio do inverno londrino. Mordo o lóbulo de sua orelha com força e ele aperta minha bunda ainda mais forte. Retira minha saia e calcinha de uma vez, me deixando apenas de sutiã e meias três quartos e sapatos. — Faça isso logo.
— Espera amor. – Ele fala retirando sua calça e cueca ao mesmo tempo. Rapidamente tira meus sapatos e sutiã, me deixando apenas de meia. — Gin não tem camisinha.
— Foda se a camisinha, acaba com isso logo. – Fala jogando a favas minha prudência, ele me prepara beijando meus seios e acariciando minha feminilidade, tanto com os dedos como com a língua. Gemendo embaixo de seu corpo, sentindo sua ereção contra meu ventre me deixava entorpecida de prazer e saber que poderia ser pega por qualquer um me deixava cheia de adrenalina. Ele lentamente se posiciona em minha entrada e começa a ir até meu limite devagar e carinhoso. Gemendo em uníssono movo meus quadris contra os dele e aumentamos o ritmo até chegarmos ao ápice.
— Porra Harry. – Grito revirando meus olhos de prazer, marcando sua pele com minhas unhas.
— Gin eu preciso... – Ele começa a falar e o entendo, pois antes de terminar a frase ele despeja seu líquido em mim gritando impropérios surprendentea com meu nome. Ofegantes e vermelhos, continuamos naquela posição, até começar a fazer frio, Harry sai de dentro de mim e me ajudando a levantar. Após colocarmos rapidamente nossas roupas, voltamos para o calor confortável do carro. Assim que estávamos sentados e com nossas coisas dentro do carro, Harry explode em gargalhadas, o acompanho me sentindo mais viva do que nunca me sentira antes.
— Harry essa foi a coisa mais louca que eu já fiz! – Exclamo entre risos, segurando minha barriga depois de tanto rir.
— Bem podemos mudar isso, né? – Ele pergunta retoricamente, me dando um selinho casto, antes de sair da colina com o carro.
— Amor, você não deveria dirigir bêbado. – Falo preocupada após lembrar que nós bebemos uma garrafa de vodca sozinhos.
— Não vai acontecer nada amor. — Ele garante com um sorriso, ligando o rádio. Seguimos para a cidade vizinha, onde ele tinha uma surpresa para mim. Ao chegar lá, a tal surpresa dele era uma festa em um parque privado enorme que tinha de tudo que poderia se imaginar de bebidas e pessoas se todos os tipos.
— Harry é impressão minha ou aqueles garotos estão fumando? — Pergunta olhando para meu namorado que pegava um drink colorido.
— Sim eles estão fumando, Gin. — Harry confirma com um sorriso bêbado e me beija lentamente. Eu podia sentir o forte gosto de álcool em minha boca, mas não poderia me importar tanto após beber um par de cervejas e dividir a garrafa de vodca com ele.
— Como você encontrou esse lugar? — Pergunto desconfiada, mesmo em minha névoa bêbada, era estranho meu namorado conhecer um lugar assim.
— Um conhecido meu me chamou. — Ele fala com um sorriso torto e me puxa para dançar uma música agitada que tocava.
— Amor, eu acho que este lugar não é legal. — Falo ao sentir o cheiro forte de drogas, Harry parecia sequer notar, apenas mexia a cabeça de acordo com a música que tocava e pegava drinks a todo momento.
— Ginny, nem tudo que é divertido, é permitido. — Ele sussurra em meu ouvido, mordendo o lóbulo de minha orelha. Não conseguindo entender o sentido da frase, volto a dançar com ele pegando alguns drinks que Harry me entregava.
Uma menina de cabelos azuis chamou minha atenção, e logo a notei se aproximando, ela vestia um vestido branco revelador que modelava seu corpor esbelto e estava descalça, eu me sentia ridiculamente pequena e boba em relação a ela.
— Harry! — Ela grita abraçando meu namorado com força que retribui o abraço com um vigor. — Faz tempo que você não vem aqui.
— Eu sei, faz muito mesmo Leila. — Ele responde divertido, tomando outro gole de Gim. — Amor, essa é Leila uma amiga minha, Leila essa é Ginny minha namorada.
— É um prazer Leila. — Falo com um sorriso tímido, Harry ri e me puxa pela cintura.
— Igualmente. — Ela responde com um sorriso simpático, ela retira um maço de cigarros e um isqueiro da bolsa, estendendo para nós. — Vocês aceitam?
— Não obrigada, eu não fumo. — Respondo um pouco constrangida, sentindo minhas bochechas ficarem vermelhas.
— Obrigado Leila. — Harry responde pegando um e o acendendo o olho curiosa, afinal ele nunca fumou ou falou sobre isso.
— Eu vou estar com a turma Harry, cuidado com sua namorada. — Ela avisa de um jeito que eu sabia que não era deboche, apenas jeito de falar.
— Eu não sabia que você fumava Harry. — Falo com os olhos estreitos, observando ele soprar a fumaça cinzenta no ar.
— Não gosto de falar sobre isso amor. — Explica ele com delicadeza, beijando minha têmpora, ele me estende o cigarro sorrindo fracamente. — Experimenta Gin, não é ruim.
— Harry eu não acho que seja uma boa ideia. — Recuso hesitante, ele insiste me olhando fixamente, até eu tomar o cigarro em minha mãos e colocá- lo em minha boca, imito o que ele fizera antes e percebo que não era assim tão ruim mesmo.
— Viu? Não foi tão ruim, agora me devolva isso. — Ele fala pegando de minha mão e volta a fumar calmamente enquanto dançava ao meu lado. Passamos pelo menos duas horas naquele parque até eu começar a sentir fome.
— Amor eu quero comer, vamos embora. — Chamo olhando para ele com carinho.
— Tudo bem. — Ele responde se levantando meio cambaleante, o ajudo a se levantar, apenas para acabar nós dois caídos no chão. Rindo ofegantes nos levantamos lentamente, andando cambaleantes entre as pessoas que dançavam bêbadas. Assim que estávamos chegando na saída escutamos o som do carro da polícia, sem ter para onde fugir, fomos revistados, interrogados e por fim obrigados a entrar no carro com um policial dirigindo, apenas para Harry não deixar o carro lá. A viagem até a delegacia não era longa, mas pareceu como uma eternidade para mim.
Um policial negro alto estava ao nosso lado nos olhando fixamente.
— Vocês dois não deveriam estar na escola? — Pergunta com sua voz profunda ressoando pela sala, apontando para nossos uniformes de Hogwarts.
— Possivelmente. — Harry responde com um dar de ombros, ignorando policial que não o olhava com uma cara nada boa, após uma hora, algumas pessoas foram aprendidas e outras foram levadas por seus responsáveis.
— Sr. Potter você e sua namorada devem esperar, ainda não conseguimos nos comunicar com seus pais. — Anuncia o delegado debochadamente. Ficamos por pelo menos duas horas esperando naqueles bancos desconfortáveis, quando duas mulheres ruivas entram pela porta da pequena delegacia, e elas estavam inegavelmente furiosas. Me encolho junto ao Harry que fazia uma tentativa de rosto inocente.
— Harry James Potter, o que diabos você fez? — Pergunta Lily com a voz raivosa, porém baixa.
— Mãe eu..— Começa Harry com a voz ainda alterada pela bebida, James revira os olhos para a atitude do filho levantando a mão para impedi-lo de continuar.
— Não comece Harry, em casa nós vamos conversar. — Ele fala rudemente, meu namorado apenas dá de ombros desajeitado, com seus olhos fixados na parede branca da sala.
— Ginevra Molly Weasley o que você penda que estava fazendo em lugar como aquele? — Grita minha mãe irada , abaixo meus olhos para meus pés e ela força meu rosto para cima.
— Mamãe eu só... — Começo tentativamente com minha voz baixa.
— Não Ginny, não tente melhorar as coisas mentindo, nós sabemos exatamente o que aconteceu. — Repreende meu pai com a voz desapontada.
— Vamos vocês dois, vamos voltar para casa. — Fala Lily puxando o Harry que caminhava cambaleante e vagarosamente atrás dela e de seu pai.
— Venha Ginny, os Potters querem conversar com você também. — Chama meu pai sem ao menos olhar em meu rosto. Sigo ele e minha mãe para o carro observando meu namorado fazendo o mesmo mais a frente. Além do carro que eu e Harry viemos, só tinha mais um carro.
— Em que carro nós vamos? — Pergunta Harry com sua voz arrastando em cada palavra, os óculos escuros escondendo qualquer evidência de tristeza, confusão ou embriaguez, mesmo que sua voz denunciasse isso.
— No carro em que você veio, entre logo, ainda quero chegar em Londres hoje. — Responde James grosseiramente, ele entra na parte de trás com uma carranca enorme se formando em seu rosto.
A viagem fora longa, e a conversa fora tão estressante quanto as aulas do Professor Snape. Harry e eu ficamos dois meses de castigo podendo nos ver apenas na escola, sendo vigiados constantemente por nossos professores.
Os meses passaram incrivelmente rápido e logo eu e minhas amigas nos preparávamos para o baile de primavera — mesmo que já estivéssemos no inicio do verão — e formatura.
Meu vestido depois de muita procura em várias lojas, repousava sobre minha cama juntamente com o de Hermione e Louisa. As mesmas estavam fazendo as unhas no momento enquanto eu tomava banho, saio do banheiro com uma lingerie azul claro de rendinhas delicada por baixo de meu roupão lilás felpudo, sento no tapete para fazer minhas unhas, depois de meia hora com as unhas prontas e secas, me sento para fazer o cabelo e maquiagem, Mione já estava praticamente pronta com seus lindos cachos soltos com um penteado simples, seus olhos brilhavam de expectativa e felicidade, Louisa tinha seus longos cabelos castanhos presos em uma trança de lado e um sorriso sincero enfeitava seus lábios. Elas me ajudaram a fazer meu cabelo já que eu não sou tão habilidosa nessa área de beleza. Uma hora depois estávamos devidamente prontas meus cabelos rubros estavam soltos com pequenos cachos se formando nas pontas, minha franja estava presa em duas tranças que corriam envolta de minha cabeça, me dando um ar mais fofo, meu vestido azul escuro curto, descia rodado e solto a partir da cintura, já o busto era justo como se fosse moldado ao meu corpo. Mione usava um vestido branco curto que ia até seus joelhos, ele assim como o meu era mais justo na parte do busto e cintura e descia solto, ela usava saltos pratas com brilhos, minha cunhada estava divina, Lou usava um vestido longo e vermelho com um decote em v na cintura, ele era solto no corpo, porém marcava suas curvas a deixando ainda mais encorpada. Descemos as escadas lentamente e eu podia escutar as conversas vindas da sala, e quase que imediatamente reconheci a voz de meu namorado. Assim que aparecemos na escada as conversas cessaram e sinto o olhar de todos em nós, mas o que realmente me importava era do moreno sentado à esquerda do meu pai. Harry usava um terno preto normal sua gravata era verde o que ressaltava seus olhos, olhos que hoje estavam sem os óculos, mas os seus olhos era o que mais se ressaltava ali, eles brilhava fortemente parecendo ainda mais com uma esmeralda lapidada com precisão, e seu sorriso totalmente branco, feliz, sincero e puro. Assim como os outros ele se aproxima da escada e delicada e gentilmente ele pega minha mão, meus pais sorriam bobamente e eu sabia que eu também estava assim.
—Eu não posso acreditar que vocês já estão se formando.-Exclama mamãe entre as lágrimas, papai a abraça a confortando.
—Mamãe nós estamos nos formando apenas no ensino médio, ainda falta muito para nós sairmos de baixo de sua asa.-Falo com um sorriso caloroso para minha mãe. Eu entendia o que ela estava falando, parece tão rápido, ainda ontem estávamos começando Hogwarts e agora estamos nos formando.
—Eu sei meu amor, mas é que parece que a cada dia esse momento se aproxima.-Ela fala me abraçando e em seguida abraçando a todos na sala, mesmo Will e Lou.
—Agora fiquem em pé na escada que eu quero ter uma foto da formatura de vocês.-Fala meu pai pegando a câmera, os meninos subiram um degrau na escada e cada uma de nós ficamos na frente de nossos namorados.-Agora sorriam.— Pede meu pai batendo a foto, saímos do lugar e seguimos para jardim, prometendo nos divertir e aproveitar nossa última noite como colegiais. Entro no carro do Harry e vamos conversando animados, os marotos também estavam lá que depois de muito custo conseguiram se formar em Hogwarts, as meninas também foram, mas não era a noite de formatura ainda, com elas sendo um ano mais nova do que nós. Entramos no salão, ele estava tão lindo, decorado com as cores de todas as casas, a pista de dança estava aberta para todos os casais e as músicas foram muito bem escolhidas pelo grêmio estudantil a fim de agradar todos os estudantes, minhas amigas que ainda não acreditavam que eu estava namorado o ogro sexy do Harry Potter segundo elas, riam e acenavam para mim conversando com seus pares entusiasticamente, mas lançando olhares de cobiça para meu namorado que até agora estava em silêncio, me observando, ele me arrasta até uma mesa vazia sob meus protestos e sorri assim que eu me sento emburrada, afinal eu queria dançar não ficar com meu namorado lindo sentado e calado.
—Você está tão linda meu amor.-Ele fala carinhosamente para mim olhando diretamente nos meus olhos castanhos e sem graça, enquanto eu olhava aqueles olhos verdes fantásticos que por hoje estava sem um óculos para atrapalhar a visão.
—Obrigada Harry.-Agradeço corando perante a seu elogio, ele sorri ainda mais e passa a mão em meu rosto.-Você também está maravilhoso.-Falo olhando para ele de cima a baixo, e ele realmente estava maravilhoso, a figura perfeita de um príncipe.
—Fiz o meu melhor para você meu anjo, até deixei a minha mãe colocar lentes de contato em mim.-Ele conta com um encolher de ombros.
—Você ficou lindo sem eles, gosto de você de qualquer jeito, poderia estar vestido de mendigo que eu ainda te acharia lindo.-Falo com veemência e ele ri gostosamente.
—Só você mesmo Gi.-Ele ri passando a mão em meu rosto novamente, ele fazia muito disso, acariciar minha pele com tamanha delicadeza que parecia uma pétala passando em meu braço, uma brisa suave, não o toque de um rapaz — praticamente um homem — formado, com músculos definidos e 1,85 de altura.-Você quer dançar mon chérie?-Pergunta ele com a mão estendida e um sorriso quando uma música que estava entre minhas favoritas começa a tocar
—Claro!-Exclamo sorrindo e ele me guia para pista de dança, ele se balançava ao ritmo da música colado em mim, eu me mexia com um sorriso no rosto e ele sussurrava em meu ouvido promessas de uma noite inesquecível. Dançamos mais três músicas agitadas antes de uma lenta começar, ele pega em minha cintura firmemente e me olha com ternura, meus braços estavam em seu pescoço e eu o encarava com um sorriso bobo no rosto, nos movimentávamos com sincronia e precisão, seus olhos verdes fantásticos estavam brilhando e eu mais do que nunca tive a impressão que você podia ver minha alma, meus segredos e ambições, mas dessa vez eu não me senti incomodada, me senti segura, completa, feliz, meu desejo era que o tempo parasse e a gente ficasse assim eternamente, felizes, em paz, completos. A música acabou e você me presentou o fim da dança com um beijo não muito casto me apertando contra si, seu sorriso estava ainda mais feliz e eu sabia que também estava assim. Voltamos para nossa mesa onde nossos amigos estavam acomodados e conversando entre si. O primeiro a nos ver foi Luke.
—Olha só os love birds voltaram.-Brinca ele jogando um pãozinho no Harry que ri e puxa uma cadeira para mim sentar e depois se senta, recebendo olhares admirados das meninas que estavam em nossa mesa e das que olhavam para ele.
—Vocês estavam ligados no 320?-Pergunta Lizzie rindo, e pegando um copo que o acompanhante lhe entregava.-Obrigada Marcos.
—Não, eu tenho certeza que não estávamos.-Respondo rindo de suas palhaçadas e o Harry sorri malicioso.
—Bem eu não estou ligado ao 320, por agora.-Ele responde malicioso arrancando risadas de toda a mesa.
—Quem diria que o garoto caladão e inteligente, é tão malicioso hein? Sempre me pareceu tão inocente.-Fala a Lou rindo e os marotos riem ainda mais.
—Inocente?-Pergunta o Matt com a sobrancelha arqueadas e a voz risonha.
—Calado?-Pergunta Luke com um sorriso de lado.
—Inteligente?-Pergunta Teddy a olhando desconfiado.
—O Harry?-Pergunta os três juntos, com as vozes incrédulas.-Você só pode estar maluca.-Exclamam juntos com horror simulado.
—Essa praga aí é o cara mais malicioso, lerdo e tagarela que eu conheço.-Afirma Meggie com um sorriso brilhante para Harry.
—O amor de vocês por mim é admirável.-Resmunga ele com um revirar de olhos.
—Quem disse que a gente te ama, viado? Quem te ama são só seus pais, isso porque eles não tem opção mesmo.-Diz o Matt com uma risada que se assemelhava a de um cachorro.
—Cala a sua boquinha cachorro, ou melhor vai ocupar ela com alguma coisa.-Retruca meu namorado mostrando o dedo do meio pro Black que riu ainda mais.
—Do tipo violento hoje Harry?-Pergunta o Teddy malicioso.-Cuidado quando for papar o seu anjinho ruivo.-Termina ele rindo abertamente junto de Matt e Luke, os outros nos olhavam surpresos, porém antes que pudéssemos falar alguma coisa a mais, um grupo de meninas param em frente à nossa mesa.
—Oi Harry.-Fala uma loira peituda com um sorriso malicioso.
—Hmm oi.-Ele responde educado a olhando diretamente nos olhos.-Eu não quero ser mal educado, mas eu conheço você? Ou qualquer uma de vocês?-Pergunta ele as olhando avaliador.
—Bem não exatamente, você vê eu gostaria de saber se posso dançar com você.-Fala ela se insinuando para ele aumentando seu decote e passando as mãos em seus braços.-Meu nome é Lucia.
—Olha Lucia, eu adoraria dançar com você se eu não estivesse acompanhado, mas como você pode ver eu estou com a minha namorada.-Responde ele com a voz polida e educada e pude ver que ele estava sendo sincero. Elas saíram de perto de nós indignadas e Harry rapidamente se levanta e me puxa para pista de dança, piscando para seus amigos. Depois que saímos só encontrávamos com os nossos amigos separadamente, Harry nunca parava sempre me puxando para dançar, beber ou ir aos jardins tomar ar.
Já passava da meia noite quando entramos no carro rindo, o trajeto foi divertido e nada silencioso, mas não paramos na casa dele, ele parou em um hotel bonito e aparentemente caro, pagou o manobrista para guardar o carro e me ajudou a sair, após ele se resolver com a recepção nós subimos, felizes, rindo e nos beijando ao chegar o quarto certo Harry já tinha a mão em minhas costas na lateral do vestido onde ficava o zíper.
Ele me olhava com desejo cru e eu tinha certeza que meus olhos refletiam a mesma coisa, parando a sua viagem pelo meu corpo apenas pará fechar a porta, Harry cuidadosamente me pega no colo e me deposita sobre a cama com um sorriso lindo.
Eu o puxo pela gravata e tiro o seu paletó o jogando em um canto qualquer do quarto, desabotoo sua camisa lentamente permitindo minhas mãos vagarem pelo seu corpo devagar, sua camisa branca assim como o paletó foi parar em algum canto do quarto, você sorri malicioso para mim e me olha com apreciação e em seguida simula uma face horrorizada.
—Você está muito vestida, não acha principessa? -Pergunta maroto tirando meu vestido com suavidade, ele o joga em um canto do quarto e sorri para mim, passa a mão delicadamente por todo meu corpo o apreciando como se fosse uma verdadeira obra prima, primeiro você retira meu sutiã e me olha com adoração e carinho, seus lábios distribuíam beijos molhados pelo meu rosto, desciam pela clavícula, passando pelo peito dando atenção especial a cada um deles, e indo por todo meu busto e barriga, desceu lentamente para minha cintura, e ia cada vez mais baixo, indo pelas coxas, pernas, tornozelos e pés, em seguida ele subiu os beijos pela parte interna da perna e coxa, indo muito perto de minha feminilidade, sorrindo travesso como um menino sendo pego no flagra, ele beija o tecido fino de minha calcinha.
Não aguentando mais o puxo pelos cabelos até ele ficar cara a cara comigo, ainda com um aperto firme em seus cabelos negros, puxo para mim o beijando, invado sua boca e exploro tudo, sua língua dançava contra minha sem pressa nenhuma, minhas mãos estavam em todos os lados, iam de seu peitoral amplo e bem construído, para suas costas largas as arranhando levemente, e em seguida muito lentamente para sua cintura tirando sua calça com maestria e revelando uma cueca box que continha volume surpreendente grande por trás do fino tecido.
Nós amamos loucamente e fizemos isso até o final do verão, agora em setembro neste avião rumo a New York o mais perto que posso estar de você é em pensamento, nosso relacionamento acabou assim como começou de repente, como uma tempestade de verão, com suas turbulências e sua beleza inexplicável e exuberante, quente e sensual, e se foi tão de repente como veio deixando lágrimas, tristeza, dor e frio, pois assim como o final de verão nosso relacionamento chegou ao fim trazendo as folhas secas do outono.
Mesmo que eu não fosse para NY, eu não te veria mais, você estava partindo para a França um ano na capital francesa e esperou até o último momento para me contar e mesmo assim não o fez por si mesmo, mas apesar disso você me fez feliz, por um curto momento, mas fez. Mesmo que não estivéssemos nos mudando para países diferente, com um oceano impedindo, acho que não teria durado, principalmente depois do que você fez.
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