One-shots Violetta

7 Dangerous - LEONETTA


Notas iniciais
GENTE ME DESCULPA Eu sei que to há séculos sem dar as caras por aqui. Mas me faltaram ideias e logo começou a faltar tempo também, devido a faculdade. Mas agora voltei pra alegria geral da nação e voltei com um Leonetta pra me redimir ♥ ESSE HOT É MUITO ESPECIAL! Motivo: Ele foi encomendado (sim, to popular kiridos). Uma autora aqui do Nyah me pediu pra escrever esse hot pra ela, pra ela postar na fanfic dela, claro, com meus direitos autorais. Resolvi colocar ele aqui pra vocês e acho que vocês vão amar ♥ Pelo menos eu espero isso, porque não quero que vocês me matem T.T Bom, nos vemos lá embaixo ♥

A situação não estava nada agradável. Estávamos totalmente ferrados! Os tiros ecoavam pela rua e nem eu, nem León tínhamos muita munição.

– Quantas balas você tem? – perguntei apressada enquanto corríamos por uma viela. Os atiradores estavam se aproximando de nós, eu tinha certeza.

– Uma. – disse sem fôlego – E você? – perguntou enquanto me puxava para outro desvio.

– Nenhuma. A gente tá ferrado. – afirmei – É melhor você fazer valer essa bala, Vargas. Ou não vamos viver pra contar a história. – passei a mão rapidamente pelos cabelos – Vem, temos que encontrar um local seguro. – peguei sua mão puxando-o.

– Eu acho que tem um depósito a duas quadras daqui. Se formos rápidos talvez possamos chegar lá sem virarmos peneiras. E com muito mais sorte ainda nos esconder. – disse.

– Sorte. – bufei – Eu não acredito que eu estou dependendo da minha sorte.

Corremos como se não houvesse amanhã. A situação não estava favorável. Tudo estava muito escuro, eu tinha uma droga de sapatos de salto nos pés e não tinha tempo de tirar sem ter o risco de levar um tiro. León por sua vez tinha a velocidade reduzida pelos meus malditos sapatos. Um dos capangas que nos perseguia saltou na frente de León e deu uma chave de braço no mesmo. León tentava se livrar dele sem sucesso enquanto eu lutava com outro capanga que tentava me pegar.

– León! – gritei – Solta ele, seu maldito! – gritei ao capanga enquanto desviava dos golpes que o outro tentava me dar.

– Solto sim, quando ele não estiver mais respirando. – ele apertou ainda mais a chave em León e eu percebi o rosto dele ficando roxo. Me distraí com isso e o homem que lutava comigo acertou um tapa forte em meu rosto que fez com que eu cambaleasse.

– Eu vou matar você, seu desgraçado! – num ato de fúria eu devolvi um soco em sua garganta, deixando-o sem ar por tempo o suficiente para que eu acertasse suas partes baixas com um chute. – Agora é sua vez. – eu disse me virando para o homem que tinha León preso na chave de braço.

– Se você se aproximar, eu quebro o pescoço dele. – sorriu malicioso.

– Não tenha tanta certeza disso. – saquei a arma de León e atirei em direção à perna do homem.

Ele o soltou.

E eu corri na direção de León. Mas não sem antes enfiar o meu salto nas bolas do filho da puta que tinha deixado ele nesse estado.

– León? Você está bem? – perguntei preocupada passando a mão por seu rosto – Caramba, León! Me responde! – ele tossia.

– Eu vou ficar. – tossiu novamente – Obrigado.

– De nada. – sorri. – Desculpa por roubar sua arma sem você perceber. Chame isso de intuição feminina. – ele apertou minha mão.

– Se não fosse por você eu estaria sendo enviado pra máfia em uma caixa de fósforos. – sorriu agora um pouco mais corado, estava se recuperando – Vamos pegar as armas deles. – acenei com a cabeça.

Pegamos as armas deles e eu me livrei dos meus sapatos. Continuamos nossa corrida até o nada. Mais algumas quadras sendo perseguidos pelos barulhos e encontramos o pequeno depósito.

– Vamos entrar. – disse León.

– Tem certeza? – sussurrei – Isso não pode de forma alguma ser um lugar seguro, León!

– Vai ter que servir. – disse ele – Precisamos nos comunicar com os outros, precisamos de reforços. – nesse momento ouvimos vozes próximas a nós dois. A única opção que tínhamos era a de entrar no depósito antigo.

Entramos em passos silenciosos com as armas mirando para o nada na penumbra. As vozes dos capangas continuavam próximas e nós realmente estávamos contando com a sorte.

Outro tiro. Um grito.

– León, nós precisamos nos esconder. – sussurrei com a voz tremida.

– Shh... Eu sei. – outro tiro – Eu acho que tem um armário ali na frente. Vamos ver se conseguimos arrombar e nos escondemos nele até as coisas ficarem menos feias, pode ser? – disse rapidamente.

– E como vamos abrir o armário, gênio? – perguntei brava.

– Tira uma dessas porcarias de grampo do seu cabelo e deixa o resto comigo. – ele mesmo retirou o grampo enquanto falava – Vem.

Caminhamos furtivamente até o armário e León começou o serviço. Eu peguei sua arma e apontei junto a minha para frente e para o lado, sempre alternando fazendo nossa retaguarda.

– Pronto. – sorriu vitorioso – Vai ser um pouco apertado e sufocante, mas vai ter que servir. – explicou e eu acenei – Primeiro as damas. –disse e eu entrei empurrando as tralhas que tinham dentro do armário para o lado. Era um modelo antigo, sem prateleiras, o que facilitou para que eu ficasse em pé ‘’confortavelmente’’. – Eu acho que sou muito alto pra caber aí dentro. – León disse e eu finalmente entendi o que ele queria.

– Não León, você não vai fazer isso. – sussurrei desesperada – Você não vai enfrentar esses caras sozinho! É suicídio! – choraminguei.

– Eu só preciso que você fique segura. –disse simplesmente.

– Eu não quero estar segura se você for pra linha de tiro deles. Você não vai morrer por minha causa! – agarrei a gola de sua camisa e o puxei pra perto. – Não se atreva a sair de perto de mim, Vargas. – sussurrei com os olhos cheios de lágrimas.

– Violetta, só estamos os dois aqui. Nossos companheiros estão sabe lá Deus onde e eu não quero que você se machuque. Eu nem sei se eles estão vivos! Eu preciso que você fique bem. – disse levando a mão até meu rosto. – Por favor, não complique as coisas. Talvez eu consiga negociar com eles.

– Negociar com a máfia, León? – tive que me segurar pra não gritar – Você já viu como essa gente negocia há alguns minutos atrás. Você quase morreu! – segurei em seus ombros – Fica. – implorei.

– Violetta... – sibilou levando as mãos até minha cintura.

– Fica comigo. – outro tiro. Eu não dei tempo para León fugir de mim. Simplesmente o puxei novamente para o armário e dessa vez ele entrou sem pestanejar. Fechamos as portas lentamente para evitar barulhos e ele se apoiou com as costas na lateral do armário, me puxando pra perto.

Agora nós ouvíamos os barulhos se afastarem, mas não estavam longe o suficiente para que nos sentíssemos seguros o bastante para nos afastar. León me segurava pela cintura enquanto eu estava de costas pra ele.

– É melhor nós ficarmos por aqui mais algum tempo. – sussurrei – Eles podem estar por perto. – eu mal conseguia formar as frases, agora a respiração quente de León em meu pescoço tomava toda a minha atenção.

– Violetta, eu sei que não é a melhor hora pra isso, mas... – ele me virou com cuidado pra que eu ficasse cara a cara com ele – Tendo em vista que nós podemos morrer a qualquer momento, eu não posso deixar de fazer isso. – ele levou uma das mãos até minha nuca, onde acariciou levemente.

– Isso o que? – perguntei de olhos fechados, enquanto sentia seu carinho. Sua outra mão percorria minhas costas devagar.

– Isso. – e me beijou devagar, deliciosamente devagar. O espaço era pouco, sufocante, mas não ligávamos. Não sabíamos se conseguiríamos sair daquela situação e aquela pareceu uma ótima maneira de acalmar os nervos e aguardar pelo pior, ou não.

O beijo aos poucos se intensificou e deu lugar a sentimentos que somente León conseguia despertar em mim. Minhas mãos já percorriam seu abdômen definido por baixo de sua camiseta e as mãos dele apertavam meu traseiro por cima da saia social que eu usava.

– León, aqui não. – sussurrei e um gemido escapou de minha boca quando ele mordiscou meu lóbulo.

– Aqui sim. – suas mãos foram até o zíper de minha saia, abaixando-o lentamente. – Eu preciso de você. – afirmou enquanto beijava meu pescoço e pressionava seu quadril contra o meu. Eu podia sentir sua ereção.

– León, nós estamos escondidos dentro de um armário, correndo risco de... Ah! – gemi ao sentir seus dedos roçarem minha intimidade por cima da calcinha.

– Eu não consigo pensar em maneira melhor de morrer. – sussurrou em meu ouvido – Deixa eu te provar, Violetta. – mordiscou meus lábios adentrando minha calcinha com a mão em seguida, apertando minha intimidade com a mesma. Mordi os lábios tentando prender o gemido. – Gostosa.

– Isso não vai dar certo. – eu disse levantando a barra da camiseta de León, obrigando-o a me ajudar a retirar. – Eles vão pegar a gente. – ri baixo em desespero.

– Então você vai ter que gemer baixo, somente pra que eu possa ouvir você. – ele se livrou de minha saia e calcinha rapidamente, abrindo o zíper de sua calça e liberando seu membro de dentro da cueca. Mordi meus lábios em reação. Como um homem podia ser tão delicioso? – Vem aqui. – ele me puxou pra outro beijo avassalador. Ele provava meus lábios de maneira sensual enquanto roçava nossas intimidades apenas para me levar a louco. Desceu os beijos até a parte exposta de meus seios, onde começou a distribuir chupões e mordidas, arrancando gemidos baixos de mim em seu ouvido. León então abaixou as alças de minha blusa e abriu o fecho frontal do meu sutiã. – Você tem seios maravilhosos. – disse brincando com um dos mamilos entre os dedos – Deus, como eu queria ter uma cama pra te jogar nesse momento. – agarrou meu traseiro e eu ferrei as unhas em suas costas em surpresa.

– Acabe logo com isso. Eu preciso de você. – pedi em seu ouvido. E ele penetrou minha intimidade com dois dedos, de uma vez. Segurei o gemido. – Gostoso. Maldita pegada, León! – gemi e mordisquei sua orelha.

– Me diz o que você quer. – sussurrou em meu pescoço. – Pede que eu faço. – ele apertou meu traseiro com a mão livre. – Eu adoraria te pegar de quatro, Violetta. Mas infelizmente o espaço é pouco. – ele continuava estocando seus dedos em mim. – Como você quer que eu te pegue?

– Assim. – me virei de costas pra ele. – Quero sentir você me pegando por trás. Prometo gemer baixinho, só pra você. – disse safada. Minha sanidade havia ficado do lado de fora do armário.

– Coloque seus braços pra cima, envolta da minha cabeça. – pediu apertando minha coxa – Quero sentir o seu cheiro enquanto te faço minha. – obedeci prontamente.

León levou uma mão até meu seio, onde começou a massagear e a outra até meu clitóris. Eu estava extasiada perante ao prazer que aquilo me dava, e tudo ficou ainda mais intenso quando ele me penetrou de uma só vez. Tive que me segurar para não gritar. Não de dor, mas sim de um prazer imenso que senti quando aquele membro grosso me invadiu de uma vez só. León falava algumas sacanagens em meu ouvido e aquilo apenas me excitava mais. Eu movia meu quadril de encontro ao seu e nossos sexos se chocavam. Tentávamos fazer o mínimo de barulho possível, mas a essa altura, nem nos lembrávamos do que estava acontecendo. Éramos apenas nós dois, perdidos um no corpo do outro, alheios ao caos do lado de fora daquele armário.

– Mais forte León. – pedi em um gemido. – Me fode.

– Geme baixinho, meu amor. – ele sorriu safado em meu pescoço – Diz pra mim – ele intensificou os movimentos em meu clitóris e diminuiu a intensidade das estocadas – diz que eu sou o único cara que te deixa assim. Que só o meu pau te satisfaz. – mordiscou meu lóbulo e deu uma estocada funda. Gemi alto e ele sorriu – Diz.

– Só você. – a frase saiu como um gemido sôfrego – Só você me deixa assim. – ele estocou fundo mais uma vez – Delícia. Faz forte, León... Me fode bem gostoso.

– Safada. Gostosa. – saiu lentamente de dentro de mim e estocou fundo novamente, dessa vez dando continuidade e estocando fortemente em mim, me fazendo revirar os olhos de prazer, sem nunca deixar de estimular meus seios e meu clitóris. Eu gemia seu nome baixinho enquanto ele estocava rapidamente em mim. – Quando sairmos daqui, você vai direto pra minha cama. Vou te dar uma noite de rainha. – sussurrou dando um tapa leve em minha intimidade.

– León... – gemi seu nome baixinho. Eu já podia sentir os primeiros espasmos tomando conta do meu corpo. Eu arranhava a nuca de León enquanto ele dava continuidade a seus movimentos, dando leves tapas em minha intimidade, me deixando louca. – Me faz gozar nesse pau, faz. – pedi entre sussurros enquanto apertava seu membro em minha intimidade.

– Você vai me matar, Violetta. – sussurrou dando um chupão em meu pescoço em seguida – Apertando meu pau desse jeito. Gostosa. – outro tapa. Em seguida agarrou minha coxa. – Goza pra mim. – ordenou. Algumas estocadas depois meu corpo estava ainda mais entregue a ele. Alguns minutos depois daqueles movimentos eu senti um prazer imenso percorrer meu corpo e fui acompanhada de León, que derramou-se em mim logo em seguida. – Eu amo você. – disse saindo de dentro de mim e me beijando lentamente, com os braços envolta de minha cintura.

– Eu também te amo. – sussurrei. Ficamos mais alguns momentos naquela bolha particular até que nossa paz foi quebrada por gritos ao longe.

– Violetta! León! Vocês estão por aqui? – conhecíamos aquela voz.

– Temos que nos vestir. – eu disse a León. – Vieram nos buscar. – eu disse toda atrapalhada tentando retirar aquele letreiro enorme na minha testa escrito ‘’Acabei de transar’’ e tentando retomar minha postura de desesperada. – León! – sorri.

– Que? – ele riu. – Eu estou sem reação, você está tão linda. – disse.

– León! – gritou a mesma voz feminina de antes.

– Nós temos que ir. – agora eu já havia recolocado minhas roupas. Por mais que meu cabelo estivesse um lixo e meu corpo provavelmente infestado por chupões e mordidas, eu teria que manter minha dignidade perante a aquele momento. – Se veste, amor. Me ajuda! –entreguei a camisa dele.

– Tá bom. – fez bico. – Estamos aqui, Fran! – gritou ele vestindo a camisa. Abrimos a porta do armário lentamente com as armas em punho. Lucas correu em nossa direção.

– Graças a Deus vocês estão bem! – Francesca resfolegava. – Nós conseguimos capturar dois deles. O resto fugiu. – explicou. – Vamos embora. – ela nos encarou – Espera, vocês...

– Não! Você não vai dizer o que tá pensando em dizer. – adverti.

– Ok, ok. Apenas vamos sair daqui. A noite foi complicada e eu realmente preciso de um banho quente. – disse derrotada.

Então seguimos em direção ao carro que nos aguardava do lado de fora do depósito. Dois capangas da máfia italiana estavam em nossas mãos agora. Seriam interrogados no dia seguinte. Eu estava exausta. Todos nós estávamos. Sentei ao lado de León no banco detrás do carro e encostei a cabeça em seu ombro.

– Vem comigo pra casa. – sussurrou acariciando minhas mãos – Eu quero dormir agarradinho com você.

– Vou. – bocejei sonolenta. – Mas acho que minha noite de rainha terá que ficar pra amanhã. Não acho que eu tenha forças pra outra rodada hoje. – sorri levemente.

– Teremos tempo, querida. – beijou minha testa. – Todo o tempo do mundo. – ele disse carinhosamente e alguns minutos depois eu já havia adormecido em seu ombro.

O dia seguinte seria cheio para todos nós. Mas nem tudo havia dado errado naquela noite, e eu estava muito feliz.

Notas finais
E aí? O que acharam do hot like a Missão Impossível? UAHAEUEAUEAHUEAHEAUEAH Vejo vocês nos reviews