One-shots Violetta
1 O primeiro - LEONETTA
Notas iniciais
O filme continuava a passar e estava cada vez mais difícil me concentrar com León distribuindo beijinhos discretos em meu pescoço e acariciando minhas mãos com as dele. Eu juro que estava tentando prestar atenção, mas quando León me tocava eu ia pra fora de órbita. Ele usou uma das mãos para afastar meu cabelo do meu pescoço, então quando sua boca o tocou, deixei escapar um sorriso de aprovação.
– O que foi? – sussurrou no meu ouvido.
– O filme. Muito legal. – me aconcheguei mais a ele, me encostando eu seu peito. Ele sorriu em meu pescoço.
– Assista. Nessa parte ela diz a ele que quando o navio atracar ela irá descer com ele. – ele diz enquanto continua sua tortura descendo os beijos até a parte exposta do meu ombro.
– O que? Você está prestando atenção? – virei para encará-lo encontrando-o com um sorriso divertido no rosto.
– Estou ué. Por que não estaria? – ele me apertava contra ele.
– Porque eu pelo menos não consigo me concentrar com você me fazendo carinho assim. Quando me acostumo você muda a carícia e rouba minha atenção de novo. – fiz bico.
– Ah é? Me desculpe. Mas é que você é irresistível, meu amor. – ele me deu um selinho. – Vou deixar você assistir em paz. – ele cessou as carícias e colocou o queixo em cima de minha cabeça.
– Quem disse que era pra você parar? – sorri.
– É que se eu continuar, você não vai assistir a esse filme. – ele disse em meu ouvido me fazendo arrepiar.
– Dane-se o filme. Me beija. – me virei e sentei em seu colo.
– Me beija você. – pediu ele colocando as mãos em minha cintura. Soltei um sorriso tímido. Adorava quando León pedia pra que eu o beijasse.
– Tá carente? – rocei meus lábios nos dele. Ele sorriu de leve e assentiu me apertando mais contra ele. – Então vem cá. – sussurrei.
Comecei dando um selinho em sua boca, deixando que ele esperasse por mais. Em seguida levei minhas mãos até seus cabelos e puxei-os de leve, fazendo-o sorrir. Então o beijei com vontade. Num beijo selvagem e necessitado. Apesar de eu não ter muita experiência com esse negócio de beijos, León sabia me conduzir muito bem. Sua língua dançava em minha boca enquanto eu o acompanhava. As mãos dele passeavam pelas minhas costas até meus cabelos. Mordisquei seus lábios fazendo com que ele agarrasse minhas coxas. Me assustei, dando um pulinho em seu colo.
– Calma princesa. – ele sussurrou em meus lábios e eu emiti um gemido. – Só se deixe levar.
– Tá... – minhas mãos continuavam em seus cabelos.
– Você gosta da sensação das minhas mãos aqui? – ele disse meio rouco em meu ouvido, estremeci.
– Sim. – disse num sussurro.
– Gosta que eu faça isso enquanto te beijo? – ele me deu alguns selinhos enquanto suas mãos passeavam de minhas coxas até meu bumbum, deixando um aperto leve quando passava por ele.
– Uhum. Não precisa parar não. –ele soltou uma risadinha.
– Então porque você também não aproveita um pouco? – ele pegou minhas mãos e colocou em seu peitoral. Corei com a atitude. – Me toque onde quiser. – ele dizia rouco e eu estremeci em seus braços.
– Assim? – percorri minhas mãos por seus ombros e braços definidos, passando por seu peitoral enquanto ele beijava meu pescoço e continuava a me acariciar. – Tira a camisa? – pedi manhosa. – Tem muito pano aqui.
– Tira pra mim? – pediu ele em meu ouvido e eu prontamente atendi ao pedido. Desabotoei os botões lentamente enquanto León continuava a me torturar com as mãos passeando pelo meu corpo.
– Você ainda vai me deixar louco. Não tem ideia do que faz comigo. – ele dizia enquanto eu descia sua camisa por seus ombros. – Você é minha perdição, Violetta.
LEÓN POV'S
Violetta não tinha ideia de como me deixava. Ela me beijava enquanto arranhava meu abdômen. Nós saímos do chão e eu a arrastei para um dos corredores escuros de minha casa. Me encostei na parede e a puxei para meu peito, separando um pouco minhas pernas afim de diminuir um pouco a diferença de altura entre nós. Ela deu um beijo tímido em meu peitoral, o que me fez ferver. Levei minha mão até sua bunda e apertei-a levemente, fazendo com que Violetta soltasse um gemido. Eu sabia que Violetta era virgem e queria que ela fizesse as coisas no tempo dela. Mas as vezes era impossível me controlar, como agora. Ela beijava minha boca e puxava meus cabelos de forma apressada, eu sabia que ela estava excitada, ela também sabia. Diversas vezes, durante nossos amassos as coisas esquentavam um pouco. Mas hoje eu queria fazê-la sentir um pouco do que eu estava sentindo só com os beijos que ela me dava. Ela vestia uma saia, o que me dava melhor acesso a seu traseiro. Coloquei as mãos por debaixo de sua saia, tocando sua pele.
– León... – gemeu ela em meus lábios.
– O que foi, amor? – apertei seu traseiro novamente, só que dessa vez com mais força, fazendo-a cravar as unhas em minhas costas gostosamente.
– Eu... – não deixei que ela terminasse a frase. Virei-a de costas pra mim e trouxe seu quadril de encontro ao meu, afim de encostar minha ereção nela. – León... O que você vai fazer? – perguntou ela com um pouco de medo.
– Calma meu amor, só quero te dar um pouquinho de prazer. – eu disse em seu ouvido.
– León, ainda não. Não to preparada. Tenho medo. – ela disse trêmula.
– Sh... Calma, não é desse jeito que quero te dar prazer, não hoje. Eu já disse. Só quando você estiver pronta. – tranquilize-a. – Mas isso não quer dizer que não possamos brincar.
– Como assim? – perguntou desconfiada.
– Feche os olhos. Confie em mim. Vou te fazer um carinho. – sussurrei rouco em seu ouvido. – Você vai ver, você vai gostar. – eu disse brincando com o elástico de sua calcinha e depois descendo minhas mãos até sua coxa novamente.
– O-ok...- ela fechou os olhos e levantou os braços, levando as mãos até a parte de trás do meu pescoço.
– Eu te amo. – dei um beijo em seu pescoço e comecei a acariciar suas coxas novamente, levando minhas mãos ocasionalmente ao elástico de sua calcinha. – Eu vou abaixar a sua calcinha, mas não precisa se assustar. Vai ser gostoso. – eu mordisquei o lóbulo de sua orelha. – Você confia em mim? – perguntei.
– Confio. –ela disse com a respiração entrecortada. Sorri.
– Então apenas sinta, meu amor. – Abaixei sua calcinha lentamente e pousei minha mão em sua intimidade o que a fez estremecer em meus braços, soltando um gemido. Sorri safado quando percebi o quão molhada ela estava. Comecei a esfregar lentamente meu polegar em seu clitóris e Violetta mordeu os lábios. – Você gosta disso, amor? – ela apenas gemeu em resposta. Eu levava meus dedos até sua entrada mas não os inseria. Involuntariamente o quadril de Violetta começou a se movimentar na direção de meus dedos. Meu quadril estava próximo ao dela, então toda vez que ela ia em direção a minha mão e voltava, sua bunda atingia minha ereção. – Você está tão molhada, Violetta. – inseri um dedo dentro dela, que escorregou facilmente fazendo com que ela gemesse gostosamente . Comecei um movimento de vai e vem com meu dedo dentro dela. Ela rebolava em minha mão.
– León... – ela gemia meu nome. – Coloca mais um. – pediu e eu sorri mordiscando seu pescoço.
– Seu desejo é uma ordem. – inseri mais um dedo nela e ela gemeu um pouco mais alto. – Entrelace essas coxas deliciosas no meu quadril. – sussurrei em seu ouvido. – Vai melhorar, você vai ver. – ela atendeu ao meu pedido subindo em meus quadris. Continuei acariciando freneticamente sua intimidade enquanto a outra mão segurava fortemente sua bunda, enquanto eu a encostava na parede. Violetta começou a saltar em meu colo em direção a meus dedos, afim de mais contato.
– Tá tão gostoso, amor. – ela disse.
– Quero você rebolando assim aqui, ó. – levei meus quadris até sua intimidade. – Ia ser uma delícia. Faz? – pedi enquanto estocava ainda mais fundo meus dedos dentro dela. – Não vou entrar em você, por mais que eu queira. Eu só quero que você rebole em cima dele.
– Eu faço. Tudo o que você quiser. – ela dizia em meu ouvido.
– Ótimo, vem. Vamos pro meu quarto. Lá não tem perigo de que alguém apareça e nos interrompa.
Eu estava apenas com minha boxer preta na cama, Violetta de calcinha e sutiã. Visão do paraíso.
– Vem amor, senta aqui. – apontei meu colo pra ela.
– É tão grande, amor. – ela mordeu os lábios.
– Você vai adorar sentir ele embaixo de você. Vem.
– Ok. – ela engatinhou até mim, gostosa. – Só me fala se eu fizer algo errado. Não quero te machucar. – ela disse sincera.
– Não vai me machucar, pelo contrário. To louco pra te sentir aqui. Senta. – ela se sentou em meu colo e nós dois soltamos um gemido de satisfação.
– Eu te amo, León. Amo estar aqui com você, amo sentir essas coisas que você me faz sentir. – ela me olhava nos olhos.
– E o que eu te faço sentir? – perguntei acariciando levemente suas costas.
– Quando você me toca, é como se minha pele pegasse fogo. É a melhor sensação do mundo. Não consigo me imaginar sem você, sem o seu toque. – ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou. – Sem essas mãos gostosas me pegando, sem você mostrando que eu sou somente sua. – ela rebolou um pouco em meu colo.
– E você é minha. Toda minha. Eu te amo, mais do que tudo. – beijei seus lábios e levei minhas mãos até seus quadris, ditando um ritmo lento enquanto nossas intimidades roçavam com o contato das peças íntimas. – Você é muito gostosa. Meu pau não aguenta de tanto tesão por você. – gemi sincero em seu ouvido.
– É? – assenti com a cabeça. – Eu não to pronta pra ir além disso León, ainda não posso fazer amor com você, tenho um pouco de medo. – disse sincera.
– Eu sei princesa. E eu já disse que vou esperar o quanto você precisar. – acariciei seu rosto com as mãos.
– Mas como você disse, ainda podemos brincar. – começou a rebolar mais rapidamente em meu colo, fazendo com que eu atacasse seu pescoço. – E se você me ensinasse a brincar com ele? – ela pressionou seu quadril em meu pau.
– Violetta... Assim você vai me matar. – a coloquei debaixo de mim. – Você tem certeza? – disse beijando a parte exposta de seus seios.
– Uhum. – ela meio falou, meio gemeu.
– Princesa, você tá tão molhada... – eu disse colocando novamente um dedo dentro dela e estocando com vontade. – Você sente isso, meu amor? Gosta?
– S-sim. – ela gemia em minha boca.
– Gostosa. – sussurrei em seu ouvido. – Então você quer brincar? Vou te ensinar. Quietinha. – mordi o lóbulo de sua orelha e retirei meu pau de dentro da boxer, retirando a cueca em seguida. Passei a cabeça por sua intimidade.
– O que é isso? – se assustou.
– Calma, não vou entrar em você, já disse. – esfreguei-me nela novamente e ela gemeu.
– León...
– Você não sabe como amo ouvir você gemer meu nome. – distribuí alguns chupões leves por seu pescoço e abri seu sutiã, retirando-o e liberando seus seios. Ela instintivamente colocou as mãos sobre eles, tapando-os. – Amor, deixa eu ver você. Não precisa sentir vergonha. – Ela assentiu e retirou as mãos. – Você é linda, e minha. – sorri amoroso e a beijei. – Vem. – inverti novamente as posições. – Você queria brincar com ele, não é? – ela assentiu mordendo os lábios enquanto eu me masturbava lentamente em sua frente. – Segure ele assim, como estou segurando.
– Assim? – ela segurou meu pau com todo o cuidado e fechou sua mão nele. Quase morri quando ela começou a movimentar sua mão.
– Sim princesa, você não imagina o quão gostoso está. – eu disse sincero.
– E- eu posso tentar uma coisa? – pediu envergonhada. – Eu andei conversando com as meninas e elas me disseram algo que eu gostaria de tentar agora.
– O que? – perguntei meio distraído, suas mãos faziam um ótimo trabalho.
– Posso colocar ele na minha boca? – pediu em meu ouvido aumentando o ritmo de suas mãos.
– Pode, deve! Coloque-o nessa boquinha, vai. – ela se abaixou até ele e deu uma lambida na glande.
– Chupe-o. Com cuidado. Recolha os dentes. – levei minhas mãos até seus cabelos.
Assim ela fez. Começou a sugar meu membro com muita vontade. Estava me levando a loucura. Eu estava com as mãos segurando seus cabelos ditando um ritmo, que ela acompanhava perfeitamente. Com a mão livre ela arranhava meu abdômen.
– Já chega meu amor. Não quero gozar na sua boca. Vem. – puxei sua cabeça na altura de meu rosto, ela sorriu sapeca. – Você é uma caixinha de surpresas. – abracei sua cintura. – Como uma mulher dessas pode ser minha?
– Como um homem desses pode ser meu? – ela me beijou. – Acho que é sua vez de retribuir.
– Com todo o prazer. – levei a boca até sua orelha – Vou chupar essa bucetinha até a última gota. – sussurrei apertando sua coxa.
Levei minha cabeça até suas coxas e comecei a beijá-las. Violetta gemia em antecipação.
– Abra bem as pernas meu amor. – pedi e ela o fez. – Vou fazer você gozar gostoso. – comecei a chupar sua intimidade como uma criança necessitada de leite. Eu fazia movimentos circulares com meu polegar em seu clitóris enquanto a penetrava com a língua. Violetta gemia meu nome descontroladamente. – Isso princesa, geme. – chupei seu clitóris.
– León, eu te amo. – disse entre gemidos.
– Eu também te amo. Você é toda minha. – continuei a tortura enquanto seu corpo começava a estremecer.
– Sim, sua. E você é meu. – ela gritou. Não deixei de conter meu sorriso.
– Sim princesa, goza pra mim. – com mais alguns movimentos de minha língua em sua intimidade ela se entregou ao clímax.
– León, isso foi... – ela dizia com a respiração entrecortada.
– Shh... Eu sei. – beijei sua testa. – Agora descanse, meu amor. – deitei-me ao seu lado.
– Mas e você? – ela colocou sua mão sobre meu rosto me dando um selinho demorado.
– Hoje não, você está cansada, estou vendo. – a puxei em minha direção fazendo com que ficássemos de conchinha, nos cobrindo. – Te dar prazer foi o suficiente pra mim por hoje.
– León, eu nunca senti algo tão intenso como hoje. A cada dia eu te amo mais, não sabia nem que isso era possível. Você me mostra um mundo novo a cada dia. – ela se virou para mim.
– É porque eu te amo, e quero que seja minha pra sempre. – a beijei intensamente. – Agora durma, amanhã tenho que te levar cedo pra casa. – disse nos colocando de conchinha novamente e beijando seu ombro.
– Ok, mas na próxima vez, nós vamos terminar o que começamos. – ela jogou as palavras. – Eu decidi que quero ser sua de todas as maneiras. De corpo e alma. Eu quero me entregar a você.
– Violetta? – questionei.
–Quero que façamos amor. – e me beijou novamente.
Ficamos nos beijando por horas até que Violetta finalmente pegou no sono. Ela disse que queria ser minha. Finalmente nossos corpos se uniriam, e eu queria que fosse tudo perfeito pra ela. Eu a amava mais do que tudo e queria vê-la feliz.
– Eu te amo, Vilu. Sempre vou te amar. Prometo que te farei a mulher mais feliz desse mundo. Vou te adorar, com meu corpo e meu coração. – eu a acariciava levemente. – Minha princesa. – sussurrei em seu ouvido e depois de alguns minutos adormeci, sonhando com o futuro que poderia ter ao lado dela.
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