Oneshots Criminal minds Parte 4
111 Strawberries With Cream
Luke havia convidado Penelope para sair. Apesar de querer fazer uma reserva em um restaurante chique, ele decidiu usar o terraço de seu novo prédio. Ele sabia que como ele morava no último apartamento, o lugar era todo dele.
Foi exatamente pensando nisso que ele comprou o apartamento com o terraço.
Pegando duas cadeiras e uma mesa, ele montou um pequeno espaço para que ele e Penelope desfrutassem da privacidade e das luzes da cidade com calma. Ele comprou comida vegetariana para ela. Havia inclusive um bolo de chocolate.
Ele colocou duas velas em cima da mesa e conseguiu um rádio com uma música que ele adorava cantar pensando nela.
Penelope se arrumou antes de tocar a campainha. Ela estava vestida com um vestido preto tubinho e com saltos dourados.
Luke nunca vira algo tão bonito como Penelope quando ele abriu a porta para ela.
— Você está maravilhosa. – Luke a viu sorrir. – Vamos entrando?
— Obrigada, Luke. – Penelope deixou sua bolsinha sobre o sofá dele. – Bonito seu apartamento novo. Parece bem aconchegante.
— Sim, é perfeito. – Luke estava apaixonado pelas pernas de Pen. – Você aceita algo para beber?
— Apenas um suco por enquanto. – Penelope se sentou e deu um sorriso para Luke. – E onde está a pequena Roxy?
— Ela está com meus pais por enquanto. – Ele trouxe suco de laranja para ela. – Sempre achei que você era mais de vinho.
— Eu vim dirigindo. – Penelope sorriu enquanto o suco descia por sua garganta. – Quando eu vou conhecer seu lindo terraço?
— Agora, se você quiser. – Luke pegou a mão dela delicadamente. – Vamos?
— Sim. – Penelope sorriu enquanto subia as escadas e percebia que ele havia enfeitado com pequenos vasos de cravos. – Cravos, não é?
— Sim, eu os acho maravilhosos. – Luke não conseguia deixar seus olhos não vagarem pelo corpo de Penelope. – Chegamos.
Penelope sorriu para a beleza do lugar. Havia uma corrente de flores formando um triangulo e no meio uma mesa para dois.
— Luke, é perfeito. – Penelope sorriu para o lugar. – Você fez sozinho?
— Bem, tive ajuda da minha mãe. – Luke afastou a cadeira, deixando Penelope se sentar, antes de empurrar ela para perto da mesa. – Eu comprei comida vegetariana porque eu sei que você não come carne.
Penelope sorriu. Ninguém teve esse cuidado que Luke estava tendo com ela. O último encontro foi um fracasso quando o rapaz pediu peixe para ela e ela recusou.
— Isso é muito atencioso, Luke. – Penelope sorriu. – Eu realmente aprecio ele.
— Sempre o melhor para a minha garota. – Luke corou, mas viu Penelope sorrir com a declaração. – Desculpe, acho que foi meio exagerado.
— Eu gostei. – Penelope comeu o resto de sua refeição e depois abriu um dos biscoitos da sorte. – “O grande amor da sua vida pode estar diante de você”.
Luke a viu sorrir e decidiu encerrar a refeição. Ele tinha feito um lugarzinho todo estofado em cima de uma grade desativada.
— As luzes são lindas. – Penelope sorria como se estivesse cada vez mais encantada. – Eu só queria descobrir o que cada pessoa está fazendo agora.
— Você quer dançar? – Luke perguntou de repente. – Eu tenho uma música aqui.
Penelope assentiu, sabendo que ela não se arrependeria daquilo.
Luke foi até o rádio e colocou a música que ele amava. Estendendo um braço para ela, ele a puxou quando os primeiros versos de “More Than Words” começou a tocar.
Penelope podia sentir cada musculo do corpo dela relaxar nos braços de Luke.
— Você é tão linda. – Luke começou a se declarar. – Eu tenho que confessar. Eu te amo tanto que as vezes eu fico acordado pensando em como a gente seria juntos. Seus cabelos macios, seus lábios vermelhos me chamando, seus olhos delicados e até suas orelhas com esses brincos perfeitos.
— Luke... – Penelope foi interrompida por Luke a beijando.
No começo ela não sabia como reagir, mas depois, ela relaxou e colocou as mãos na cintura dele e se permitiu aproveitar aquele beijo.
Luke levou suas mãos para o traseiro dela e começou a puxar Penelope delicadamente para baixo, no apartamento principal.
Ele desfez os botões do vestido dela e o puxou pelos braços, a expondo para ele. Ele ficou impressionado pela beleza dela e por ela não parecer nem um pouco envergonhada de seu corpo.
Penelope deu um salto de confiança e o beijou, praticamente rasgando a camisa dele.
Ela o jogou na cama e começou a tirar o sutiã dela, o jogando para ele. Penelope Garcia era uma deusa e ela não se intimidava mais. Retirando a calcinha pelos pés, ela agora estava exposta totalmente para Luke.
— Meu Deus, você é perfeita demais. – Luke deu atenção aos seios dela. – Perfeita demais.
— Obrigada, Luke. – Pen o jogou de volta na cama. – Agora eu quero algo.
Ela abaixou a roupa intima de Luke e levou seu membro na boca.
Esse foi o ponto final dos desejos e o ponto inicial para uma vida cheia de aventuras.
Eles fizeram amor por três vezes antes de caírem no sono um do lado do outro.
Na manhã seguinte, Luke acordou e sorriu. Penelope coberta apenas por um lençol, que emoldurava o corpo dela como se ela fosse uma pintura.
Ele a beijou nos lábios e colocou uma cueca para evitar ser pego desprevenido. Pegando um pão, ele fez torradas, colocou uma rosa em uma garrafa de vidro com água, colocou café, geléia e um pouco de manteiga.
Penelope acordou sozinha no quarto de Luke. Ela levou um tempo para lembrar de todos os eventos, mas quando o fez, abriu um sorriso.
A porta se abriu e revelou Luke levando o café para ela.
Ele era bom demais para ela.
— Bom dia, gatinha. – Luke beijou Pen nos lábios. – Depois das calorias gastas ontem à noite, eu achei que você precisava comer algo.
— Obrigada, Luke. – Ela sorriu ao ver o pão cortado em forma de coração. – Isso é tão romântico.
— Bem, digamos que isso é apenas uma amostra do que você pode ter ficando comigo. – Luke a olhou com amor. – Isso é, se você aceitar ser minha namorada.
— Tem certeza que pode lidar comigo? – Pen brincou com Luke. – Eu tenho manias.
— Eu vou te amar mesmo que você use máscara de lama na cara antes de dormir. – Luke sentiu Penelope dar um soco no ombro dele. – Ei, cuidado, garota.
— Eu também te amo. – Penelope comeu um pedaço da torrada e deu o outro para Luke. – Você por acaso tem morangos? E chantilly?
— Eu tenho sim. – Luke sabia o que ela queria fazer. – Eu vou fazer um estoque deles.
— Que bom, porque eu tenho fantasias que precisam ser feitas. – Penelope o beijou. — Mas vamos começar com morangos e creme.
Aquele dia foi gasto fazendo amor e olhando o sol e as estrelas. Roxy apareceu quase no final do sábado e compartilhou uma felicidade com o mais novo casal.
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