Oneshots Criminal minds Parte 4

107 The Boyfriend And The Friend


O dia era de sol em Washington, mas Spencer Reid desejou nunca ter deixado a segurança de sua cama. Ele foi recrutado por Penelope para fazer compras com ela e Derek.

Mas ela nunca mencionou que ela faria as compras e os dois carregariam tudo.

Reid estava se sentindo um chover de uma dona rica. Penelope vestia um vestido simples com uma espécie de cardigã com rosa e fino. Ele e Derek se vestiram bem mais simples, mas Penelope não parecia ter roupas simples.

Tudo o que ela vestia parecia ter saído de uma revista de moda feminina.

Eles pararam para tomar sorvete e Penelope comprou iogurte. Ela parecia não gostar de sorvete.

Derek era um pato completo. Ele estava caído por Penelope como todo homem encanto, ele era quase um escravo dela, mas no melhor sentido da palavra.

Eles namoravam desde que ele se declarou para ela durante o último Halloween e agora não se desgrudavam.

— Eu não faço a menor idéia de o porquê nós dois temos que carregar tudo enquanto você toma um iogurte. – Reid reclamou. – O seu namorado é o Derek e não eu.

Penelope se virou e deu risada de Reid.

— Menino gênio, eu sei como jogar as cartas certas. – Pen apenas disse e olhou para Derek. – Alguma reclamação de sua parte, chocolate Thunder?

— Não mesmo, menina. – Derek sorriu para Pen com o sorriso maior que seus lábios. – Apenas dizendo que Reid pode ter razão.

— Claro que eu tenho razão. – Reid se aproximou, carregando as compras. – Quatro pares de sapatos de salto, oito vestidos e um terno para Derek. Eu achei que você iria comprar a loja toda.

— Eu tenho o cartão de crédito que Rossi me emprestou. – Penelope sorriu ao ver uma loja geek. – Agora eu vou comprar algo para o meu menino gênio e para Jackers.

— E eu vou me sentar aqui nesse banco. – Reid deixou as sacolas ao seu lado. – Tenham uma boa compra.

Penelope sorriu para Reid. Ela sabia o que o gênio gostava e logo que entrou na loja, ela agarrou uma cestinha e começou a colocar coisa. Comprar para Jack, Henry e Reid era fácil. Ela pegou três kits de mágica, um novo lenço de pescoço para Reid, um chapéu de mago para Jack e um kit de cartas mágicas para Henry.

Ela encontrou coisas para JJ, Emily, Rossi e até Hotch. Derek saiu com mais sacolas do que quando entrou e se perguntou se não estava na hora de colocar todas no carro, até porque ele sabia que não havia acabado.

— Acha que podemos dar uma pausa, Baby Girl? – Derek perguntou. – Estou cansado. Parece que eu corri uma maratona.

— Certo, é hora de almoçar. – Penelope colocou as compras no carro e Reid se jogou no banco de trás. – Você está bem aí, gênio?

— Estou cansado. – Reid sorriu para ela. – Eu nem acredito que foi tão complicado fazer compras.

— Derek não te explicou a lógica das mulheres? – Penelope retocou a maquiagem e colocou os óculos de volta. – As mulheres precisam de sapatos e roupas que combinem com a bolsa, o cabelo e assim por diante.

— Sim, e nós homens só precisamos de uma calça, uma camisa e um sapato. – Reid sorriu. – Apesar de ter me cansado eu gostei de passar o dia com vocês.

— É melhor que ler? – Derek perguntou a Reid com um ar de brincadeira.

— Não chega a tanto, Morgan. – Reid se sentou. – Leitura exercita o cérebro e deixa a imaginação correr solta.

— Certo, então à tarde, vamos a livraria. – Penelope olhou para Derek. – Estou querendo um livro em especifico.

— Baby Girl, eu deveria ficar preocupado? – Derek levantou uma sobrancelha para ela.

— Acredite, bombom de chocolate, você vai adorar. – Penelope beijou Derek e Reid revirou os olhos.

— Vocês dois podem agir um pouco normais? – Reid estava brincando com eles. – É muita paixão para um casal só.

— Ah, Reid. – Penelope se virou para ele assim que entraram na livraria. – Você não nos amaria mais se a gente apenas se beijasse como qualquer casal.

— Eu só sei que se vocês dois começarem a falar como bebês, eu vou pular do carro. – Reid olhou ao redor e tirou o próprio cartão de crédito. – Agora com licença, que aqueles livros na prateleira estão chamando o meu nome.

Penelope sorriu para ele e foi direto para a sessão de literatura erótica. Ela queria um livro bem especifico e se Reid a visse, ela ficaria mais vermelha que um pimentão.

— Eu sabia que você queria esse em questão, Baby Girl. – Derek chegou por trás dela e beijou seu pescoço. – Eu vou adorar reproduzir cada uma dessas poses.

— Controle-se super Derek. – Penelope brincou com ele. – Ou vou levar você para a sessão de futebol e ter meu caminho com você.

— E o que está esperando querida? – Derek adorava quando ela fazia essas coisas com ele. – Tenha o seu caminho comigo.

Penelope sabia exatamente como deixar Derek aos seus pés, mas ela não era exibicionista.

A livraria tinha um canto bem longe de olhares curiosos e de câmeras e os dois foram para lá e praticaram um pouco a primeira posição do livro.

— Deixe que eu pago, querida. – Derek sabia que Rossi não queria ver esse tipo de material sendo cobrado. – Afinal, eu vou aproveitar e muito.

Reid surgiu depois de quase meia hora. Ele trouxe com ele 5 exemplares de livros e um atlas grade. Ele parecia uma criança em uma loja de doces.

— E você diz que Penelope é quem gasta demais. – Derek brincou com ele.

— São para a minha estante. – Reid mostrou a língua para Morgan. – E vejo que comprou um livro também. É sobre o que?

— Floricultura. – Derek despistou rapidamente, apesar de ter corado. – Quero aprender a plantar flores.

— Legal. – Reid fingiu que acreditou na desculpa de Derek.

Os três entraram no carro cheio de sacolas e foram em direção a casa de Reid.

— Obrigado pelo dia perfeito de compras. – Reid abanou para os dois.

— Sem problemas, Spencer. – Penelope passou uma sacola para ele. – Aqui, eu comprei umas lembrancinhas para você.

— Kit de mágica e um novo cachecol? – Reid parecia uma criança. – Obrigado, Penelope.

— De nada, querido. – Pen deu a ele um beijo na bochecha. – Tchau.

Rossi esperava Penelope e Derek voltarem das compras. Ele deu seu cartão e como dinheiro não era problema e o cartão poderia ser pago com a venda de 5 mil livros, ele não se importava.

Ele não iria levar o dinheiro para a cova de qualquer forma.

Quando a SUV de Derek parou, Penelope tinha uma sacola nas mãos para ele.

— Eu comprei apenas o básico hoje. – Ela entregou. – Eu sei que você tem dinheiro, mas eu não pretendo falir você.

— Pen, onde conseguiu isso? – Rossi estava maravilhado com o pequeno conjunto de uísque que ela comprara para ele. – Eu procurei em vários lugares, mas eu não achei.

— Uma dama nunca revela seus segredos. – Ela deu um beijo carinhoso na bochecha dele e saiu com Derek depois de entregar o cartão de volta. – Tchau, pai.

Dave entrou em casa e colocou o presente em uma de suas cristaleiras. Era um dos muitos motivos que ele amava Penelope como uma filha.

Penelope e Derek descarregaram as sacolas e os dois se recolheram para praticar um pouco as posições do livro novo.

Eles mal viam a hora de fazer algo assim no carro deles.