Oneshots Criminal minds Parte 4
65 Encontro Duplo
Quando Reid conheceu Max em um lugar completamente diferente do que geralmente as pessoas se conheceriam – uma igreja -, ele logo caiu de amores por ela.
Havia algo na jovem mulher que o atraiu. Talvez o cabelo loiro ou o sorriso sincero. Ela sabia como tocar o coração do jovem doutor e tinha uma boa conversa.
— Eu acharia bem legal se a gente saísse para um encontro com Penelope e Derek. – Max havia chegado de uma festa de mulheres na casa de Penelope. – Reid, imagina, eu adoraria conhecer seus dois colegas.
Penelope e Derek haviam começado a namorar alguns meses antes deles dois e estavam quase de casamento marcado. Reid iria ser o celebrante, uma vez que seria um casamento na praia para o time e alguns amigos.
— Certo, vamos. – Reid sorriu quando aceitou. – Espero que Derek não faça piadinhas sobre nós dois.
— Penelope me garantiu que Derek não vai ousar fazer. – Max beijou Reid nos lábios e sorriu quando ele a colocou no colo. – Me leve para o céu.
— Seu desejo é meu comando. – Reid a beijou e a levou para o quarto.
Eles fizeram amor naquela noite, pensando em apenas o quanto um amava o outro. Era nítido nos dois o quanto eles eram importantes um para o outro.
Reid se arrumou quase como se fosse para um casamento até que Max o ajudou a relaxar. Ela substituiu o colete de sempre por uma camiseta de botão cor azul, uma calça mais informal e tênis.
— Você está lindo, meu pequeno Einstein. – Max deu uma voltinha e parou de propósito. – E como eu estou?
— Boa para comer. – Reid se assustou quando disse as palavras. – Eu acho que me transformei em um cafetão dos anos 50. Você sabia que eles diziam essas frases para as prostitutas que gerenciavam em clubes disfarçados de dança? Era terrível. Elas eram exploradas.
Max sorriu. Ela não se importava em ouvir as coisas que Reid dizia. Era como ter seu próprio professor de história, geografia e matemática.
— Eles não era você, meu pequeno gênio. – Max limpou uma sujeira invisível de Spencer. – Perfeito.
— Eu também acho você perfeita. – Reid fechou a porta e abriu a do carona. – Minha princesa.
— Um cavalheiro erudito. – Max bateu os cílios para ele. – Eu conheço um rapaz que vai ganhar algo especial.
Reid ficou enriçado apenas em pensar no que seria. Ele imaginou que fosse algo muito indecente pelo olhar que Max estava dando a ela.
Chegando no restaurante, Spencer encontrou Derek e Penelope esperando por eles. Max não era fácil com novas pessoas, mas com Penelope era diferente. Havia algo de especial nela. E o jeito fofo que tratava Reid, era ainda mais apaixonante.
— Então me contem, meus pombos de amor. – Penelope sorriu para os dois. – Como vocês se encontraram?
— Bem, eu tinha que ter uma conversa com alguém que não fosse sobre o trabalho. – Reid sorriu. – Então, eu acabei em uma igreja. Era como se algum tipo de força me puxasse para lá.
— Eu precisava de ajuda com um assunto da missa e Spencer se ofereceu para me ensinar. – Max sorriu, por cima de sua taça de vinho. – Eu vi esse rapaz oferecendo sua ajuda e eu disse “por que não”? E foi assim que eu e Reid começamos a namorar.
— Tão romântico. – Penelope tomou uma taça de suco de uva. – Certo, acho que eu e Derek vamos dormir.
— Mas já? – Reid sabia que Pen e Derek estavam fazendo algo para ele e Max ficarem sozinhos. – Antes do café?
— Sem café hoje, Reid. – Derek abraçou Max e depois Reid. – Estou feliz por você, menino bonito.
— Obrigado. – Reid abraçou Pen e viu os amigos irem para casa. – Você quer ir para um clube ou algo assim?
— Você está sendo galante hoje, Dr Reid. – Max o beijou e os dois chegaram a um clube logo ao lado do restaurante. – Aliás, adorei a companhia dos seus amigos. Penelope é tão fascinante...
— Uma taça de vinho tinto e uma cerveja, por favor. – Reid deu um sorriso quando viu Max pegando o vinho. – Agora, vamos deixar Penelope e Derek dormirem. Vamos falar sobre o que nós dois queremos.
— Eu quero beijar seus córneos. – Max brincou. – Beijar sua boca.
— Eu... – Reid foi interrompido por Max que deixou a cerveja sobre o balcão e seu vinho e o beijou. – Meu, todo meu.
— Minha, toda minha. – Reid pagou pelas bebidas e bebeu todo o resto de sua cerveja e Max bebeu seu vinho, antes de saírem juntos.
Eles entraram em casa, trocando as pernas e se beijando. Eles nem chegaram ao quarto. O sofá espaçoso de Reid foi o lugar onde eles fizeram amor naquela noite.
Reid olhou para Max traçando círculos invisíveis e sorrindo.
— Eu te amo, Reid. – Max apoiou a cabeça no ombro de Spencer, o fazendo sorrir com a declaração sincera.
— Eu também te amo, Maxine. – Reid sorriu, usando o nome completo dela. – E adoraria ser seu para todo o sempre.
— Espere, você está me propondo casamento? – Max perguntou, nervosa e ansiosa.
— Eu sei que ainda é muito cedo para uma aliança, flores e cartões, mas eu ainda quero fazer você minha. – Reid sorriu. – Se você quiser ser minha.
— Reid, nunca é cedo para ser a única dona do seu coração. – Max deu uma risadinha. – Mas ainda é cedo e eu queria ver o nascer do sol.
— Vamos então. – Reid se levantou e colocou uma calça de pijama solta e Max colocou uma das blusas dele e os dois saíram na janela do apartamento de Reid. – Eu aluguei esse apartamento justamente porque eu poderia ver o nascer e o pôr do sol.
— É um lugar lindo, Spence. – Max se apoiou no peito de Reid e bocejou. – Você acha que algum dia teremos um bebê?
— Eu sempre pensei em ter filhos. – Reid viu Max o olhar. – Mas nunca achei a mulher certa. Mas aí você apareceu e eu sempre sonho em um pequeno ou pequena correndo por aqui.
— O que você acha de tentarmos ainda mais? – Max sorriu ao ver Reid levantar e a colocar em seu colo. – Você é incurável, Dr Reid.
— E você senhorita Maxine, é a doença que eu nunca quero encontrar a cura. – Reid levou Max para o quarto, mostrando o quanto amava a mulher atualmente em seus braços.
Aquele final de semana foi passado daquele jeito. Na cama ou vendo alguma série de mistério na televisão. Reid fez uma macarronada o que deixou Max ainda mais surpresa por ele ser um homem com qualidades.
Não precisa ser um mágico para saber que Max logo ficou grávida de Spencer. E Reid se tornou um homem de família, a levando para o altar, não só por causa da gravidez, mas porque ele precisava dela para a vida.
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