Ondas

9 Fim. Parte II (Final)


Notas iniciais
Pajubáh: Antros: Prostíbulos modernos do novo século Poc: Viadx Viadx: Viadx Peste Moderna: Doença que acabou matando algumas pessoas hétero Círculos de sangue: Ambientes criados ao exemplo do antro do Marques de Sade sendo inspirados na Obra "Os 120 Dias de Sodoma" Que também é um filme de Pier Paolo Pasolini. Círculo de merda: Ambientes criados ao exemplo do antro do Marques de Sade sendo inspirados na Obra "Os 120 Dias de Sodoma" Que também é um filme de Pier Paolo Pasolini. Bambola Star: Marca inspirada na Diva Transsexual de mesmo nome que foi ícone no seculo passado. Gramafone: Um telefone Holográfico ultima tecnologia da Vekanandra Co. bestialismo: GOOOOOOOGLE IT trabuco: Arma Aero-Car: Carro voador transpoder

Caius...
— Disseram para mim, durante minha vida que eu era um sacrilégio, que não tinha pai ou mãe porque eu havia sido gerado como um sacrilégio perante Deus, meu passado me perseguindo em cada casa que passei, cada lar adotivo que estive, sendo julgado, rindo da minha cara com escárnio no olhar, nunca pensei que as pessoas seriam assim.... — Caius? Tá na hora de acordar. – Disse Nana. Nana foi a única pessoa que esteve sempre ao meu lado, cuidou de mim no orfanato que estávamos e quando fomos adotados pelos Sinclair, eu os obriguei a levarem ela. — Só mais cinco minutinhos Nana. – Falei. — Não. Você precisa acordar. – Nana falou, eu esfreguei os olhos e acordei, Nana falava sem parar enquanto me seguia. — Além disto, temos de lidar com seu divórcio, a mídia não pode ficar sabendo que Jean Matheus não dorme mais na mesma cama que você. – Nana falou. — Pois é Nana, resolvemos a fome, a guerra, as doenças, a peste moderna, mas quando uma cama esfria, ninguém consegue esquentar novamente... – Falei escovando meus dentes. — O pior é Jean fazendo disso um motivo para suas saídas a noite, frequentando os antros sadomasoquistas, os círculos de sangue, dizem as más línguas que ele já chegou perto do círculo de merda. – Nana Falou. — Outra das coisas que eu não consegui melhorar, fidelidade e casamentos. – Falei enquanto Nana circulava a Amazon Agenda dela. Os antros são os atuais prostíbulos dos Estados Unidos Mundiais, são onde o uso de drogas, traições, sadismo, masoquismo e outras coisas acontecem, dizem que atualmente até mesmo as mulheres dançam para entreter homens bissexuais. — Hoje a agenda está tão corrida quanto tudo, finalmente tem a execução de Donald Trump, após a morte dele, temos de informar sobre a nova clínica de tratamento conta hetero-normatividade, temos mais algumas pessoas para ministrar a cura, temos informações sobre o centro de resistência hétero em Vermont. – Nana falou. — Hoje a agenda tá mais apertada que periquito de Ativa. – Falei e Nana sorriu, logo eu estava me vestindo, um dos meus vestidos Bambola Star, eu me apaixonei por a marca Brasileira...


Donald Trump foi salvo da forca por algumas horas, as gays estavam furiosas, em rede nacional, James Jacobson, falou que a falha foi minha, de minha administração e que Héteros soltos pelo mundo não seria algo bom para a segurança do mundo. — O que vamos fazer Nana? – Perguntei a ela segurando a xícara entre meus dedos. — Eu não sei Caius, mas as câmeras pegaram as imagens e conseguimos descobrir quem foi. – Nana falou e eu fiquei olhando para o gramado da casa rosada pela janela de cristal acrílico. — De que adianta se eles já devem estar longe. – Falei. — Ai que POC sem esperanças. – Nana falou sorrindo, ela lançou um disco holográfico em minha direção. — Esse e Peter Warskilovski, um russo cuja família era apoiadora do regime hétero elitista de Putin. – Nana falava, quando foi interrompida por Lohanny Trovoada. —Senhx Presidentx estávamos procurando pelo suspeito e conseguimos levantar toda a fixa do hétero envolvido na missão de salvamento do Trump. – Lohanny falou com sua peruca mais azul que nunca. — POC eu estava falando para Caius agora sobre isso, mas a senhora me interrompeu né bicha. —Nana falou e Lohanny sorriu. — A namorada dele foi capturada hoje e está passando pela cura Hetera, será designada um Tutxr para ela... – Nana falava. — Mas antes disso, eu quero ver ela, falar com ela, preciso saber onde eles estão, o que estão planejando. — Falei para Nana , ela saiu levando Lohanny, eu mais uma vez fiquei sozinho, inundado de pensamentos, minha mente pairava longe, quando meu Gramafone tocou e Nana saltou do aparelho em um tamanho quase real. — Que foi dessa vez Nana? – Perguntei. — Matheus está no antro da rua 114, tem dois paparazzi do TMZ, querendo fotos dele praticando Sadomasoquismo ou seja lá qual foi a especialidade de bestialismo que aquele lugar tem, hoje você vai ter de ir lá, pois eu estou ocupada. – Nana falou, Matheus e eu estávamos vivendo nesse chove e não molha a meses , ele segundo o que dizia, não sente mais tesão em mim, agora só se sente excitado ao entrar em um desses antros, tomando banhos de sangue de animais e transando com uma travesti. — Pode deixar Nana, eu vou. – Falei, apertei o Gramafone e logo meu vestido havia se tornado uma calça apertada de montaria e e eu havia ganhado um longo chapéu preto. — Só não seja visto por favor. – Nana falou, eu realmente estava perdendo o controle de toda a situação, Matheus me traia e eu era trouxa demais para deixar ele ir. — O senhx está sozinho?. – David perguntou. — Estou, pode entrar. – Respondi pra ele. , que veio em minha direção, apertando os lábios, olhando pra mim de uma forma sensual e provocativa e finalmente me beijou. — Matheus está fazendo merda de novo não é? – David perguntou. — Sim, dessa vez temos de ir ao antro da 114 com a 4. – Falei, mas não antes de David me jogar na parede, segurar meus braços e me dar o beijo mais demorado da minha vida desde que eu me casei com Jean Matheus a anos atrás. — Mais uma confusão de Matheus? – Ele me perguntou. — Infelizmente, mais uma confusão dele, segundo o que me falaram agora viram ele dentro de um dos antros do circulo de merda. – Falei, David me soltou, saiu a passos largos e voltou informando que o meu carro sigiloso estava pronto, saímos em direção a rua Pride, uma das primeiras ruas a serem rebatizadas, David estava com a mão em minha coxa, enquanto o carro levava a gente de uma forma automática para o antro, enquanto isso, na minha mente eu pensava como o Tinder poderia ter juntado nós dois, sendo que não tínhamos nada haver um com o outro, após o período de adaptação vivemos um romance de novela, mas atualmente, eu estou cansada, ambos temos vidas sexuais separadas, fora de nosso casamento, isso é muito horrível.
Chegamos ao antro, David saiu do carro e abriu a porta do carro pra mim, eu olhei para o céu cinza, como fubá, a entrada era um tanto discreta já que era a entrada dos fundos, era um prédio alto. — O senhx quer que o acompanhe? – David perguntou. — Não sei... – Falei deixando uma falta de palavras, fazendo com que ele decidisse. — Bem , assim eu vou acompanhar o senhx. – Ele falou, abriu a porta e entramos, o Hall era um lugar limpo e estéril, não havia aroma, sabor ou cor, a não ser um branco marfim, pálido e Etéreo, uma Travesti vestida da mesma cor nos recebeu. — Senhor presidentx, veio acompanhar seu marido? – Ela me perguntou. — Não, mas vim justamente por isso, onde ele está? – Perguntei. — Segundo o que me foi informado, ele se encontra no Circulo de Dor. – Ela falou e eu comecei a andar em direção ao elevador, David caminhava atrás de mim. — Senhor... – A travesti falou. — Eu sei onde fica, pode deixar. – Falei. Chamei o elevador colocando meu dedo em cima do leitor, quando as portas se abriram, fomos tomados pela cor que emanava do elevador, vermelho sangue e preto. O cheiro do couro tomou meu nariz. — Não acredito que vocx já esteve aqui. – David falou. — Há muita coisa que você não sabe sobre mim... – Falei. A viagem a caminho do sexto andar continuou num silencio que poderia ser cortado por uma navalha, quando finalmente o elevador abriu, o cheiro de sangue e urina tomou conta das minhas narinas, a luz vermelha contrastava no escuro. Gemidos baixos eram audíveis, comecei a andar pelo corredor de salas abertas, meus olhos atentos como um lince, olhava de um lado para o outro andando devagar, olhando enquanto os outros fodiam com força, os cheiros e aromas subiam por meu nariz e eram lembrados pelo meu cérebro, couro, sangue, merda e mijo. Eu me virei pro lado ao ouvir um gemido baixo e abafado e finalmente soube que era Matheus, ele estava dentro de um barco inflável, mascara de látex preta, apenas a boca e os olhos, na boca um pedaço de merda, enquanto um velho mijava nele. — Matheus. – Falei e ele se virou para olhar quem era, quando ele me viu, tirou a merda da boca e o velho ficou me olhando, David surgiu do meu lado e Matheus grunhiu engolindo o que quer que estivesse em sua boca. — Caius. – Ele falou, os olhos em mim, direto em mim, aqueles olhos azuis penetrantes arrancando minha pele. — Você nunca me imaginou aqui né? – Falei, olhando para ele. — Ele vai se juntar a nós? — O velho perguntou. —David deu um soco no velho. — Você sabe que está falando com o presidentx Caius? – David falou, o homem reagiu de uma maneira estranha, estava com o lábio superior sangrando. — Mas será que mesmo assim o senhor não gostaria de participar? – O homem falou e eu sai quando David deu-lhe um tapa no rosto, Matheus veio atrás de mim, me segurou e olhou no fundo dos meus olhos, abriu o zíper da mascara. — A quanto tempo você sabe? – Ele perguntou. — Que você frequenta esse lugar? Dos fetiches com merda e sangue? Necrofilia? Qual das perguntas você quer que eu responda? – Falei olhando para ele, a luz vermelha reluzia em seus olhos, eu estava ainda embasbacado com a beleza dele. — Você sabe que eu sempre te amei, que eu sempre vou te amar... – Matheus falou. — Acho que isso tudo não passa de mentiras e que eu não aguento mais sentir esse cheiro. – Falei, minha vontade era beijar ele, me entregar ao que era dele e não meu, me entregar aquela sensação suja de sexo porco, mas só consegui olhar para trás e sair... David veio atrás de mim, me seguindo, perguntando se eu estava bem, antes de chegarmos no térreo, lancei me contra ele, no elevador de veludo e couro.
David me levou para o carro, Matheus corria atrás de mim, algo dentro de mim dizia isso, David dirigiu até uma rua mais parada, eu achei que seria ali mesmo que transaríamos, mas entramos numa garagem, na rua vinte e quatro com a sete, era uma casa de pintura rosa claro, depois disso só me lembro de acordar na cama, Nana me ligou, eu estava muito vazio, minha mente não tinha nada além de flashes de um sexo podre e dolorido. — Viado você esta me ouvindo? – Nana perguntou. —Estou Racha, fala, Rasga! – Falei. — Você não vai acreditar no que aconteceu. – Ela falou, ansiosa e com a respiração forte. —Só não me diz que as Fanchas do distrito Laranja estão brigando de novo... – Falei. — Não bicha, estamos tendo surtos de cura gay no condado de Ogdenville, segundo o que eu fiquei sabendo, o tal de Peter descobriu que o sêmen do Trump tem a cura Gay ou seja, eles estão vindo em direção a casa rosada Para destruir o governo e estabelecer Donald como o novo Presidente interino. – Nana terminou de falar. — Cadê as Drags? – Perguntei, tomando um susto, com todo o barulho que eu estava fazendo, David ainda dormia. —Nana, quero que você saia daí, vá para um lugar seguro, que eu estou indo ai o mais rápido possível. – Falei e em seguida comecei a me vestir, Nana continuava a falar na linha, ela era tão teimosa. — Eu irei lhe esperar aqui, implantamos esse regime LGBTTQI+ a anos, não vou deixar esses héteros destruírem isso. – Nana falou, realmente havia sido tão trabalhoso construir uma sociedade sem héteros, sem desigualdade, com mais humanidade, mais amor e menos ódio. — Agora esses héteros não podem tirar isso de nós. – Nana continuou. — Mas e as Drags? – Perguntei novamente. — Lohanny Trovoada ainda está aqui as Poc Quero-Quero fugiram, o clã das Foxes também, estamos sem segurança alguma por parte de nossos soldados. – Nana falou, eu estava eufórico por não saber a ameaça que iríamos enfrentar. — David acorda, preciso ir agora. – Falei, mas ele nem se mexeu, eu depois de me vestir alcancei a altura da porta, — Onde vocx pensa que vai? – David falou já sentado na cama. — Estou indo pra casa rosada, Peter conseguiu formar um exercito de héteros. – Falei , mas ele nem se mexeu ou esboçou alguma reação. —Estou indo. – Falei, mas na mesma hora David levantou e veio em minha direção. —Não vai pra lugar algum, estou esperando há anos pra derrubar esse governo Gay Satânico, agora finalmente chegou esse dia, finalmente posso gritar "eu gosto de boceta". – David falou. —Você esqueceu de uma coisa, caso você não tenha ouvido os boatos, eu sou a encarnação de Lucian. – Falei sorrindo. — Mesmo assim, ninguém nunca viu a manifestação de poder algum seu. – David falou. — Pois veja. – Falei, toquei num pequeno sinal e nascença em meu peito, um pequeno sinal de “666” meus olhos se tornaram brancos e finalmente, liberei minha fúria, Gaya assumindo meu corpo. — Lavion. –Falei e David saiu do chão, flutuou ao teto e se quebrou, o sangue espirrou em todos os lados, nunca gostei de libertar o meu lado ruim.
— Ainda não acredito que com tantas personalidades para você liberar, você libera Gaya! – Nana falou, enquanto eu limpava o sangue em minhas roupas. — O pior é que eu amava essa blusa Nana. – Falei. — Bicha a senhora não me respondeu, porque a senhora foi libertar Gaya? – Nana insistiu. — Não sei Nana, acho que ao descobrir que estava apaixonado por um falso gay, isso despertou algum sentimento ruim em mim, voe sabe que Gaya é o meu pior. – Falei pra Nana, ela estava me ajudando desde que eu era criança a controlar isso, TDA, minha condição de troca de personalidades, que ainda se agrava mais por eu ter sangue demoníaco correndo em minhas veias. — Agora, preciso que venha para cá, tipo agora. – Nana falou, eu estava demasiado apavorado pelo ocorrido, mas precisava correr para salvar meu governo, continuei com minha roupa suja de sangue e fui para o carro, voando pelas ruas vazias de uma Nova York Gay, onde o medo havia retornado de uma maneira poderosa com um nome bem forte: TRUMP.

Liguei o holo-radio e o pequeno homem não cis começou a falar — Mais uma vez os Estados Unidos Mundiais do norte estão envoltos em uma nova onda de medo, Donald J. Trump que havia sido resgatado durante sua execução nos últimos dias, conseguiu juntar um exercito hétero, o que todos tinham medo, uma cura gay, formaram um exercito e agora estão a caminho de Nova York para conquistar a casa rosada. – Meu coração estava quase saindo pela minha boca, a voz de Nana havia sido silenciada pela voz do narradx. Eu estava no modo automático no carro, estava muito perto da casa rosada, a uma rua, na frente do portão, Lohanny Trovoada estava na frente, segurando uma arma de contenção., ela apontou a arma para meu carro e eu joguei um holograma pra cima, e gritei: —Pelo amor de Satã Lohanny, não atira em mim! – Gritei. — Bicha, a senhora tá viva? — Lohanny gritou, eu estava com tanto medo, logo que o carro parou, Lohanny já foi ao meu encontro. — Onde você estava? Você é maluca? Eu estava desesperada! Sabia? – Lohanny falou. — Cadê Nana? – Perguntei. — Ela está lá dentro, tentando determinar quantas gays foram curadas, qual é a desse exercito? – Lohanny perguntou, eu estava olhando para as luzes que focavam na casa rosada, nas lantejoulas que tinham na nossa bandeira. — Vamos entrar então, eu preciso me preparar... – Falei. — Pra que bicha? A senhora não tem mais como fugir! – Lohanny falou. — ninguém falou em correr... – Falei e Lohanny e eu fomos entrando correndo igual a duas mariconas fugindo de uma Poczinha. Na sala de entrada Nana, estava envolta por computadores, segurando uma arma apontada para a porta. — Nana você tá louca? Que trabuco é esse? Coisa mais velha, eu em... – Falei. — Você acredita que eu peguei isso da irmã Potyguara no orfanato. – Nana falou. — Viado isso não foi tipo no século passado? – Perguntei. — Não bicha, a dois séculos, quase três. – Nana falou rindo. —Que? Como assim? – Lohanny perguntou. —Longa Historia. – Falamos juntx Nana e eu. — Eles estão chegando, carros estão andando por todas as avenidas aos redores. – Nana falou. — Eu vou lá fora resolver isso. – Falei. — A senhora tem certeza Caius? – Nana falou. — Sim, se for para que eles ganhem, eu preciso dar o meu melhor. – Falei enquanto estalava meu pescoço e cada dedo de minhas mãos. — Vocês ficaram loucos? Eles são em maior número, tem armas, você vai sair de mãos vazias? – Lohanny perguntou. — Você vai ver Lohanny,mas eu preciso que você leve Nana pra fora daqui, na verdade para longe, para muito longe. – Falei e Lohanny saiu segurando a mão de Nana. — O que ele vai fazer? – Ouvi Lohanny perguntar a Nana. — Uma merda, mas veremos o que vai acontecer. – Nana respondeu a Lohanny.


— Os eventos narrados a seguir serão narrados pelo ponto de vista da pessoa mais teimosa que eu já conheci...


— Eu mesma, Nana a garota mais ferrada e teimosa que Caius conheceu em sua vida... – Pensei. —Mas você não falou o que ele vai fazer Nana. – Lohanny me interrogava, tentando me tirar do prédio. — Vamos para um aero-car, lá eu lhe explico. – Falei enquanto apontava para o corredor da garagem. — Mas precisamos sair daqui agora. – Lohanny falou. — Mana a gente vai fazer isso pelo ar, mais fácil e rápido. – Falei lembrando pra ela que Caius tinha uns veículos que andam na velocidade do som, que atualmente foi passada pela teoria “transpoder”. Quando entramos, estava ligando a IA. — Olá Nana. – Aslin falou. — Oi Aslin, preciso de sua ajuda agora, por gentileza sobrevoe a casa rosada, depois nós leve pra o mais longe que puder daqui, mas pra tão perto que consigamos voltar pra cá como um raio de sol. – Falei pra pequena menina holográfica que pulava na tela. — Ta certo, vamos decolar agora. – A menina falou. Quando atingimos a altura correta, foi quando os carros pararam na frente da casa rosada. — Viadinho que se intitulou presidente, se entregue a nós. – Donald gritou. — Vamos, viadinho, Vou arrancar sua cabeça pelo que você fez com minha vadia. – Peter falou. —Não precisam gritar, eu já estava de saída. – Caius falou, ele estava andando lentamente e o portão abriu automaticamente, Donald saiu do carro e logo foi cercado por homens e mulheres dos mais diversos tamanhos, segurando trabucos antigos e armas digitais. — Para trás Donald, esse vidinho vai tentar alguma coisa. – Um dos héteros falou. — Estou desarmado, pra provar isso tirarei minhas roupas. – Caius falou, e logo foi tirando a blusa de botões que vestia, em seguida as calças que se abaixaram mostrando um roupão de seda transparente que escondia seu sexo, sua bunda e mais nada, um vento batia nele de uma forma suave. — Atirem nele! – Peter gritou, com atenção vi que Caius havia virado seu rosto de forma rápida e logo, surgiram chifres em sua cabeça, os disparos pararam no ar. — Eu não terminei o que tinha para falar, pra vocês fazerem isso. – Caius falou, logo estavam todos muito assustados pela visão que estavam tendo. — Matem a fera, Donald gritou e do alto de alguns prédios, vi que estavam sendo disparados tiros, mas ainda sim nem um deles pegou em Caius. — Por Lilith, sempre achei héteros muito mal educados, mas não sabia que era para tanto também. – Caius falou sorrindo, aquele sorriso demoníaco que eu só havia visto quando Bhalizel havia o dominado. — Eu não fiz tudo isso, rebelar-se contra meu pai, fundar uma sociedade nova, matar os papas católicos a toa. Eu sou o único presidente que esse pais terá. —Caius falou, seu olhar estava vazio, nunca havia o visto tão forte dessa forma, vi que Donald estava colocando a mão no bolso, mas de dentro não saiu uma ama e sim um Pádua de invocação, havia anos que eu não via um desse. — Forneus, venerunt ad me, tu me iubes. – Donald falou e na mesma hora reconheci a língua, Latim, uma invocação clara a Forneus um dos 72 demonios da Goetia, as balas caíram no chão, Caius foi jogado longe. Donald estava usando magia Goécia para matar Caius. — Nãaaaaao. – Gritei de uma forma tão audível que todos os olhos se posicionaram em nós, logo depois senti um dos primeiros tiros atingindo o aerocar, logo após só consegui ouvir um. —Tire eles daqui Aslin! – Foi a ultima palavra de Caius...

Notas finais
Uma Gaymonia? Really?