Oneshots Criminal Minds
3 Hypnotizing you.
Notas iniciais
Por algum motivo não explicado, Spencer sugeriu a Emily que ela fizesse uma sessão de hipnose com todos os membros do BAU. Cada um tinha seus medos para superar e depois dos últimos tempos eles precisavam superar os obstáculos para continuar.
Todos se reuniram na sala de Emily e esperaram sua vez de irem para a de Rossi onde tudo estava acontecendo. Uma hipnoterapeuta fazia pequenas sessões para cada um, cada medo.
No final, se o resultado fosse positivo, eles agradeceriam e viveriam suas vidas. Matt foi o primeiro a ir. Seu pequeno medo de palhaços foi tratado. Ele não iria abraçar um palhaço, mas já era ao menos suportável.
Reid foi mais além e pediu para que ela o fizesse esquecer do Dilaudid de uma vez por todas. E conseguiu um resultado maravilhoso.
Rossi foi por seu medo de casamentos, o que acabou recebendo um conselho da moça para parar de se apaixonar depois de consumir álcool.
Emily foi para tentar esquecer seu recente sequestro por Mr. Scratch enquanto isso, Lewis foi para ter alguma paz depois daquela vadia na comunidade de teóricos da conspiração.
Luke foi apenas para acabar com seus recorrentes pesadelos. Ele finalmente poderia dormir em paz e ter seu tão merecido descanso.
Chegou a vez de Penelope e ela parecia a mais resistente de todos.
— Qual é, Pen? – Emily se sentou na frente dela. – Vamos, vai ser legal.
— Mas eu não tenho nada para esquecer. – Ela disse. – Eu acabei de superar meu tiro e eu ainda quero essa memória para nunca me arriscar outra vez.
— Então que tal tentar outra coisa? – Luke sugeriu. – Alguma outra coisa que você tenha esquecido.
— O que? – Ela gritou. – Eu nunca me esqueço de dizer algo.
— Por que não prova? – Luke sorriu. – Do que você tem medo? De revelar algum segredo dessa sua mente suja?
Penelope suspirou. Se ela não fosse, ela seria chamada de covarde.
— O quanto eu vou estar consciente? – Ela perguntou, ansiosa. – Eu vou ao menos estar acordada?
— Você vai estar acordada, mas qualquer coisa que aparecer na sua memória vai ser dita em voz alta. – A hipnoterapeuta respondeu. – Desde algo intimo e privado e tudo o que você responder quando perguntada.
— Certo. – Pen ainda tinha receio. – É seguro?
— Podemos combinar uma palavra chave se ficar melhor para você. – A mulher passou uma caneta para ela. – Qualquer palavra ou frase que você quiser, você precisa escrever aqui e vamos acertar na sua sessão.
— Emily e o Luke podem ficar? – Penelope perguntou. – Por favor?
— Certo. – A mulher concordou. – Você se sentiria mais segura assim.
Pen apenas concordou com a cabeça. Ela pensou em uma palavra que fosse trazer ela de volta. Ela pegou a caneta e o bloco e escreveu: Baby Girl. Ela se sentia segura com a palavra então seria aquela.
Deitando na poltrona, Penelope começou a relaxar. Ela podia ouvir as vozes da mulher e de Luke conversando com Emily.
— Certo Penelope. – A mulher começou. – Quanto eu contar até cinco, eu quero que você relaxe e deixa a cabeça e a mente flutuar. 1, 2, 3,4,5.
Penelope relaxou ainda mais. Ela não parecia estar por perto e se perguntou como era possível.
— Você pode me ouvir, Penelope? – A mulher viu Penelope concordar com a cabeça. – Muito bem. Algum de vocês gostaria de fazer uma pergunta a ela?
— Me diga a sua fantasia comigo Penelope. – Luke implorou. – Posso realizar para você. Apenas me diga.
— Você. Nu. Apenas com um sorriso. – Penelope disse. Apenas um sorriso.
— Certo Alvez. – Emily interrompeu. – Desimpinotize ela agora.
Ele fez o que ela mandou. Se agachando a frente dela, Alvez olhou para a hipnoterapeuta.
— Volte Baby girl. – A moça olhou para os agentes quando nada aconteceu. – Seja onde que você esteja Penelope. Volte. Vire-se e volte. Volte.
— O que está havendo? – Emily se desesperou. – Por que ela não está voltando?
— Ela está muito fundo nessa fantasia. – A mulher sabia o que precisava fazer. – Agente Alvez você vai precisar falar sujo.
— Qualquer coisa para trazer ela de volta. – Luke se ajoelhou na frente de Penelope. – Vamos fazer isso juntos, Pen. Você precisa voltar para mim. Eu quero que quando eu chegar em cinco você volte e não lembre de nada do que eu ou você disse.
Ele respirou e Emily e a terapeuta fizeram o mesmo. Havia uma grande chance de dar errado.
— 1.2.3.4.5. – Luke estalou os dedos.
Penelope abriu os olhos confusa com o que estava acontecendo. Ela não sabia porque se sentia triste ou ansiosa a volta de Luke, porém algo dizia a ela que havia uma grande chance de ela ter dito mais do que deveria.
— Você está bem, Garcia? – Emily colocou uma mão no ombro dela. –Precisa de ajuda?
— Eu preciso de espaço. – Ela se levantou e saiu correndo.
— Você disse que ela não se lembraria. – Luke disse em voz alta. – Por que mais ela sairia correndo?
— É diferente para cada pessoa. – A hipnoterapeuta falou. – Ela por ter sido a mais resistente pode, sei lá, ter feito um bloqueio.
Penelope simplesmente precisava sair dali. Agarrando sua bolsa, chaves e algum dinheiro ela saiu em direção a rua e ao parque do outro lado. Ela sabia que logo eles iriam procura-la e saberiam que ela não tinha ido tão longe.
Luke ainda pensava na fantasia que ela revelou. Ele não poderia dizer a ela simplesmente que tinha uma fantasia idêntica. Ele saiu do escritório depois de dizer a Emily que havia algo que ele precisava fazer e isso envolvia diretamente Penelope.
Subornando JJ, Luke pediu a chave reserva que ela tinha e disse que queria fazer uma surpresa para Pen. Na verdade, ele iria dar a ela sua melhor fantasia. Ele nu, apenas com um sorriso.
Ele entrou no apartamento dela e sorriu para a combinação de cores. Quase nem acreditou quando viu esse lugar. Ela estava de olho em um novo lugar há alguns meses e ele a ajudou a escolher.
Chegando ao quarto dela, ele começou a tirar a camiseta, depois os sapatos, meias, calças e por fim a cueca. Desligando a luz do lugar ele esperou que ela não se assustasse quando o visse todo nu. Ele sabia como ela era inocente.
Penelope pediu o resto do dia para Emily. Ela ainda estava com vergonha por revelar tudo aquilo na frente de sua chefe e do homem fruto de suas fantasias. JJ parecia nervosa e lhe pediu desculpas por qualquer coisa de errado, não especificando o que.
Ela entrou no novo apartamento quase perto do trabalho. Foi trabalhoso decorar com paredes roxo uva, mas deu muito certo no final. Era maior, cheio de cores e perto do trabalho. Uns cinco minutos de carro ou vinte a pé.
Entrando no apartamento ela encontrou outra chave na mesinha de cima. Era a que ela havia dado a JJ e entendeu o que queria dizer. Talvez JJ havia perdido as chaves do apartamento e um Unsub estivesse esperando no quarto de hospedes.
Ela abriu o vestido e começou a ir para o próprio quarto, dois quartos depois do primeiro. Se houvesse um problema ela teria tempo de se trancar. Luke estava quase pegando no sono, de esperar, mas iria valer a pena se ela aceitasse a proposta dele.
Ele queria mais do que apenas sexo com ela. Ele queria adorar cada parte dela até dormirem abraçados e satisfeitos, mas se ela dissesse não, seria não. Ele não era do tipo que forçava algo para prazer pessoal.
Penelope abriu a porta e notou o quarto escuro. Ela fechou a porta e tirou o vestido, alheia a presença do homem dos seus sonhos no canto. Ela não precisava de luz para se trocar embora.
Ela percebeu as roupas de homem na cama e se virou assustadas quando finalmente percebeu Luke a olhando com desejo. Ela estava apenas em uma calcinha cor de rosa com rendas e um sutiã correspondente cobrindo um pouco seus seios fartos.
— Meu Deus! – Ela gritou. – Luke. – Penelope agarrou uma toalha se cobrindo rapidamente. – O que está fazendo aqui? O que está fazendo sem roupas aqui?
— Eu vim realizar sua fantasia. – Ele apenas disse, casualmente. – Se você quiser é claro.
— Por favor esqueça aquilo. – Ela estava nervosa. – Eu tenho essa coisa desde que você entrou.
Luke a olhou parecendo faminto e ela se deu contado que falou e agradeceu que a luz era fraca porque ela corou um vermelho profundo.
— Então você tem esse desejo a tanto tempo. – Ele parou centímetros dela. – Bem, acho que posso realizar isso de uma vez.
— Eu não sei. – Ela não parecia segura. – Olhe para mim. Não sou do tipo que os homens escrevem canções.
— Mesmo? – Luke a puxou para ele. – Porque o que está a minha frente me deixa incrivelmente excitado.
Ela não disse nada. Ela estava meio nervosa por finalmente ter um nu Luke Alvez a sua frente e meia porque ela estava decidindo se seguia em frente.
Luke a puxou para frente do espelho, tirando a toalha que ela havia colocado nela e ligou a luz. Ela se encolheu.
— Está vendo o que eu vejo? – Ele perguntou a ela. – Eu estou vendo uma garota maravilhosa, com um corpo perfeito. Seios grandes e me deixe dizer que você nunca pareceu tão bonita quanto agora.
Ele abriu a parte de trás do sutiã enquanto a estudava através do espelho.
— Me diga para parar se você não quiser Penelope. – Ele pediu. – Porque uma vez que eu te ter na cama, eu vou adorar cada centímetro seu.
— Não pare Luke. – Ela quase implorou. – Eu quero você.
Ele a virou para ele e começou a se aproximar mais e mais dela. Ele arriscou um beijo enquanto terminava de abrir o sutiã. Quando seus seios apareceram ele soltou um suspiro.
— Acho que eu te quero mais agora. – Ele a conduziu para a cama. – Está pronta?
— Sim. – Ela estava esperando por muito tempo.
— Você me disse que me queria apenas com um sorriso. – Ele tirou a ultima peça que faltava. – Então eu também te quero apenas com um sorriso.
Abaixando a calcinha dela, ele gemeu de excitação. Ele colocou beijos pelo corpo dela, começando pelos seios dela, dando atenção aos biquinhos do peito passando pela barriga. Ele deu um trabalho especial a marca do tiro e começou a descer cada vez mais baixo.
Então ele chegou a um lugar que ela sentiria cada pequeno prazer. Ele começou a lamber a fenda dela dando atenção especial ao clitóris dela. Mesmo mordendo os lábios para não gritar alto, ela não conseguiu reprimir gemidos indecentes.
Ele ficou na frente dela por minutos apenas dando prazer a ela, esperando que quando fosse a vez dele, ela faria ele ir para o céu. Ele sentiu que sua respiração ficava mais alta e trabalhava e no minuto seguinte, ela gritou quando um orgasmo a atingiu.
Luke sentiu os sucos dela e se deliciou. Ela provou tão doce quando era todo o resto de seu corpo. Ele olhou para ela, se contorcendo nos lençóis e adorou como ela se apegava reuniu pedaços do lençol.
— Você está bem? – Ele perguntou.
— Eu não tive isso regularmente. – Ela estava no alto. – Foi intenso.
— Seria egoísta se eu pedisse uma prova do que você pode fazer com essa sua boquinha? – Luke pediu. – E você sabe o que eu quero dizer.
Ela se levantou e então se moveu para ele quando Luke se acomodou na cama. Envolvendo sua mão pelo membro dele, ela sabia que estava fazendo um bom trabalho quando ele gemeu satisfeito.
— Penelope. – Ele parecia em estado de graça. – Assim mesmo. Oh Deus.
Maliciosamente ela se ajoelhou e envolveu sua boca ao redor do seu membro. Luke soltou um gemido de prazer do fundo da garganta. Era sua própria fantasia se realizando. Os lábios de Penelope fazendo um vai e vem quente.
— Penelope. – Ele tentou formar frases. – Eu estou vindo. Se você não quer que eu goze na sua boca por favor pare.
Ela não parou. Alguns minutos depois todo o controle dele acabou e Luke despejou seu sêmen na boca dela. Ela limpou o pouco que caiu em seus seios e Luke a puxou para ele.
Nas próximas horas, eles ficaram fazendo amor em todas as posições que conseguiram.
Ela se tornou o vicio dele assim como ele se tornou o dela. Eles fizeram das folgas e fins de semana livres seus momentos prazerosos.
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