Oneshots Criminal minds Parte 4
116 Love Is Everything
Aquele dia em questão parecia complicado para a equipe. Penelope e Derek haviam buscado por uma folga há algum tempo.
Eles queriam fazer uma viagem a Califórnia antes do casamento dos dois. Derek e Penelope estavam namorando há quase seis meses antes que ele a pedisse em casamento na frente da torre Eiffel.
Foi tão simples que Penelope ficou feliz. Ele havia acabado de fotografar Penelope na frente da torre e entregou a caixinha para ela, capturando a felicidade dela em uma foto perfeita que agora ficava sobre a mesa dele.
— Então, que tal você me levar para a casa onde seus pais viviam? – Derek envolveu os braços ao redor de Penelope. – Eu quero ver fotos da jovem Penelope.
— Talvez a gente cruze com Carlos por lá. – Penelope viu que Morgan estava evitando tocar no nome do cunhado dele e com razão. – E eu sei que você e ele não estão em paz agora.
— Bem, acho que a culpa de tudo isso é dele, se você quiser saber. – Derek colocou uma última blusa na mala. – Mas não vamos falar sobre ele. Vamos falar sobre os dias perfeitos juntos pela boa e velha Califórnia.
— E quem sabe dar um pulo em Las Vegas, casar com um imitador do Elvis, eu vestida de noiva e você vestida de John Travolta. – Penelope foi puxada para a cama por um Derek muito excitado. — O que acha meu amor?
— Isso é um convite? – Derek a beijou. – Porque garota, eu estou querendo isso nesse momento.
— Eu acho que vamos ter de esperar. – Penelope se levantou e arrumou o cabelo. – Tem certeza que pode lidar comigo nesse voo?
— Bem, eu não vou reclamar se você me arrastar para o banheiro. – Derek a segurou e beijou seu pescoço. – E Deus, eu estou contando com isso.
— Você tem um lado safado, Morgan. – Penelope se olhou no espelho. – E eu gosto disso.
Os dois finalmente terminaram de arrumar as malas e fecharam a casa. O táxi os esperava e os levou diretamente para o portão certo.
Depois que Morgan pagou a corrida, Penelope deu uma passada breve na loja do aeroporto. Ela viu algumas caixas de um novo tipo de teste de gravidez e comprou duas. Além disso, duas garrafas de água e um café para cada um.
Derek sorriu vendo a esposa chegar ao seu lado. Ele a puxou para seus beijos assim que ela se sentou.
— Você demorou, minha mulher. – Derek ficou de olho em possíveis seriais killers presentes. – Estou aqui para te proteger.
— Eu sei. – Ela sabia que ela poderia se proteger, mas ter Derek ao lado dela era reconfortante de qualquer forma. – Está na hora do nosso voo.
Derek gemeu ao ter que se afastar dela. Ele sentiu falta do beijo dela. Mas pegou a mala e os dois foram para o avião.
Carlos esperava com seu irmão, Eddie no aeroporto. Ele mal conseguiu acreditar que sua irmã resolveu voltar a Califórnia depois do que ela fez.
Eddie, no entanto, estava feliz pela visita da irmã e do noivo dela. Ele sempre ouviu coisas boas a respeito de Derek.
— Não sei porque diabos ela voltaria aqui. – Carlos reclamou. – Quero dizer, ela nos traiu.
— Pare de ser um bebê chorão, Carlos. – Eddie olhou para o irmão. – Se não quer estar aqui, pode ir.
Carlos apenas foi até uma das cadeiras e a contragosto se sentou.
Penelope e Derek chegaram a Califórnia. Eles pareciam cansados, mas ela conseguiu correr e abraçar Eddie.
— É bom ver você, irmão. – Pen sentiu o carinho do homem. – É bom ver você também, Carlos.
— Está bem. – Carlos não a abraçou. – E você deve ser o homem que vai se casar com ela.
— Sim, e Penelope foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. – Derek cruzou os braços. – Quer saber? Ela estava ansiosa para vir ver se você já tinha deixado de ser um bundão, mas com certeza você ainda é.
Carlos saiu andando e Eddie apenas revirou os olhos. Ele sim sabia dar valor a Penny.
Se passou uma semana. Pen e derek estavam prestes a ir embora. Raffe e Manny tinham vindo e a cumprimentado, conhecendo Derek e rido de algumas situações com sua irmã.
Derek mudou as passagens diretamente para Las Vegas. Ele sabia que a equipe ainda queria um casamento entre todos, mas não pode deixar de querer um em Vegas. Só eles e um Elvis falso.
Os dois chegaram a Vegas e foram comprando pequenas coisas para a cerimônia. Até mesmo um véu Penelope comprou para o visual de noiva. Eles foram de carro até a capelinha.
— Estamos reunidos aqui para unir duas almas gêmeas. – O imitador de Elvis começou. – Derek, você aceita Penelope como sua única musa da vida?
— Aceito sem dúvida. – Derek sorriu para ela.
— Penelope, você aceita Derek como seu Deus do Rock? – O homem perguntou a ela.
— Sempre. – Penelope respondeu feliz.
— Pelos poderes investidos a mim pelo estado de nevada, eu os declaro marido e mulher. – O homem começou a mexer as pernas. – Pode beijar a noiva.
Derek puxou Penelope para seus braços. Agora sim, ele poderia ser totalmente dela, não que antes não fosse.
Eles acabaram em um hotel da região e fizeram amor duas vezes antes de se sentirem saciados.
— Em breve, vai ser difícil fazer sexo. – Pen viu Derek a olhar. – Eu fiz um teste de gravidez enquanto estávamos na casa de Eddie e deu positivo.
— Por que não me contou? – Derek a olhou com carinho. – Deus, eu teria pego menos forte com você.
— Está tudo bem, seu bobo. – Penelope o fez se deitar e o montou. – Agora somos casados, sabe? E eu sempre quis ter um bebê com você mesmo.
— Quando voltarmos vamos deixar todos descobrirem por si mesmos. – Derek a viu acenar positivamente. – Quero que tudo seja perfeito.
— Vai ser engraçado. – Penelope segurou Derek mais perto e o ritmo do coração dele a fez relaxar. – Eu te amo, sabe?
— Eu te amo, também. – Derek disse a ela, fechando os olhos. – Boa noite, Baby Girl.
— Boa noite, Baby boy. – Penelope sorriu.
Assim que eles voltaram, Hotch percebeu que havia algo de diferente em ambos.
Ele não estava muito afim de fazer alarde sobre gravidez ou casamento então apenas deu um sorriso.
— Parabéns para vocês dois. – Hotch apenas falou e seguiu seu caminho.
Derek sorriu para Pen e a ajudou a se sentar na cadeira da sala dela.
— Eu vou levar você para almoçar depois, certo? – Derek a beijou. – Eu te amo.
— Obrigada, lindo. – Pen sorriu e começou a fazer suas pesquisas do dia. – Eu te amo também, ok?
— Até mais, deusa. – Derek sorriu e voltou para seu lugar.
Ele tirou um pequeno porta-retratos sobre a mesa e sorriu. Ele era um homem feliz e queria que todos o vissem.
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