Onde Tem Ódio Tem Amor
27 {Capítulo Especial} Nothing Even Matters
Notas iniciais
Como prometido, aí está o especial ; )
218 leitores, 367 reviews, 96 favoritos e 3 recomendações? Uou! É bastante. Nunca pensei que a fic chegaria a tanto. Muito obrigada a cada um de vocês!!! Sem vocês essa fanfic nem sequer existiria, então muito obrigada, mesmo!!!
E um obrigada especial a Helo Chan pela recomendação extremamente fofa!!! Muito obrigada, Helo!!!! Eu amei a recomendação!!!!
Obrigada também pelas sugestões para o especial Cloudy Night,
Lucy Dragneel, Megu Rinne, levyS2moon e Loli chan.
Não sei se o especial ficou muito bom, mas espero que gostem : )
Boa leitura!
Ps: Capítulo não betado.
― Francamente, Lucy, viajar para um lugar desses em pleno inverno? ― Reclamou o rosado pela milionésima vez, jogando as malas de ambos no chão sem qualquer cuidado.
O casal havia aproveitado o tempo de folga do trabalho de Natsu ― somado ao feriado nacional ―, para fazer uma curta viagem de três dias. O destino escolhido fora uma cidade ao norte do Japão, conhecida por atrair turistas graças às suas belezas naturais. Chegaram ao hotel no qual se hospedariam próximo às oito horas da noite, cansados após as exaustivas horas dentro do avião.
― Que diferença faz? Em Magnólia também estava frio.
― Mas aqui o frio é dez vezes pior.
A loira encarou Natsu com as mãos posicionadas na cintura e suspirou, tentando logo depois esconder um sorriso. Não conseguiu, entretanto. Era engraçado ver seu namorado daquele jeito. Natsu ficava fofo reclamando. Inflava levemente as bochechas e a curva de suas sobrancelhas dava a ele um aspecto infantil.
Caminhou até ele sem pressa e envolveu o pescoço do garoto com seus braços, puxando-o para si até que seus lábios se encontrassem. Apenas um simples beijo. Ele bem que tentou aprofundá-lo, porém ela não permitiu. Sempre tentava, na verdade. Odiava os beijos curtos tanto quanto os adorava. Aquela sensação de que nada realmente importava quando ela colocava seus braços ao redor dele, ou também quando o contrário acontecia; ele realmente a amava. O mundo parava; os sons se desligavam e as pessoas congelavam. Eram apenas eles.
― Não exagere. Não está tão frio assim. ― Disse, ainda com os braços ao redor do pescoço de Natsu.
― Não estou exagerando.
― Pare de reclamar e aproveite a viagem, ok? Ou pelo menos tente.
― Ok. Prometo que irei tentar.
Lucy sorriu e colou novamente seus lábios, dando um curto e estralado selinho em Natsu. Suas mãos desceram até a sua cintura, onde se encontravam os braços do garoto. Segurou uma de suas mãos e se afastou, puxando-o consigo.
― O que acha de irmos tomar um banho? ― Perguntou usando a expressão que apenas Natsu conhecia. Um misto de inocência e malícia.
― Irmos? No plural? Eu e você? Acho uma ideia excelente. Não poderia sugerir outra melhor.
***
― Você é muito cruel, sabia, Lucy? Me diga, qual é a graça de tomarmos banho juntos se só... tomamos banho! Merecia um castigo por ser tão má. ― Reclamou o rosado, apertando Lucy ainda mais contra si, os braços contornando possessivamente a cintura da loira. Estava inconformado. Haviam tomado banho juntos, mas apenas isso, já que Lucy mal o deixava tocá-la.
Os dois se encontravam sentados no chão da sala em cima de um tapete, abraçados e cobertos por diversas cobertas enquanto assistiam televisão. O frio era um tanto quanto intenso, mas nada que um pouco de calor humano não resolvesse.
― Eu não sou cruel. Disse para tomarmos banho juntos, nada mais. Além do que, quem está de castigo aqui é você, lembra?
O garoto sorriu de forma sarcástica com um plano em mente. Lucy não percebeu, e nem poderia, já que estava de costas para o rosado. A loira apenas sentiu quando ele começou a deslocar seu peso para cima dela, fazendo-a cair lateralmente e deitar-se sobre o tapete.
― Ei! ― Protestou.
Ele posicionou suas mãos apoiadas no tecido felpudo, uma de cada lado da cabeça de Lucy, sustentando seu peso; e se deitou sobre a garota, deixando apenas um pequeno espaço entre seus corpos.
― Eu fiquei um ano longe de você. Isso já não foi castigo suficiente para qualquer coisa que pudesse acontecer, mesmo depois de você ter voltado? Só para compensar esse um ano deveríamos ficar pelo menos durante dois apenas transando.
― Dois anos? Mas isso é muito tempo. ― Lucy comentou, colocando suas mãos sob o peito do rosado, sentindo seu peitoral musculoso. Seu olhar direcionando-se para os botões da camisa que Natsu vestia.
A proximidade de seus corpos e as cobertas que os cobriam ― mesmo que àquela altura os cobrissem apenas da cintura para baixo ―, espantavam o frio por completo, dando uma gostosa sensação de conforto. Porém, nada servia melhor contra a baixa temperatura do que o calor que habitava em seus corações, causado por um sentimento estranho e ao mesmo tempo indispensável: O amor.
― Nunca é muito para algo assim, Lucy.
― Mas nós iríamos praticamente morrer de cansaço. ― respondeu sem mover o olhar. Seus dedos agora circundavam os botões da camisa, brincando com os pequenos pedaços de plástico de cor marrom.
― E daí? Eu iria morrer feliz. Muito feliz.
Lucy sorriu discretamente. “Pervertido” pensou. Ele era um pervertido sim, mas ela amava esse lado que Natsu expunha apenas a ela. Pelo menos após terem se firmado como casal.
― Não pode ser pago em parcelas? ― A loira perguntou, finalmente olhando-o nos olhos.
― Claro. Mas a primeira tem que ser paga agora.
O rosado começou a distribuir sedutoramente beijos por cada centímetro do pescoço de Lucy. Esqueceram-se do programa transmitido na televisão muitos minutos atrás. Aquilo pouco importava.
Ele comemorava internamente. Conseguira quebrar aquele castigo. Aliás, aquilo não era castigo, aquele tipo de greve por parte de Lucy, era tortura! Privá-lo de ter a pessoa que mais amava da forma mais íntima possível era extremamente torturante. Ele nem sequer tinha culpa no que acontecera! Mas o passado era passado, não queria discutir mais por causa daquele assunto.
Quando chegou à base do ombro de Lucy subiu novamente os beijos, até chegar aos lábios avermelhados e sedutores que tanto amava. A beijou sem quase nenhuma calma. Seu corpo implorava por mais contato. Aquilo ainda estava longe de ser suficiente.
As mãos da loira haviam mudado de posição. Passeavam pelas costas de Natsu, deslizando pelo tecido macio. Ele praticamente a fizera esquecer-se do castigo. Porém, três batidas na porta a fizeram retomar a consciência.
― Finja que não tem ninguém aqui. ― Pediu o rosado próximo ao ouvido de Lucy quando a sentiu tentar afastá-lo de si.
― É um quarto de hotel, não tem como fingir que não há ninguém.
― Podemos fingir que saímos, fomos dar um passeio, sei lá.
― Às oito horas da noite?
― É muito cedo para as estrelas, sabia?
Novas três batidas.
― Sai logo de cima de mim, Natsu.
O rosado bufou e se jogou para o lado, deitando-se sobre o tapete.
― Sua chata. ― Resmungou.
Lucy se levantou, ajeitou o cabelo e sorriu para Natsu antes de ir atender a porta. Ele continuou estirado no tapete, espiando de canto para descobrir quem havia estragado seus planos.
― Boa noite. ― disse o rapaz que antes batia na porta. Trazia em um carrinho duas bandejas. ― O jantar oferecido pelo hotel.
― Ah, obrigada! Pode colocar sobre a mesa.
O rapaz entrou, sendo fuzilado pelo olhar de Natsu que o guiava a cada passo dado. Internamente o rosado amaldiçoava-o por chegar exatamente naquele momento. Deixou as bandejas sobre a mesa, como orientado por Lucy, e se retirou.
― Da próxima vez me lembre de nos hospedarmos em um hotel que não tenha serviço de quarto. ― Murmurou Natsu. ― Podemos continuar de onde paramos?
― Não. Vamos comer e ir dormir. Amanhã será um longo dia.
Natsu novamente bufou. Momentos antes estava tão perto de conseguir o que queria...
― Você é mesmo uma chata, Lucy.
― Eu sei que você me ama. ― Brincou enquanto arrumava a mesa para o jantar.
― Está tão na cara assim, é? ― Natsu perguntou, levantando-se e caminhando até a loira.
― Na verdade, está sim.
― Convencida.
― O que eu posso fazer se é verdade?
Ele sorriu, passou seus braços ao redor da cintura de Lucy, trazendo-a para mais perto de si, e a beijou novamente.
Jantaram e logo adormeceram, abraçados, ficando o mais próximos possível. Não necessariamente por causa do frio, mas sim porque amavam sentir um ao outro.
Na manhã seguinte o frio já havia se amenizado um pouco. As temperaturas ainda eram baixas, porém muito mais suportáveis.
O casal acordou cedo, preparando-se para o dia planejado por Lucy. Natsu não fazia a mínima ideia do que seria isso, apenas descobriu quando ela contou-lhe, enquanto tomavam café da manhã no restaurante do hotel. Uma caminhada pela floresta mais conhecida da região, com direito até a um guia para orientá-los durante o caminho.
― Um guia? ― O rosado perguntou enquanto comia o último pedaço das panquecas que havia pedido e tomava um gole do seu chocolate quente.
― Sim. Disse para nos encontrarmos com ele na entrada da floresta daqui a uma hora.
― Hum. Ok. Eu já volto.
Natsu se levantou, deu um beijo na testa de Lucy e saiu, deixando a loira sozinha. Ela sorriu ao se ver pensando na relação dos dois. Fazia já um bom tempo desde que se conheceram. Tantas coisas aconteceram. Quem poderia dizer naquela época que seus futuros seriam aqueles? Achava tão improvável que isso acontecesse. A verdade era que a ordem dos fatos os levou àquilo. E apesar de todos os problemas, não podia estar mais feliz.
Um homem se sentou na cadeira onde antes estava Natsu. Por um instante Lucy pensou se tratar dele, porém ao levantar o olhar confirmou que não era o seu namorado, mas sim um estranho de cabelos castanhos curtos e olhos de mesma cor. Não era muito alto, nem muito forte, mas ainda assim não deixava de ser atraente.
― Olá, moça bonita. Como vai? ― Disse. Lucy o ignorou, tomando mais um gole de café. ― É falta de educação ignorar os outros, sabia? ― Silêncio novamente. ― Vamos, me diga pelo menos seu nome, prometo que não mordo.
O homem era insistente. Natsu provavelmente odiaria aquilo, porém era talvez a única forma de se livrar daquele estranho.
― Lucy.
― Muito prazer, Lucy. Sou o Daniel, mas pode me chamar de Dan. Então, é turista? ― Ele não era tão ruim assim, na verdade, Dan parecia alguém simpático, mesmo que estivesse claramente com segundas intenções com relação à Lucy.
― Sim.
― Vem de que cidade?
― Magnólia.
― Ah, a cidade das flores. Um ótimo lugar. Veio sozinha para cá, Lucy?
― Não, ela veio muito bem acompanhada.
Certo rosado realmente não gostara nada de ver sua Lucy conversando com um estranho. Chegara naquele instante, a tempo de ouvir apenas a última pergunta. Colocou um de seus braços protetoramente sobre o ombro da garota, olhando com raiva para o homem à sua frente.
― Ok, já entendi. Estou indo. ― Dan se levantou, percebendo o olhar de Natsu. Não queria arranjar confusão.
Lucy também se levantou, já havia terminado de comer há um bom tempo, estava esperando apenas o seu namorado voltar.
― O que estava fazendo, Lucy? ― Perguntou enciumado o rosado.
― Apenas conversando. ― Lucy respondeu, começando a caminhar para fora do restaurante, sendo seguida pelo garoto.
― Conversando? Tenho certeza de que ele não queria apenas “conversar”.
― Não importa o que ele queria. Sabe que, independente do que fosse, não iria conseguir nada. Você que é muito ciumento, Natsu.
― Não é essa a questão.
― Então qual é? ― A loira perguntou parando seus passos e olhando para Natsu.
― Você é bonita demais, se eu não tomar cuidado o que pode acontecer? Preciso me precaver. Os outros caras não veem a placa escrito “Manter distância, pertence apenas a Natsu Dragneel.”, então eu preciso mostrar a eles que ela está aí.
― Placa?
― É!
― Sei...
― É sério!
Lucy riu.
― Vamos logo, já estamos atrasados.
***
― Nós estamos atrasados? ― Disse o rosado sarcasticamente. ― Nós? Tem certeza disso, Lucy? Onde está esse guia?! Você disse que havia combinado com ele de nos encontrarmos aqui meia hora atrás.
― Eu não sei, talvez tenha perdido a hora.
Na entrada da floresta o frio era mais intenso. A vegetação deixava o local mais úmido, além do que as folhas das árvores bloqueava parte dos raios solares.
Natsu já estava cansado de esperar. Queria estar no quarto do hotel, apenas abraçado a Lucy. Isso sim seria um ótimo jeito de passar o feriado. Mas não, a loira insistia naquela “aventura”.
― Veja, acho que ele chegou. ― Lucy disse, apontando para algo que aparentava ser um homem. À medida que ele se aproximava suas feições ficavam mais claras.
― Vocês... ?
― Não, não, não e não. Diga que esse não é o nosso guia, Lucy!
― Por que eu tenho a impressão de que isso não dará certo... ?
― Vocês são Lucy Heartfilia e Natsu Dragneel? ― Lucy acenou positivamente enquanto Natsu torcia para que aquilo fosse apenas um engano. ― Ei! Que coincidência, não? Vamos, vamos, já perdemos tempo demais. ― Disse Dan, o mesmo homem que momentos antes conversava com Lucy no restaurante do hotel.
― Perdemos tempo? Foi você quem chegou meia hora atrasado. ― Resmungou Natsu enquanto os outros dois adentravam a floresta.
Mesmo que de má vontade, o rosado seguiu Lucy e Dan. Nem em sonhos deixaria sua namorada sozinha com aquele cara. Na verdade, jamais a deixaria com cara nenhum, a não ser que esse fosse de sua completa confiança.
O interior da floresta era bonito. As árvores que ali fincavam suas raízes eram enormes, chegando a ser difícil enxergar o topo de suas copas. Vários animais andavam pelos galhos e fungos se aproveitavam da madeira velha para sobreviver.
Apesar da beleza do lugar, conforme iam mais longe o lugar começava a se tornar um tanto quanto assustador, ainda mais quando Dan parou de repente, coçando a cabeça e olhando a sua volta.
― O que foi? ―Natsu perguntou.
― Bem, ― riu ― eu meio que não sei onde estamos.
― Co... Como? Você é um guia! Como não sabe onde estamos?!
― Eu sou novo no trabalho. ― Respondeu, gesticulando com as mãos como se não tivesse culpa. ― Não se preocupem, é só achar o caminho de volta.
Sem poder negar o pouco de medo que estava sentindo, Lucy se agarrou ao braço de Natsu, apoiando sua cabeça no ombro do garoto enquanto andavam.
― Não precisa ficar com medo, eu te protejo. ― Disse Dan, percebendo a reação de Lucy.
― Não é necessário. Eu já tenho um ótimo anjo da guarda aqui.
Natsu sorriu.
Continuaram tentando encontrar o caminho de volta, lembrando-se dos mínimos detalhes do caminho pelo qual vieram, apesar de ser uma tarefa difícil, já que tudo parecia muito igual. Enquanto caminhavam pela beirada de um lago Natsu não percebera as pedras escorregadias que estavam espalhadas por ali. O rosado acabara por escorregar em uma delas e cair na água.
Lucy bem que tentou segurar o riso, mas a situação era engraçada. Não deveria rir, fazia frio e a água deveria estar congelando, porém não conseguiu controlar após ver que Natsu estava bem.
― Ei, Lucy, por que está rindo? ― Ele perguntou assim que conseguiu voltar à superfície, usando aquele olhar que Lucy conhecia muito bem.
― Por nada, desculpe. ― Se apressou em dizer. Tarde demais, no entanto.
― Nada, é? Não tem como ser por nada.
― Natsu, não pense em fazer isso.
― Isso o que?
― O que está pensando.
― Como sabe o que eu estou pensando, Lucy?
― Natsu, por favor.
Tarde demais. O rosado conseguiu puxá-la para dentro da água junto de si. Como Lucy pensava, estava congelando ali. Ela se agarrou a Natsu, tentando se aquecer, porém o garoto arranjou um modo muito melhor para fazê-lo. Rapidamente tomou os lábios de Lucy para si.
Ele era quente em todas as partes do corpo, mas principalmente na boca. No frio daquele lago um beijo dele era ainda mais delicioso. Pouco importou a temperatura após ele tê-la invadido com sua língua.
As mãos dela passeavam pelos macios fios de cor rosa; enquanto ele a segurava pela cintura. Quando Lucy separou seus lábios aproximou-se do ouvido de Natsu e disse subitamente:
― Eu te amo.
***
A noite já havia chego e os dois se encontravam no quente quarto de hotel, já vestidos com roupas secas, sentados na beirada da banheira, aquecendo seus pés na água quente.
― Você é louco, sabia? Vamos acabar ficando doentes por causa daquilo.
― Os loucos são os melhores, não é?
Lucy tinha que concordar. Loucura ou não, fora divertido beijá-lo em um lago congelante.
Deitou sua cabeça no ombro do rosado, enquanto ele a trouxe para mais perto de si.
O passado e os problemas vividos pouco importavam, afinal, os dois haviam construído uma parede juntos, parede esta que bloqueava tudo o que viesse a tentar prejudicá-los e que não poderia ser derrubada por ninguém, a não ser por eles mesmos. Cada segundo na companhia um do outro passava rápido demais, porém eram muito bem desfrutados, pois não havia nada melhor do que aqueles rápidos segundos que compunham o tempo que passavam juntos.
― Essa viagem até que está sendo boa. ― Ele comentou e logo depois se levantou. ― Vem, vamos dormir.
― Dormir?
― É. Por que?
― Eu estava pensando que esse castigo já durou tempo demais.
Natsu sorriu. No fim, ele realmente conseguira fazê-la desistir daquele castigo que mais parecia uma tortura.
Notas finais
a) Horrível.
b) Bom
c) Sim!
d) Merece Nutella! (rs)
Espero que tenham gostado : ) E que tenha tido NaLu suficiente, rs.
Ah, algumas partes do capítulo e o título foram baseados nessa música, caso queiram dar uma olhada. http://letras.mus.br/big-time-rush/1758236/traducao.html
Digam nos reviews o que acharam, ok? É importante.
E novamente, muito obrigada!!!
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