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9 Especial parte I Kristanna


Notas iniciais
Bom o Natal está chegando (25/12) e em forma de agradecimento a todos que me acompanham, vou fazer um especial de 4 contos e postarei todos hoje (23/12), mas só deixaria o Nyah soltar as fics no dia 25. Espero que gostem, essa é primeira fic. Ah mais um detalhe estou fazendo quatro, pois tem 8 ou 9 capítulos, mas são fics diferentes do mesmo casal, então peguei os 4 principais e vou fazer uma fic de Natal para cada um deles. Beijos com gosto de cupcakes azuis.

Natal, que época maravilhosa, cheia de alegria, festa, animação e retribuição. Sem falar na bagunça e na casa cheia de vida, agitada e com crianças correndo por todo canto.

Esse seria o primeiro natal em Arendelle após o “incidente de gelo”, Elsa e Anna estavam preparando as comidas para a ceia, Kristoff arrumava a casa, Sven e Olaf ficaram encarregados de chamar a todos para irem celebrar essa época tão importante no palácio com a rainha e a princesa.

Todos estavam animados, as crianças sorriam e tinham um brilho no olhar os adolescentes cuidavam das crianças, mas também aprontavam, os adultos se permitiam descansar e comtemplar a vista, já os idosos apenas sorriam com a cena e se recordavam de quando eram eles que tinham o brilho no olhar, depois das pegadinhas que faziam e pôr fim do quão gratificante era a hora do descanso.

Chegou o momento mais esperado do dia, a hora em que os convidados iriam adentar o salão e ter uma refeição digna de rei, no caso rainha, literalmente. Anna sempre pensava em todos os detalhes e dessa vez não fora diferente, havia peru, tender, pavê e muitos, muitos mesmo, doces com chocolate, ela também queria começar uma tradição, então pediu para fazer um discurso antes da ceia começar, Elsa é claro, amou a ideia da caçula.

Quando todos já estavam sentados, Anna se levantou e disse:

O natal sempre foi minha época preferida, a magia do natal é algo que só acontece uma vez por ano, não há nada melhor do que receber amigos e parentes em casa para uma refeição, é a época em que todos os sonhos são possíveis e todos os desejos, realizados.

É uma época em que os idosos relembram de todos os natais já comemorados, os adultos finalmente tem um descanso, os adolescentes fazem pegadinhas e se permitem ser quem realmente são e as crianças, bom as crianças tem esperança e tem um brilho no olhar, brilho digno de uma alma pura, sem maldade e que ainda não fora corrompida.

E eu sou muito grata pelo povo que temos aqui em Arendelle, por isso como forma de agradecimento não só ofereço esse jantar, como também tudo o que essa noite pode nos proporcionar de bom. E claro, os presentes.

Feliz Natal a todos

Feito o discurso todos a aplaudiram de pé e depois sentaram-se novamente, a ceia fora servida e todos puderam se deliciar não apenas com a comida, mas com a atmosfera ambiente, dizem que o natal é mágico, mas não o natal que é mágico, são as pessoas que o tornam mágico.

Todos estavam satisfeitos e chegara o momento de abrirem os presentes, Anna fez questão de ler todas as cartas e comprar o que cada um pedia ao Papai Noel. O preço a se pegar pelos presentes não importa, pois a alegria de todos ao receberem exatamente aquilo que pediram, os sorrisos, as lágrimas, os gritos, são coisas que dinheiro podem comprar.

Essa não fora a única surpresa que as irmãs haviam preparado, aliás ainda havia mais algumas surpresas, afinal é natal e todos são surpreendidos nesse dia. A primeira surpresa foi logo na hora de abrirem os presentes, Elsa havia convidado um dos guardiões para participar da festa e espalhar a magia do natal, e do gelo, por todo o ambiente.

Ao dar meia-noite as irmãs de Arendelle levaram todos os cidadãos e convidados para fora do palácio, quando a primeira badalada do sino soou meia-noite, os céus foram invadidos por diversas cores, azul, verde, vermelho, branco e amarelo, os fogos disparavam e alguns até formavam desenhos no céu límpido. Todos estavam que ninguém notou o sumiço do “senhor do gelo”, apenas Anna que foi atrás do amigo.

Surpresa, foi assim que ficou ao ver o trabalho que o amigo havia feito, Kristoff havia feito um mini altar branco, a estrutura fora contornada com lírios, e tinha somente uma rosa no espaço todo. A princesa também achou uma carta e a leu.

Eu precisava retribuir tudo o que você fez por mim e como sei que você não é nada tradicional, achei esse jeito, terá que me desculpar, mas a carta será meio clichê.

Antes de te conhecer eu morava com Trolls e meu melhor amigo era uma rena, é claro que Sven continua sendo meu melhor amigo, mas pelo menos falo com pessoas reais também, família é família e os Trolls são a minha, mas também a dormir fora de casa.

As flores são um símbolo, pode-se dizer que mais de um, bom os lírios representam a neve e tudo o que passamos no resgaste da sua irmã, a rosa vermelha é você, delicada por fora, mas uma verdadeira guerreira por dentro, e tem muita força também. E acabei aproveitando essa situação para deixar isso aqui um pouco mais clichê, gostaria também de dizer que as flores brancas são todas as pessoas com quem tentei mi relacionar, e a rosa foi a única pessoa que veio me procurar e a primeira a me aceitar, enquanto os lírios me julgavam, a rosa me defendia com toda a sua garra.

Anna eu sou grato eternamente por você, e sou tão grato quanto apaixonado por esse ser encantador, eu te amo princesa ou futura princesa do gelo.

A ruiva terminou de ler a carta e já ia procurar por Kristoff quando ouviu pigarrear e um som começar a tocar. De trás da estrutura, saiu um homem loiro, forte e de olhos azuis, carregando uma rosa e uma caixinha. Ao se aproximar, que até o momento estava imóvel, ajoelhou-se, entregou a flor, pegou a mão da garota, abriu a caixa e disse:

– Anna de Arendelle, aceita me namorar? E peço que aceite essa flor que te retrata tão bem, delicada por fora, forte por dentro.

– Sim, sim e sim. Para as duas perguntas.

Ao terminar de colocarem as alianças de namoro, em suas mãos, Kristoff no dedo de Anna e Anna no dedo de Kristoff, os Trolls começaram a tocar e a cantar uma música animada.

– Me concede a honra desta dança, milady? – o garoto do gelo indagou.

– É claro. – a ruiva respondeu.

E dançaram, dançaram como se o mundo nunca fosse acabar, dançaram até a manhã do seguinte e seus pés doeram, mas o mais importante dançaram de uma forma tão sincronizada, que aos olhos dos espectadores parecia ser ensaiado e essa a forma mais bonita do amor, pois eles sincronizam de um modo tão bonito e se completam. Ela pode ser o barulho e ele o silêncio, mas os dois sincronizam na mesma frequência.

Notas finais
Espero que tenham gostado e por favor comentem. Beijos com gosto de cupcakes azuis.