Olhinhos verdes - amf
11 Capítulo 11 - " Seu corpo"
DO LADO DE FORA...
CONSUELO ‒ Onde está nossa filha, Severiano? ‒ Consuelo perguntou educada e sorrindo para ele entregando uma bebida.
SEVERIANO ‒ Deve estar aproveitando a vida de casada!‒ Severiano bebeu sua dose de uma vez olhando para os convidados.‒ Porque Frederico também não está aqui! Podemos ir também. ‒ Ele riu e colocou a mão na perna dela.
Ela o olhou.
CONSUELO ‒ Ir aonde, Homem? Estamos numa festa e ... ‒ ela sorriu deitando a cabeça no peito dele. ‒ Você só pensa nisso, fizemos hoje de manhã, fazemos todos os dias desde que voltou para casa! ‒ ela riu e bebeu sua tequila.
SEVERIANO ‒ Por mim, eu não sairia mais daquele quarto. ‒ Ele riu e a beijou.Desceu as mãos pelas costas dela e voltou a subir acariciando até apertar os seio dela.
CONSUELO ‒ Amor, aqui não, espera só mais um pouco, a festa está acabando. ‒ ela sorriu e o viu sorrir de volta...
SEVERIANO ‒ Calma com isso! Vamos fazer aqui, então, rapidinho.‒ Se não gritar ninguém vai ver.
CONSUELO ‒ Aqui onde? Está louco?‒ ela riu dele e sentiu as mãos.
Ele a beijou e puxou ela para seu colo.
CONSUELO ‒ Está cheio de gente aqui! ‒ Colocando ela de costas para ele.Beijou o pescoço dela com calma.‒ Meu Deus, homem, meu Deus!
SEVERIANO ‒ Ninguém vai ver, amor!‒ ela sussurrou sentindo ele.
CONSUELO ‒ Me espera, vou levantar a saia.‒ ela sorriu maldosa e subiu a saia deixando o caminho livre, se roçou nele assim que ficou apenas com a tela da calcinha sobre a calça dele.
Ele se ajeitou suspirando e abriu a calça tirando o membro afastou a calcinha dela e a investiu forte.
SEVERIANO ‒ Agora me cavalga, minha onça.‒ Ele apertou a cintura dela.
Ela se conteve e se moveu subindo e descendo.
CONSUELO ‒ Você sempre foi assim, Severiano, um homem com uma fome! Sempre quer mais, posso te cavalgar a noite inteira que quer mais pela manhã.‒ rebolou forte como se ela pudesse estocar ele.
Ele a apertou e beijou as costas dele.
SEVERIANO ‒ Eu sempre quero você me cavalgando e sempre vou querer!
CONSUELO ‒ Eu sei! ‒ Ela sorriu e foi com força, estava louca por ele.
Aqueles dias com o marido tinham sido os melhores. Ela se moveu bem forte sentindo a intensidade dele em seu corpo. Ele sorriu e olhou em volta percebendo que todos estavam distraídos, passou as mãos nas pernas dela e apertou forte com desejo.Ela acelerou e sorriu.
CONSUELO ‒ Vamos, amor, não quero ser pega.‒ Ela riu e foi mais rápida
SEVERIANO ‒ Não vai ser pega minha onça! Não vai! ‒ Ele sorriu e sentiu o corpo responder a ela.
Ela moveu rebolou. Ele a apertou mais e levou a mão por baixo do vestido até a intimidade dela.Moveu forte a mão para que os dois gozassem juntos.
CONSUELO ‒ Ai, Severiano, ai..‒ ela gemeu mordendo os lábios e sorrindo.
Ele a segurou forte com uma mão enquanto a outra massageava ela e juntos gozaram.
A festa correu solta durante muitos minutos e depois ela foi conduzido ao momento em que o bolo era partido e os convidados tiravam fotografias com os noivos para guardarem de lembrança,depois todos foram servidos Cristina e Frederico. Estavam arrumados para viajar e seriam levados no aeroporto por Severiano e Consuelo que sabiam que depois da viagem deles poderiam ficar tranquilos juntos na casa da cidade já que Consuelo tinha obrigado Severiano a ficar na fazenda com ela para os preparativos do casamento da filha.
Agora eles poderiam ficar na casa deles e começar em uma nova vida juntos. Estavam dentro do carro e eles sorrindo felizes.
CONSUELO ‒ A minha filha, estou tão feliz que você vai viajar agora para sua lua de mel!
CRISTINA ‒ Eu também, mamãe!
CONSUELO ‒ Não se esqueça do bebê, amor! Não se esqueça que é importante você comer na hora!
CRISTINA ‒ Sim, mamãe!‒ Ela riu olhando a mãe. ‒ Eu sei, não se preocupe!
CONSUELO ‒ Amor, esse aqui é um presente.‒ ela pegou uma sacolinha e deu a filha, era uma camisola branca curtinha com uma calcinha fio dental.
Cristina olhou a sacola e tocou com cuidado. Tirou e depois olhou a mãe com o rosto vermelho.
CRISTINA ‒ Obrigada...
CONSUELO ‒ Vai usar hoje com seu marido e vai ser feliz, ele não vai deixar nada disso para você usar de novo, vai rasgar!
Ela riu baixo olhando a mãe.
CRISTINA ‒ Eu sei! Na festa ele me disse que rasgaria com os dentes.. ‒ Ela falou em sussurro para mãe.
Consuelo riu e olhou para sua princesa, ela era tão perfeita e ingenua.
CRISTINA ‒ Papai, faz isso com você?Rasga suas roupas com os dentes? ‒ Ela olhou o pai depois a mãe.
CONSUELO ‒ Amor, seu pai já fez coisa que você ficaria horrorizada.‒ Ela arregalou os olhos olhando a mãe.
CRISTINA ‒ O que? Me conta uma coisa mamãe...
Ela riu e foi ao ouvido da filha.
CRISTINA ‒ Fala, mamãe!
CONSUELO ‒ Uma vez seu pai pediu para eu fazer uma coisa com ele.
Ela cochichou no ouvido da filha, Cristina olhou a mãe com os olhos arregalados.
CONSUELO ‒ Sim, minha filha, exatamente isso que eu te falei! Foi exatamente isso aí!
Cristina balançou a cabeça e olhou o pai.
CRISTINA ‒ Não sei como você conseguiu fazer isso mamãe!
CONSUELO ‒ Ele é muito bom, minha filha e seu marido também é e se ele cabe todo ai, então, não tem problema. Você sente, dor, filha?
CRISTINA ‒ Não mamãe, não sinto!
CONSUELO ‒ Minha filha, quer que você tome muito cuidado quero que você fique muito feliz mas que eu tome muito cuidado porque você está no seu terceiro mês de gravidez...
CONSUELO ‒ É sempre perigoso meu amor é preciso tomar muito cuidado para que você não sinta dor para que não aconteça nada com bebê. Depois vai ficar tudo mais tranquilo mas por agora precisa ser muito cuidadosa. ‒ Ela falava enquanto cuidava da filha passando a mão com carinho no seu cabelinho.
CRISTINA ‒ Sim, eu vou tomar cuidado, vou sim, mamãe, vai ficar tudo bem, são só uns dias!
CONSUELO ‒ Para mim vai parecer uma eternidade, minha filha, eu não gosto de ficar mais longe de você nem um dia e agora seu pai quer porque quer ficar na cidade viver na cidade eu não vou ficar longe de você. Se bem que tem a casa do Frederico na cidade que você poderia ficar lá.
CRISTINA ‒ Não sei! Gosto muito da fazenda...
CONSUELO ‒ Você não quer viver na cidade por causa da Raquel ela não é minha filha mas ela não tem mais nada com seu marido Ele nunca mais nem foi vê-la ele nem fala nela nem nada para ela, por favor, Cristina. ‒ Consuelo sabia que era só por isso que ela não queria viver lá.
CRISTINA ‒ Eu não quero nem ter recordações dessa mulher. ‒ ela só me traz lembranças ruin. ‒ Não vou a cidade!
CONSUELO ‒ Meu amor, aquela casa é sua também, se não gosta de lá peça a Frederico para comprar outra! Ele pode comprar outra para você!
CRISTINA ‒ Mamãe, não quero pensar nisso agora! ‒ Ela sorriu para a mãe.
CONSUELO ‒ Melhor mesmo! Vamos falar de alguma coisa mais agradável e que seja mais feliz nesse momento...
Ela tocou a mão da mãe.
CRISTINA ‒ Você e papai estão juntos mesmo não é?
CONSUELO ‒ Sim, nós estamos! Estamos juntos e o seu pai quer algoque você nem imagina, minha filha.Eu acho até engraçado falar disso com você...
CRISTINA ‒ Me conta, mamãe.
CONSUELO ‒ Seu pai quer um irmão para você!
CRISTINA ‒ Um irmão?‒ sorriu. ‒ Que legal mamãe,isso é maravilhoso!
CONSUELO ‒ Minha filha não tenho mais idade para ficar sendo mãe! Vai fazer anos eu já tenho idade para ser avó já vou ter meu neto!
CRISTINA ‒ Claro que tem mamãe! ‒ Ela riu. ‒ Você é muito nova ainda e pelo tanto que grita.‒ Ela ficou vermelha. ‒ Não vai demorar a me dar um irmão!
CONSUELO ‒ Meu Deus, Cristina!‒ ela ficou vermelha colocando a mão na boca.
CRISTINA ‒ Você fica gritando mamãe, é impossível não escutar!Frederico já escutou muitas vezes. Eu mais ainda!
CONSUELO ‒ Meu Deus, amor, é culpa do seu pai, ele não entende que temos que ser silenciosos. Ele fica pedindo, geme, amor, geme, ai eu perco a noção.‒ ela estava vermelha de vergonha.
Cristina corou olhando a mãe e riu dela.
CRISTINA ‒ Não importa, mamãe, eu não me importo com isso! Quero que seja feliz!
CONSUELO ‒ Mas eu me importo, você e meu genro não são obrigados a ouvir isso não.‒ Ela riu.
CRISTINA ‒ Frederico disse que quer que eu grite igual a você um dia..‒ Ela colocou a mão na boca para conter o riso.
Consuelo riu alto ouvindo aquilo que ele disse, era muito engraçado imaginar que o genro prestava atenção a essas coisas.
CONSUELO ‒ Você não geme, amor?Não sente vontade de soltar a sua garganta?
CRISTINA ‒ Não igual você, mamãe! ‒ Ela falou vermelha. ‒ Eu tenho vergonha de gritar assim tão alto...
CONSUELO ‒ Vergonha de quê, minha filha, não precisa ter vergonha do seu marido. Saiba que ele vai adorar que você faz!
Ela olhou a mãe e passou uma mão na outra.
CRISTINA ‒ Não sei, mamãe!
CONSUELO ‒ Minha filha, hoje quando você estiver com ele, relaxe e pense no seguinte, ele gosta de você, te ama a cada pedaço seu, mas é homem! E isso aqui. ‒ Indicou entre as pernas dela.‒ Isso deixa ele louco, alucinado, sem condição de perceber o que está fazendo.
Ela sorriu e acenou para a mãe.
CRISTINA ‒ Está bem!‒ Ela riu.
A viagem seguiu tranquila e depois no aeroporto ele se despediram com Frederico e Cristina Embarcando para sua lua de mel e Severiano e Consuelo de certa forma voltando para sua lua de mel porque os dois também estavam numa fase muito linda. Frederico e Cristina viajaram agarrados um no outro e horas depois estavam na cidade onde tinham decidido passar sua lua de mel.
NA LUA DE MEL...
Era bem frio mas mesmo assim tinha praia e eles tinham decidido que seria um momento só deles no pequeno apartamento que tinha um alugado e que ficava com vista para o mar mesmo estando frio. Já estavam no quarto e ele estava abraçando ela que tinha a cabeça apoiada no ombro dele olhando o mar os dois juntos felizes ali naquele momento...
Ela sorriu e o olhou.
CRISTINA ‒ Eu estou com fome, vamos comer alguma coisa?
FREDERICO ‒ Eu sei uma coisa que eu quero comer! E que é uma delícia!
CRISTINA ‒ O que?‒ Ela perguntou o olhando.
FREDERICO ‒ Sorvete crocante com caramelo e um delicioso sanduíche com queijo! ‒ Ele falou no ouvido dela rindo porque achou que ela ia pensar besteira. ‒ Pastel de camarão também um que delícia!
CRISTINA ‒ Pastel de camarão? Nunca comi!
FREDERICO ‒ Você tem que comer, meu amor, é uma delícia!
CRISTINA ‒ Eu quero, então, amor, quero chocolate também e macarrão queijo!
FREDERICO ‒ Vamos pedir tudo aqui no quarto e fazer um pedido total e a gente come e dorme um pouco para descansar da viagem e depois vamos passear! Andar por aí onde você quiser!Que homem não passeia, homem anda! Mulher que passeia!
Ela riu e sentou no colo dele com carinho rindo.
CRISTINA ‒ Pois agora, Senhor Rivero, você vai passear e passear muito! Porque eu gosto de passear e você vai passear comigo!
FREDERICO ‒ Eu vou, meu amor, onde você quiser, onde você quiser!
Ela sorriu e o beijou.
CRISTINA ‒ Vai pedir a comida!Eu vou tomar banho!
FREDERICO ‒ Que maldade, meu amor! ‒ ele a beijou e a retirando de seu colo foi resolver as coisas que ela queria.
Frederico foi fez todas as solicitações aproveitou pedindo sorvete que ele queria muito pedir todas as coisas que a esposa desejava e mais algumas frutas porque ela precisava comer e meia hora depois chegava uma linda bandeja com todas as coisas que eles tinham pedido arrumadas no carrinho.
O garçom que acompanhava arrumou a mesa de modo elegante para que eles pudessem ter o melhor atendimento colocou as Taças pratos e bebidas e depois se despediu recebendo a gorjeta que Frederico deu.
FREDERICO ‒ Amor, vem! ‒ ele gritou para ela que estava no banheiro.
Cristina estava no banheiro e saiu.Ele sorriu.
FREDERICO ‒ Uau!‒ estava sempre tão perfumada e ele esperou que ela viesse a ele. Os cabelos soltos e ela com a camisola que a mãe lhe tinha dado.O rosto vermelho olhando para ele.Frederico sentiu o corpo todo responder a ela.‒ Amor, você... ‒ ele olhou as pernas grossas a mostra, a fina camisola e a calcinha tão pequena, perdeu o tino e sorriu.‒ Meu Deus, você quer me matar!‒ ele foi até ela calmo, ergueu a mão e tocou o rosto dela.
CRISTINA ‒ Gostou amor?‒ Ela sorriu para ele.
FREDERICO ‒ Meu amor, eu ...‒ ele riu, já estava excitado.‒ Eu te amo! ‒ ele a beijou com calma, tocando o rosto dela.
Cristina passou as mãos nas costas dele correspondendo o beijo cheia de desejo. Frederico deslizou a mão nas costas dela e sussurrou no ouvido quando o beijo acabou:
FREDERICO ‒ Você quer fazer amor?
CRISTINA ‒ Sim, eu quero! ‒ Ela falou fechando os olhos.
Frederico ouviu a frase dos seus sonhos e com ela escorregou as mãos para as coxas dela apertando e trazendo para ela. Frederico não sabia explicar, não sabia como, mas aquele momento com seu amor, era precioso demais, demais! Ele sempre sentia que ela estava ali, entregue a ele, sentia o coração se encher de uma alegria que ele nem sabia explicar!
A tomou no colo, com calma, a beijando na boca, queria que ela estivesse segura, que sempre se sentisse segura nos braços dele foi até a cama e a deitou e olhou o corpo lindo que ela tinha, jovem, perfumado, bem formado, perfeito e deslizou as mãos erguendo a camisola e beijou as pernas dela e depois beijou até chegar aos pés onde ele tomou os dedos e mordeu.
Se afastou e ficou nu lentamente para que ela olhasse e viu os olhos dela em seu corpo, viu que sua esposa estava ali, com ele, percebendo cada detalhe, querendo saber como era cada centímetro dele. Nu, duro, rijo, perfeitamente pronto para a penetração e a consumação do ato. Mas Frederico acalmou seu corpo e veio até ela beijando dos pés até chegar a barriga onde ele beijou de olhos fechados, ali, naquele espaço sagrado de uma mulher, ele tinha seu filho ou filha, sua herdeira.
Cristina gemia sentindo o toque dele em sua pele. Ele era tão maravilhoso, com ele ela sempre se sentia no céu. Era incrível ser mulher dele, ele a fazia tão feliz, tão realizada. Amava sentir o toque dele, quando as mãos dele percorriam seu corpo ou quando ele a beijava por inteiro. Era sempre indescritível aquelas sensações. Ela fechou os olhos e colocou as mãos nos cabelos dele acariciando com calma.
CRISTINA ‒ Eu te amo tanto, Fred, tanto... ‒ Ela suspirou e moveu as pernas para que ele se acomodasse entre elas.Se acomodou e buscou o seios para beijar, beijou os dois com carinho, tinha dando amor por aqueles seios lindos que ela tinha. Ela gemeu arqueando o corpo. ‒ Ahh amor!
Seu corpo no meio do dela, era complicado, ele era grande.Ela tocou o rosto dele e o puxou para um beijo. Frederico a segurou no pescoço com carinho trazendo o rosto mais para perto e permaneceram se beijando e se tocando e sendo um do outro a cada toque dela, ele suspirava e o corpo fervia, era como estar em uma caldeira, o membro doía de tanta excitação.
E ele voltou ao pescoço e a beijou mais e depois retornou a boca beijando intensamente, sem pressa enquanto suas mãos massageavam os seios e o quadril. Ele desceu por fim a camisola arrastando lentamente pelo corpo dela, o olhava e suspirava, depois se voltou para a calcinha pequena que não cobria nada.
Sorriu malicioso, queria dizer um palavrão, mas não com ela, ela era uma princesa.
FREDERICO ‒ Amor, você queria acabar comigo, é isso? ‒ ele desceu até entre as pernas dela e deslizou a calcinha tirando.
CRISTINA ‒ Não..‒ Ela sorriu.
Depois olhou a intimidade dela, tocou, cheirou, e por fim pois a língua bem lento e lambeu de baixo para cima.
CRISTINA ‒ Ahhh, amor!‒ ele sorriu, sabia que ela gostava dele ali junto a suas pernas. Ela forçou mais o corpo contra ele, percebeu que ela estava ansiosa, desejosa, então abriu a boca e abocanhou ela com fome, sugando com força e enfiando a língua dentro dela com amor, mas com tesão louco também.‒ Ela gemeu forte apertando os cabelos dele.‒ Ahhh, Fred!
Ele sorriu e lambeu mais e mais, mantendo a língua entrando e saindo dela, era seu sexo naquele momento, estava penetrando sua mulher com sua boca. Cristina gritou o nome dele sentindo o corpo queimar...E logo ficou envergonhada pelo grito.
Frederico se afastou um segundo e sorriu...
FREDERICO ‒ Amor, pode gritar.‒ ele disse voltando atenção a pequena intimidade dela, depilada completamente, sem pelo algum. Ele gostava que tivesse pelos, mas ali naquele momento, ele nem pensou, gostava dela de qualquer jeito, lambeu mais e com o dedão apertou o clitóris dela para que o prazer chegasse logo.
Cristina gritou mais chamando por ele que manteve os movimentos até que sentiu o gozo dela em sua boca e as pernas desfalecendo em seus braços, ela tremeu e gemeu e gritou e ele lambia tudo, querendo mais e mais, soltou as pernas dela e subiu beijando até sugar os seios dela enquanto massageava o clitóris dando mais prazer a ele e fazendo gozar de novo.
CRISTINA ‒ Amor... ‒ Ela sorriu o olhando. ‒ Eu quero te sentir!Quero você!
Frederico bufava como um animal e se posicionou entre as pernas dela com o membro na porta de entrada da intimidade molhada de Cristina.Ela sorriu e passou as mãos nas costas dele. Frederico olhou a intimidade dela e suspirou, era perfeita até nisso, entrou com calma, sentindo, gemendo, se deliciando com a pele fina com a textura, o umidade, tudo perfeito!
CRISTINA ‒ Ahh, amor! ‒ Entrou e sorriu. Ela sorriu e passou as pernas na cintura dele sentindo ele a preencher.
Rebolou embaixo dele com calma e cheia de desejo, Frederico se moveu intenso e ele, sentia o desejo dela, sentia a atenção dele com ela e se sentia amada e ele queria isso. Moveu sorrindo e se concentrando nela deliciosamente nele se movendo para ter prazer e dar também.
CRISTINA ‒ Eu te amo, Fred, te amo tanto!
FREDERICO ‒ Eu te amo mais, muito mais, amor!
Ela tocou o rosto dele com carinho e apertou mais as pernas no corpo dele gemendo o nome dele.Ela rebolou embaixo dele o beijando e beijando seu ombro, cheia de desejo e de amor. Sentia as investidas dele e gemia forte. Ele se entregou inteiro e a cada investida chegava mais perto do prazer. Era perfeito o encontro! Ela o arranhava e sentia arrepios no corpo, sentido ele a investir.Gemia forte as vezes fechava os olhos...
FREDERICO ‒ Meu amor!Vamos ser felizes! ‒ E juntos perdidos no amor um do outro, gemeram e gozaram forte. Ela respirou forte cansada, sorrindo, acariciou ou cabelos dele o olhando.
Ele também ficava olhando para ela sem dizer nada apenas vendo. O sorriso dela e o modo como estava feliz. Ela riu tocando o rosto dele.
CRISTINA ‒ Mamãe, disse que eu não ia usar as peças novamente porque você ia rasgar. Ela se enganou.
Ele riu!
FREDERICO ‒ A sua mãe estava certa, meu amor, foi por pouco.‒ Riu um pouco mais sabendo que a mãe a mãe dela estava certo. Claro que ele ia rasgar isso era óbvio. Mas aquele momento era especial demais para ela e por isso ele foi o que precisava ser.
Ela sorriu e virou na cama se deitando por cima dele.
CRISTINA ‒ Vamos comer agora..
FREDERICO ‒ Vamos sim!‒ ele riu‒ Comer outra coisa! Que não seja você ou eu!
Ela sorriu vermelha e se levantou vestindo um roupão.Frederico se esticou na cama e sorriu, seu corpo era enorme e o membro mesmo em descanso era assustador, grande e grosso.Ele se sentia ainda mais feliz de Cristina não reclamar de dor, era quase como um presente dos Deuses, sendo ela tão novinha.
Cristina olhou a mesa farta cheia de coisas pegou um morango e comeu observando ele deitado. Ele sorriu e pelado na cama ligou a tv e passava um futebol. Ele se levantou pelado e pegou os sanduíches que queria comendo em duas bocadas o primeiro e tomando um refrigerante em pé e olhando a tv.
FREDERICO ‒ Amor ....Eu quero que assista a um jogo comigo e depois um rodeio.
Ela o olhou.
CRISTINA ‒ Eu não gosto..‒ Tomou suco o olhando de pé assistindo a tv.
FREDERICO ‒ Amor, eu não quero ir sozinho.
Ela suspirou o olhando.
CRISTINA ‒ Está bem, eu vou ,então, se quer...
FREDERICO ‒ Eu quero!Eu tenho um jogo para ir daqui a um mês provavelmente Diego vai querer ir também. Eu queria que Diego namorasse Raquela mas. ‒ Ele parou de falar porque era um assunto espontâneo mas Cristina não gostava da outra e ele falou sem querer.
Ela suspirou e levantou deixando o suco na mesa.
CRISTINA ‒ Eu não gosto de falar dessa mulher! Pensei que tivesse esquecido ela ou pelo menos não falasse dela em nossa lua de mel.
FREDERICO ‒ Desculpa, Cris é que eu quero que ela seja feliz ela sofreu muito.‒ Ele foi até ela.‒ Não precisa ficar zangada com isso!
CRISTINA ‒ E ela te fez sofrer também! Ficou dias em uma cama por culpa dela. ‒ Ela o olhou seria.
FREDERICO ‒ Eu sei que você está procurando ela por causa daquele acidente não quero que você faça isso. Se ela for grosseira com você!
CRISTINA ‒ Eu vou encontrá-la e vou dar a surra que ela merece!
FREDERICO ‒ Não vai fazer nada disso, eu não quero você brigando nem com ela nem com ninguém!
CRISTINA ‒ Você quase morreu, podia estar morto! ‒ Ela falou com raiva por ele defender Raquela.
FREDERICO ‒ Você está grávida ela pode te machucar e eu não vou gostar disso
Se afastou mais dele e ficou olhando aquela raiva dela.
FREDERICO ‒ Cristina já cansei de repetir que eu não quero nada com Raquela. Porque eu me casaria com você para ter alguma coisa com ela?Eu só libertei porque ninguém merece viver uma vida daquelas e você me fez refletir sobre isso eu nunca tinha pensado desse modo até você chegar na minha vida. Eu não quero nunca mais falar desse assunto com você prometi que nunca mais ia me falar disso. ‒ E se vestiu fechando o roupão e se sentando na mesa para comer.
Ela suspirou e saiu de la indo para perto da cama, se sentou e respirou fundo.
FREDERICO ‒ Amor, por que isso agora?‒ Ele a olhou. ‒ Você é minha mulher, minha esposa, mãe do meu filho!
CRISTINA ‒ Isso o que?Você que falou dessa mulher. ‒ Ela o olhou sem sair do lugar. ‒ Nós acabamos de fazer amor e nem assim você esquece essa mulher!
Ele foi a ela, pegou ela no colo mesmo ela não querendo e ficou olhando para o rosto dela em ciumado sentado com ele.
FREDERICO ‒ Você fica linda quando está com ciúme.
Ela o olhava irritada.
CRISTINA ‒ Eu não estou com ciúmes, me solte!
FREDERICO ‒ Não! ‒ Ele não soltou. ‒ Para com isso que não vamos brigar em nossa lua de mel por causa de coisas sem sentidos.
CRISTINA ‒ Você que quer! Você que está falando dela. Eu só queria ficar aqui! Rindo e fazendo amor com você, sendo feliz. Mas você tem que falar dessa mulher. ‒ Ela bateu no peito dele e o rosto ficou triste. ‒ Me solta, Frederico!
FREDERICO ‒ Não! ‒ Ele a olhou. ‒ Para com isso!‒ Você não é uma criança! É uma mulher casada.
CRISTINA ‒ Me solta, por favor, me solta, eu não gosto! Não me segure assim! ‒ Ela falou baixo.
Ele ficou nervoso e a soltou. Frederico ficou parado olhando para Cristina e aquela reação que ela tinha tido. Ele não estava segurando forte e nem tinha sido rude. Ficou parado na cama observando o jeito dela nervosa fora de si. Cristina passou as mãos nos braços e depois arrumou os cabelos. Aquele jeito que ele a estava segurando a deixava acuada e ela ficava cheia de receios. Ela se afastou dele sem olhar em seus olhos...
FREDERICO ‒ Amor! ‒ Ele foi a ela sem tocar.‒ Está com medo de mim? ‒ Estava perto dela e era um homem enorme Faria medo sim Se ele não fosse uma boa pessoa mas ele era e não queria que ela sentisse medo dele. ‒ Eu nunca faria nada para te magoar, nem para machucar você, Cristina!
CRISTINA ‒ Eu não gosto.. Não gosto que me segure assim! Me deixa encurralada! ‒ Ela o olhou.
FREDERICO ‒ Perdão!‒ Ele a abraçou e sentiu o corpo frágil tremer.
Frederico ficou de joelhos em frente a ela segurou em sua cintura e olhou para cima para que ela olhasse dentro de seus olhos naquele momento.
FREDERICO ‒ Eu sei que eu sou um homem bruto e grande mas eu quero te prometer uma coisa aqui de joelhos. ‒ Olhava dentro dos olhos dela daqueles olhos verdes onde ele se perdia.‒ Eu nunca vou machucar você nunca vou fazer nada que seja malvado ou ruim com você, meu amor!Eu te prometo isso pelo resto dos nossos dias juntos! ‒ E Ficou ali ajoelhado olhando para ela diante do seu filho na barriga dela e diante dela.
CRISTINA ‒ Não faça mais isso, não me segure assim, eu não gosto disso!‒ Ela suspirou o olhando. ‒ Se levante, não precisa ajoelhar! Eu acredito em você!
FREDERICO ‒ Eu to bem aqui, assim vejo meu filho!
Ela passou as mãos nas costas e o olhou.
CRISTINA ‒ Não íamos sair?
FREDERICO ‒ Vamos!Eu vou tomar um banho e me preparar você vem?‒ Ele ficou de pé sorrindo.
CRISTINA ‒ Não! Vou pegar minha roupa, depois eu vou.‒ Ela saiu e foi até as malas abrindo uma delas e olhando as roupas.
Ele foi ao banheiro tomou o seu banho e voltou de lá com uma toalha enrolada na cintura procurando sua roupa.
FREDERICO ‒ Cristina você viu lá onde está minha bota? Eu tinha deixado aí do lado da cama.
CRISTINA ‒ Está ali! ‒ Ela apontou. ‒ Separei uma roupa pra você também.Eu vou tomar banho.‒ Ela se virou e foi para o banheiro.
Frederico se arrumou ligou para casa para saber se estava tudo bem E ficou esperando o que ela viesse se arrumar as também. Ficou sentado assistindo o jogo enquanto ela se preparava. Cristina foi até ele, usava um vestido longo. Os cabelos estavam presos em um rabo de cavalo, o vestido azul marcava suas lindas curvas.
CRISTINA ‒ Estou pronta! Vamos... ‒ Ela o olhou e sorriu.
FREDERICO ‒ Vamos!‒ ele deu a mão e sorriu. ‒ Linda, meu amor, você está linda!
CRISTINA ‒ Obrigada!‒ Ela deu a mão a ele.
Os dois saíram e passearam no parque de animais, foram no museu e depois ao jardim das flores, um lugar onde muitas flores ficavam em exposição plantadas em todos os lugares.Frederico ria das coisas inocentes que ela ela dizia, era tudo tão divertido e tudo tão especial, ser parte dela era maravilhoso.
FREDERICO ‒ Amor? Ta pensando em que, que não fala?
CRISTINA ‒ Eu te amo muito, Fred!Você é tão maravilhoso, nisso que estou pensando!
FREDERICO ‒ Que isso, amor?
Ela sorriu e o olhou.
CRISTINA ‒ Você é tão incrível! Mesmo que nosso amor não tenha começado da melhor maneira. Você é o homem dos meus sonhos!‒ Ela tocou o rosto dele com carinho.
FREDERICO ‒ E você é a melhor coisa que me aconteceu na vida, as vezes, tenho impressão de que estou sonhando e me belisco.‒ ele riu e a olhou puxando bem para ele. ‒ Ai você está lá, linda, dormindo perfeita com esses cabelos pretos.
Ela sorriu e o beijou.
CRISTINA ‒ Eu te amo!
FREDERICO ‒ Eu também!
Os dois riram. Frederico e Cristina passearam, andaram de um lado a outro, ele correu atras dela como uma criança, riam de tudo e no fim do dia ela estava cansada, mas ainda quis fazer uma coisa que ele achou engraçado, andar de pedalinho no lago. Quando voltaram ao hotel foram ao restaurante se sentaram, pediram os pratos e ela sorriu olhando como tudo era lindo. Os homens que estavam ali se viraram para olhá-la, mas ela nem percebeu.
Frederico apenas olhou e com duas de suas olhadas sérias ele os fez abaixarem a cabeça, mas Cristina percebeu.
CRISTINA ‒ O que foi, amor?‒ Ela o olhou e depois olhou os homens...
FREDERICO ‒ Estão olhando você e não gostei!‒ Ele respondeu sendo sincero com ela e dizendo a verdade.
CRISTINA ‒ Me olhando?‒ Ela riu.
FREDERICO ‒ Sim, estão olhando, não estão olhando pouco não! ‒ Ele fez uma cara bem feia.
CRISTINA ‒ Quer subir? Ir para o quarto?‒ Ela tocou a mão dele.
FREDERICO ‒ Não mesmo, amor, quero um beijo bem gostoso! ‒ Ele riu.‒ Pra verem que você é minha!
Ela riu pra ele e se inclinou. O beijou com calma sobre a mesa quando acabou ele riu.
FREDERICO ‒ Amor você vai estudar! ‒ Disse assim de repente. ‒ Quero que volte a estudar que trabalho e se você desejar
CRISTINA ‒ Estudar? Não sei se é uma boa ideia!
FREDERICO ‒ É uma ótima ideia e quero que você escolha com bastante cuidado porque vai ser a carreira de uma vida.
CRISTINA ‒ Eu já sei o que quero fazer, quero ser veterinária!‒ Ela sorriu o olhando.
FREDERICO ‒ Meu amor, que lindo, eu vou adorar! A melhor profissão que você poderia escolher das que a gente tem por aí!
Ela sorriu e acariciou a mão dele.
FREDERICO ‒ Acho que você vai dar super certo porque gosta dos animais se dá bem!
CRISTINA ‒ Sim, amor, eu também acho!
FREDERICO ‒ E depois que o bebê nascer, meu amor, não vai ser tão difícil assim porque tem sua mãe, tem a mim, tem seu pai, tem todo mundo para ficar perto! Você vai poder fazer logo em seguida! E é bom que você tenha uma profissão e que seja independente. Você é muito nova para ser dependente de alguém.
Ela acenou e sorriu.
CRISTINA ‒ Eu quero muito isso, amor, vai ser maravilhoso.
Ele sorriu, limpou os lábios dela com carinho e deixou o que ela sorriso para ele como a expressão de quem era feliz.
FREDERICO ‒ Estou curioso é de ver o nosso filho! É a nossa filha, acho que vai ser uma menina.
CRISTINA ‒ Eu não sei o que vai ser! Eu só quero que tenha saúde, só isso, meu amor...
FREDERICO ‒ Eu quero que tenha seus olhos, meu amor, os seus olhinhos verdes e quero que ele sorrir assim como você ou ela que vai ser minha princesa como a mãe. ‒ Ele comeu e depois deu um pedacinho a ela. ‒ Podemos passear onde você quiser hoje.
CRISTINA ‒ Estou cansada, meus pés doem, não quero sair!
FREDERICO ‒ Tudo bem, ficamos em casa e descansamos um pouco.‒ ele sorriu para ela com a ideia de que ficariam juntos a tarde toda.
Ela sorriu para ele e voltou a comer.
FREDERICO ‒ Eu gosto de descansar com você junto comigo!
CRISTINA ‒ Eu também, meu amor!Gosto de tudo que tenha você por perto!
Eles dois ficaram rindo e por fim a conversa continuou agradável.
FREDERICO ‒ Sua mãe parece estar muito feliz com seu pai! E acho que os dois estão fazendo planos que você nem vai acreditar. Estavam se beijando lá na cozinha eu escutei sem querer.
CRISTINA ‒ Querem me dar um irmão, mamãe me contou.
Ele riu e a olhou nos olhos.
FREDERICO ‒ Não vai ficar com ciúmes? ‒ ele riu implicando com ela.
CRISTINA ‒ Não! ‒ Ela sorriu.‒ Eu tenho você que é só meu!
Ele se curvou e a beijou nos lábios com ternura...
FREDERICO ‒ Só seu, amor, apenas seu!
CRISTINA ‒ Te amo muito!
FREDERICO ‒ Eu te amo mais!
Ela passou a mão no braço dele, Frederico ficou com ela sorrindo.
CRISTINA ‒ Amor, vamos subir, vamos para nosso quarto! ‒ Ela sorriu para ele.
FREDERICO ‒ Vamos sim, amor, vamos agora! ‒ e sorriu admirando os lindos olhos verdes dela.
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