Opostos

5 About broken hearts


Notas iniciais
Boa leitura!

Assim que entrei no carro soube que estava destinado a ouvir gritos de minha mãe, mas não esperava que começasse no momento em que meu pai dera a partida no carro.

— Harry James Potter que merda você tinha na cabeça para ir em lugar como aquele? — Ela grita fazendo algum tipo estranho de contorcionismo para me bater enquanto estava sentada no banco da frente. — Eu estava me descabelando de preocupação e você estava no bem e bom num parque cheio de Punks retardados!

— Mãe, para de gritar, por favor. — Peço me afundando no banco e fechando os olhos, para tentar apenas dormir um pouco. No entanto dona Lily parecia não concordar com a ideia já que gritava para Deus e o mundo o quão irritada estava.

A gritaria não cessara em momento algum, com meu pai dando palpites aqui e ali, como se os gritos de minha mãe não fossem os suficientes para querer me jogar do carro ainda em movimento. Quando já estávamos chegando a nossa casa minha mãe ainda falava e minha cabeça doía tanto que chegava a pulsar.

—...E eu não posso acreditar que você levou a pobre Ginny com você, Arthur e Molly nunca mais vão confiar em nós. — Mamãe fala frustada mexendo em seus cabelos, hábito adquirido pela convivência com meu pai.

— Mãe não exagere, Ginny e eu somos praticamente adultos, sabemos o que fazemos. — Tento nos defender, apesar de saber que estava saindo tudo embolado, devido a grande quantidade de bebida que eu consumi em um curto período de 24 horas sem intervalo.

Finalmente chegamos em casa, mas tal coisa não fora o suficiente para mamãe não responder o que eu falei, tão educadamente.

— Vocês tem 17 anos Harry, não são praticamente adultos, vocês são duas crianças que estavam fazendo Deus sabe o que naquele maldito lugar!

— Caramba mãe pare de exagerar, a gente só queria se divertir um pouco. — Retruco saindo do carro, assim que bati a porta, talvez um pouco forte demais, vi Ginny fazer o mesmo com uma careta nada boa, e se aproximar de mim.

— Eu não sei porque fui na tua ideia, e agora graças a ela eu estou de castigo! — Ela reclama me olhando feio com as duas mãos na cintura.

— Eu não te ouvi reclamar em momento algum Ginevra. — Retruco irritado, mas a abraço de lado beijando seu rosto.

— Não me chame de Ginevra, Potter. — Reclama ela raivosa, me batendo no peito.

— Venham logo vocês dois, precisamos ter esta conversa logo, mocinhos. — Grita mamãe nos apressando.

A conversa foi longa, recheada de broncas, gritos, alguns palavrões murmurados, uma dor de cabeça infernal e uma proibição de ver minha namorada fora da escola ou dos olhos de nossos pais por 2 meses inteiros.

— Me desculpe por tudo novamente Molly, Arthur, garanto a vocês que não vai se repetir. — Fala mamãe levando os Weasley até a porta, acompanho eles, com Ginny ao meu lado, espero nossos pais passarem pela porta antes de puxá-la para um beijo demorado.

— Me desculpe por isso Ginny, se eu soubesse que daria toda essa merda eu sequer sugiria alguma coisa.

— Ei não se preocupe baby, foi uma das melhores tardes da minha vida! — Ela exclama me beijando fervorosamente. — E caramba eu nunca fiz nada tão ousado como transar num monte que era tudo menos privado.

— Bem, vou fazer o máximo possível para te surpreender com minha criatividade para isso. — Respondo com um sorriso malicioso, ela ri e me beija novamente, minha mão logo desce para seu bumbum, assim como a dela vai diretamente para minhas costas e cabelos, estava ficando quente, muito quente e eu já queria tirar sua roupa, quando escutamos um grito logo atrás de nós.

— Mamãe! — Exclamo assustado com nossas mães nos pegando no meio de um amasso. Um dos melhores de minha curta vida.

— Mãe! — Grita Ginny fazendo um movimento para se afastar de mim, mas eu a puxo para perto e a deixo sentir a ereção que eu com toda certeza não gostaria que minha mãe e sogra vissem.

— Eu não posso acreditar, mesmo depois de toda a nossa conversa, vocês ainda tem a cara de pau, de se agarrarem logo em seguida?— Fala minha mãe, puxando minha orelha até a porta e a Sra Weasley trazendo Ginny pela mão.

— Ai mãe, tá doendo! — Reclamo tentando em vão fazê-la soltar minha orelha.

— Essa é a intenção Harry James! — Ela retruca emburrada, me despeço de Ginny, prensado entre meus pais e sob os olhares intensos de seus pais.— Até mais ruiva.

— Até Harry. — Ela fala me beijando suavemente antes de ter que ir embora com seus pais.

Não é necessário narrar quão tediosos foram os meus dias suspensos, após meus 4 dias em casa de molho, volto para escola ansisoso para ver Ginny.

— Bu! — Grita uma voz feminina muito conhecida por mim, a pego pela cintura e a puxo para mim a beijando demoradamente. — Oi amor.

— Hey Gin. — Respondo com um sorriso bobo no rosto, a puxando novamente para um beijo intenso. — Como estão as coisas na sua casa?

— Péssimas, meus pais não saem do meu pé e isso porque não sabem que a gente transou. — Ela fala me abraçando de lado e beijando meu pescoço.

— Sabe aquela história de transar em lugares inusitados? — Pergunto maliciosamente, ela nega veementemente deixando claro que não íamos fazer aquilo.

— Nada de confusões por enquanto Harry. — Ela pede mordendo minha orelha.

— Então pare de fazer isso! — Exclamo com um gemido rouco a agarro pela cintura e a beijo com vontade antes de um pigarrear se fazer presente.

Nos separamos apenas para nos deparar com a Professora Mineverva nos encarando com uma cara nada boa.

— Sr Potter, Srta Weasley, peço encarecidamente que vocês se comportem. — Ela fala nos olhando firme, obviamente esperando que nós nos afastasse, me separo de Ginny com meu mais inocente sorriso em direção da professora. — Não me venha com sorrisos inocentes senhor Potter, eu conheço você muito bem para isso.

— Desculpe Professora, não vamos mais fazer isso. — Fala Ginny me cutucando muito forte nas costas, concordo sem fôlego tanto do beijo quanto do "carinho" dela. Parecendo satisfeita com as respostas, McGonagal sai, nos deixando sozinhos, irritados vamos em direção dos corredores.

— Acho que esses vão ser os dois meses mais longos da minha vida. — Resmunga Ginny enquanto nós caminhavamos para perto de nossos amigos.

— Eu posso dizer a mesma coisa. — Bufo irritado antes que nossos amigos percebessem nossa presença, dou um selinhodemorado nela. — Hey pessoal.

— Ah os pombinhos finalmente voltaram da suspensão. — Graceja Matthew puxando Ginny para um abraço.

— O que vocês fizeram para serem suspensos? — Pergunta Teddy tragando seu cigarro calmamente, seus cabelos agora roxo tão bagunçados quanto os meus.

— Nada demais. — Respondo balançando meus ombros enquanto olhava para a minha linda namorada que me olhava irritada.

— Acontece que seu amigo aqui teve a brilhante ideia de fugir da escola. — Ela fala soanda ligeiramente irritada.

— Ouvindo você falar assim, parece que eu te obriguei ir comigo. — Retruco a tirando dos braços de Matthew.

— E para onde vocês foram? — Questiona Luke com os olhos estreitos em minha direção com os braços envolvendo Bea.

— Harry nos levou pra um festival de música em outra cidade. Foi legal, até aparecer a polícia. — Ela responde pulando o fato que transamos em uma colina em Londres.

— Mas antes nós...— Começo a falar sobre a nossa "aventura" espetacular, quando Ginny tampa minha boca.

— O que vocês fizeram? — Pergunta Hermione com aquele seu jeito sabe tudo seus olhos indo de mim a Ginny.

— Ah nada não Mi. — Responde Ginny com um sorriso amarelo e quase esmagando minha mão na dela. — Nós estamos indo pra sala, tchau pessoal.

— Caralho Ginny solta minha mão, tá doendo. — Peço quando ela me joga num armário de vassouras.

— Nem pense em falar sobre nossa "aventura" para seus amigos, entendeu? — Ela briga descendo sua mão pequena para meus países baixos e acariciando o local até eu me sentir angustiado.

— Para Ginny, isso é maldade. — Peço a puxando para mim tentando conseguir o máximo de contato possível. Me perco em sua boca, seu carinho e abraço.

Sequer percebo a sineta sinalizar o começo das aulas, ou que a blusa de frio de Ginny estava desaparecida e seu uniforme abarrotado. Tudo era o beijo e somente isso. Bem era o que eu achava até abrirem a porta do armário de vassouras, nos despertando de nosso transe.

— Sr. Potter creio que isto pareça ser mais interessante que minha aula, mas caso deseja não ser punido, é melhor me acompanhar. — Fala o professor Binns, o sigo envergonhado pela posição constrangedora.

As aulas foram tediosas, principalmente porque nenhuma delas era com Ginny, podendo me encontrar com ela apenas em alguns minutos durante o intervalo.

Os dois meses de castigo se passaram assim, entre professores nos encontrando em lugares inusitados e aulas tediosas.

Finalmente chegara o último dia do castigo e por isso Ginny estava lá em casa, eu e ela no quintal, meus pais nos vigiando da janela, hoje depois de muito tempo Ginny dormiria aqui.

E lá estávamos, eu e ela, ela e eu. Do jeito mais simples e único que duas pessoas poderiam está: deitados em uma grama verde, no jardim da minha casa, em uma primavera (Pra mim a melhor de todas) onde as flotes traziam cheiros delicados e doces pra melhorar o clima entre a gente.

— Posso te falar uma coisa? — Perguntei a Ginny, desfazendo a nossa atenção para o céu repleto de nuvens.

— O que foi Harry?— ela me olhou de um jeito doce e preocupado.

E foi alí que eu tive mais certeza que ela era e sempre seria a pessoa certa pra mim. A pessoa que me escutaria, abriria meus olhos, me faria se apaixonar por ela a cada dia que se passasse, me daria conselhos e alguns — porque até lá devo ter criado algum juízo- puxões de orelha...Ela seria a pessoa que eu construiria minha vida, que eu me casaria, teria filhos, que eu dormiria todas as noites e acordaria todas as manhãs, seria a pessoa que eu iria dividir tudo que eu possuísse e seria apenas ela eu queria. Tinha plena certeza de que ela não era perfeita e eu também não era, mais era isso que nos fazia ser tão completos. Éramos os opostos e isso era mais que evidente, tudo tem o seu oposto isso é óbvio, o dia precisa da noite e o frio precisa do calor

... como dizem os opostos se atraem e eu era mais que atraído por ela.

— Eu te amo. — Falei a olhando profundamente

— Eu te amo.— Ela me olhou da mesma forma.

E alí nós sabíamos que o nosso carma era ficar a eternidade inteira juntos.

2 meses depois da formatura....

Logo após nossa formatura eu consegui que meus pais concordassem em nos levar para Disney, com a promessa que nós nos iríamos nos comportar da nossa melhor maneira.

Era engraçado ver Ginny ansiosa, suas pernas mexiam freneticamente e seus dedos batucavam o assento da poltrona. Eu não podia mentir dizendo que eu não estava ansioso, pois eu estava, comemorar oito meses de namoro na Disney realmente era uma coisa que me deixava extremamente feliz.

— Quem vê vai achar que é a primeira vez que você anda de avião — Ri dela, passando meus braços ao redor do seu ombro.

— Cala boca — manda, me dando um empurrãozinho.

— Só se você calar pra mim — respondo com um sorriso malicioso.

A ruiva abre um sorriso idêntico, porém antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, somos interrompidos por uma aeromoça. Não podia negar que ela é bonita, todavia não chegava nem aos pés da ruiva ao meu lado.

— Vão querer algo? — pergunta ela, com os olhos fixos em mim, e com um sorrisinho insinuante, o qual Ginny não gostou nada.

— Não vamos querer nada — a ruiva respondeu seca, a fuzilando com o olhar. — E se a senhora não se importar de nos dar licença, pois eu adoraria beijar meu namorado, e creio eu que seria muito importuno beijá-lo na sua frente.

Não consegui controlar o riso ao ver o desgosto da aeromoça ao ser chamada de senhora; e assim que ela nos deu as costas, recebi um tapa forte em meu ombro.

— Aí! O que foi? — perguntei confuso. — Ficou louca?

— Você... Ainda... Fica... Dando... Moral... Pra aquela... Lá — a cada palavra levava um tapa.

Começei a rir, chamando atenção de algumas pessoas próximas a da nossa poltrona, isso só fez a ruiva ficar mais furiosa. Segurei suas mãos que me espancavam e a puxei para meu colo. Sem esperar sua reação precionei meus lábios ao dela, que resistiu um pouco mas logo começou a retribuir à altura.

Seus lábios eram tão macios e saborosos, tinham um leve gosto de mel, e se movimentavam sobre os meus lentamente, me enlouquecendo. Minhas mãos vagavam pelo seu corpo preguiçosamente, ora apertando seu bumbum empinado, ora em sua cintura, a puxando para mim e quebrando todos aqueles mínimos espaços. Roçei minha língua entre seus lábios pedindo passagem, e a ruiva atendeu o pedido no mesmo intante. Quando nossas línguas se encontraram, ambos gememos. Era tão bom, tão gostoso, e tão certo.

Tinha até me esquecido do fato que estávamos em um avião. Nos beijavamos loucamente, e nossas línguas se acariciavam avidamente em uma dança luxuosa. Quando o ar começou a faltar, rompi o beijo com um selinho demorado e dei uma leve mordidinha em seu lábio inferior.

— Só lembrando vocês que estamos em um avião — Meu pai falou sorrindo malicioso -, pelo menos esperem chegar no hotel.

Gin saiu do meu colo e suas bochechas ganharam uma coloração vermelha intensa, tamanha era a vergonha. Me ajeitei no banco e puxei a ruiva para perto de mim, e a mesma se aninhou em meus braços. Meus olhos começaram a pesar, e foram se fechando devagar...

— Amor... Ei, psiu... Harry — ouvi a voz doce de Ginny, enquanto sentia pequenos beijos sendo distribuídos pelo meu rosto.

— Humm... — resmunguei a puxando para mim.

— Harry, não — ela se esquivou rindo. — Levanta, a gente já chegou.

— Já? Eu durmi tanto... assim — perguntei sonolento em meio ao um bocejo, enquanto me espreguiçava.

— Sim querido — diz minha mãe doce, afagando meus cabelos. — Agora vamos, que já está me dando nervos ficar aqui dentro.

Peguei minhas malas e algumas da ruiva mais nova, que protestou o caminho inteiro.

— Não é só por que eu sou pequena que eu seja fraca — resmungou ela quando chegamos no táxi.

O caminho até o hotel foi tranquilo. Fiquei observando Ginny por um bom tempo, era a primeira vez dela na Disney, e a mesma observava tudo, até os mínimos detalhes. Rindo, passei meus braços ao redor de seus ombros.

— Nossa — seus olhos brilharam ao ver o hotel que ficaríamos -, é lindo.

O prédio grande recebia o nome de Four Seasons Orlando at Walt Disney. Uma cor bege ocupava suas paredes, assim como diversas janelas que era acompanhadas por sacadas. Envolta dele, árvores e alguns quiosques, até tinha um lago bem grandinho. Realmente, Dona Lily havia se superado.

— Obrigado Sid — agradeceu meu pai ao bondoso taxista, entregando o dinheiro.

— Tenham uma boa viagem! — Sid acenou sorrindo, e logo nos deixou no hotel.

A recepção do hotel também continha uma decoração mais pro bege, onde a cor preta era a única escura.

— Eu e Ginny ficaremos em um quarto, e vocês dois no outro — diz mãe sorrindo.

— Porque não fica você e o papai em um quarto, e eu e a Ginny no outro? — pergunto tentando passar a maior inocência.

— Nem pensar! Vocês estão com os hormônios à flor da pele, e outra, os Weasley confiam em nós — diz minha mãe firme.

— Lily querida, você vai separar os dois pombinhos? — perguntou meu pai tentando convencer minha mãe. — Eles estão completando oito meses de namoro, seria injusto separá-los nessa data.

— Eles terão os dias e as tardes inteiras para ficarem juntos.

— Mamãe, o que a gente pode fazer naquele quarto, também podemos fazer na rua — digo calmamente.

— Harry Potter! — ralha ela.

— É a verdade, meu bem — meu pai diz nos apoiando.

— Tá, tá! Mas se controlem! — pede minha mãe olhando diretamente para mim.

— Ei! Por que tá olhando pra mim? — pergunto.

— Eu conheço o filho que tenho — diz minha mãe antes de entrar no elevador com o meu pai atrás.

— É a Ginny que me seduz — resmungo baixo, porém alto o suficiente para a ruiva ouvir e me dar um tapa na nuca. — Aí!

— Desculpa, era pra ser fraco — Ginny solta um risinho, alisando a parte agredida.

— Bate e depois dá carinho — resmungo e isso foi motivo dela rir mais ainda.

— Pensei que você iria querer meu carinho — ela fez biquinho, um biquinho que pedia pra ser beijado.

— Gosto mais quando eu faço carinho — digo passando meus braços ao redor de sua cintura e a puxando para mim.

— Aqui não — pede ela baixinho. — A moça da recepção não está com uma cara muito agradável para nós.

— Em outro lugar pode? — faço a pergunta usando o duplo sentido.

Ginny me respondeu com um sorriso malicioso, que com toda a certeza podia ser considerado um "sim". A puxei pela mão para o elevador, que para a minha imensa sorte estava vazia.

Capturei seus lábios macios e carnudos em um beijo exigente, que foi retribuído entusiasmadamente pela ruiva. Ela logo tinha os braços ao redor do meu pescoço, e sua língua quente provocando a minha. Minhas mãos passeavam pelo seu corpo, ora apertando seu bumbum empinado, ora em sua cintura a apertando contra mim.

Quando a porta do elevador se abriu, saímos dele aos beijos, sem nos importar com os olhares que as pessoas nos davam. Com um certa dificuldade abri a porta do nosso quarto.

Já estávamos em nossa cama, eu sem camisa e ela sem o seu shorts, deitada em cima de mim com uma perna de cada lado. Nossas intimidades roçavam uma na outra, me deixando louco, enlouquecido por ela. Era incrível como certa coisas aumentavam a intensidade conforme o tempo passava.

— Harry... — ela me chama entre um beijo e outro.

— Humm... — resmunguei de volta.

— Eu estou com fome — diz ela.

— Eu também — digo descendo beijos pelo seu pescoço.

— Não esse tipo de fome — ela riu, quando tirei sua blusa, revelando o tecido rendado preto do seu sutiã, que por um acaso fazia conjunto com sua calcinha.

— Uhum — concordei desnorteado com a visão da ruiva, ela é muito linda.

Voltei a beijar seus lábios enquanto minhas mãos brincavam com o elástico de sua calcinha. Até que ouvi um barulho bem estranho, parecido com um ronco, vindo da lisa barriga da minha namorada.

— Eu te avisei — ela riu, se deitando ao meu lado.

Antes que eu pudesse responder, ouvi batidas na porta. Coloquei minha camisa às pressas, enquanto a ruiva vestia suas roupas.

Abrindo a porta me deparei com dos trabalhadores do hotel, que trazia três malas grandes e uma média.

— O senhor esqueceu sua mala lá na recepção, Sr. Potter — diz ele formalmente.

— Ah sim, obrigado! Nem tinha dado falta delas ainda — sorri sem graça, pegando nossas malas.

— Tenham uma ótima noite! — desejou antes de sair.

— Obrigado, igualmente!

Entrei com as malas na sala, onde Ginny ajeitava seus cabelos flamejantes.

— Prefiria bem mais você só de lingerie — comento.

— Quem sabe depois né?! — ela me deu um selinho demorado. — Sua mãe ligou, pediu para nos encontrarmos com ela daqui dez minutos no restaurante lá do outro lado da rua.

— Tenho certeza que nosso jantar seria bem mais interessante do quê esse — não pude segurar esse comentário, e Ginny o respondeu com uma gostosa gargalhada.

Jantamos com meus pais naquela noite, foi bem divertido, todavia preferia apenas eu e a ruivinha naquela gigantesca cama.

Aquela semana na Disney havia sido perfeita. Nos divertimos demais, embora minha mãe e Ginny não eram fãs de brinquedos muito radicais, eu e meu pai nos sentíamos como duas crianças de sete anos. E de noite, dormir com minha ruivinha era a coisa mais maravilhosa; e acordar todos esses dias ao lado dela, um paraíso!

— Estou acabada — diz Ginny sorridente. — Meus pés estão mortinhos, mas não me arrependo de nada! Talvez daquela montanha-russa — eu havia convencido a ruiva ir naquele brinquedo, que eu não me lembrava muito bem o nome, com a ajuda do meu pai. Era um dos mais radicais do parque, e minha pobre namorada saiu pálida do brinquedo, sem contar as outras pessoas que a olhavam feio por suas orações gritadas toda vez que o brinquedo virava de ponta cabeça. — Mas de resto!

Lhe dei um beijo castos nos lábios e seguimos caminho. Estávamos no Magic Kingdom, aí lembrei uma coisa que queria fazer.

— Oh mãe — chamei a Dona Lily Potter, que comentava com o meu pai como era lindo o castelo do Magic Kingdom.

— Fale baby — diz ela sorrindo amorosamente pra mim.

— Tira uma foto minha e da Gin, por favor — pedi entregando o meu celular para a ruiva mais velha.

Puxei a minha namorada para frente do tal castelo e a peguei de cavalinho, e um "clique" foi ouvido. Coloquei ela no chão e a puxei para mim. "Clique". E a beijei intensamente, sem me preocupar de ter milhares de pessoas nos olhando. Me separei ofegante da ruiva, que me olhou apaixonadamente e meu deu outro selinho.

Olhei as fotos, e embora minha mãe não sendo uma fotógrafa excelente, ficaram lindas.

— Vou revelar elas quando voltarmos — digo beijando carinhosamente a bochecha da ruiva.

De noite deixamos o parque, era nosso último dia lá, e seguimos caminho para o hotel, que ficava dentro do complexo Disney. Concordamos que iríamos comer nos nossos devidos quartos, e isso me rendeu um belo sorriso.

— Aos nossos nove meses — diz Ginny erguendo uma taça de vinho, sorrindo encantadora.

— De muitos que viram — concluí sorrindo para ela, antes de puxá-la para um beijo.

O beijo evolui para algo mais que resultou em nós dois na cama, muitas risadinhas bêbadas, uma lingerie vermelha de bolinhas brancas e uma cueca da Sonserina jogadas no chão e um Harry Potter satisfeito com o desfecho de sua noite ao lado da mulher mais linda que ele conheceu.

A volta para Londres foi passada com meus pais dormindo durante todo vôo e eu Ginny aproveitando nosso tempo juntos antes de pisar em terras inglesas novamente.

— Sabe Harry, eu não quero que isso acabe. — Ela declara com um sussurro baixo, sua cabeça apoiada em meu ombro.

— Nem eu Ginny. — Concordo beijando o topo de sua cabeça, enquanto observava nossas mãos entrelaçadas.

2 meses depois da viagem...

Eu estava desesperado, minha avó Helena Evans, que eu tanto amo, desaprova firmemente o meu namoro com Ginny e fez de um tudo para nos separar, e tanto tentou que conseguiu, em um dia quente de verão numa tarde após uma noite em uma boate comemorando o meu aniversário, eu estava quieto em estado de sonolência e de músculos doloridos, Judith aparece em meu quarto do nada.

—Harry querido como vai?-Fala sorridente para mim se aproximando desnecessariamente perto de mim, com os nossos rostos tão próximos que eu poderia beija-lá, e como se lesse meus pensamentos ela me beija, um beijo rude e amargo, sem graça e com um gosto estranho, tento me separar dela, mas não consigo eu me sentia estranha e familiarmente leve e com os pensamentos nublados, a cretina havia me drogado e ria histericamente.

—Eu disse para não brincar comigo Harry Potter, falei que pra largar aquela ruiva sem sal, mas você nunca me escutou não é mesmo?-Ela fala se encostando em mim, seus peitos cobertos apenas por um cropped em meu peito nu. Esses mesmos peitos pareciam como qualquer outra coisa do que o que deveria realmente ser.

—Agora eu posso fazer com você o que eu quiser.-Declara ela maliciosa e senta em meu colo, passando as pernas por minha cintura e se esfregando em minhas partes íntimas.-E sabe o que eu quero de você Potter?-Sussurra ela em meu ouvido maliciosa e sem esperar a resposta ela morde o lóbulo de minha orelha e cobre minha boca com um beijo amargo e forçado. Sou forçado por suas mãos duras e unhas grandes a devolver o beijo, mesmo que o faça sem entusiasmo, ela separa sua boca nojenta da minha e começa a descer seus beijos para meu tronco e obrigava minhas mãos passarem por seu corpo. Eu sabia o que ela queria, e não queria trair minha namorada, mas o efeito da droga estava entrando em ação e eu fazia aquilo quase que mecanicamente, em estado de dormência.

—Eu quero um filho seu Harry Potter.-Declara ela retirando meu short de jeans leve que eu usava, depois de perder meu short, eu sinto como se tivesse um espaço em branco em minha mente, quando acordei Judith estava em meus braços a olho com olhos arregalados e a empurro nada gentilmente e ela cai da cama acordando.

—Ai seu louco!-Grita ela com raiva.-Eu posso estar esperando um filho seu aqui!-Fala apontando para barriga lisa amostra.

—Foda-se, eu não quero esse filho, não tenho nenhuma garantia de que ele é realmente meu!-Grito de volta colocando uma cueca e o short em seguida, ela ainda estava nua, cato todas as roupas dela e a entrego.

—Agora vista esses pedaços de pano que você chama de roupa e nunca mais me apareça aqui.-Falo em um sussurro mortal.-Na verdade apareça sim, se você estiver mesmo grávida eu quero um teste de DNA. E se por algum acaso essa criança for mesmo minha eu vou cuidar dela.-Declaro enquanto ela se vestia e a vejo sorrir.-Não fique feliz, se for meu como você alega, eu vou cuidar dele ou dela sozinho.

—Não esqueça de mandar lembranças à sua namoradinha sem sal e corna.-Debocha ela saindo do meu quarto quase derrubando uma figura ruiva que estava parada em minha porta, minha mãe.

Notas finais
Hey meus amores, tudo bem com vocês? Então depois de dois meses sumida, voltei das cinzas! Sinto muito pelo atraso, mas caramba além de um puta bloqueio, eu estou com tanto trabalho para entregar que já. to pedindo pra Merlin dá uma help pra Deus. Enfim tenho uma mega hiper notícia o próximo capítulo já tem quase sete mil palavras prontas, então não devo demorar pra aparecer e sintam se honrados pq interrompi meu trabalho de Geografia pra postar capítulo! Obrigda as pessoas que me cobram capítulo, pq só assim pra sair. Caso nn gostem de comentar, manda uma mensagem me cobrando, eu sempre preciso de puxões. de orelha. Mil beijos no core rosa de vcs e até o próximo. capítulo!