One Step Closer
2 Primeiro dia
Notas iniciais
Dedicado a NikolinaPetrova, minha primeira leitora até o momento! Espero que goste amor *-*
Boa leitura!!!
Lowrayne Witchlook
Finalmente bateu o sinal e estou indo para casa. Primeiro dia de aula e esta escola já é odiada por mim, graças a Deus, ano de formatura.
Pego minha mochila e jogo dentro meu único caderno e minhas canetas. Lanço a mochila para as costas e começo a sair da sala. Vejo certo tumulto e uma loira sorridente lançasse em minha frente.
- Olá! Você é a aluna nova. — ela fala. — Bom, vamos ter uma festa de boas vindas para os veteranos. Será na minha casa! — entregou-me o papel.
- Ah, eu não sei se eu irei. — respondi sorrindo sem graça.
Por mais que ela seja muito alegre para o meu gosto, ela foi a única que eu fui com a cara nessa escola, e também foi a única a conversar comigo.
- Vamos! — animou-se. — Vai ser bem legal.
- Quando? — perguntei.
- Hoje, às 22h. — ela sorriu.
- Você é...? — perguntei.
- Caroline Forbes. — sorriu.
- Prazer Car. — sorri. — Sou Lowrayne Witchlook.
- Nos vemos hoje à noite então? — ela perguntou.
- Provavelmente sim. — sorri.
Ela bateu palminhas e se foi.
Entrei no meu Audi a5 conversível branco e liguei o motor. Em alguns minutos eu já estava a caminho de casa. Ganhei o carro de dezesseis anos de Larry, mas por todo o meu gênio forte, teimosia, desobediência e outros "N" motivos, ele queria tira-lo de mim.
Estacionei o carro na garagem externa e peguei a mochila. Caminhei pelo jardim, pisando na grama vagarosamente.
Assim que entrei em casa, subi para meu quarto e joguei a mochila em cima da cama. Fui direto para um banho morno.
***
Terminei o banho e vesti um vestido curto e coloquei uma rasteirinha. Soltei meus cabelos, e os cachinhos ainda estavam perfeitos. Desci para a cozinha e Larry estava almoçando a mesa.
- Boa tarde Low. — ele falou.
- Boa tarde Larry. — sorri.
Sendo ou não um chato de galocha, ele que cuidou de mim até hoje, se desdobrou para me alimentar e manter-me bem, apesar dele ser rico, mas eu não ligo para isso. Devo muito a ele por tudo, e creio que um dia vou pagar por tudo.
- Como foi na escola? — perguntou.
- Ah Larry, você sabe né? — falei colocando meu prato. — Todo primeiro dia é chato. Você não conhece ninguém, todo mundo te olha como se você tivesse um olho, três pernas, quatro braços...
Ele não aguentou e soltou uma gargalhada contagiante, fazendo-me rir também.
- Isso é normal querida. Em alguns dias, você vai se enturmar e fazer novas amizades. — ele falou. — É normal as pessoas ficarem olhando, não achando que você é um monstro! — sorriu.
- Idiota! — murmurei. Hoje vou a uma festa de boas vindas aos veteranos. — falei.
- Onde será? — ele perguntou.
- Na casa de uma garota lá da escola. — dei de ombros e sentei-me a mesa com meu prato feito.
- Viu? Uma nova amizade! — rolou os olhos. — Você está pensando em ir? — ele perguntou.
- Eu vou. — respondi.
Ele assentiu e continuamos a comer nosso almoço.
Assim que terminamos, lavei meu prato e voltei para meu quarto. Resgatei meu iPhone na mochila e tinha um sms do Deeck.
*Hey! Como está na Virginia bebe?*
*Chato! :( Queria estar com você, a Lana e o Bryan.*
*Sinto sua falta meu anjo. :( quero teu beijo!*
Deeck e eu namorávamos há um pouco mais de dois anos, quando falei que iria vir morar aqui, ele quase teve um treco. Realmente foi triste vir morar aqui e deixa-lo lá sozinho. Eu o amo, e por este motivo, resolvemos não terminar, mas logo voltarei para Seattle e nós vamos nos casar como já estávamos planejando.
Troquei sms's com ele durante a tarde toda, matando um pouco a saudade dele. Olhei o horário e eram quase 20h. Resolvi ir tomar banho e começar a me arrumar para a festa.
***
Coloco um vestido preto e curto, com detalhes em paetê branco na saia de camadas. Coloco uma meio fina preta e não deixo meu coturno de lado. Nos meus cabelos, os cachinhos predominam. Passo uma maquiagem básica e pego meu iPhone e as chaves do carro. Desço as escadas e Larry esta se arrumando para trabalhar (ele trabalha de noite).
- Vou para a festa. — falei.
- Lowrayne! Com essa roupa curta? — Larry perguntou.
- Não começa Larry. Fui! — falei.
Saio pela porta antes que ele reclame mais. Entro no carro e saio da garagem. Olhei no convite o endereço e digitei no GPS do celular.
***
A festa estava bombando, então toquei a campainha. Um moreno forte abriu a porta e sorriu.
- Oi. — ele falou.
- Oi. — falei.
- Entra... — sorriu.
- Eu quero falar com a Car... — pedi.
Ele segurou-me pela mão e puxou-me para dentro da festa. Pegou um copo de bebida e entregou-me. Logo observei a Car, com um loiro de olhos claros assim como eu. Fui chegando mais perto deles e o garoto parou, ficando de frente para mim.
- Eu sou Tyler Lockwood. — falou o moreno que ainda segurava minha mão.
- Lowrayne Witchlook. — falei observando a Car. — Licença.
Pedi e saí de sua frente. Aproximei-me de Car e assim que me viu, sorriu feliz.
- Sabia que viria! — ela falou.
- Ah. — sorri sem graça.
- Esse é meu namorado. — ela sorriu.
- Lowrayne Witchlook. — apresentei-me e o encarei.
- Niklaus Mikaelson. — encarou-me também.
- Ótimo! — a loirinha puxou-me. — Vou apresentar-lhe algumas pessoas.
Ela arrastou-me até uma parte da casa, em que havia um grupo de cinco pessoas. Quatro delas da escola e um único moreno que nunca vi em minha vida.
- Ei pessoal! — Car chamou-os. — Esta é Lowrayne Witchlook.
- Prazer, sou Jeremy Gilbert. — o moreno da escola de olhos marrons me cumprimentou sorrindo.
- E eu sou Elena Gilbert, irmã do Jer. — a morena de cabelos lisos compridos e olhos castanhos escuros que estava abraçada com um loiro sorriu para mim.
- Eu sou Stefan Salvatore, prazer Lowrayne. — falou o tal loiro de olhos claros que estava sendo agarrado pela Elena.
- Me chamo Bonnie. — a moreninha sorriu. — Você é daqui mesmo? — perguntou.
- Não... — sorri. — Aliás, eu nem sei. Sou adotada. Mas morava em Seattle. Meu pai adotivo veio para cá, morar aqui por motivos de trabalho.
- Hmm... Entendi. — ela sorriu.
- E você badboy? — olhei para o moreno de olhos azuis. — Não vai se apresentar?
Ele revirou os olhos e bufou. Pegou um copo de uísque e bebeu, fazendo uma careta quando terminou o copo.
- Damon Salvatore. — falou ríspido e sorriu sarcástico.
- Infelizmente, meu irmão. — Stefan falou e eu dei de ombros.
- Vamos dançar? — perguntou Elena ao ouvir os primeiros acordes de "Fell So Close".
- Vamos!
Jer pegou Bonnie e Stefan puxou Elena para dançar. Percebi o olhar triste de Damon sobre eles dois. Restamos apenas nós dois no canto, e todos foram dançar. Estava escura a parte que ficamos. Aproximei-me dele e encostei-me na mesma parede que ele, ao seu lado.
- Você gosta dela né? — perguntei e ele apenas assentiu. — Quer dançar? — perguntei e ele sorriu baixinho.
- Obrigado... Mas não acho uma boa ideia. — ele falou.
Uma loira chegou e mediu-me dos pés até a cabeça. Agarrou Damon na minha frente, beijando-o e apertando-o na parede. Arregalei os olhos com a imagem, chocada.
- Ah Rebekah! — ele gemeu na boca dela.
- Quem é essa, Damon? — ela olhou de canto para mim.
- Lowrayne Witchlook, amiga da Caroline. — deu de ombros.
- Rebekah Mikaelson. — ela falou.
- Irma do Niklaus. — presumi.
- Vem Damon, vamos pra sua casa... — ela puxou-o pela jaqueta.
- Tchau Lowrayne. — ele sorriu.
- Tchau. — falei falsa. — Safado. — sussurrei.
Fiquei sozinha e felizmente o Tyler apareceu para conversar comigo.
- Você está aqui faz quanto tempo Low? — ele perguntou.
- Tem ao menos uma semana. — sorri.
- Bebe um pouco! — ele gritou por cima da musica e me deu um copo cheio de bebida.
Comecei a beber e à medida que eu conversava com Tyler, virava mais copos alcoólicos à boca. Ele puxou-me pela cintura e sussurrou no meu ouvido.
- Que tal a gente aproveitar um pouco? — ele sorriu.
- Ah, eu não posso Tyler! – gargalhei.
- Por quê? — fez bico.
- Eu namoro! — falei.
- Só um pouquinho, um beijo... — ele sussurrou.
- Não! — afastei-me dele.
Fui para a pista de dança e me juntei a Elena.
Ela era bem legal, muito simpática e bonita. Sorte de o Stefan ter conseguido conquista-la e pobre do Damon, aquele chato. Eu percebi que Stefan é o irmão bonzinho, certinho e que Damon é o mal e pegador, são totalmente o contrario. Olho para o relógio e marca 2h já. Estou com a cabeça girando, de tanto que bebi. Saio de dentro da casa de Car, quero ir para casa apenas.
Pego as chaves do carro e entro nele por cima do conversível mesmo. Coloco a chave na ignição e ligo o painel.
- Hey! — ouço uma voz masculina. — Deixa que eu te levo em casa. Você está bêbada.
Notas finais
Até mais *-*
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