Oneshots Criminal minds Parte 4

125 Agente Especial Supervisora Penelope Grace Alvez


Penelope não podia estar mais feliz em acordar naquela manhã. Depois de se casar com Luke em uma capela de casamentos em Las Vegas, ela decidiu que agora era hora de voltar para a BAU.

Verdade seja dita, o novo emprego dela era sem graça e mesmo que ser agente do FBI fosse bastante enervante pela quantidade absurda de corpos que ela tinha que ver, ela ainda preferia.

— Bom dia, senhora Alvez. – Luke a beijou. – Estou tão feliz por a gente ter se casado.

— Sim, você já deixou claro que gostaria de ter se casado naquele primeiro dia no elevador. – Penelope sorriu para ele. – Sabia que mudaram as regras de namoros no FBI?

— Sim, é por isso que eu tenho uma proposta. – Luke ficou sobre ela, apenas em sua cueca. – Volta para o FBI comigo?

— Sim, eu já estava pensando nisso. – Penelope o beijou. – Mas eu quero ser um pouco mais que analista técnica.

— É por isso que Emily mandou esse novo contrato. – Luke retirou os documentos de dentro do armário. – Acho que ela já sabe que você quer voltar.

— Hum... – Penelope jogou o contrato sobre a mesa de cabeceira. – Mas a gente ainda tem um tempo para se arrumar e quem sabe um banho.

— Eu adoraria dividir esse tempo com você. – Luke a levou para o banheiro e fechou a porta.

De dentro do banheiro, pequenos gemidos de paixão eram ouvidos e Luke estava se sentindo nas nuvens por finalmente fazer Penelope sua.

Na BAU, Emily preparava a mesa de reuniões. Desde a saída de Penelope eles tiveram que lidar com casos longos. Ela recebia pequenos email com informações que se pareciam com as que Penelope sempre encontrava para eles, mas o e-mail era desconhecido.

— Você sabe onde estão as canetas? – Emily bateu na sala de Dave. – Olha, eu sei que você está saindo, mas eu realmente gostaria de uma pequena ajuda nisso.

— Eu só estou me aposentando. – Dave levantou as mãos defensivamente. – E não porque Penelope está de volta. Mas acho que estou velho demais para isso.

— David Rossi, você não está velho. – Penelope apareceu na porta. – E eu o proíbo de falar isso.

— Kitten! – Dave foi abraçar Penelope. – Eu achei que você não chegaria até depois do meio dia.

— Eu tenho meus meios. – Penelope abraçou Emily. – Oi, chefe.

— Penelope, vejo que o ar de Las Vegas lhe fez muito bem. – Emily sorriu. – Então, Luke conseguiu resolver o problema dele?

— Bem, sim. – Penelope ergueu a mão esquerda e mostrou o anel. – Nem ficamos noivos. Ele me pediu para fazer uma loucura e eu disse porque não.

— Penelope Garcia como eu vivo e respiro. – JJ a abraçou. – Ou eu deveria dizer, Penelope Alvez.

— Sabe que teremos que levar a sua esposa para bebidas. – Emily puxou Penelope e Luke para o escritório. – Falando sério agora. Eu lhe pedi para voltar antes de saber que era de sua vontade voltar.

— Bem, eu não posso dizer que meu novo trabalho é ruim, mas eu fico cada vez mais sozinha por lá. – Penelope olhou para Luke. – E depois, tudo o que eu gosto está aqui.

— Esse novo acordo do FBI garante que você não seja apenas uma simples agente ou analista. – Emily a viu abrir. – Você será promovida a agente supervisora. Poderá fazer seu próprio horário, escolher entre ir ou ficar nos casos...

— Eu abandonei a BAU. – Penelope nem havia terminado de ler. – Por que isso parece uma recompensa?

— Porque depois que você saiu, todos os analistas que passaram por aqui foram horríveis e percebi que fui burra em não lutar por você. – Emily se levantou. – E com a saída de Dave, esse lugar precisa de alegria.

— Conte como feito. – Penelope sentiu Emily a abraçar.

Luke ficou um pouco de longe. Ele se sentia nas nuvens agora que a musa de sua vida e agora esposa havia retornado.

Tara e JJ correram em direção a Penelope quando ela saiu da sala de Emily. Reid se aproximou e passou os braços ao redor dela. Ele beijou suas bochechas e sorriu. Matt a abraçou com os olhos cheios de lágrimas.

Dave a abraçou e beijou sua testa e Emily a envolveu em seu abraço carinhoso.

Luke se aproximou, não se importando em quem o via e a beijou nos lábios. Todos bateram palmas para o mais novo casal.

Rossi entrou em seu escritório antes de fechar essa parte de sua vida. Ele iria continuar visitando e dando consultorias, mas no que se dizia a respeito de ir para o campo, ele deixaria para os mais jovens.

Penelope abriu a porta de seu mais novo escritório. A antiga sala de Derek agora seria onde ela estaria fazendo seu trabalho. Ela havia colocado uma mesa do lado de sua mesa para que Luke trabalhasse com ela.

— Chegamos. – Penelope ligou as luzes e viu a parede cheia de fotos dela e do time. – Isso é muito carinhoso.

— Eu sei. – Luke a admirou entrar com suas coisas de volta. – Você parece perfeita nesse vestido.

— Comporte-se e quando chegarmos em casa, eu vou te fazer carinho. – Penelope se sentou e ligou os computadores. – Vem aqui.

Luke caminhou até ela e a beijou. Ele precisava de todo o amor para o primeiro caso.

— Com licença, agente Alvez, senhora Alvez. – Anderson entregou um pacote. – Penelope, suas novas credenciais e o passe de estacionamento.

— Obrigada, Anderson. – Penelope o esperou sair e abriu o pacote. – Veja Luke.

— Agente especial supervisora Penelope Grace Alvez. – Luke a tocou. – Você tem uma arma, garotinha?

— Eu tenho uma, mas nunca vai ver ela aqui. – Penelope o beijou. – Que tal trancar a porta, fechar as cortinas e abaixar as luzes?

— Penelope, você prometeu não me provocar. – Luke se jogou no sofá e a puxou para ele. – Sua menina safada.

— Penelope, eu... – Reid olhou para os dois e depois literalmente saiu da sala. – Desculpe, eu deveria ter batido.

— Não, Spencer. – Penelope ajeitou a roupa. – Eu deveria ter trancado a porta.

— De qualquer jeito, eu só queria entregar isso. – Reid entregou um pacote decorado com nuvens. – Minha mãe adorou conversar com você quando eu estava no hospital. Ela me perguntou se você era minha namorada.

— E como ela está? – Penelope se sentou e abriu o pacote. – Spencer, é mágico. E muito lindo.

— Ela está bem na medida do possível. – Reid sorriu. – Ela viu isso quando viajamos para Paris. Ela disse que se lembrou de você.

— É um belo arco-íris, Reid. – Luke sorriu. – Obrigado.

— Sem problemas, Luke. – Reid olhou para os dois. – Aliás, parabéns, Penelope. Pelo casamento e pelo bebê.

Reid saiu da sala, sorrindo para a cara de choque de Luke.

— Surpresa! – Penelope sorriu e Luke a beijou.

Embora eles nunca tivessem tocado no assunto bebês, eles sabiam que queriam.

Penelope surpreendeu Luke mais uma vez no exame de três meses quando descobriu que não era apenas um bebê, mas dois. Duas lindas meninas que logo teriam os nomes de Alicia e Antonella.