Notas iniciais
Eu não pesquisei o significado dos nomes dos irmãos de kikio antes de da-los, fui mais pela intonação na voz, suishirou me paresceu apaziguador e tranquilo, utena me pareceu forte a palavra da decisão e kyo, por ser curto me soou quase como "rei". mas seus significados reais são todos trocados, me veio a ideia de trocar os nomes das irmãs, mas não achei que ficaria bom então me veio a desculpa na mente. Os pais não sabem no que se tornarão os filhos quando eles nascem...^^

Três dias inúteis. Não havia nada nem ninguém que pudesse ajuda-la. Só o que conseguiu saber foi que, quem estava na missão a procura de Sasuke eram Naruto, Sakura, Kakashi-sensei e mais quatro pessoas — cortesia de Shikamaru. Também conseguiu reencontrar alguns ex colegas de academia e parceiros de Shika-kun. Ela gostara de rever seus amigos. Ino e Choji se lembraram dela, principalmente Ino. Estranhamente ela atribuiu o longuíssimo cabelo loiro dela a Kikio, mas não explicou os detalhes. Mudaram o assunto para coisas mais abrasivas como a taxa de desistência Kunoichi, que era absurdamente grande! Shikamaru e Choji saíram de fininho...

Graças a kami não encontrou mais com Neji. Aquilo era desconcertante. Não que estivesse fazendo algo de errado! Não estava pensando em desfazer o noivado ou trai-lo de alguma maneira, mais estava fazendo algo escondido do Homem de sua vida. Isso não seria fácil de ser explicado e nem entendido por menos interesse que ele lhe tenha atribuído.

"Pensei que só veria seu clã em duas semanas."; "Não me ocorreu que mandariam a filha do lider do clã para para uma tarefa assim"

Sentiu-se como uma simples peça num jogo de xadrez... porem, isso não deveria incomoda-la tanto, afinal não são todos que tem uma preparação e uma devoção tão grande com os laços matrimoniais como os Maiko. No instante em que um Maiko torna-se prometido de alguém ele se torna responsável por aquela pessoa. Tendo que, por missão, ama-la e protege-la. casamento para um Maiko é o passo mais importante de uma vida inteira porque isso era a semente de uma nova família, isso era algo mais importante do que ser ninja ou nômade...

E por isso definitivamente aquilo ser tratado como um mero acordo por Neji, lhe dava uma tremenda má impressão.

O núcleo de seu clã era responsável por renovar o sangue da família. Ela e seus irmãos deveriam se casar com pessoas de fora do clã, diferente do resto dos parentes que poderiam casar entre se, o que acabava acontecendo pela conveniência de não precisarem deixar o clã e a vida nômade. A maioria dos casamentos eram arranjados, mas os jovens não costumavam reclamar, até por que eram livres para decidir se aceitavam ou não, mas só até ser anunciado a oficialização do noivado, um mês antes do casamento.
E isso aconteceria pra ela daqui a quatro semanas, aquilo a estava intrigando e assustando, não pensava em se casar tão cedo com um noivo que mal conhecia e tão moço quanto ela. Os dois sem maturidade alguma para um passo assim, ela com quinze e ele com dezesseis anos.


Não tinha muitas lembranças de Neji quando criança. Nunca conviveram, apesar de ter sido muito próxima de Hyuuga Hinata. Os dois primos viverem na mesma casa e Neji treinava com o pai de Hinata, constantemente, mas os primo nunca foram muito próximos e ela tão pouco se interessou em ganhar afinidade com o garoto. Mal sabia ela.

Estava próxima do acampamento dos Maiko, agora. Eles acamparam numa clareira aberta, mas que só podia ser vista do alto. Ao seu redor algumas enormes e frondosas arvores faziam um muro natural por espalharem uma enorme quantidades de cipos entrelaçados naturalmente. Isso lhes davam alguma camuflagem. Havia também um pequeno riacho que lhes garantiam, água, caça e uma estadia mais longa. Estava passando por algumas raízes expostas em frente de onde estaria a entrada do acampamento quando foi recepcionada pelos guardas de plantão.

Os dois apareceram do nada, com lanças afiadas em punho fitando Kikio com sorrisos diabolicamente iguais.

—Kikio-sama! — Um deles falou aproximando-se de maneira entusiasmada demais. — Por onde esteve? Seu pai Kyouya-sama mandou avisar que queria ve-la assim que voltasse...

—E que se fosse de novo antes dele chegar ele pintaria uma gaiola de rosa pra você. — completou o outro como de costume.

—Eca! — ela fez uma careta.

Takashi e Takeda eram seus primos mais próximos, e os que ela mais gostava. Eram irmãos com um pouco mais de um ano de diferença, mas pareciam gêmeos de tão pariformes. Tinham a mesma altura que Kikio, cabelos rebeldes e descoordenados, olhos negros e ariscos iguais a dois gatos selvagens, herança dos clã, mas não chegavam a causar medo a nenhum inimigo. Só enquanto não começavam a lutar é claro, não era qualquer um que podia ficar de guarda do acampamento. Todavia geralmente eles não ficavam nos portões, deveriam está esperando Kikio.

—Eu estava em missão, caramba! Mandei uma mensagem informando. — disse exasperando pra minimizar o fato de ter fugido.

—Aparentemente você esqueceu de avisar o cor da calcinha que estaria usando, por que a algazarra foi grande. — Takashi revirou os olhos.

—Você perdeu toda a diversão! O drama foi tamanho que teve até uma reunião secreta dos conselheiros.

—Peraí a gente não sabe se foi por calsa dela ou...

—E do que seria?

—Kikio-sama! — Um dos homens de confiança do seu pai, Maiko Koda apareceu do nada atras deles, dando um susto nos dois guardas — Vocês deveriam está montando guarda nas arvores? -ele se entreolharam dando uma risadinha nervosa -Vou mandar dois guardas renderem vocês, por enquanto voltem pra suas posições. E você Kikio-sama, seus irmãos estão a sua espera.



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—NÃO TINHAMOS IDEIA DE ONDE VOCÊ ESTAVA! O QUE VOCÊ ESTAVA PENSANDO??

—Eram uma missão importante! – Kikio fez careta e tampou os ouvidos pra aplacara gritaria do irmão- tinha que ajudar um conhecido meu...

—Que conhecido!? mandamos mesagens pra todos!

Kikio deu uma risada de desdem

—Não ha como vocês terem mandado mensagem pra todos...

—É DISSO QUE VOCÊ ESTÁ SE VALENDO, NÃO É?

Kikio revirou os olhos e respitou fundo pra manter a calma. Ser irmã casula de um poderoso clã tem suas vantagens, alem das convencionais claro como ser a queridinha do papai, ter boa parte das atenções e os melhores presentes na volta das viagens de kyouya, ainda havia o status, sem a total responsabilidade do destino do clã nas mãos. A desvantagem eram seus três irmãos mais velhos acharem que podias mandar nela, e lhes dar sermões enquanto seu pai não chegava.
Kyo era o mais velho e o futuro líder do clã, aos vinte três anos era um homem muito bem constituído, de beleza inegável, e um gênio muito forte. Usava o cabelo comprido e rebelde em um meio rabo de cavalo, vestia uma bata branca sem manga, amarrada na cintura por um lenço vermelho destacando seu porte atlético; e uma calça comprida, frouxa com elástico nos tornozelos. Eram casado com Miaka, abençoada por uma infinita paciência para com todos os desaforos e desmandes dele.
Utena era a segunda na hierarquia, mais alta que Kikio, mais esbelta também, seus olhos eram de um verdes mais escuros e sombrios como a dona. Tinha 22 anos e estava viuvá a dois meses, de Aburame Yahiko, melhor amigo de Kyo.
Suishirou, tinha 17 anos; era terceira irmã de Kikio e a mais chegada a ela; era a mais bonita das três. Os olhos negros e rasgados nunca deram a impressão de selvageria assim como o resto da família, e os cabelos eram claros como os de sua mãe. Suishirou era a mais caseira, a mais carinhosa e sem duvida a que daria a melhor esposa e mãe. Foi o que os mais chegados puderam constatar quando Suishirou tomou pra se a incumbência de cuidar de seu pai viúvo quando a irmã mais velha casou e foi morar em Konoha. talvez por isso seu pai não estivesse nem um pouco preocupado em noiva-la com
seu prometido, "perde-la tão cedo para um homem" -um dia o ouviu resmungar.

Suishirou alcançou as mão de Kikio apertando-as nas suas com força. Olhou-a seria no fundo dos olhos mas quando falou sua voz soou calma e tranquila.

—Voce tem noção do quanto estávamos preocupados? Eu sei! -ela cortou um protesto da irmã — Não seria a primeira vez que você faz uma missão solo, mas sabemos o quanto o momento é difícil pra você, não só por esse casamento repentino. É normal que você se preocupe com Sasuke. Por mais que ele não corra mais riscos com Oroshimaru. E nem sonhe em achar que nós não sabíamos exatamente o que estava aprontando. — Aumentou seu tom de voz cortando de imediato qualquer desculpa esfarrapada que quizesse dar. — Nos também nos tornamos irmãos dele, Kikio-chan... Não pense que nós não nos importamos...

—Mas Atualmente temos coisas mais importantes e dignas de preocupação. — disse Utena cortando os floreios. — A começar por você. Quer realmente casar em dois meses?

"Não faz pergunta difícil, Utena." Kikio pensou, enquanto acomodava-se melhor onde estava e desvio a atenção de uma irmã para outra.

– Realmente esse casamento é meio... Inesperado. — ela pousou uma mão no ombro de Suishirou — mas o que me entristece é faze-la esperar ainda mais. — Sabia do amor que suishirou e Maiko kazoku sentiam um pelo outro. O enlace dos dois foi a unica concessão feita pelo conselho em eras, por Kazoku ter sido extremamente valoroso em uma determinada ocasião, tento do próprio líder do clã uma divida eterna. Sorte deles. O problema é que pelas leis e tradições do clã, irmãos tem que casar com pelo menos doze luas iguais de distancia um do outro. Para que suas bençãos não sejam enfraquecidas por uma nova união. Ou seja, se uma se casar agora a outra só poderá fazer o mesmo dali a um ano. E aparentemente ela Kikio, com quinze anos, não podia esperar mais um.

—Não se incomode por isso. -pronunciou-se Utena- Não é problema pra eles.

Suishirou lançou um olhar azedo para a irmã, mas desviou os olho dignamente pro irmão, que já estava mais controlado. O mesmo deu de ombros.

—Não saia pra procura-lo sem nós ou sem ordens do papai, entendeu? — Kyo falou por fim.

—Tudo bem. -disse determinada a parecer conformada.

—Você desviou do assunto. Quer mesmo se casar com Hyuuga? -ele a olhou preocupado.

—Eu tenho que me casar com alguem um dia, não? -respondeu sem emoção.

—Mas agora? — disse incrédulo — É muito sedo pra você! casamento não é algo fácil! Você não precisa aceitar. O Hyuuga Neji, não é o único homem, gênio e forte, de konoha tão pouco do mundo. Você pode esperar.

—Não ha nada de errado com Neji, Kyo...- "bom, nada que eu não possa contornar. Acho". -pensou, lembrando-se da pose indiferente dele.- Alem disso sabe que eu odeio ser o motivo de falatório desse povo, deixar outro prometido... seria o fim da minha reputação.

—Nunca imaginei que seria tola o bastante, pra casar com aquele moleque por causa disso. — disse, Utena.

—Não vai ser sacrifício nenhum! -retrucou convicta, com um sorriso malandro — Vou adorar uns anos de paz em Konoha.

—Vai esperando.-Utena murmurou pra ela mesma. Mas Kikio ouviu:

— O que você quer dizer com isso?

Ela se levantou e seguiu até onde Utena estava encostada, encarando a irmã com os olhos estreitados de desconfiança, Utena tinha o dom do ver o que ninguém via, não como se ela visse o futuro, era uma analise perfeita e meticulosa dos fatos que nunca falhava. Entretanto aqueles olhos verdes tão diferente dos dela, nunca a entregavam, Utena sorriu. Era uma luta vencida.

—Não se preocupe, não é como se você não fosse saber em breve.

Notas finais
E então, a história está confusa? ta sem graça? por que ninguem postá um comentário!(snif snif) Ah tô nem aí! vou continuar postando ate onde minha imaginação me levar! :P ! So espero que eu esteja melhorando na narrativa, por favor postem e confirmen se sim ou não. obrigada! Um Chero!!