Oneshots Criminal Minds
40 The last week of December.
Notas iniciais
Penelope sempre se sentia sozinha no Natal. Mesmo que Rossi a tivesse convidado para passar as festas com ele ou JJ tivesse feito o mesmo.
Ela foi para casa de qualquer jeito. Era dia 22 de dezembro e ela só queria fechar os olhos e acordar no dia cinco de janeiro.
Depois que Derek partiu para sua própria família e ela estava completamente sozinha, ela comprou pouca coisa. Sorvete para um filme ocasional, vinho para o Natal e salada e peixe para o Natal. Nada complicado.
Todo natal agora era assim. Ela só não contava com Luke.
O homem latino que também não tinha compromisso e pessoa para passar o natal. Ele soube por Spencer que ela sempre passava as festas sozinha então um plano foi formado.
Ele conseguiu uma ceia vegetariana para ela e um pouco de carne para ele e Roxy. No dia 22, ele preparou tudo e partiu às cegas para a casa ela, com Roxy a tiracolo.
Ele bateu na porta dela e esperou. Seu coração batia uma milha por hora, suas mãos suavam e Roxy parecia levemente agitada também. Era como uma sincronia entre dono e cadela.
— Penelope? – Luke chamou. – Vamos lá Garcia, eu sei que você está em casa.
Nenhuma resposta. Parte porque Penelope estava em um misto de choque e descrença. Luke estava em sua porta dias antes do natal.
Ela colocou um robe, casto e foi atender a porta, tentando não mostrar a camisola de seda fina que ela vestia.
A porta foi aberta e Luke a olhou da cabeça aos pés. Santo cristo. Ele suprimiu um gemido e a olhou. Ela estava tão quente que derreteria o gelo de fora.
— Eu pediria o que você quer, novato. – Ela começou. – Mas a bolsa e a Roxy já me dão uma certa noção.
— Eu vim passar o natal com você. – Seus olhos o trairiam e olhou para ela. – Nós queríamos saber se tudo bem.
— Passar o natal com Roxy? – Penelope sorriu. – Entre querida.
Luke fingiu tristeza, porém sabia que ela estava brincando. Ela fez um gesto para ele entrar na casa e foi para o sofá. Ela parecia tão linda com aquela camisola.
— Ei! – Penelope o fez voltar. – Luke, eu preciso me trocar.
— Não! – Ele gritou. – Eu, erm.... É sua casa, Penelope. – Ele foi rápido em corrigir. – Use o que quiser.
Ela o olhou surpresa. No começo, ela achou que ele iria ficar enojado, mas o olhar foi de... Excitação?
— Luke Alvez. – Ela disse o nome completo. – Eu não me sinto confortável com essas roupas na sua frente.
Ele precisou de um plano rápido. Deus o perdoe, porém ele a queria naquela camisola.
Avançando rápido, ele a pegou nos braços e a beijou tão desesperado no começo. Ela bem que tentou resistir, em um misto de choque e perplexidade, mas depois ela deixou tudo de lado e respondeu ao beijo.
Passando as mãos por baixo da camisa dele, ela ouviu o gemido de aprovação dele. Ele por sua vez, levantou a camisola e colocou as mãos nas costas dela por baixo da camisola.
— Pen. – Ele a olhou. – Você realmente quer isso?
— Cale a boca. – Ela o beijou. – E faça amor comigo.
Esse não era o plano inicial dele, mas ao ver a mulher de seus sonhos em uma roupa pecaminosa, ele esqueceu de tudo e simplesmente aceitou. Roxy dormia tranquila em seu canto.
Luke voltou a beijar Penelope, tão avido e faminto quanto a primeira vez. Ela era a sua nova droga de escolha. Ele lembrou de quando ouviu um dos agentes de contraterrorismo falar tão repugnante dela. E do soco que ele deu para o mesmo agente.
Ele queria mais acesso e a olhou nos olhos. Ele iria devagar se ela pedisse. Quando a autorização veio em um olhar, ele puxou a camisola por cima dela. Ele engasgou. Ela era simplesmente linda. Seios redondos e fartos, um belo traseiro igualmente redondo e aquelas roupas intimas que ela usava....
— Terra para Luke. – Ela o chamou. – O que está na sua cabeça, latino meu?
— Você. – Ele chegou mais perto. – Eu acho que você, senhorita Garcia é meu novo vicio.
— Bom. – Ela tirou a camisa dele também. – Acho que é reciproco.
Eles não se lembravam mais do que isso. Algumas partes eram complicadas para ambos. E eles nem tinham bebido nada. No momento que Luke acordou já eram quase meio dia.
Ele teve medo que a noite fosse um sonho erótico maravilhoso, mas ele sentiu o corpo dela pressionado contra o dele.
Ela estava nua e deitada perto dele. Esse foi o melhor presente de Natal de todos os tempos. Passando uma mão pelos braços dela, ele perdeu alguns minutos para traçar contornos invisíveis pela pele pálida e macia dela.
Ele começou a memorizar cada pedaço dela. Ela dormia feito um anjo. Deus o abençoe se ele pudesse acordar o dia todo com ela.
— Shi. – Ele colocou um dedo nos lábios em direção a Roxy. – Vem.
Roxy entrou no meio dos dois e Penelope gemeu quando ele se afastou o suficiente para Roxy deitar entre eles.
— MMM. – Penelope gemeu com Roxy se acomodando. – Bom dia bebezinha.
Ela fez carinho na cachorrinha e Luke sorriu com a cena entre as duas mulheres de sua vida.
— Bom dia, amante. – Ela disse para Luke, ainda de olhos fechados. – Você não é um sonho, não é?
— Depende de qual sonho. – Ele se aproximou, abraçando Roxy e Pen ao mesmo tempo. – Esse é o meu sonho há alguns anos.
— Dois anos novato. – Ela brincou, abrindo os olhos. – Eu acho que preciso de algumas roupas.
— Bobagem. – Ele deu um beijo nos lábios dela. – Eu adoro te ver nua, Penelope.
— Achei que você fosse ficar enojado. – Ela tinha uma tristeza no olhar. – Todos ficam quando fica de manhã.
Luke não sabia o que dizer. Se ele achasse todos os “eles” que ela se referia, Luke os faria pagar. Penelope era uma pequena deusa, porque se ele disse grande, ele ficaria ainda mais excitado.
— Porra. – Ele exclamou. – Penelope Garcia, o que você faz comigo logo de manhã.
— O que? – Ela fez um beicinho fofo. – O que quer dizer isso?
— Que eu pareço um adolescente de novo ao seu lado. – Ele falou, tentando fazer ela entender. – Eu estou excitado e nem tomamos café da manhã ou almoçamos ainda.
A risada dela fez Luke corar ainda mais. Ele nunca havia perdido tamanho controle.
— Roxy. – Luke disse calmamente. – Acho que você precise ir a sua caminha agora.
A cadelinha sabia o comendo. Calmamente ela se levantou e correu até sua caminha e dormiu.
Luke chegou perto de Penelope ela puxou gentilmente contra ele.
— Então. – Ele começou a acariciar as pernas dela. – Programação dessa semana?
— Cama. – Ela disse rapidamente. – Um amante latino, sua cadelinha e chocolate quente.
— Acho perfeita. – Ele deu um chupão indecente nela. – Vou adicionar comprar presentes para a equipe na lista. Porque se ficarmos nessa cama, eu acho que você precisara de férias.
— Deus. – Ela suspirou. – Eu sou uma puta, não sou?
Ele levantou e a olhou descrente com o auto xingamento.
— Por que diz isso? – Ele não entendeu. – Oh não, senhorita. Você vai dizer agora porque se chamou de puta.
— Você veio ao meu apartamento para o natal. – Ela disse rapidamente. – Não para ver uma geek nua.
— E se isso for um bônus? – Ele a fez se deitar e se segurou em cima dela. – Confesso que eu queria passar o natal com você e Roxy. Mas quando eu a vi naquela camisola.... – Ele gemeu longamente. – Tudo que eu pensei era em como ela ficaria no chão e você toda aberta para mim.
— Convencido. – Ela o beijou. – Eu também te imaginei nu, se isso ajudar.
— Você e essa boquinha suja. – Ele passou um braço pelo corpo dela. – Alias, isso me lembra que você um dia disse que suas orelhas são quentes igual ao seu corpo. Eu quero ver se isso é verdade.
Descendo uma mão boba pelo corpo dela, Luke suspirou. Ele tinha uma ereção muito antes de tocar nela e agora, digamos que ele estava quase chegando apenas com o toque dela em seu abdômen.
Ele se posicionou na entrada dela e depois de um aceno de confiança, ele entrou nela. Parando um minuto, para deixar ela se ajustar, ele admirou o prazer que ela deixava transparecer, chupando um de seus pequenos picos.
— Deus. – Ele precisava se mexer. – Me deixe te possuir, Penelope.
— Por que a demora? – Ela disse, em um tom sexual. – Eu quero sentir você.
A cama rangendo foi o único som além dos gemidos dos dois no apartamento. Roxy dormia. Eles terminaram e se enrolaram perto.
— Descanse bonita. – Ele beijou sua testa. – Você foi maravilhosa como sempre.
Um ronco suave escapou dela. Ele sorriu e se aconchegou mais perto dela. Ele não queria outra coisa na vida.
Nenhuma outra mulher o satisfaria como ela.
Quando o dia de natal chegou, Luke estava lá, como prometido. Ele abriu a bolsa que ele havia levado com ele e tirou uma pequena caixinha de joia dela. Estava embrulhada em papel natalino e ele esperava ver duvidas nela.
Seria cedo para um anel de compromisso? Talvez, ele pudesse aguentar um “eu vou pensar” se isso o mantivesse com esperanças.
— Luke. – Ela chamou e ele foi até ela. – Acha que esse vestido é bom para ir à missa?
— Não. – Ele envolveu seus braços nela. – A menos que você queria dar ao padre um ataque cardíaco de sensualidade. E isso é tudo para mim.
Ela vestiu roupas mais castas para a missa, ainda assim, Luke estava com outras ideias.
Eles chegaram à casa dela. Pegando o anel, ele esperou não estar cometendo um erro grande.
— Feliz natal. – Ele deu o anel. – Eu sei que é cedo e eu não sei se você quer, mas...
— Luke. – Ela estava apaixonada pelo anel. – É lindo. Eu adorei.
— Pen. – Ele tentou dizer a ela. – É um anel de compromisso.
— Sim. – Ela o olhou confusa. – E eu o acho lindo por me dar isso. Faz tudo parecer ainda mais excitante.
— Você quer isso? – Ele sentiu suas bochechas queimarem de paixão. – Tipo, sermos um item?
— Sim. – Ela o beijou. – Além disso, você vem com um bônus. Sua linda Roxy.
— Então é por isso que você me quer? – Ele brincou, envolvendo seus braços por trás dela. – Pela Roxy.
— Por ambos. – Ela girou e pressionou ainda mais nele. – Aliás, esse apartamento é grande para uma pessoa apenas e os natais ficam melhores com pessoas que a gente ama.
— Isso eu concordo. – Ele a beijou. – Vai ser o melhor feriado de todos.
— Não tenho dúvida. – Ela o empurrou para a cama. – Nenhuma.
Quando a equipe voltou no ano seguinte, as coisas entre Penelope e Luke eram novas para eles. Reid e Matt os pegaram se beijando na mesa de Luke. Eles saíram sem uma palavra.
Até porque Reid começou a rir tão descontroladamente que Rossi precisou dizer algo triste para ele conseguir parar.
— Alguma novidade, Spencer? – JJ aguardava ansiosa as novidades.
— Penelope E Luke... – Ele citou a frase de anos antes. – Sentados na arvore.
— Não brinca. – Matt parecia saber a de Emily. – E eu pensei que nunca teríamos um escândalo aqui.
— Escândalo é a última coisa que vai ter. – Rossi começou a corar. – Se você não dizer a eles para manter o decoro aqui.
E eles mantiveram o decoro. Em parte, porque dava tempo suficiente para uma ida ao armário do faxineiro na pausa para o almoço. Ou ao banheiro do décimo andar.
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