Onde Tem Ódio Tem Amor

49 An awakened dream


Notas iniciais
Hey, everybody! o/ Demorei um pouco, mas aqui estamos o/ A demora se deveu à: 1) Falta de tempo, 2) Falta de inspiração, e 3) O Nyah! estar fora do ar. Tenho dois "avisos", um aqui e um lá embaixo. O primeiro é que queria pedir, novamente, desculpas pelo gigantesco atraso para responder os comentários. Tem comentário de setembro ainda! Vou responder todos, já disse, é que fico me sentindo mal por deixar vocês sem resposta, mas ando muito sem tempo. Ou escrevo, ou respondo. Então, é isso. Vou responder, ok? Só tenham paciência. E boa leitura!

Por alguns segundos, ele se viu preso naqueles olhos de cor avelã. Ela o mirava fixamente, assim como ele a ela. Seus olhares se cruzavam diretamente. Nos olhos dela via sua própria imagem refletida, e nos dele ela se via. Dizem que os olhos são a janela da alma. Seria então naquele momento a maior prova de que ele habitava sua alma, assim como ela habitava a dele? Estavam escritos na alma um do outro, e não havia modo de apagá-los.

Natsu sorriu bobamente, lhe deu um demorado selinho enquanto suas respirações se normalizavam e deitou-se na cama, ao lado esquerdo de Lucy. Puxou-a para si, deitou-a em seu peito e a abraçou o mais forte, e ao mesmo tempo da forma mais carinhosa que pôde. Ela os amava, aqueles abraços apertados de Natsu, porque era ali, na segurança e conforto daqueles braços, que ela encontrava o que havia de mais bonito. Era no sentimento contido naquele gesto que se sentia em casa. Seu lugar era nos braços dele. Um lar é onde o coração está. Naquele momento, seu coração estava com ele. E era muito bom estar de volta ao seu lar.

― Lucy ― a chamou enquanto fitava o teto. Seus pensamentos distantes da realidade lembravam-se apenas dele e dela. A loira murmurou, incentivando-o a falar. ―, tem certeza de que isto não é um sonho? Quero dizer, certeza absoluta?

Lucy ergueu o olhar para poder fitá-lo com mais clareza. Viu-o distraído, distante, e achou que a melhor maneira de fazer com que prestasse atenção em suas palavras era encarando-o nos olhos, mesmo que não fosse necessário, pois o único som que ouvia naquele momento era a voz de sua amada. Apoiou-se nos cotovelos, um de cada lado do corpo de Natsu, sobrepondo-se a ele. Deslizou a mão esquerda pelos fios macios do cabelo daquele homem, do qual tanto sentira falta, percebendo um sorriso involuntário nascer em seu rosto, ao mesmo tempo em que Natsu lhe retribuía o olhar e se ajeitava na cama.

Aquela pergunta passeava também por sua mente desde o momento em que ele abriu a porta. Viu a distância de quilômetros que os separava ser diminuída para os centímetros da espessura da madeira, e mesmo assim não conseguia fixar em sua mente a ideia de que não estava perdida em um sonho. Para Natsu então, que simplesmente a vira surgir à sua frente inesperadamente deveria ser ainda mais difícil de crer. Todos aqueles quilômetros que um dia os separaram foram reduzidos em um segundo a zero centímetros quando ela novamente uniu seus lábios. De certa forma, assemelhava-se a algo surreal.

― Parece um sonho? ― perguntou, ainda com os olhos fechados. Abriu-os a tempo de ver a expressão sorridente no rosto de Natsu quando lhe respondeu.

― Sinceramente? ― o rosado levou a mão até o rosto de Lucy, acariciando sua pele. Era quente, o seu toque. O calor dele era melhor do que qualquer outro no mundo, sem dúvida alguma. ― Só sei que iria querer que me não acordassem jamais se fosse um.

― Mas você teria que acordar em algum momento, senão acabaria morrendo. ― a loira comentou.

― Então eu morreria sonhando com você.

― Se você morresse por não acordar de um sonho, eu ainda estaria viva aqui. Então não poderia me encontrar pessoalmente outra vez. Um sonho seria melhor do que viver a realidade?

Natsu bufou, refletindo sobre a lógica de Lucy. De fato, parecia fazer sentido.

― Não estrague um momento tão sentimental e romântico dessa forma, Lucy. ― resmungou. Passou seus braços envolta da cintura de Lucy e a puxou para si, sussurrando em seu ouvido. ― É claro que a realidade é muito melhor.

― Estava brincando com você, Natsu. Sonhe o quanto quiser comigo, só não se esqueça de acordar ― a loira riu e lhe deu um beijo demorado na bochecha. ― odiaria perder meu namorado para mim mesma.

― É, com certeza isso seria muito estranho. ― Natsu se ajeitou na cama, aninhando Lucy em seu peito. ― Então, como foi a viagem?

― Cansativa. ― respondeu, deslizando os dedos de sua mão pelo peito de Natsu. ― Parecia que aquele avião nunca iria pousar. A ansiedade não ajudou nem um pouco.

― Bem, não havia como não ficar ansiosa, considerando que havia um cara lindo, sexy, gostoso, além de uma companhia extremamente agradável te esperando do outro lado do país.

― Sério? E onde ele está? ― rebateu, olhando para o rosado com uma falsa curiosidade no rosto.

― Engraçado, Lucy. ― comentou, apertando-a ainda mais em seus braços. ― Só pode ser um, considerando que eu não deixaria nenhum outro cara encostar em você jamais. Você é exclusividade minha.

― Que homem mais possessivo eu fui arranjar. ― sorriu. Mesmo que pudesse por algumas vezes parecer algo ruim, a possessividade de Natsu era uma das coisas que mais gostava nele. Fazia-a sentir-se desejada, aumentando ainda mais sua segurança com relação a ele e a sensação de que ambos pertenciam um ao outro. Era um defeito que se aproximava de qualidade.

― Só cuido do que é meu.

― De qualquer forma, eu não iria querer nenhum outro. Você é um chato completamente irritante, mas acho que consigo te tolerar até... vejamos, o fim de nossas vidas.

― Olha quem fala. ― o rosado rebateu, beijando a testa de Lucy. ― É claro que vai ter que me aturar. Vai ter que me aguentar bem velhinho, pedindo para usar os seus peitos como travesseiro.

― Um velho pervertido, ainda por cima? ― fingiu reclamar, encarando-o com uma falsa expressão de descontentamento.

― Por cima, por baixo, por onde quiser. ― e a beijou vorazmente logo em seguida. Natsu continuava o mesmo cara-de-pau que sempre fora. Talvez aquilo fosse algo que nunca mudaria.

Quando finalmente interrompeu o beijo, o rosado manteve o rosto de Lucy próximo do seu e observou minuciosamente aqueles olhos. Lembrou-se da noite em que se conheceram. A primeira coisa que vira foram eles. Logo depois foi o belo sorriso da loira. Aqueles olhos representavam o começo de sua história.

As lembranças daquela noite trouxeram à sua mente uma fala de Lucy, a qual andava curioso para perguntar sobre.

― Lucy ― a loira assentiu, permitindo que continuasse a falar. ― Você se lembra do dia em que nos conhecemos?

― É claro. Não faz tanto tempo assim. Apenas dois anos, aproximadamente. ― respondeu, confusa com o motivo da pergunta. Natsu negou.

― Não, não dessa vez. Da primeira vez em que nos conhecemos. ― Lucy murmurou, finalmente entendendo. Parando para pensar, os dois possuíam um passado realmente confuso. ― Você disse que estava reescrevendo sua história, que havia recomeçado e queimado seu passado, jogado as cinzas ao vento para que não retornasse.

As palavras que ela lhe dissera naquela noite ficaram gravadas em sua mente por anos a fio, apenas esperando por aquele momento, para lhe fazer a pergunta que tanto desejava e que jurou que um dia faria, esperando receber uma boa resposta. Lucy franziu as sobrancelhas. Lembrava-se vagamente do passado.

― Sim, o que tem?

― Eu queria lhe perguntar isso. Sua nova história, seu novo enredo, está valendo a pena dessa vez?

A garota sorriu, encarando o teto. Ainda não entendia o porquê daquela pergunta, mas se Natsu queria uma resposta, ela lhe daria uma.

Contornou o pescoço do garoto com os braços e o abraçou, trazendo-o para mais perto. Queria-o o mais próximo de si, agora e sempre, porém ainda mais naquele momento.

― Quer mesmo saber? ― o rosado assentiu temeroso. ― Acredito que ainda há muita coisa para acontecer, muitas páginas em branco a serem preenchidas, mas desde o momento em que você entrou para essa história, e com isso me refiro àquela noite de anos atrás, ela tem valido muito a pena. E espero, assim como tenho certeza de que irá, que continue assim. Não poderia imaginar uma história melhor. Há pontos tristes, sim, mas em que história não há? Mesmo esses pontos valem a pena, fazem parte do enredo. Um enredo que possui apenas cenas alegres chega a ser entediante. Estou feliz com a minha mistura de ambos, principalmente porque o lado bom, alegre, está prevalecendo. Você faz parte dele. Então sua resposta é definitivamente sim, Natsu.

O garoto sorriu, feliz em ouvir aquilo, feliz por fazer parte da história da pessoa que mudara a dele.

― Por que queria saber? ― a loira perguntou, após receber um demorado selinho de Natsu.

― Só curiosidade.

― Hum, tudo bem. ― disse, voltando a aninhar-se confortavelmente no peito de Natsu. Sentiu-o subindo e descendo conforme sua respiração e fechou os olhos, sorrindo. ― Como andam as coisas por aqui? Levy e os outros. Faz tempo que não falo com eles.

― Completamente normais. Gray continua o mesmo babaca de sempre; Levy conseguiu um bom emprego em um jornal da região recentemente. Os outros continuam como sempre foram, nada que você não saiba.

― Sério? Levy não me contou que havia conseguido. ― exclamou, animada pela amiga. Sabia há um bom tempo que a garota tentava uma vaga na carreira jornalística. ― E você?

― Eu? Muito melhor agora. ― o garoto respondeu sorridente. ― As coisas por aqui estavam muito entediantes. A rotina estava me matando. Sempre a mesma coisa.

― Tenho certeza de que agora essa rotina não será mais a mesma. ― respondeu, beijando-o em seguida.

― Aposto que você está certa. ― e como estava. ― Ei, está com fome? Vou preparar algo para comermos.

Lucy assentiu, esperou por um selinho de Natsu e o observou vestir-se com as roupas de baixo e sair do quarto. Deitada na cama, sorriu de olhos fechados. O quarto possuía o cheiro de Natsu. Lembrava-se do dia em que partira, quando perguntou-se quanto tempo ficaria sem sentir aquele perfume. A saudade triplicara as sensações do quanto tudo o que o envolvia lhe fazia bem.

Após alguns minutos se levantou. Estava cansada da longa viagem, precisava relaxar um pouco. Imaginou que a porta na parede do lado oposto do quarto deveria levar ao banheiro e pensou em tomar um banho. Pegou suas roupas íntimas e uma camisa de Natsu, já que a sua havia ficado na sala e sentia vergonha de ir até lá com tão pouca roupa. Provavelmente não precisaria do shorts, já que a camisa do rosado era grande o suficiente para cobri-la até pouco acima da metade das coxas.

Tomou um banho rápido, de vinte minutos, e vestiu-se, indo até a cozinha, onde seu namorado se encontrava. O barulho da porta se abrindo atraiu os olhos de Natsu, e quando a viu analisou-a de cima a baixo, fazendo-a enrubescer com o olhar minucioso. Cruzou os braços, envergonhada sem saber o porquê. Natsu sorriu maliciosamente, desnudo da cintura para cima, e caminhou a passos lentos até Lucy, ainda encarando o corpo da loira.

― Pare de me olhar assim. ― resmungou, inflando as bochechas. Natsu riu. Ela detestava aqueles olhares tão detalhistas, sempre a deixavam constrangida. E ele sabia muito bem disso, era o motivo pelo qual nunca os havia abandonado. Amava vê-la daquela maneira. Passou seus braços envolta da cintura de Lucy e a trouxe perto de si, encarando-a nos olhos.

― Você está muito sexy. ― sussurrou com a voz rouca.

― Cala a boca. ― retrucou, novamente arrancando um riso baixo de Natsu.

― O que posso fazer se é verdade? ― beijou-a no rosto e se afastou, lançando um último olhar desde suas pernas até o busto da loira, ato que não passou despercebido por ela.

― Natsu! ― exclamou.

― Ok, me desculpe. ― o garoto riu e ergueu os braços, em sinal de rendição. Logo após apontou para dois pratos colocados no balcão. ― O jantar está pronto.

Lucy arqueou as sobrancelhas. Não parecia que a comida havia sido pedida por delivery, mas a segunda opção parecia ainda mais estranha.

― Você cozinhou? ― perguntou incrédula. Até onde sabia, Natsu era um desastre na cozinha.

― Yep. ― respondeu, sentando-se na banqueta, em frente a um dos pratos.

― Você? ― insistiu.

― Sim.

― Natsu Dragneel? Você?

― Existe outro por acaso? ― rebateu. ― Venha comer logo, Lucy. A comida irá esfriar desse jeito.

― Tudo bem. ― rendeu-se, ainda que achasse a ideia de Natsu estar cozinhando algo extremamente estranho. Ao que tudo indicava, o prato da noite era macarrão, feito às pressas. E, por incrível que parecesse, estava “comível”. ― Não acredito que você aprendeu a cozinhar.

― Fui obrigado a aprender, ou iria morrer de fome. As primeiras tentativas foram um desastre, quase coloquei o apartamento em chamas.

― Viu? Morar sozinho fez bem a você. Claro que com alguns riscos sérios ao dono do prédio, mas detalhes.

― Sem piadas, ok? Por pouco ele não chamou os bombeiros por causa da fumaça que saia pela porta. Não vai conseguir pensar na minha cara quando ele abriu a porta desesperado imaginando um desastre e me encontrou tentando desgrudar a comida queimada da panela.

― Ah, consigo pensar sim. ― a loira comentou enquanto ria. Claro que Natsu estava sendo um pouco, apenas um pouco, porque a versão que ele contara se aproximava muito bem da realidade, exagerado quanto aos detalhes do desastre que acontecera há alguns meses, mas queria vê-la rindo, sentira saudades daquilo.

Repentinamente o sorriso em seu rosto morreu, largou o garfo ao lado do prato ― nunca, nem mesmo quando criança, havia se acostumado com os hashis japoneses ― e abaixou o olhar. Era perceptível para Lucy que havia algo incomodando-o. Uma pergunta, na verdade. Uma pergunta que gostaria de evitar a todo custo, temendo a resposta, mas que uma hora teria de vir à tona.

― Por quanto tempo pretende ficar?

Revelado o motivo da tensão de Natsu, a loira sorriu. Imaginava que pudesse ser algo mais sério, porém estava louca para que ele lhe fizesse aquela pergunta. Colocou sua mão sobre a do garoto, que estava apoiada sobre o mármore, e respondeu:

― Natsu ― o chamou, obrigando-o a prestar atenção. ―, eu não vou embora. E se tiver que ir, serão apenas pequenas viagens, eu prometo. Não quero mais passar tanto tempo longe.

― É sério? ― perguntou, sem conseguir acreditar no que seus ouvidos escutavam. Sua face permanecia rígida, cedendo aos poucos a um novo sorriso de alívio.

― É claro, não brincaria com isso. Eu estava cansada, Natsu. Não aguentava mais ficar naquela cidade, rodeada de pessoas movidas por interesse. Não aguentava mais ficar longe daqueles que eu amo. Levy, Gray, todos os outros. Principalmente de você. De que adiantava estar lá, porém infeliz? Era insuportável, sentia como se estivesse sob pressão o tempo todo, todos me observando a cada passo que eu dava, esperando que eu acabasse tropeçando. E nem sequer podia chegar em casa e relaxar, porque aquela sensação parecia me perseguir 24h por dia. Era sufocante. Eu cansei. Quando a primeira oportunidade surgiu, me agarrei a ela. A partir de agora irei cuidar dos negócios à distância, bem aqui, em Magnólia. Jun será meu representante em Nagoya. Não precisarei estar lá o tempo todo. Apenas quando necessário.

― Jun? ― o rosado perguntou, arqueando as sobrancelhas.

― Sim, meu amigo de infância. Você chegou a conhecê-lo quando viajamos para Nagoya, não se lembra? Uma das únicas pessoas confiáveis lá.

― É, eu me lembro dele. Me lembro muito bem... ― comentou, enciumado. Não gostava daquele garoto, lembrava-se que ele parecia possuir uma espécie de “paixonite” por Lucy.

― Sem crises de ciúme, Natsu. Se não fosse por ele, eu não poderia estar aqui agora.

― Eu sei, eu sei. Me desculpe. De qualquer forma, isso é ótimo. ― completou, sorrindo abertamente. Lucy concordou.

― Ei, estava pensado, poderíamos jantar fora amanhã para comemorar seu aniversário, o que acha? ― a loira sugeriu.

― Acho que não vai ser possível. Gray inventou de fazer uma festa aqui. Somente o pessoal. Erza, Jellal, Levy, Gajeel e Juvia.

― Bem, poderíamos almoçar fora, então.

― O que foi? Não gostou das minhas habilidades culinárias? ― Natsu comentou, fingindo estar irritado, porém usando um tom brincalhão.

― Não, você está aprovado como cozinheiro, por incrível que pareça. Só pensei que deveríamos comemorar, você sabe, só nós dois.

― Por mim, tudo bem. ― o rosado se levantou e, calmamente, andou até Lucy. Sem que a loira pudesse esperar, rapidamente a pegou no colo, arrancando-lhe algumas exclamações em protesto. ― Mas no momento gostaria de comemorar sua permanência aqui de outro modo. Além do mais, tem alguém me devendo uma massagem.

A loira sorriu e se agarrou ao pescoço de Natsu com seu coração batendo tão alto quanto seus pensamentos. É, não conseguiria se livrar do que dissera, sobre que se estivesse ali faria a massagem que o rosado tanto desejava, ou precisava, nas palavras dele. Mas quem disse que queria? Tão bom era estar ao lado do seu “melhor amigo” outra vez. Tão reconfortante se sentir novamente livre das amarras criadas pelas outras pessoas, as quais estavam presentes apenas por obrigação, não por afinidade. Tão sublime sentir-se livre, como ele a fazia sentir-se. Tão brilhante era o amor que sentiam que nem mesmo as estrelas podiam competir.

Era, sem dúvida alguma, uma ótima noite para o casal, iluminada pelo brilho de todas as estrelas do céu. Noites como aquela, que deveriam ser muito bem aproveitadas, pois o futuro ainda traria problemas muito piores aos dois. Problemas estes que fariam a distância que tiveram de enfrentar por tanto tempo parecer apenas uma mera provação ao seu amor. Verdadeiros desafios estavam por vir. Seria o amor dos dois forte o suficiente para vencê-los? Façam suas apostas.

Notas finais
Gostaram? Não? Sim? Deixem suas opiniões :D Esse capítulo acabou ficando muito grande e tive que dividi-lo em dois, por isso ficou sem muita "ação". Foi mais para esclarecer algumas coisas mesmo. Então, o segundo aviso é que toda essa história do Nyah! e tal me fez pensar sobre algumas coisas. Me fez pensar que se um dos sites fechasse permanentemente, eu acabaria perdendo contato com 99% de vocês, e não quero isso. Então pensei em criar um grupo no whatsapp para os leitores. É só uma ideia por enquanto, e queria saber se vocês a aprovam ou não. Se a maior parte dos leitores aceitar, passa a ser mais do que só ideia. Por favor, é importante que respondam. Eu acho que essa seria uma forma de todos interagirem mais. Enfim, digam o que acharam do capítulo e respondam a pergunta, ok? ; ) Até o próximo o/