Operação babá

18 Chapther eighteen


Notas iniciais
Povo eu to tentando manter o ritimo, até que não tá ruim, mas a vida ta de pernas pro ar, se eu soubesse que casamento dava todo esse trabalho... kkkk enfim @LuInoue de novo valeu a força Parece falta de educação postar e não respoder seus comentários, mas eu vou colocar tudo em dia turma, disso eu não vou esquecer, eu agradeço muito estarem aqui curtindo as fofurinhas dos babys, esse capítulo tras mais um pouco, trás o inicio da relação entre os primos, eu poderia ter dado os detalhes? Poderia, mas a dinamica da fic é fofura apesar dos momentos mais fortes, como também é o caso da família Ishida, meu kami oh povo pra gostar de confusão, veremos mais um pouquinho mais sobre o Loopy De Loop que pra quem ainda tem menos de 20 aninhos é um antigo personagem da Hannah Barbera, um Lobo educado e meigo que quer ajudar todo mundo, mas só se mete em rolo por isso, a fama de lobo mal não sai da mente das pessoas, ou melhor veremos um pouquinho de como o Ray tava chegando pelas beiradas na família Takaishi

P.O.V Takeru

Quando eu percebi a besteira que eu fiz em desejar minha pureza de volta já era um pouco tarde, creio que o destino com a ajuda da Witchimon fizeram um piada de mau gosto com todos nós, Ken queria o recomeço, foi um pouco demais esse recomeço, Daisuke queria apenas poder pentelhar a irmã e não ser castigado, esse foi uma infantilidade, o que ele não contava era que ao invés de castigo ia ganhar muito mimo, e quanto a Miyako, Hikari e Iori, foram vítimas da vingança da bruxa, apesar de querer fugir de certas explicações elas precisam ser dadas, como por exemplo como me meti nisso? Digo, essa história de pureza…

Tudo começou na primavera… Calma que eu não estou contando nenhum conto de romance, mas era primavera, me levantei e mexia no celular, Patamon estava com a Hikari, quando olhei pra bancada meu café da manhã estava preparado, nunca fui muito bom na cozinha, mesmo com aulas de economia doméstica na escola, minha mãe ainda preparava meu café.

Após esse momento mandei mensagem pra ela agradecendo e estranhei a campainha tocando, quando abri, me deparei com uma garota loira, os cabelos lisos e loiros, um perfume de flores invadiu meu nariz.

— Oi priminho, a tia está? Perguntou

— Não, ela foi trabalhar, p-primos? Perguntei confuso e ela riu de mim.

— Merry Takaishi, nossa sofre de amnésia anjinho. Aquilo trouxe de volta todas as lembranças, Merry era filha da irmã da minha mãe, ta explicado a semelhança fora que era assim que ela me chamava quando éramos crianças.

— Foi mal, não nos vemos desde que tínhamos uns cinco anos, você ta grande. Elogiei pegando a forma que ela trazia nas mãos e a convidei para entrar, somos primos os vizinhos não teriam o que dizer.

Não foi naquela tarde que começou toda a loucura, a Merry voltava diariamente, e parece paranóia minha, mas só vinha nos horários que minha mãe com certeza não estaria, um dia a chamei para o meu quarto e começamos a ouvir músicas, preciso descrever a sensação de euforia e o calor durante a dança? Foi como algo capaz de possuir você, ela começou brincando e rindo, comecei a ver que de brincadeira aquilo não tinha nada, ela usou o jogo de cintura e a música, além do corpo dela para atritar suas nádegas a minhas partes baixas, resisti na primeira a girando, resisti na segunda nos separando, mas na terceira a minha doce priminha enlaçou suas pernas na minha cintura, eu me desequilibrei tentando segurar nosso peso, mas cai sobre a cama e ela sob meu abdômen estava com um sorriso sarcástico nos lábios como se dissesse “consegui”, nunca vou me esquecer o tremor que ela provocou no meu corpo com suas mãozinhas macias, a princípio tentei escapar, pois se alguém entrasse eu não teria como escapar de umas explicações e de uma punição, essa maldita, bendita, nem sei de que ponto de vista pode ser chamada, mas naquela situação a punição estava sendo usada por ela para me instigar, rebolava no meu colo e me mordia, lambia dizendo “mereço uma punição” foi a primeira vez que senti o desejo pelo sexo, de tanto me provocar pedindo para puni-la eu dei uma palmada na coxa, a adrenalina que aquilo provocou foi intensa, quebramos a mesinha de centro da minha sala e ainda tomamos um gole de vinho que ela levou, disse que não precisávamos ficar embriagados, mas naquela tarde eu não me senti responsável por mim, como uma garota era capaz de me jogar na cama daquele modo e me fazer ter desejos tão loucos, imaginava que um dia eu teria minha primeira vez, mas um incesto consumado na cama da minha mãe, eu fui longe, muito longe, aprendi o que somente via em filmes pornôs ou hentais, Merry era os sete pecados encarnados, capaz de tudo, muitas tardes me perdi nas suas curvas, nas suas “aulas”, e aprendi muito, na última tarde com ela, foi mais uma que pensei com a cabeça lá de baixo e ignorei a razão, se minha mãe entrasse lá no lugar do Iori-San, ela não fugiria para fora.

Agora dessa forma estou a salvo de punições, por enquanto, mas não estou a salvo de ouvir coisas que eu não quero como “eu não sou o seu pai”, ok não foi com essas palavras, mas foi o que entendi, certo que meu pai me pediu desculpas na manhã seguinte, mas é inevitável pensar nas duas possibilidades, pode sim ter saído no calor da discussão como também pode ter sido uma verdade escondida.

O que me faz pensar nessa possibilidade é o fato do Ray-Kun, é, eu o chamava assim nas primeiras vezes que ele veio ao país, eu o ensinei a regra dos honoríficos, passeamos por Tóquio e ele até experimentou as comidas típicas, o que chateou meu pai foi um artigo escrito por uma amiga da minha mãe, eu não entendia na época por conta da idade, mas tudo o que eu fiz no parque com Ray com certeza eram coisas de pai e filho, o artigo chateou muito meu pai mesmo ele não admitindo, na época eu queria saber ler até pedi para o nii-san, mas ele disse que o papai queimou os jornais, me lembro que as fotos traziam o Ray me segurando no colo, não entendam mal, meu pai me segurava no colo, não mais todos os dias, mas naquela semana o Ray, ele me ensinou a andar de bicicleta, só não sei quem ensinou ele, quando descemos o morro do parque em alta velocidade conseguimos desviar de umas senhoras, de um grupo de estudantes, mas eu caí numa moita por sorte estava de capacete, quando me levantei procurando o Ray, fui ajudado pela minha mãe, eu até chorei a princípio, mas ouvi um barulho de água corrente e quando minha mãe se levantou para ver o que era, nos deparamos com o francês completamente ensopado, Ray tinha ido lá da pista direto para o rio, minha vontade de chorar foi logo substituída pela de rir, minha mãe também não aguentou e riu, a colega de trabalho dela e minha mãe foram gratificadas pelas fotos e o artigo, mas agora pensando bem, meu pai parece não ter gostado muito dessas fotos, fora que o Ray ficou conosco naquela noite tenho vontade de gorfar só de pensar que eles estavam juntos enquanto eu dormia, mais uma vez me pergunto como fui tão tolo, meu irmão não dava essa liberdade para ele o pegar no colo, eu por outro lado o chamava de amigo da mamãe e nem percebia a verdade por trás dessas visitas, as fotos pareciamos uma família feliz dessas de comercial, agora vai ser diferente, o Ray pode esperar pois eu não sou mais o garotinho que era levado por qualquer bobagem, essa viagem para Bahamas vai passar longe de um paraíso.

P.OV Takeru Off…


O quarto é iluminado pela luz do corredor e um voz cantarolando entra no quarto, Yamato estava muito feliz pelo feito de hoje a tarde e cantava.

You are the music in me

— “High school musical? Mimi-Chan está mesmo mexendo com o meu irmão, eu só ouvia críticas sobre esse filme vindo dele, até me zoou quando me pegou assistindo”.

— Yamato-Kun, parece que deu tudo certo. Gabumon se anima ao ver o parceiro e esse se joga na cama bagunçando o pelo do digimon.

— Não poderia ter dado mais certo, a bruxa se divertiu, nos divertimos, e… Yamato se interrompe ao ouvir babuseios vindo do berço, parecia que ele estava mais uma vez tentando conversar com seu digimon que foi ensinado a responder mesmo sem entender nada.

— Fica tranquilo, creio que no fim do verão você volte ao tamanho normal. Mas vamos ter que sumir daqui, jamais vou permitir que vá para longe. Yamato pega Takeru no colo.

—Então o encontro de vocês e a Witchmon deu certo? Ela vai desfazer o feitiço? Pergunta Patamon voando para fora do berço.

— Não queria me gabar não, mas eu e a Mimi não podíamos ter tido ideia melhor, a bruxa ficou encantada, se divertiu tanto que deu até o prêmio ao Joe. Se gabou o músico.

— Prêmio? Que prêmio? Perguntou Gabumon.

— Ela ganhou muito dinheiro no concurso de comer torta, como não usa, ela deu para o Joe, kami ele mandou muito bem, umas trapalhadas e outras, mas até que se divertiu muito. Conta Yamato.

— Yamato-Kun? Chama Gabumon.

— O que foi gabu?

— Que papo é esse de fugir? Pergunta o digimon.

Yamato pitaguerreia, e arruma a meia no pequeno pé do bebê.

— Gabumon, Patamon, os dois devem estar cientes que minha mãe está para se casar no final de setembro, o que significa que ela vai pra mais longe, Gabu…

— Yamato-Kun, só não faz nada que vá se arrepender depois, eu sei que não quer morar longe do Takeru-Kun, e nem eu do Patamon, mas não acha melhor conversar com sua mãe, eu não sei, com o seu irmão assim ela não vem conversando tanto com o Ray, afinal esse cara é ruim? Pergunta Gabumon.

—Não! Mas eu não fui com a cara dele, quer aparecer, todas as vezes que veio para o Japão quis dar uma de super pai pra cima do Takeru, não dá para culpá-lo, era uma criança para nós ele era “amigo”, mas essa é a típica amizade com benefício, ele se aproveitava de todas as formas, eu já não caia na conversa mansa desseLoopy De Loop. Takeru sorri com esse apelido, lembrou-se que era assim que o pai se referia ao francês.

— Que benefício tem esse amigo? Perguntou Patamon curioso.

— “Niisan veja lá o que vai responder”! Takeru o olhava muito curioso.

— Beijos e abraços Patamon, ele beijava e abraçava minha mãe. Yamato conta tentando controlar a vergonha diante do olhar dos três ali no quarto.

— E você está com ciúmes porque ela é sua mãe? Pergunta o anjinho.

— Eu-E- Ah quer saber não é apenas ciúmes da minha mãe, me faz parecer um babaca acabando com os encontros do meu pai para que eles possam ao menos para me dar bronca poderem se encontrar… Natsuko entrou de surpresa e não pode conter a vermelhidão em suas bochechas, a jornalista achou muito engraçado a confição do filho, agora estava bem explicado o porque Hiroaki não se casou e nem namorou, o filho impedia com esperanças que eles pudessem voltar.

— Filho, eu vim dar uma olhada como estava o Takeru, achei que estivesse dormindo… Pelo visto estava esperando você. A loira pega o caçula no colo. — Seu jantar está no microondas Yamato, deve estar exausto, faminto…

— Arigato, mas na verdade eu e a Mimi-Chan comemos uma pizza na volta, entre várias besteiras, não precisava se preocupar, eu posso colocar o baixinho pra dormir. Mãe em que momento te deu vontade de se casar com o Loopy De Loop? Pergunta Yamato.

— Yamato, eu e o Ray eramos amigos quando crianças, nos aproximamos na adolescência… Independentemente d…

— Já tive clichê demais por um dia, mãe você não ama mais o papai? Perguntou Yamato, interrompendo a mãe.

Takeru olhava para os dois.

Natsuko não conseguiu retrucar, apenas cobriu Takeru com a manta e o deixou no colo de Yamato.

“— Ainda não é o melhor momento para conversar com eles, se já está difícil contar para meus filhos o que vai ser se Ray souber o que aconteceu”? Natsuko pensava e sai do quarto.

— E mais uma vez ela nos deixa sem respostas, mas esse casamento não vai rolar como ela quer, já estamos acertando os últimos detalhes, vamos passar a semana do casamento no digimundo, e depois voltamos, mas passaremos uma longa temporada por nossa conta, e ai acha que aguenta? Pergunta Yamato colocando Takeru em sua cama.

— “Se for para me manter longe desse francês eu vou pra onde vocês forem, não podemos ir para casa do vovô Michael, ele está soltando fogos com esse casamento da mamãe com o Ray”. Revela Takeru.

— Para onde nós vamos Yamato-Kun? Pergunta Gabumon abraçando o loiro

— Para o interior, na casa dos pais do meu pai, já deixei a Mimi-Chan a par que é tudo muito simples, não tem internet dentro da casa, como diz o Koushiro nos deixa livres de rastreadores, lá é o melhor esconderijo já que vai levar um tempo para eles lidarem com a falta de memória da minha vó.

— Parece um bom plano, mas vai tirar proveito de alguém sem memória para se esconder? Pergunta Patamon.

— Patamon é isso ou se acostume a virar ursinho de pelúcia la nas Bahamas, pois o Ray se ver você pode ter qualquer tipo de reação.

— Eu não tenho medo! Mas não quero morar longe daqui, se o Takeru-Kun mudar de escola eu não poderei ir com ele, pois não terei mais ninguém para fazer companhia.

— Eu to com você Yamato-Kun, para onde você for! Gabumon anima o parceiro.

Yamato se sentou ao lado de seu irmão e tirou sua gaita do estojo na cabeceira e tocou sua música, os três ouviram atentos e na sala Natsuko e Hiroaki ouviam a doce melodia sorrindo, Gabumon segurou Patamon no colo enquanto Takeru repousava no colo de Yamato.


Enquanto isso na residência dos Inoue...

A bebê Inoue a princípio causou surpresa, agora causava euforia, Miyako antes fez uma sessão de fotos de Ken e Daisuke, no início da transformação, agora a violacea era fotografada com várias tiarinhas fofas e penteados, mesmo achando alguns um mico muito grande como a tiara de hello kit, a violacea estava se divertindo com todo carinho que recebia dos irmãos e seus pais.

— “ Resolveram fazer brigadeiro bem no dia que eu não posso comer”. Miyako faz beiçinho vendo Hawkmon com o bico cheio de doce.

— Aw sua linda ta fazendo biquinho porque, não dá pra ficar o dia todo em cima de você não. Brinca Matarou achando que a irmã estava brava pelos mais velhos estarem na cozinha e não brincando. — Aqui, temos um docinho pra você. Mantarou trouxe um potinho de papinha de frutas.

— Eca! Com esse cheirinho de chocolate eu tenho que comer isso? Nossos amigos fazem merda e quem paga o pato é quem não tem nada haver.

— Olha o trenzinho, piui… Matarou provocou uma crise de risos na caçula.

— Agora passou a fome, ta todo mundo tão bobo. Miyako não conseguia parar de rir.

— Eu tinha esquecido como essa risada era gostosa de escutar. Mantarou da leves apertões nas bochechas.

Em tamashi, Ken e Wormmon também se divertiam, mas a diversão causou um susto na mãe do bondoso isso porque ao entrar em seu quarto não encontrou o filho nem no berço, nem no chiqueirinho, os risos vindo de algum lugar em cima causaram confusão, o pai de Ken entra para anunciar que tinha chegado e escuta os babuzeios vindos do alto e seguem o que parecia uma escada feitas de teias pegajosas, quando olharam para cima ficaram com os olhos arregalados, Ken engatinhava por cima das teias e ria com o parceiro.

— É hora do Kenzinho mamar de novo mãezinha? Pergunta inocentemente Wormmon.

— “ Eu mamei não tem nem três horas, eu acho”. Respondeu Ken.

— Wormmon, o Ken vai se machucar ai desce daí vem! Chama o senhor Ichijouji subindo na cama tentando pegar o filho.

— Eles estão preocupados com você, Kenzinho… Depois a gente brinca mais um pouco. Wormmon empurra Ken com a cabeça na direção do senhor Ichijouji. — Ele é levinho, as teias aguentam bem, só teria que reforçar e muito se ele tivesse com o tamanho dele de antes. Wormmon também desce.

A mãe de Ken olha pra rua da sacada do quarto e percebe a porta aberta o que quer dizer que os moradores do prédio vizinho podem ter visto Ken andando sobre as teias que estavam sobre todo o quarto. Mesmo com o perigo da queda que seus pais temiam pelo pouco tamanho eles se tranquilizaram com Wormmon que estava cuidando e garantindo a diversão mantendo o parceiro seguro.

Aquelas semanas estavam sendo um misto de cansaço e desejo de que aquela fase não acabasse novamente, os pais estavam cansados pela maratona de fraldas e mamadas de madrugada, mas estavam gostando de ter seus bebês de volta nos braços, Iori olhava para sua mãe e sorria ao vê-la tão feliz, tocava seu rosto com as mãozinhas e agarrava seus dedos, ficava surpreso com a diferença de tamanho entre seus dedos.