One-shots Violetta

6 I just wanna be with you - DIELETTA


Notas iniciais
EU ESTAVA LOUCA PRA ESCREVER SOBRE ESSE SHIP, ESPERO QUE VCS GOSTEM E QUE AS LEONETTAS NÃO ME MATEM AUEHEAUHUEHA Queria agradecer à todxs os recadinhos que tenho recebido, a todas as ideias e pedidos que vocês me mandam. Não passam em branco, pode ter certeza. O hot Fedemila parte 2 já está em andamento, porém não será o próximo a ser postado. Segurem os forninhos porque o próximo promete! Leonettas, não se desesperem! Vamos ter MUITOS outros hots Leonetta ainda, bem mais quentes, EU PROMETO. PS: O nyah não está permitindo que eu escreva muito nas notas, não sei o que tá acontecendo :/ nos vemos nos reviews

20 de Outubro de 2014. Dia do casamento de Diego e Francesca, melhores amigos de Violetta. Você deve estar pensando que esse é um dia de felicidade, onde todos comentam sobre como o casal se ama, ansiosos para o momento em que o tão esperado ‘’SIM’’ seja dito por ambos e que o buquê seja jogado, trazendo sorte a quem pegá-lo. Bem, casamentos geralmente são assim, mas não hoje, não para Violetta e, bem lá no fundo, não para Diego.

Muitas coisas haviam acontecido desde que se conheceram. Violetta sempre fora muito amiga de Francesca e perdidamente apaixonada por León. Mas quando Diego apareceu tudo mudou. Os dois se arriscaram em um relacionamento e tudo era maravilhoso, até Violetta descobrir que tudo aquilo foi parte de um plano de Ludmila para separá-la de León. Tudo bem. Eram mágoas passadas, pois Diego se arrependeu do que havia feito. Ludmila também, e ela finalmente havia voltado com León e Diego se aproximou mais de Francesca, até que acabaram namorando, noivando, e hoje é dia do casamento dos dois. Violetta e León há muito já não eram como antes. Toda a paixão parecia ter sido esquecida e ambos já não estavam satisfeitos com o namoro, então decidiram terminar. Violetta todos os dias se lembrava de como era seu relacionamento com Diego, e como eles foram felizes, até que ela percebesse toda a farsa. Ela e Diego acabaram se aproximando, se tornando melhores amigos. Muito próximos, se tornaram confidentes um do outro, um conhecia cada mania do outro.

Violetta queria Diego de volta, mas sabia que não seria justo com Fran. Diego amava Violetta, mas gostava de Francesca e pensava que tudo daria certo com ela, que ele poderia chegar a amá-la. Francesca amava Diego. Diego por várias vezes se via atraído de uma forma inexplicável por Violetta, beirava a tentação a maneira como ela lhe atraía. Mas eles já haviam tido sua chance, e tudo fora estragado por ele. Agora que eles eram amigos, ele não arriscaria perder o que eles tinham. Ele e Francesca seriam muito felizes juntos, disso ele sabia. Mas também sabia que a cada vez que beijasse Francesca, pensaria em Violetta. A cada abraço, a cada conversa, a cada noite de amor, era nela que ele pensaria. Violetta e Diego nunca se envolveram de uma maneira mais íntima, carnal. Era um namoro adolescente, apaixonado. Por mais que Diego as vezes tentasse ‘’apimentar’’ as coisas, Violetta recuava, por amar León. Isso era outro ponto, para ele, ela amava León. Por mais que eles fossem muito amigos, a única coisa que não conseguiam decifrar um no outro era o que sentiam em relação a eles.

Diego estava em seu quarto se vestindo para o casamento. Afastou todos os pensamentos do passado, focando em seu casamento. Estava nervoso, afinal era um grande passo. Ali começaria uma nova vida ao lado de Francesca. A mulher que tanto gostava e respeitava. Quando ele abre a gaveta para pegar a gravata, ouve algumas batidas na porta.

– Quem é? – pergunta.

– Sou eu, Di. Vim te desejar boa sorte. – Diego ouve uma voz doce, a voz que reconheceria em qualquer lugar. A voz dela.

Ele vai até a porta e lá está Violetta, sorrindo pra ele. Ele sorri de volta e eles se encaram por um instante, que parece uma eternidade. Seus olhos ficam presos uns nos outros. Até que o gelo é quebrado por Diego e ele abre os braços pra Violetta e ela corre em sua direção, abraçando-o.

– Você veio. – ele a abraçava apertado. Como se nunca mais fosse solta-la, e ela retribuía. Violetta podia sentir que seus olhos estavam lacrimejando. Ela sentiria falta daquele abraço dos dois. De como eles criavam uma bolha particular pra eles mesmos quando estavam juntos. Agora a bolha deles seria de Francesca. Eles iriam embora, pra bem longe dali e talvez Violetta não os visse tão cedo.

– Mas é claro que eu vim! – ela fungou deixando que as lágrimas escapassem. – Afinal você não sabe dar nó em gravata e com certeza iria todo desleixado pra igreja. – ela fungou se afastando dele e fingindo um sorriso.

– Ei! Porque você tá chorando? – ele passou o polegar abaixo dos olhos de Violetta, secando as lágrimas que logo invadiam o rosto dela novamente. Aquilo era como mil facas atravessando o peito de Diego.

– Nada, é só que... Eu sempre choro em casamentos. – mentiu ela.

– Eu sei quando você mente, Vilu. E essa frase clichê não combina com você. O que foi? – perguntou ele segurando no queixo da amiga e obrigando-a a encará-lo.

– V- você chegou a pensar que algum dia nós chegaríamos nesse ponto? Que você um dia se casaria com a Fran, que eu seria sua madrinha e que você seria meu melhor amigo? – perguntou ela se afastando e indo até a penteadeira, encarando o próprio reflexo no espelho. Nem ela acreditava no que estava dizendo.

– Sinceramente? Não. As coisas mudaram muito. Nós crescemos, amadurecemos, aprendemos muito com a vida, Vilu. Eu conheci meu pai, conheci você... E você se tornou tão, mas tão importante pra mim... E aí apareceu a Fran, e cá estou eu, prestes a me casar. – disse Diego passando a mãos pelos próprios cabelos virando de costas para onde Violetta estava.

– Diego, por favor... – começou Violetta – Não faz isso. Não se case.

– O que? – ele se virou para ela e a encarou, esperando uma resposta.

– Não faz isso. Eu sei que não tenho o direito, sei que as coisas mudaram muito mas... Mas eu... Eu te amo. É, eu te amo. – ela se virou e encarou Diego. – Eu demorei pra descobrir isso. Eu te amo tanto, Diego. – ela fechou os olhos e sorriu – Não quero ser egoísta, eu amo a Fran... Mas uma vez, nas milhares de vezes em que li o diário da minha mãe, li que a gente não pode desistir das coisas que amamos. Não se pode sacrificar a chance de ser feliz por ninguém, se for realmente o que queremos. E eu sei, Di. Eu sei que você é quem vai me fazer feliz.

Diego estava chocado com aquelas palavras. Permaneceu calado por um tempo, pensando no que responder a Violetta. Claro que ele a amava, mas já era tarde demais pros dois. Ele iria se casar hoje, ele não poderia voltar atrás. Ele sempre pensou que Violetta amava León, que o término deles fosse algo passageiro, como sempre era. Mas ali estava ela, mais uma vez o surpreendendo. Dizendo que o amava. Ele não sabia o que dizer. Ele a queria demais. Seu coração chegava a doer de tanto que ele a queria. Sua vontade era pega-la pelo braço e sumir com ela dali, pra um lugar só deles, onde ninguém os encontrasse. Onde ele a fizesse dele. Onde daria a ela a noite mais extasiante de sua vida. Onde a amaria de todas as formas possíveis. Mas era tarde demais. O tempo deles havia se esgotado.

– Vilu eu... Eu nem sei o que te dizer. – respondeu passando a mão pelos cabelos novamente. – Eu vou me casar com a Fran, hoje. Porque você não me disse que gostava de mim? Porque escondeu isso?

– Eu tinha medo. Você começou a se envolver com ela, e eu tinha muito medo de magoar a Fran. Você virou meu melhor amigo, eu dividia tudo o que acontecia comigo com você. Mas daí a me apaixonar? Pelo namorado da minha amiga que também é meu amigo e EX-NAMORADO? Isso é demais. É egoísta demais. – respirou fundo – Mas eu cheguei num ponto em que não consigo guardar esse sentimento dentro de mim. Só de pensar em você subindo no altar eu... Diego, você chegou a me amar de verdade? Eu só preciso saber disso. Preciso saber se naquela época você chegou a gostar de mim de verdade ou se o tempo inteiro era fingimento. Não é mágoa, não se engane. Eu só queria saber se um dia você sentiu um décimo do que eu to sentindo por você. E se você realmente ama a Fran. Porque se você a amar, eu caio fora, eu nunca mais vou falar nada referente a esse assunto. – ela se aproximou de Diego e ficou frente a frente com ele.

– Vilu, no início do nosso namoro era sim fingimento. A Ludmila me chantageou com informações do meu pai, e a única coisa que me importava era encontra-lo. Mas não foi assim o tempo inteiro. Eu me apaixonei por você sim. Mas aí já era tarde, eu já estava atolado até o pescoço de mentiras e você descobriu. Aquilo me doeu muito. Eu fui um babaca, magoei uma das pessoas mais importantes pra mim, separei você do cara que você amava para o meu benefício próprio. – Diego balançou a cabeça como se quisesse esquecer aquilo – Eu te machuquei muito. – a encarou – E sim, eu te amei. Mas o nosso tempo passou, eu estou prestes a me casar com a Fran, e não sei como reagir diante a tudo que você me disse. Nós... somos amigos, Vilu. Eu te adoro, não quero magoar você de novo, nem magoar a Francesca.

– Você não respondeu a pergunta, Diego. – disse ela dando um passo na direção dele e ficando cara a cara com ele. A diferença de altura entre os dois era considerável, mas ela podia sentir a respiração nervosa do amigo, e ele a dela – Você a ama?

– Eu a amo. – respondeu.

– Mentiroso.

E num ato de coragem Violetta ficou na ponta dos pés e beijou Diego. No mesmo instante ele prendeu as mãos na cintura dela e ela levou as mãos até os cabelos dele. O beijo era intenso, revelava uma parte dos dois que ambos desconheciam. Continha muitos sentimentos, muitas saudades. Diego separou o beijo por falta de ar, mas logo levou os lábios até o pescoço de Violetta, deixando uma trilha de beijos ali, fazendo-a suspirar.

– Por favor, Di... Desiste desse casamento, fica comigo. Eu prometo te fazer feliz. – disse ela sentindo choques por todo o corpo a cada beijo que Diego depositava em seu pescoço.

– Não faz isso comigo Vilu, isso tá errado. Nós não podemos... – disse ele sem parar de beija-la.

– Nós não podemos. Nós devemos. Você me quer. – sussurrou ela sedutoramente no ouvido de Diego, depositando um beijo molhado no pescoço dele fazendo com que ele entrelaçasse uma mão nos cabelos dela e levasse a outra a seu traseiro, onde apertou com vontade. – E eu amo você.

– Eu te quero. – disse contra os lábios dela – Eu te quero – depositou vários selinhos – Eu te quero tanto. – disse encarando-a nos olhos – Eu pensei que nunca mais sentiria você assim, tão próxima de mim, tão minha. – disse roçando os lábios nos dela enquanto ela tentava em vão captura-lo para um beijo – Eu te amo. Mas eu não posso, Vilu. Não posso fazer isso com a Fran.

– Eu também não quero magoa-la. Mas o que eu sinto por você é tão forte... – as mãos de Violetta percorriam da nuca de Diego até seus cabelos, fazendo um movimento sensual que deixava Diego cada vez mais louco por ela.

– Eu nunca pensei que você viria até mim dizer que me ama. Eu nunca pensei que você me daria outra chance. Nem nos meus maiores sonhos. Eu tentei esquecer todos os nossos beijos... – ele levou a boca até o ouvido de Violetta – Todos os nossos abraços... – sussurrou – Mas eu não consegui. Eu juro que eu tentei mas não consegui. Ver você com o León doía demais.

– Eu também tentei te esquecer. – respirou fundo quando Diego tocou sua nuca com as mãos, entrelaçando-as em seu cabelo. – E achei que tinha conseguido. Quando eu descobri que te amava foi um choque. Eu pensei que nunca fosse conseguir amar outra pessoa além do León e a vida veio e me deu esse murro na cara. Me apaixonei por você. O cara todo errado, mas tão certo pra mim. O bad boy convencido que me beijou pela primeira vez contra a minha vontade. – riu ao lembrar – O cara que me sujou toda de farinha quando foi fazer pizza na minha casa. O cara que sempre me deixava sem palavras quando se declarava pra mim. – ela fechou os olhos – O cara que eu amo mais do que tudo no mundo. – ela olhou no fundo dos olhos dele – Me faz sua, Diego. – pediu – Agora. – em seguida deu um selinho demorado nele.

– Deus, como eu te amo. – disse ele de olhos fechados – Isso é tão errado. – disse ele percorrendo o corpo de Violetta com as mãos – E ao mesmo tempo tão certo... – de repente Diego é interrompido por batidas na porta.

– Diego você já está pronto? Saímos daqui à uma hora. O motorista acabou de pegar a estrada, mas como o trânsito daqui é um merda, vai demorar um pouquinho pra ele chegar. Temos três horas até a cerimônia. – gritou a pessoa do outro lado. Diego queria responder, mas Violetta tirava toda a sua concentração enquanto sussurrava em seu ouvido ‘’ deixa esse cara pra lá, fica comigo’’. – Diego? – chamou novamente.

– Eu ainda não estou pronto. – disse Diego com um pouco de dificuldade enquanto apertava o traseiro de Violetta entre as mãos. – Mas tudo bem, quando ele chegar você me chama. Vou tomar banho. – gritou para o homem.

– Ok! – gritou a pessoa do outro lado e Diego pode ouvir ele se afastando.

– Espera um pouquinho. – disse entre os beijos que Violetta lhe dava e se afastou, trancando a porta.

– Diego... – chamou Violetta e Diego foi até o computador, colocando uma música. Violetta sorriu ao ouvir os primeiros acordes. – Você...

– Shh... – se aproximou dela colocando o indicador em seus lábios – Quero que esse momento seja único. – ele levou as mãos até a cintura e Violetta e ela levou as mãos até a nuca dele. A melodia invadiu o quarto.

Eu penso o tempo todo

Porque você me deixa

Com a pulga atrás da orelha

Um pé na frente e outro atrás

Os dois dançavam juntos, não tirando os olhos um do outro em momento algum. Um sorriso tímido estava estampado nos lábios de Violetta, e os olhos de Diego demonstravam tanta paixão ao olhar pra ela que Violetta poderia cair desmaiada, sem fôlego de tanto que aquilo tinha impacto nela.

– Eu quero muito te fazer minha. – disse ele agora fazendo carinho nos cabelos de Violetta.

E me deixando solta

Mas me prendendo tanto

Que pra me hipnotizar

É só olhar, no meu olhar

É só olhar, no meu olhar

Seu olhar mergulhar

– Então faça. – pediu ela – Agora.

No mesmo instante os lábios de Diego estavam nos dela, num beijo inicialmente calmo e romântico, que foi ficando cada vez mais intenso. Violetta tratou de arrancar logo o paletó e a camisa que Diego vestia e agora arranhava suas costas. Diego apertava o traseiro de Violetta enquanto puxava delicadamente o cabelo da garota, mordiscando seus lábios e deixando uma trilha de beijos em seu pescoço. Ele estava louco por ela. Finalmente estavam tendo aquele momento que ele tanto esperou. Ela estava em seus braços, pedindo pra que ele ficasse com ela, que ele a fizesse dele. E ele a faria dele. Diego levou a mão até o zíper do vestido de Violetta e fez com que ela retirasse os braços de dentro dele, fazendo a peça escorregar no chão. Logo ele a arrastou com ele e se sentou na cama, fazendo-a sentar em seu colo, de frente pra ele. O beijo agora era selvagem, eles necessitavam daquilo demais. Violetta mordiscou o pescoço de Diego quando ele começou a acaricia-la por cima da calcinha rendada que usava.

– Assim... – gemeu ela no ouvido dele – Eu quero tanto você, Diego. – ela puxava os cabelos do rapaz para trás, fazendo com que ele levantasse a cabeça e a encarasse. Ela encontrou os olhos do rapaz tomados por desejo, e um sorriso malicioso estampado em seu rosto.

– Ver você assim, tão entregue... – ele disse enquanto afastava a calcinha dela para o lado e desabotoava o fecho frontal de seu sutiã, libertando seus seios medianos – Me deixa louco. – afirmou sincero – Eu só quero me enfiar dentro de você e nunca mais deixar você sair da minha cama. – disse e a penetrou com o dedo fazendo-a soltar um longo gemido em seu ouvido, deixando-o mais excitado. Ele sentia sua boxer apertada dentro da calça.

– Diego... – ela gemia repetidas vezes o nome do rapaz em seu ouvido.

– Gostosa. – disse sedutor, mordiscando o pescoço da garota – Porra Violetta, você é muito gostosa. – ela provocativamente mordiscou o lóbulo do rapaz – Eu vou te fazer delirar nos meus braços. – prometeu ele – Vou te dar o melhor orgasmo da sua vida. – ele penetrou outro dedo e começou a estocar rapidamente dentro da garota, que rebolava em sua mão gemendo seu nome – Isso princesa, geme pra mim. Mostra o quanto tá gostando.

– Quero realizar uma fantasia minha com você. – sussurrou ela no ouvido de Diego e ele arqueou a sobrancelha.

– Que fantasia? – perguntou com um sorriso malicioso enquanto continuava estocando os dedos na garota enquanto acariciava um dos seios da garota com a mão livre.

– Eu quero fazer amor com você em pé, na parede. – disse contra os lábios dele – Quero prender você entre minhas pernas e sentir você me invadindo, provando o quanto eu sou sua.

– Menina safada. – disse ele mordiscando levemente o mamilo de Violetta, fazendo com que ela gemesse um pouco mais alto.

– Mas antes... – ela levou os lábios até o ouvido de Diego – Eu vou te chupar. – aquilo era tão excitante. Diego mal podia conter seu membro dentro das calças. Violetta ainda sentada no colo dele desabotoou a calça social do mesmo e enfiou a mão dentro da cueca que ele vestia. Ela começou a massagear o pênis de Diego e podia sentir as veias sobressaltadas, podia sentir o quanto ele a desejava. – Delícia. – ela disse apertando um pouco o membro do rapaz.

– Então vem. Antes que eu te jogue naquela parede e faça e me enfie dentro de você até você ficar bamba. – disse Diego provocativamente, fazendo Violetta estremecer.

Violetta então se levantou do colo de Diego e retirou a calça do mesmo, levando a cueca junto. Imediatamente o membro de Diego saltou pra fora. Violetta lambeu os lábios e empurrou Diego, fazendo com que ele se deitasse na cama. Diego era bem dotado. Violetta estremeceu ao pensar naquele membro invadindo-a por completo, preenchendo cada espaço dentro dela. Ela deitou o corpo por cima de Diego e deu um beijo demorado e sensual em seus lábios. Depois começou a distribuir beijos pelo resto do corpo do mesmo, passando pelo peitoral, onde circulou os mamilos dele com a língua, depois levando os beijos até o abdômen dele. Ele arfava em antecipação, sentia sua pele em chamas. Ele levou a mão até os cabelos de Violetta, onde fez um cafuné gostoso. Violetta então foi para o lado do corpo de Diego e agarrou seu membro com uma das mãos, fazendo com que Diego soltasse um gemido. Sorriu com aquilo. Então se abaixou e levou o membro do rapaz até a boca, onde começou a suga-lo forte enquanto sua mão fazia movimentos de vai e vem em volta dele. Se concentrou na glande onde chupou sedutoramente por alguns instantes.

– Para Vilu. Eu preciso estar dentro de você, agora. – pediu ele.

– Seu desejo é uma ordem. – disse ela subindo em cima do rapaz e se encaixando no membro dele, muito devagar.

Ambos gemeram com o contato de suas intimidades. Diego se ajeitou na cama, levando Violetta consigo. Suas costas estavam encostadas na cabeceira da cama e seu rosto estava na altura dos seios da garota. Violetta começou a se movimentar em seu colo devagar, enquanto Diego guiava os movimentos com as mãos em seu quadril. Ele sugava os seios de Violetta com vontade, o que fazia com que ela jogasse a cabeça pra trás, extasiada com todo o prazer que aquele homem a estava proporcionando. A medida que o tempo passava, as estocadas ficavam mais intensas. Agora Violetta cavalgava rapidamente no colo de Diego, controlando a situação. Diego sorria safado com aquilo. Violetta gemia seu nome e ferrava as unhas em seus ombros.

– Estou quase, Diego... – avisou Violetta, quando começou a sentir que seu ápice estava próximo. Diego fez com que Violetta parasse com os movimentos bruscamente e saísse de seu colo. Ela o encarou fuzilando-o com o olhar e ele riu, levantando da cama e a puxando pra seu peito, levando a mão por trás da garota e a penetrando com três dedos fazendo com que ela rebolasse desesperada em sua mão.

– Calma meu amor, você vai gozar. – disse ele sedutor – Mas vai gozar na parede, enquanto me prende nessas pernas deliciosas. – disse ele fazendo-a sorrir safada lembrando de sua fantasia. – Entrelace essas coxas no meu quadril, mal posso esperar pra ver você gozando pra mim. – disse ele mordiscando o lóbulo da moça.

– Gostoso. – ela disse subindo no colo de Diego, que a segurou com uma das mãos, apertando seu traseiro – Me faz gozar, me faz gemer gostoso só pra você ouvir. – disse ela no ouvido dele.

– Eu vou, meu amor. Eu vou. – então ele levou a moça até a parede e se enfiou dentro dela novamente.

Diego estocava rapidamente em Violetta, enquanto a moça gemia coisas obscenas em seu ouvido, incentivando-o ainda mais em seu desejo de fazê-la gozar. Juntos eles esqueciam do resto do mundo. Diego não se lembrava de seu casamento, não se lembrava que tinha que encontrar Francesca no altar, só sabia que estava tendo um momento inesquecível com Violetta, a mulher que ele realmente amava. Violetta nem se lembrava da amiga, apenas se entregava as carícias de Diego, ao sexo maravilhoso que ele a proporcionava. Parecia que seus corpos se encaixavam perfeitamente, que foram feitos um pro outro. As estocadas de Diego estavam mais intensas, quase selvagens, e Violetta adorava aquilo. Ela saltava no colo do rapaz, que agora a segurava com as duas mãos. Ela sentia o membro grosso de Diego invadindo-a por completo, preenchendo-a, satisfazendo-a. Ela estava sem fôlego.

– Amor, eu vou gozar. Mete mais forte, me come vai. – pediu ela em meio que gritando, meio gemendo.

– Goza pra mim, vai minha gostosa. – ele meteu com tudo dentro da boceta dela. Fazendo-a gritar de prazer enquanto rebolava em seu membro. – Também estou quase lá, princesa.

Mais algumas estocadas e Violetta gozou. Só depois disso que Diego se permitiu gozar também, despejando-se dentro da garota, que sentiu o líquido de ambos escorrer por entre suas pernas. Soltaram um sorriso tímido, porém de satisfação. Finalmente haviam se amado da forma que há tanto tempo desejavam. Diego desceu Violetta de seu colo e a conduziu até a cama. Deitaram ali e Diego a puxou de costas pra seu peito.

– Eu te amo. – sussurrou no ouvido da garota, que permaneceu calada. – Vilu? Tá tudo bem? – perguntou, acariciando o corpo da garota.

– Depende... – suspirou pesarosa – Como ficamos agora, Diego? – perguntou ela – Porque sinceramente, depois do que aconteceu, eu não vou conseguir me afastar de você de jeito nenhum! – virou-se de frente pra ele – Você foi feito pra mim, você é meu. O que fizemos agora prova isso. Nós nos pertencemos de uma forma que eu nunca poderia ter imaginado. Eu não posso me imaginar vivendo sem você. Não posso imaginar você casado com outra pessoa que não seja eu.

– Vilu... – sorriu Diego – O que aconteceu aqui foi mágico. Eu não posso me casar com a Francesca. – disse – Não depois de ter tido você em meus braços, não depois de ter ouvido um ‘’eu te amo’’ dos seus lábios. Não depois de ter feito amor com você. Amor, Violetta. – deu ênfase. – Eu não posso subir no altar pra me casar com a Fran, por mais que eu goste dela, não é amor. Seria injusto com os três. Enquanto eu não sabia dos seus sentimentos por mim tudo estava ok. Mas quando você disse que me amava... Eu simplesmente não posso me casar com ela. – ele encarou Violetta nos olhos. – Eu te amo, Violetta Castillo. Te amo como nunca amei alguém em toda a minha vida. Eu não sei como vai ser depois que sairmos desse quarto, eu não sei o que teremos que enfrentar. Mas eu te garanto, a partir de agora, eu pertenço a você. Meu corpo, meu coração e minha alma pertencem a você e mais ninguém. – ele acariciava os cabelos da moça.

– Eu te amo tanto! – ela o beijou.

Mais uma vez fizeram amor naquela tarde. O que aconteceu depois foi horrível. Diego teve que acabar com o casamento e Francesca disse que nunca o perdoaria. Mesmo ele tendo-a chamado na sacristia, os gritos da garota foram ouvidos por toda a igreja. Todos souberam o que estava acontecendo e o porquê. O casamento havia sido cancelado pra sempre. Francesca rompeu sua amizade com Violetta também, chamando-a de traidora, e jurou nunca mais dirigir a palavra aos dois.

Porém o mundo dá voltas. Um ano depois finalmente eles fizeram as pazes, tudo estava bem entre os três e eles conseguiram retomar a amizade perdida. Francesca reencontrou seu antigo amor, Marco e já estavam noivos. Diego pediu a mão de Violetta em casamento também.

O casal vivera momentos inesquecíveis juntos, momentos únicos, mas não tão únicos como o que estava prestes acontecer. Todos estavam reunidos na igreja. Francesca era a madrinha de Violetta junto a Marco. Todos, inclusive Francesca, ficavam admirados em como Violetta e Diego se olhavam, no quanto transmitiam paixão. O padre começou a cerimônia.

– Estamos aqui reunidos na casa de Deus, para unir essas duas almas em matrimônio. – Diego e Violetta sorriam um para o outro – Violetta Castillo e Diego Mendez decidiram celebrar sua união. – Violetta Castillo, você aceita Diego Mendez como seu legítimo esposo? – perguntou.

– Aceito. – disse Violetta convicta.

– Diego Mendez, você aceita Violetta Castillo como sua legítima esposa? – perguntou a ele.

– Aceito! – disse emocionado.

– Vamos dar início aos votos. Diego, por favor. – Diego então retirou a aliança da mocinha que as carregava e pegou a mão de Violetta, Violetta fez o mesmo.

– Eu, Diego Mendez Garavini , prometo ser fiel a você, Violetta Castillo, prometo amar-te e respeitar-te. Na saúde e na doença. Na riqueza e na pobreza. Todos os dias de minha vida. – ele disse colocando o anel no dedo da moça sussurrando um ‘’eu te amo’’ logo em seguida. Violetta já chorava emocionada.

– Eu, Violetta Castillo Saramego, prometo ser fiel a você, Diego Mendez, prometo amar-te e respeitar-te. Na saúde e na doença. Na riqueza e na pobreza. Todos os dias de minha vida. – ela repetiu o gesto do rapaz, colocando a aliança em seu dedo.

– O que Deus uniu, o homem não separa. – disse o Padre –‘’O amor é sempre paciente e generoso. Nunca é invejoso. O amor nunca é prepotente nem orgulhoso. Não é rude nem egoísta. Não se ofende nem se recente do mal. Não se alegra do pecado alheio. Mas se regojisa com a verdade. E tudo perdoa tudo crê, e tudo espera e tudo tolera. Seja o que vier!’’ 1 CORÍNTIOS 13:4-7 (N/A: Quem já assistiu/leu ‘’Um amor para recordar’’ conhece essa frase. E Sim, ela é retirada da bíblia mesmo) – sorriu – Violetta Castillo Saramego, Diego Mendez Garavini, eu vos declaro, marido e mulher. – Pode beijar a noiva.

Aplausos foram ouvidos dentro da igreja quando Diego tomou Violetta em seus braços e a beijou intensamente, cheio de amor. Eles começariam uma nova fase de suas vidas, agora juntos. Não sabiam o que aconteceria dali pra frente, mas enquanto estivessem juntos, tudo estaria bem.

Notas finais
Gostaram?