Operação babá

19 Chapther Nineteen


Notas iniciais
Descupa o sumiço gente, mas trabalhando muito e resolvendo coisas do casório eu to tentando manter a vida dupla. Trago muitos micassos épicos Lu eu adoro como você me ajuda a cada projeto a capa ficou muito linda, muito obrigada pela sugestão meu, damos altas risadas nesse que kami até agora foi o capítulo com mais micos da fic, amamos esses doces momentos Eu agradeço muito sua ajuda viu @LuInoue Já debatiamos, kami nós pagamos micos durante a vida mas já viu como nossos pais nos "ajudam"

Os festivais de verão no colégio estavam para começar e com eles os problemas também, Miyako e Koushiro iriam fazer a parte do som junto com Iori, além disso a violacea topou uma coreografia com Mimi no Maid café de Mimi, Hikari ia fazer um cisne na apresentação da turma de ballett, Takeru junto com o time de basquete iriam jogar um amistoso assim como Daisuke, o qual já tirava o time do sério com seu capitão, o ruivo ainda se comprometeu em ficar a barraca de comida com o parceiro de jogrees.

As meninas ligam para casa da família Yagami procurando a castanha para ensaiar, para a festa do pijama no qual seria um ensaio geral, mas a caçula estava no colo da mamãe tomando o mama.

Uma certa mensagem acabou preocupando a mais nova dos Yagami, mas ela não poderia fazer nada, a mensagem do correio de voz que Taichi colocou para ouvir dizia que se ela não desse satisfações estaria fora do grupo, ainda a chamaram de irresponsável, aproveitaram para mandar um recado para Daisuke o qual o time de futebol já estava perdendo a paciência com o capitão.

— “O que elas querem que eu faça, não estou assim porque quis, nenhum de nós escolheu passar as férias na terra do nunca, se elas soubessem, coitado do Daisuke, pode perder a vaga no time”. Suspira Hikari.

— Ta resmungando o que minha filha? Pergunta Yuuko abraçando a bebê.

— Yuuko-San, você está muito ocupada? Pergunta Agumon.

— Estava dando a mamadeira pra Hikari-Chan, mas o que foi Agumon?

— Acho que o Taichi tá com algum problema, ele olhou para o celular e respirou fundo ta sorrindo pro nada. Agumon relata e Hikari solta uma gargalhada.

— Não tem nada pra se preocupar Agumon, ele apenas está com febre da primavera. Yuuko coloca a fralda no ombro e coloca a mais nova para arrotar.

— Febre? Mas isso não devia te preocupar? Pergunta Plotmon pulando na bancada, fazendo Yuuko soltar um sorriso.

— Lembram quando Hikari chegou em casa suspirando e dizendo que Daisuke a beijou e pediu em namoro? É parecido, afinal eu conheço a dama que roubou o coração do meu menino? Pergunta Yuuko.

Agumon e Plotmon se encaram.

— Sora-Chan! Respondem em coro.

— Takenouchi, como não vi isso? Yuuko cobre a boca surpresa.

— “Só não viu quem não quis, eles são um grude desde sempre”. Hikari relata, mas é logo colocada no carrinho, sua mãe vai espiar no quarto do mais velho, sabia que era errado, mas escutou o castanho recusando ser par de uma das colegas de classe, só pela forma informal de tratá-la só pelo sobrenome, Yuuko sabia que não era com Sora falava, o filho dizia que nem sabia se iria ao festival, parecia que a garota tentava convencer o líder, Yuuko sai disfarçando quando percebe o filho levantando da cama e desligando o celular o jogando na cama.

— Acho que devíamos chamar a Sora, eu to preocupado e se a febre piorar? Pergunta Agumon.

— Acho que o número dela está no celular dele ou no caderno ali na bancada, mas acho que não foi isso que a Yuuko-San quis dizer com febre. Plotmon supõe.

— Taichi-San, você ta se sentindo bem amigão? Pergunta Agumon fazendo o líder arquear a sobrancelha confuso.

— Eu estou ótimo cara, o que foi? Pergunta Taichi confuso.

— Taichi você cuida dos digimons, eu vou levar sua irmã ao parque. Avisa Yuuko colocando uma bolsa embaixo do carrinho e colocando o cinto na caçula.

— Boa diversão maninha, só não come areia tá. Taichi adverte.

Hikari faz bico de brava com a advertência boba de seu irmão, a manhã nem começou e as confusões já estavam para ter início, pois agumon ligou para casa da família Takenouchi e quem atendeu foi Biyomon a qual relatou de forma dramática que Taichi estava sozinho em casa com febre, a ruiva não pensou duas vezes ela se trocou e pegou sua digimon nos braços, pensava o tempo todo o que teria acontecido para a família Yagami deixar o mais velho sozinho e doente em casa, ta certo que já fizeram antes com a caçula, mas a mesma só tinha sido deixada por umas horas sem os pais já que seu irmão foi ao acampamento na hora do almoço.

Taichi tirava um cochilo no sofá e nem sabia que a ruiva estava a caminho, quando a mesma chegou, Taichi levantou preguiçoso do sofá, com os olhos ainda meio fechados por conta do sono, assim que a porta foi aberta Sora já o adverte sobre pegar sereno e coloca a mão na testa do amigo.

— O que deu em você Sora-Chan? Pergunta Taichi.

— O agumon ligou lá em casa dizendo que você estava sozinho em casa e doente, com febre, você não parece com febre…

— Agumon, e você também sua peste, Plotmon. Chama autoritário os monstrinhos que iam explicar a confusão, só deu tempo de plotmon dizer que Yuuko disse que o mais velho estava com febre da primavera, isso fez Taichi e Sora se encarar e revirar os olhos e Taichi ia pedir mais explicações, mas a senhora Yagami chegou com a pequena nos braços e empurrando o carrinho, logo se anima ao ver Sora na sala e convida para o almoço.

Taichi encara Agumon e vai para sala pegar a irmã enquanto sua mãe fazia o almoço.

— O que foi que eu fiz? Pergunta Agumon.

Miyako também recebia diversas ligações e mensagens do grupo de informática, seus irmãos atendiam e inventaram desculpas do tipo ela foi para a casa da avó, a pequena Inoue comia a papinha e olhava curiosa a conversa de Mamoe que tentava despistar a mídia no telefone, algumas alunas ligaram para emissoras com informações falsas que Mamoe tentava ao máximo desmentir.

— “Ta cada vez mais complicada a situação, não posso imaginar ter que repetir a escola toda desde o começo. Miyako colocou as duas mãozinha na cabeça.

— Que foi irmãzinha, achou as orelhas? Chizuru brinca com Miyako como se ela não soubesse onde cada parte do corpo ficava. — Cabelo, cadê o naliz da Miya? Pergunta Chizuru.

—Acho que a Chizuru-Chan vai querer um irmãozinho se os escolhidos trouxerem a Miyako de volta ao normal. Pentelha Momoe desligando o telefone.

— Aw seria Kawaii. Momoe tira Miyako do cadeirão e limpa seu rosto.

— Meninos não inventem, eu já tive quatro filhos acham que é assim fácil? Pergunta a senhora Inoue.

— A senhora faz parecer. Pentelha Poromon.

— Depois uns anos mais a frente vocês terão seus próprios bebês! Afirma a senhora Inoue.

— Eu não! Nega Mantarou.

— Você não, porque niisan? Pergunta Chizuru.

— Xi será que a cegonha do Mantarou não funciona? A piada de duplo sentido arranca gargalhadas da caçula e Matarou emburra e cora com a provocação, Poromon fica confuso.

— “Xi nessa idade precisa do tic tac azul, por essa eu não esperava”. Miyako debocha rindo, sendo apertada pelos três irmãos.

— AW NEM DÁ VONTADE DE TRAZER ELA DE VOLTA! GRITA Momoe.

— Nem vem Momoe-Chan, eu sei que eu to kawaii, mas não dá não. Pentelha a mais nova.

O telefone da residência da família Hida também disparava, os alunos do grupo de kendô também ligavam para o castanho, Iori estava no colo de sua mãe aconchegado e olhando nos olhos da mesma, sorria junto com a mãe.

O avô de Iori atendia buscando a melhor desculpa, mas estava complicado, não podiam contar o ocorrido, mas ele odiava mentir, a única saída foi dizer que Iori foi para a casa de seus avós paternos.

— Iori-Kun o que é que você quer? É sério não entendo o choro deles, vocês dizem que cada choro é por um queixa diferente, mas pra mim todos os choros são iguais, parecem que estão com dor como diz o Patamon. Armadillomon supõe preocupado.

— É fome, os choros contínuos são muitas vezes fome, ou a fralda cheia, às vezes cólicas. A senhora Hida boceja e coloca a chaleira com água para ferver, após um tempo o bebê mamava esfomeado segurando do lado da mão de sua mãe.

— “Como poderemos explicar essa situação para os nossos colegas de turma, tenho certeza que se voltarmos ao normal até o início das aulas vamos enfrentar muitos julgamentos, não podemos nem contar sobre os nossos digimons e olha que foi muito complicado justificar nossos sumiços ano passado, mas o que podemos dizer? Fomos escolhidos para salvar os mundos? E agora então a explicação parece ser mais confusa do que a dúvida, não quero dizer mentiras, mas já vi que não vou ter outra saída”. Iori para de mamar e observa o avô no telefone, o pequeno logo tem a atenção roubada por um ruído que sua mãe fazia, tentando dar o resto do complemento para o filho que só piscava buscando entender as brincadeiras, mas os ruídos arrancaram-lhe gargalhadas.

— Aqui meu filho termine seu leitinho! Sua mãe dá a mamadeira para Iori que mama tudo.


Enquanto isso na residêcia da família Kido

Joe dormia até mais tarde naquela manhã de férias, o futuro doutor costumava a acordar cedo e estudar logo após o café, sair com os amigos ele saia ou a noite ou quando os mesmos apareciam em sua casa o obrigando a sair.

Naquela manhã incomum gomamon observa Joe abraçado ao seu cobertor sorrindo de forma tola, mordendo os lábios, o digimon não conseguiu compreender o motivo do largo sorriso, o rosto estava ruborizado.

Gomamon não viu outra maneira de satisfazer a curiosidade se não indo até a sala chamar Shin para ver.

— Shin-San, Shin-San, o Joe tá muito esquisito! Afirma Gomamon.

— Esquisito como? Olha passou da hora dele tomar o café… Você tem razão o Joe é pontual até para o café da manhã, vem vamos lá ver. Shin pega gomamon nos braços e vai ao quarto de Joe.

O futuro doutor continuava dormindo sorridente, preso num flesh back da tarde no parque aquático, lembrou dos arrepios que a bruxinha provocou em sua pele com seus toques, do beijo roubado, o contato dos seios da digimon feiticeira em suas costas e o movimento deles enquanto a mesma se mexia animada, usando o biquini provocativo.

As cenas pareciam se passar em camera lenta principalmente as curvas e os seios acompanhando os saltos e dança, e o beijo, ele mordiscava os lábios sentindo de novo o sabor do beijo.

Wichimon adentrou pela janela e achou meigo a forma como o “namorado escolhido” sorria dormindo e se sentou ao seu lado acariciando seus sedosos cabelos, Joe se arrepia ao sentir os toques descendo pelas orelhas e chegando ao seu rosto.

— Você tem um lindo sorriso. Cochicha a bruxinha.

Joe ao sentir a respiração próxima a orelha esquerda num impulso segurou Witchimon pela nuca e a beijou de forma desejosa, deixando a bruxinha arrepiada com os toques dos lábios do moreno, Witchimon somente aproveitou para corresponder, Joe estava pensando que estava sonhando, se não fosse o suficiente o mais novo da família Kido estar agarrado a bruxinha em seu quarto, sem camisa e com o cabelo grudado na testa de suor, Witchimon acariciava o tórax despido do mesmo sem desfazer o beijo, nesse momento Shin entrou no quarto chamando o mais novo e engole as palavras ao ver a bruxinha no quarto do irmão.

— Jo… Joe! Gritou surpreso, espantado com a pegada do mais novo.

— Shin ainda é um pouco cedo! Joe resmungou após witch desfazer o beijo, Joe se senta procurando entender a cara espantada do irmão e seu digimon.

— Joe-San, se quiser trazê-la pra dormir aqui sabe que tem que falar com nossos pais antes já pensou se eles entram e pegam vocês…

— Pegam a gente… Do que esta falando Shin? Perguntou confuso, Joe colocou as mãos nos lábios e os sentiu úmidos e corou intensamente quando olhou para baixo e viu o fundo de suas calças também úmidas e seu membro ereto.

— Eu sei que seus hormônios estão fervilhando Joe, mas se quiser trazer a namorada para dormir aqui apenas avise antes, vou lá dizer a nossos pais que tem companhia, para eles colocarem um lugar a mais na mesa, qual o nome da minha cunhada? Perguntou o mais velho deixando o irmão envergonhado.

— O Joe-Kun me chama de Witch e o seu é?

— Kido Shin, seja bem vinda. Cumprimenta Shin.

Joe pega o travesseiro e aperta forte sob a cabeça, após o momento mico no quarto Joe sai com a bruxinha e o irmão em direção a sala onde seus pais se surpreenderam com a surpresa.

— Pai, mãe… O Joe tem algo pra dizer a todos! Anuncia Shin, enquanto Joe puxa a cadeira para bruxinha.

— Olá, então esses são seus pais?

— São sim Witch! A.. o assunto morreu com uma pergunta feita por seu pai.

— De onde vem Witch? Parece um nome estrangeiro!

— Bom eu diferente de muitos eu venho de Witchelny. O casal se encara confuso e Shin encara o mais novo pedindo explicações.

— E quem são seus pais?

— Pais? Bom pais são quem criam, acho que nesse caso deve ser o Yggdrasil. Seus pais se encaram completamente confuso, nada disso parecia fazer sentido.

— Eu vou ali com o Joe. Shin disfarça e pede licença aos pais puxando o mais novo para cozinha.

— Pode começar a falar Joe, que conversa de Yggdrasil, Witchelny, nesse ai parece que ela criou um país com seu nome, tem algo muito esquisito nisso.

— Shin-San, é que a Witch, ela pertence a mesma espécie de um amigo nosso que vive conosco. Conta Joe baixando o olhar.

— Amigo que vive co- Joe, você não está se referindo ao…

— O nome dela é Witchmon, é uma digimon feiticeira na fase adulta ela me escolheu como namorado de verão.

— Joe, você não pode estar falando sério? Tem um digimon perto dos nossos pais? No nosso mundo, você perdeu de vez a noção, olha tudo bem eu compreendo que vocês e as outras crianças fazem isso para manter o equilíbrio entre os dois mundos, mas pensei que não deixariam mais nenhum outro digimon que não fossem seus parceiros vir para terra. Shin bronqueia e tem a boca tampada pelo irmão.

— Shin-San, por favor a audição dela é aguçada demais não a zangue… Eu só preciso passar o verão com ela, acho que não tem nada demais, se deixá-la zangada vai por tudo a perder, ela transformou os digiescolhidos em bebês. Joe conta tudo para Shin que fica chocado ao saber da história.

— Nós vamos para onde hoje namorado? Pergunta a bruxinha empolgada aparecendo sem avisar.

— Witch, você… Bom, eu… Joe toma fôlego, já tinha passado por micos, mas nenhum envolvia uma garota em seu quarto o beijando apoiada em seu tórax despido. — Foi mal ter te agarrado daquela forma, eu tava… Sonhando… É embaraçoso.

— Sonhar comigo é embaraçoso, pra mim é muito lindo, você sorria de forma linda, o que eu fazia no sonho que te deixava nas nuvens. Shin pitagarrea sem graça.

— Podemos conversar as sós, sabe passear? Pergunta timidamente.

Witchmon assente animada.

Joe vai para o chuveiro tomar banho e quando sai do quarto trocado e arrumando os óculos no rosto e o cabelo, ele vê Witchimon rindo com gomamon nos braços e a chama.

— Gomamon acha que é perigoso seu parceiro ficar com essa você me entende. Shin disfarça para não alarmar os pais que arrumavam a mesa, a bruxinha tinha limpado a mesa de café da manhã o apetite foi tamanho que gerou cochicho entre os pais que o motivo do apetite tinha haver com o fato ocorrido no quarto.

O mais novo da família Kido levou sua namorada de verão ao teatro, o que encantou a bruxinha, a peça, a dança, a música e principalmente a companhia do estudante.

—Como se chama essa delícia? Pergunta a digimon mordendo e se lambusando.

— Maçã caramelizada. Joe cora ao lembrar que o doce era conhecido. — Também chamado por maçã do amor.

— Do amor? Pode morder do outro lado. Ofereceu a digimon.

— Tudo bem, Witch… Me perdoe qualquer coisa desagradável, meus pais são tradicionais sabe, para eles eu não podia deixar uma moça dormir no meu quarto antes de apresentá-la formalmente, espero não ter que responder mais nenhuma pergunta.

— Não houve nada de desagradável, eu estou adorando.

Enquanto Sora almoçava com a família Yagami, olhando torto para Taichi como se a culpa da presepada de hoje cedo fosse toda dele, Mimi mandou mensagem para a ruiva contando que Yamato tentou chamar Joe para uma volta junto com Koushiro, mas para a surpresa dos amigos, eles foram informados por Shin que Joe saiu com Witchimon depois do café da manhã e até o presente momento não deram notícias.

— Eu ouvi isso direito? Esbraveja Sora.

— Ouviu o que Sora-Chan? Pergunta Taichi deitado no sofá levantando Hikari pra cima.

—O Joe e a namoradinha de verão foram passear! Conta a ruiva fazendo Taichi descer a caçula no chão e encará-la como se dissesse fala sério.

— Mas hoje é terça, não… O combinado dos passeios eram aos sábados.

— Taichi-Kun acho que isso ta indo um pouquinho longe, kami o Joe ta sozinho sem o Gomamon com ela. Sora fala preocupada.

O castanho apenas a acalma com um copo de água.

— Deviamos ir atrás Sora? Pergunta Biyomon.

— Ta maluca, e se ela se zanga e transforma a Sora e o Taichi em bebês também! Supõe Agumon.

— Uma única vez resolveu ser sensato. Pentelhou a cachorrinha.

— Droga estamos de mãos atadas, tem que ter uma solução para esse e os outros problemas. Taichi resmungou levantando e pegando a irmã no colo.

— Outros? Tipo? Pergunta Sora pegando o chocalho e a chupeta.

— Tipo o Yamato e a Mimi dando a doida e sumindo no mundo com o irmão. Cochicha Taichi.

—O Yamato e a Mimi enlouqueceram? Grita nervosa a ruiva sendo calada por Taichi que a puxa para seu quarto.

— Taichi me solta.

— Ele ta com problemas com os pais, mas enfim precisamos da turma toda reunida e encontrar o bobo apaixonado! Afirma o líder colocando Hikari na beliche.

—Acha bobo estar apaixonado Taichi-Kun? Pergunta Sora.

— Sora-Chan… Essa não é a melhor hora, o Joe pode estar em perigo. Se defende Taichi com uma gotinha.

— Precisamos chamar a turma, bom que eu já estou aqui. Sora tenta chamar a turma, mas muitos imprevistos como ensaios, programas com família surgiram mesmo preocupados com o guardião da confiança muitos digiescolhidos não esperavam um encontro no meio da semana, mesmo assim tentaram ligar para o moreno o que não deu muito certo pois no teatro pediam para desligar o celular.

Taichi e Sora se frustraram e a ruiva brinca com Hikari por um tempo logo se vira e entregou a pequena para Taichi.

— Aqui segura, eu preciso ir já passei a manhã toda…

— Me perdoa… O Agumon entendeu errado, mas sabe a males que vem pra bem, a gente adora quando vem. Taichi afirma fazendo a ruiva corar e virar o rosto.

— Tudo bem, os nossos amigos estão aprendendo, a Biyomon também piorou tudo dramatizando. Sora ri pelo nariz. — Febre da primavera? Pergunta Sora com a mão na cintura.

— E ele se recusou a ir com a colega da turma de vocês, disse que ja tinha companhia. Plotmon é indiscreta deixando o mais velho corado até as orelhas, Hikari ri da parceira digimon.

—Quem era Taichi-Kun? Pergunta a ruiva curiosa, por dentro comemorava.

—N-Não é importante… A frase fez Sora sorrir.

Uma mensagem chega aos digiescolhidos, Yamato estava alarmado, preocupado como poderia estar o amigo, eles pensaram em ir atrás, mas temiam estragar tudo, o último encontro tinha dado bons frutos, decidiram em meia hora de conversa que era melhor esperar Joe aparecer para interrogá-lo.

— Agora sim eu tenho que… Eles são surpreendidos por um trovão e um raio, no momento caia uma chuva de verão forte em Odaiba.

— O dia começou bem! Ironiza a ruiva

Taichi sorri e Hikari pentelha sem o castanho entender, a mais nova fingi sono apenas para Taichi ficar as sós com a ruiva para ver se assim finalmente sairia a declaração se a chuva daria clima.

Na saida do teatro, a chuva pode ainda não ter dado clima para o castanho e a ruiva, mas Joe e Witchimon esqueceram que caia uma tempestade e que estavam público, a bruxinha gostou tanto do beijo daquela manhã que o puxou roubando outro, como era forte Joe não conseguiu escapar, logo correspondeu, após o beijo ambos pararam para recuperar o ar perdido e Joe notou que não estava tão molhado quanto pensou, quando olhou ao redor viu um campo de energia os protegendo da chuva.