Olhinhos verdes - amf
12 Capítulo 12 - Não vai sem mim!
Frederico e Cristina ficaram juntos e sorrindo enquanto subia para o quarto onde descansar iam felizes.Ele só conseguia sentir alegria quando olhava para aquela mulher linda com quem tinha se casado. Estava mais do que realizado estava feliz e sentir que a vida não poderia ser melhor.
Quando chegou no quarto , ele foi ao banheiro se trocou e veio apenas de cueca se deitar. Queria ficar à vontade para o dia ficar tranquilo com sua mulher ali descansando ao lado dele. Ela tomou um banho e colocou uma camisola leve e deitou ao lado dele. Frederico a beijou com carinho e puxou sua esposa para seu peito para que ela deitar-se e ficasse com ele.
Era tão bom estar e juntos assim abraçados...
FREDERICO ‒ Descansa um pouquinho, meu amor.
Ela sorriu e acariciou o peito dele, ele a olhou e suspirou.
FREDERICO ‒ Que tá fazendo, amor?
CRISTINA ‒ Nada, só carinho!‒ Ela sorriu.
FREDERICO ‒ É só um carinho, amor, mas você sabe como eu sou com você! Não pode me fazer um carinho assim sair correndo! Tem que fazer esse carinho me dar um beijinho?‒ Ele sorriu olhando sua esposa maravilhosa.
Ela beijou o beijo dele várias vezes.
CRISTINA ‒ Pronto, amor!Muitos beijinhos!‒ Sorriu o olhando.
FREDERICO ‒ Assim que eu gosto, amor, com muitos beijinhos!
E os dois ficaram deitados ele conversando até que ela pegou no sono.
Frederico e Cristina passaram mais de dias em lua-de-mel sorrindo visitando locais que eles queriam conhecer fazendo amor sempre e em todo lugar. Voltaram para casa e quando chegaram, era noite já. Cristina saiu do carro sorrindo usava um vestido azul curto e bem leve, os cabelos estavam soltos. Ela entrou e viu a mãe beijando o pai no sofá.
CRISTINA ‒ Meu Deus, mamãe!‒ Ela tapou os olhos e virou de costas sentindo o marido encostar nela rindo.
CONSUELO ‒ Meu Deus, vocês já chegaram!
Consuelo se levantou abraçando a filha com amor pois estava morrendo de saudade daquela menina linda.
CONSUELO ‒ Ah, minha filha, que saudade que eu estava de você. Graças a Deus que você voltou para casa!‒ Apertou a filha contra ela. ‒ Quero muito estar com você! Eu te contar as novidades daqui de casa e de tudo, aí, minha filha, que saudade.‒ Depois abraçou Frederico sem soltar a filha.
FREDERICO ‒ Tudo bem, minha sogra?
Cristina riu e viu o pai vir em sua direção e abraçá-la.
SEVERIANO ‒ Está linda, minha princesa!‒ Ele sorriu e tocou o rosto dela com carinho, depois apertou a mão de Frederico.‒ Cuidou muito bem da minha filha pelo sorriso dela!
FREDERICO ‒ Sempre vou cuidar, você pode ter certeza disso, meu sogro!Cristina é o meu maior amor. Depois vai ser a minha filha...
Falou implicando com a esposa porque sabia que ela ia ficar enciumada.Cristina o olhou de lado séria, mas não disse nada, abraçou o pai olhando para o marido. Frederico continuo rindo dela e foi em direção ao sofá e se sentou.
FREDERICO ‒ Me diga, meu sogro, como as coisas foram por aqui?
SEVERIANO ‒ Foram calmas! ‒ Severiano sentou no sofá com a filha em seu colo e a esposa ao seu lado.‒ A colheita já começou e a maior parte já foi levada.
FREDERICO ‒ Imaginei que eles conseguiriam terminar de fazer antes que eu chegasse com Cristina levamos muitos dias lá.‒ Ele sorriu e puxou a esposa para o colo dele.
Cristina sentou no colo dele se deitando em seu ombro, suspirou fechando os olhos estava muito cansada. A gravidez estava a deixando mil vezes mais cansada.
FREDERICO ‒ Vamos deitar um pouquinho, meu amor, você está cansada da viagem!Na verdade eu não posso deitar com você .Vou precisar rodar a fazenda, vai ficar muito triste? E depois mais tarde eu quero ir lá na cidade ver minha casa.
CRISTINA ‒ Já está a noite, Fred!‒ Ela o olhou.‒ O que vai fazer?
FREDERICO ‒ Eu preciso ver a casa, amor, viu como estão as coisas lá? Eu não vou demorar. Só vou dar uma olhada e você vai descansar quando eu voltar deito lá com você. ‒ Sabia qual era a questão de Cristina.
CRISTINA ‒ Eu vou com você, então, não quero dormir sozinha. Vamos nós dois! ‒ Ela levantou passando as mãos nos cabelos bocejando.
FREDERICO ‒ Não vai não, amor, eu vou sozinho e você vai descansar! Nada disso! ‒ ele sorriu para ela com amor.
CRISTINA ‒ Eu quero ir, Frederico! ‒ Ela falou o olhando brava.
FREDERICO ‒ Não vai, amor, e pronto!‒ Ele se ergueu para sair e pegou seu chapéu
CRISTINA ‒ Frederico! Não vai sair sem mim! ‒ Ela o olhava. ‒ Eu quero ir!
Severiano olhou Consuelo.
FREDERICO ‒ Não!‒ Ele disse sério e não voltou atrás. ‒ Vai tomar um banho, comer, descansar com nosso bebê, que não levar nem uma hora, só vou e volto!
CRISTINA ‒ Você não manda em mim! ‒ Ela saiu caminhando.
FREDERICO ‒ Cristina! ‒ Falou alto. ‒ Você não vai!
Ela continuou andando sem dar atenção a ele. Frederico foi caminhando e pegou a chave do carro e caminhou a ele quando chegou na porta do carro, ele a olhou.
FREDERICO ‒ Volte para dentro de casa ou vou te levar no ombro!
CRISTINA ‒ Não vai me obrigar!Não vou entrar, vou com você!
Frederico a pegou no colo e com amor mesmo ele se debatendo ele a levou para dentro de casa.
CRISTINA ‒ Me solta!Me solta, Frederico, eu vou vomitar!
Ele não ligou, foi a sala e colocou ela no colo de Consuelo.
FREDERICO ‒ Faz ela descansar minha sogra e sorriu saindo de novo para seu carro.
CRISTINA ‒ Idiota!‒ Ela gritou e saiu do colo da mãe correndo para o quarto e depois de olhou pela janela ele entrando no carro foi para o banheiro e vomitou.
Frederico sorriu e dirigiu até a sua casa na cidade, nem estava pensando que Raquela estava lá. Cristina tomou um longo banho e depois que saiu trancou a porta do quarto.
NA CIDADE...
Frederico entrou na casa e deu de cara com Raquela na cozinha.
FREDERICO ‒ Boa noite, Raquela! Só vim pegar os documentos que Diego disse que deixou aqui.
RAQUELA ‒ Pode ficar quanto quiser, meu amor.‒ Ela sorriu o olhando.‒ Eu estou aqui sempre, a sua disposição, você sabe disso! ‒ Ela disse rindo.
FREDERICO ‒ Eu não vim aqui para isso! Só vim pegar os documentos e você sabe disso!Estou apenas fazendo o meu trabalho e já vou embora. ‒ Ele caminhou até o escritório pegou os papéis e quando voltou ela estava pelada na sala. ‒ Raquela, por que tá fazendo isso?
RAQUELA ‒ Eu te quero, Fred! Te quero muito, Frederico! Sou sua, toda sua! Quero que me possua forte como sempre fez.
Ele responder sem nem olhar para ela saindo firme.
FREDERICO ‒ Eu só fodo a minha mulher agora, Raquela e você sabe bem disso! Vá se vestir e arrume um namorado! ‒ ele fechou a porta e riu do lado de fora.Se Cristina visse aquilo arrancaria os cabelos dela. Entrou no carro com os documentos e voltou a fazenda.
Cristina dormia depois de chorar, não tinha aberto a porta porque não o queria em sua cama.Frederico chegou e sorriu ao entrar em casa e ouvir os risos de seus sogros foi até a porta do quarto e tentou abrir mas estava trancada.
FREDERICO ‒ Cristina! ‒ ele falou zangado.‒ Abra essa porta!
Ela nem o escutou, seguia tranquila dormindo. Frederico sorriu na porta e saiu de lá e sem mais bebeu duas doses de tequila e dormiu no escritório escondido na parte que não dava para ver o sofá, quando ela acordasse procuraria ele pela casa toda e acharia que ele tinha dormido fora e esse seria o castigo por fazer aquela criancisse com ele...
NO QUARTO AO LADO...
Consuelo estava deitada e sentia o corpo todo responde aos beijos e carícias de seu marido.Os dois estavam nus e ele dizia obscenidades a ela que ria.Ele sugava os seios dela com força e a estimulava com uma mão.
SEVERIANO ‒ Que delícia esses peitos, eu nunca vou cansar de mamar neles.‒ Ela gemia e ria.
CONSUELO ‒ Você é um tarado, Severiano, acabamos de fazer duas vezes. ‒ Ela correu dele rolando na cama.
SEVERIANO ‒ Sou tarado por você! ‒ Ele a pegou pelos braços e a jogou na cama de bruços.‒ Beijou as costas dele e abriu as pernas dela se roçando nela.
CONSUELO ‒ Severianoooooooooo! ‒ ela gritou alto e depois tapou a boca e riu de novo.‒ O que você quer agora?
SEVERIANO ‒ Quero comer você! Comer com muita força!
CONSUELO ‒ Você já me comeu, Homem, vamos dormir!
Ele passou os dedos nela indo e vindo, ela riu e se afastou, fechou as pernas e prendeu a mão dele.Ele entrou com dois dedos dentro dela e mexeu sorrindo esperando a reação dela.
CONSUELO‒ Ahhhhh!Meu Deus que tentação! Diacho de homem gostoso!
SEVERIANO ‒ Só não mais que você!
Ele empurrou o dedo com força e deu um tapa forte no traseiro dela.Ele sorriu e afastou as pernas dela e a invadiu, depois de ouvir os pedidos dela para que entrasse. Severiano e Consuelo estavam juntos e se amaram sorrindo e brincando mostrando a sincronias dos corpos deles.E por mais duas vezes os dois se amaram até deitarem abraçados na cama, ele acordado e ela já cochilando cansada. Ele acariciou os cabelos dela.
SEVERIANO ‒ Meu amor, Consuelo, por que nossa filha reagiu daquela maneira hoje?
CONSUELO‒Hum?‒ ela disse dormindo.‒ O que amor? ‒ ela se moveu cansada e bocejou.
SEVERIANO ‒ Por que nossa filha reagiu daquela maneira?‒ Ele a olhou.
CONSUELO ‒ Ele tem uma ex-namorada morando na casa, na casa da cidade. Uma afrontosa que Cristina detesta e por isso nem quis morar na cidade! Mas nosso genro nem olha para ela, é mimo de nossa filha! Você não viu hoje o que ela fez.
Severiano suspirou.
SEVERIANO ‒ E por que ele não manda a mulher embora de lá? Por que banca a mulher?
CONSUELO ‒ Ele não banca, ela trabalha na casa dele na cidade e por isso, Cristina a odeia, porque sempre que ele vai, ela está lá. Nossa filha é mimada e é muito jovem para perceber que essas brigas podem atiçar o marido em uma direção que ele não está nem olhando. Ela é ciumenta!
SEVERIANO ‒ Então converse com ela! Já conversou?Falou isso pra ela?
CONSUELO ‒ Amor, converso todos os dias mesmo assim nossa filha continua ciumenta demais. Nisso ela se parece com o pai dela! ‒ ela sorriu para ele e o beijou, um selinho.
Severiano riu.
CONSUELO ‒ Você não é ciumento, é?
SEVERIANO ‒ Só um pouco! Não muito, meu amor!‒ Ele sorriu a olhando.
CONSUELO ‒ Por Deus, Severiano você é mais do que um pouco você é muito ciumento. Você não gosta que ninguém olhe para sua filha e nem para mim!
SEVERIANO ‒ Só cuido do que é meu! Somente isso!‒ Ela riu dele. ‒ Amor, não se preocupe, Frederico tem muita paciência com ela, mas que eu até, tem dia que nossa filha está irritante.‒ Ela está grávida meu amor, tem que lembrar disso também!
CONSUELO ‒ Eu sei, meu amor, que ela está grávida, mas esse rompante de criança só uma bobeira.
SEVERIANO ‒ Sim, amor, mas ela ainda é uma menina!Tem 16 anos. Não é uma adulta!
CONSUELO ‒ Mas se casou não foi? ‒ ela foi dura. ‒ O marido não terá sempre paciência, eles estão em lua de mel e por isso ele ainda está assim tão calmo, se bem que ele é calmo!
SEVERIANO ‒ Eu disse que ela era muito nova!
CONSUELO ‒ Amor, ela não casou obrigada!
SEVERIANO ‒ Eu sei que não, mas Cristina é nova!Ele é a primeira paixão dela.
CONSUELO ‒ Amor, vamos ver onde isso vai dar...
SEVERIANO ‒ Sim, amor, vamos ver!‒ Ele suspirou e acariciou as costas dela.
CONSUELO ‒ Vamos dormir, amor, vamos!‒ ela sorriu.‒ Eu não quero ser acordada com você me furando com essa sua vara! ‒ ela riu sentindo ele a agarrar.
Ele beijou o pescoço dela com calma e amor.
SEVERIANO ‒ Você adora ser furada, não finja, Consuelo!
CONSUELO ‒ Você só pensa nisso, Severiano, em me furar, duvido que você furava sua outra mulher assim!
SEVERIANO ‒ Queria que nunca tivesse sofrido! ‒ Ele tocou o rosto dela com carinho e a beijou.
CONSUELO ‒ Não vamos pensar nisso, não agora, não na nossa cama, vamos esquecer o que passou, você voltou para mim e isso é o que importa!
Ela o beijou na boca e a noite entre eles recomeçou....
A noite se passou calma e tranquila. Cristina dormiu calmamente toda a noite quando despertou sentiu o estômago revirado e correu para o banheiro. Voltou uns minutos depois e olhou a cama vazia e lembrou que tinha trancado a porta. Ela abriu a porta e saiu do quarto, passou em todos os quartos de hóspedes e não o viu.
Ela passou as mãos nos cabelos e quis chorar ele não tinha dormido em casa. Cristina foi até o quarto dos pais e abriu a porta, viu parte do corpo da mãe nua e fechou saindo.Desceu as escadas e falou com as empregadas e ninguém o tinha visto. Ela chorou, passou as mãos nos braços e foi até o escritório.
Frederico se levantou todo dolorido de ter dormido naquele sofá, bocejo e caminhou em direção a porta dando de cara com a esposa. Cristina estava com os olhos inchados e parecia ter chorado muito.Ela ficou parada o olhando depois se afastou dele...
FREDERICO ‒ Por que tá com essa cara? ‒ falou ainda sonolento olhando para ela.
CRISTINA ‒ Onde você estava? ‒ Ela soluçou.
FREDERICO ‒ Eu estava dormindo aqui no sofá ali!
Ela suspirou.
CRISTINA ‒ E por que? Por que não dormiu em um dos quartos?
FREDERICO ‒ Porquê que você tá tão preocupada com isso se você não me deixou dormir no nosso quarto? ‒ Ele falou olhando para ela. ‒ Eu queria ter dormido no meu quarto, mas você trocou a porta me deixou do lado de fora!
CRISTINA ‒ Você me deixou sozinha! Eu estava mal e me deixou sozinha! ‒ Ela falou limpando os olhos.
Ele a olhou e a pegou para ele.
FREDERICO ‒ Amor, mal como? ‒ Ele a beijou na testa e a pegou no colo ela deitou a cabeça no ombro dele toda dengosa.
CRISTINA ‒ Estou vomitando desde ontem, mas você não se importou!Tanto que foi embora!
FREDERICO ‒ Amor, não seja criança. Está passando mal, vamos ao médico, eu te levo! Por que não chamou sua mãe? ‒ ele a carregava no colo
CRISTINA ‒ Mamãe estava lá com meu pai! Está nua, eu vi.
FREDERICO ‒ Eu cheguei e estava tudo trancado, como eu saber que estava mal?
CRISTINA ‒ Você foi embora porque quis
Ele riu dela e do ciúmes da mãe.
FREDERICO ‒ Claro que ela está nua, amor, ela e seu pai estavam fazendo o que eu você não fizemos!
CRISTINA ‒ Não fizemos porque você preferiu sair.
FREDERICO ‒ Você não estava passando mal? Como ia fazer comigo passando mal?
CRISTINA ‒ Se não tivesse saído, eu estaria bem! Não teria ficado triste e nem aborrecida.‒ Ela falou calma e sentiu ele a colocar no chão.
FREDERICO ‒ Amor, deixa disso eu precisava buscar os documentos que estavam lá e você precisa deixar de ser teimoso disse que você não ia e você fez aquela cena. Para que aquela cena tão boba?‒ Ele abriu a porta do quarto deixa eu entrar entrou em seguida e fechou a porta.‒ Você parecia uma criança com pirraça. ‒ Ele começou a tirar a roupa para tomar banho jogando a roupa no chão.
CRISTINA ‒ Por que não me deixou ir? Por que eu não podia ir?
FREDERICO ‒ Porque estava à tarde porque viajamos muito por que você está grávida porque você tinha que descansar e dormir e eu não levei nenhuma hora fora de casa para que você ia fazer aquela viagem toda?
CRISTINA ‒ Porque eu queria estar com você! Uma vez me disse que me queria perto de você, sempre perto!Que queria que eu tivesse vontades.Não quer mais?‒ Ela cruzou os braços o olhando séria.
FREDERICO ‒ Amor, que isso claro que eu quero! Quero que você faça todas as coisas que tem vontade mas precisa ser algo que posso te fazer mal.? Você pode ir lá comigo a hora que quiser só ontem que eu não quis porque você precisava descansar. E se eu não falar você não descansa fica fazendo as coisas sem descansar!
CRISTINA ‒ Não preciso que me mande descansar. Se eu me sentir cansada, eu paro. ‒ Ela o olhou nos olhos.
FREDERICO ‒ Tá bem senhorita porta fechada, agora eu vou tomar um banho e vou sozinho.Não quero sua companhia! ‒Ela o tinha castigado, então agora ele castigaria de volta...
CRISTINA ‒ Eu não quero ir com você mesmo! ‒ Ela sentou na cama e tocou a barriga.
FREDERICO ‒ Você ainda está enjoada? Quer ir no médico? ‒ Ele parou olhando para ela não gostava de brigar. Ele nem sabia brigar com ela.
CRISTINA ‒ Estou sim, mas vou esperar mamãe acordar! Não vou sem ela! ‒ Cristina suspirou.
FREDERICO ‒ Vamos agora, amor, eu te levo! Vamos logo!‒ ele recolocou a camisa. ‒ O que quer levar? Só sua bolsa? ‒ ele falava sempre tão carinhoso com ela.
CRISTINA ‒ Não vou sem minha mãe, Frederico!‒ Ela o olhou, estava falando sério.
FREDERICO ‒ Então, vamos acordar sua mãe, meu amor, você não pode ficar passando mal!
No momento em que falou Consuelo bateu na porta...
CONSUELO ‒ Meu amor, o que você tem? Mamãe está sentindo uma coisa no peito! Você tá bem, minha filha? ‒ Foi até a filha abraçando ela.
Cristina abraçou a mãe deitando no peito dela.
CRISTINA ‒ Estou enjoada, muito enjoada desde ontem! Mas eu já vomitei tudo o que comi, mãe. Não devia estar mais assim!
CONSUELO ‒ Amor, é normal que você vomite, mas vamos ao hospital. Você está passando muito mal porque você tá grávida e por que ficou nervosa a toa ontem! Mas vamos no hospital logo e aí seu médico te passa um remédio para enjoo e voltamos para casa tá bom ?
CRISTINA ‒ Tá bom, mamãe, vamos sim!
Rapidamente ele se prepararam e levaram Cristina até o hospital lá ela foi atendida, medicada e depois estava em casa de repouso na cama deitada quieta com Frederico sentado no sofá olhando para ela...
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