Olhinhos verdes - amf
10 Capítulo 10 - "Nosso momento especial"
NO QUARTO DE CONSUELO:
Consuelo se banhava silenciosa, sem pensar em nada. Estava de costas para a porta.Severiano entrou e sorriu, tirou a roupa e entrou a abraçando por trás. Ela se soltou assustada.
CONSUELO ‒ O que faz aqui, Severiano? ‒ Ela caminhou para sair.
SEVERIANO ‒ Não fuja de mim! ‒ Ele sorriu e a puxou beijando ela.‒ Eu te amo, Consuelo!
CONSUELO ‒ Não, Severiano! ‒ ela se afastou e foi até a parede do box cobrindo o seio.
SEVERIANO ‒ O que aconteceu? ‒ Ele falou a olhando.‒ Qual é o problema?
CONSUELO ‒ Você é casado!‒ ela o olhou diretamente, o homem era maravilhoso e estava li para ela.
Ele suspirou, ela queria ele, mas queria só para ela.
CONSUELO ‒ Não vai tocar em mim se não estiver livre... o que eu mais desejo é o seu toque, porque há muito tempo não faço amor!
SEVERIANO ‒ Nos fizemos amor ontem, mulher..
Ele sorriu a olhando e gargalhou.
SEVERIANO ‒ Mas se não quer, eu não vou te obrigar!‒ Ele suspirou e saiu do box.‒ Eu te amo muito e te respeito, será como você quiser!
CONSUELO ‒ Você não entende, acha isso uma piada?
Ele a olhou.
SEVERIANO ‒ Como não te entendo?‒ ela o olhou de modo direto.
CONSUELO ‒ Você acha que é fácil para mim você voltar e estar ao meu lado?
SEVERIANO ‒ Eu sei que não! Pra mim também não é!
CONSUELO ‒ Está com outra mulher! Como seria para você se eu estivesse casada? Como ia ser isso?
Ele a olhou sério, pensar nela com outro homem era terrível.
SEVERIANO ‒ Não quero falar disso!
CONSUELO ‒ Vamos falar! ‒ ela tirou as mãos mostrando o corpo. ‒ Você nem consegue me imaginar com outro homem, não é?‒ ele a olhou, ela o olhou.
Ele pegou um roupão para ela e entregou.
SEVERIANO ‒ Não, não imagino e nem quero!
CONSUELO ‒ Você me amou ontem, você tem ideia de quanto tempo eu não fazia amor? Pode imaginar isso?
Ele passou a mão no rosto.
SEVERIANO ‒ Não, eu não posso! Eu não posso imaginar o que passou! Eu sei que sofreu, mas não posso imaginar.
CONSUELO ‒ Então, não vamos falar disso! Não vamos falar de nada do meu passado e você vai resolver o seu presente e quando você decidir com quem quer ficar você vai voltar aqui me dizer isso.Não vou mais dormir com você!Não até você ter certeza de que é isso mesmo que você quer!
SEVERIANO ‒ Eu quero saber.. Quero saber o que ele fazia, quero que me diga porque minha filha fugiu... ‒ Ele pegou outro roupão e vestiu amarrando.
Ela suspirou, saiu do banheiro em direção ao quarto e sentir o coração pulsar de tristeza por ter que lembrar daquelas coisas. Andou de um lado a outro, depois ficou imaginando como as coisas seriam assim que ela Terminasse de contar a ele o que tinha vivido. Ele foi atrás dela e a olhou, mas alguns segundos depois de andar ela se sentou na cama e ficou esperando que ele se sentar...
SEVERIANO ‒ Eu quero que me conte tudo! Não me esconda nada!‒ Ele sentou ao lado dela.
CONSUELO ‒ Ele era sempre muito violento. ‒ A voz dela saiu descompassado.‒ Ele sempre fazia coisas que me deixaram triste. Coisas que são ruins para uma mulher, mas antes de tudo ele era malvado com minha filha!Eu tentei fugir várias vezes com ela daquela casa, mas ele nos batia e prende de novo! Ele bateu em Cristina umas duas vezes não como batia em mim, mas bateu.‒ Ela começou a chorar enquanto narrava aquilo, se encolheu na cama. Severiano tinha uma mão fechada cheio de ódio, chegou mais perto dela e a abraçou.‒ Ele era rude e é isso!‒ Mentiu tinha mais coisa para dizer, mas tinha tanto medo de falar daquilo de lembrar daquelas coisas todos...
SEVERIANO ‒ E no dia que ela fugiu? O que aconteceu?
CONSUELO ‒ Ela me disse que ele tentou tocar nela e por isso fugiu, eu estava presa....Sem comer, suja e sem cuidados!Ele tinha me prendido no dia anterior. ‒ ela gemeu as palavras.
SEVERIANO ‒ Ele tentou abusar da minha filha? ‒ Ele falou mais alto que o normal.
CONSUELO ‒ Sim, ele tentou, mas ela fugiu e depois de muito pedir ajuda e não ter foi parar no puteiro onde Frederico a encontrou.
Ele sentiu o coração apertar e chorou sem ela ver.
SEVERIANO ‒ Ele abusou de você? Ele te forçou?
Ela ficou calada, era doloroso demais falar daquilo com ele era doloroso se lembrar que não tinha sido apenas uma vez, era tudo doloroso. Ele a apertou mais...
SEVERIANO ‒ Por que você foi morar com esse homem?‒ Ele sussurrou.
CONSUELO ‒ Ele Parecia um homem bom quando fui falar com ele a primeira vez em quando ele estendeu a mão para nós nos ajudando. Não pensei que as coisas ficariam desse modo mais três meses depois a coisa se complicou e ele nunca pergunte o que a gente fosse embora.Depois disso nos tornamos prisioneiras dele nós duas. ‒ estava dizendo a verdade e sentia que ele entendia todo, mas não tinha contado nem a metade, tudo era monstruoso.
Severiano a puxou fazendo ela olhar em seu rosto, limpou as lágrimas do rosto dela.
SEVERIANO ‒ Eu vou atrás desse desgraçado e ele vai pagar. Vai pagar caro pelo que te fez e fez a minha filha!
CONSUELO ‒ Eu não quero você perto dele, eu não quero!‒ ela o abraçou sentindo a proteção dele.
SEVERIANO ‒ Eu vou acabar com ele! ‒ Ele suspirou e a apertou. ‒ Vou acabar com ele por ter feito isso com você!
CONSUELO ‒ Severiano, ele me forçava...‒ ela gemeu baixinho no ouvido dele e com lágrimas, se apertou a ele e suspirou. ‒ Ele me forçava e me fazia estar com ele muitas vezes, quando eu dizia não era quando ele mais queria...
Ele chorou apertando ela.
SEVERIANO ‒ Meu amor.. Não sabe como eu me culpo ainda mais por não estar com você!Por não te proteger desse monstro!
CONSUELO ‒ Você sempre me amou, nunca me forçou a nada eu nem sabia como reagir a isso, era tão complicado, tão difícil! ‒ ela se afastou e abriu o roupão, pegou a mão dele e levou a sua cintura, onde uma marca estava ali.‒ Ele fez isso em mim, Severiano...
Ele olhou e tocou, depois de abaixou e beijou a marca várias vezes, era uma cicatriz permanente. Ele chorou e tocou mais a marca a beijando, depois a olhou.
SEVERIANO ‒ Você quer tirar? Quer tirar essa marca? Eu não posso apagar as lembranças, mas pode ter novas, outras lembranças, lembranças de amor comigo!
CONSUELO ‒ Não! ‒ ela balbuciou chorando e o olhou sem fechar o roupão.‒ Eu nem sentia prazer a tanto tempo.‒ falou cheia de pesar.
Ele a puxou com carinho beijando a testa dela.
SEVERIANO ‒ Meu amor! Isso acabou! Acabou!
CONSUELO ‒ Não faz isso, amor, não faz assim! Eu te quero tanto!
SEVERIANO ‒ Eu também te quero!
CONSUELO ‒ Mas você precisa resolver isso resolver sua vida!
SEVERIANO ‒ Te quero muito! Eu sei!
CONSUELO ‒ Não vamos ficar juntos sem você dizer o que quer!
SEVERIANO ‒ E vou resolver! Eu quero você, quero só você! ‒ Ele suspirou.
CONSUELO ‒ Eu também te quero, meu amor, quero muito, como estou querendo agora. ‒ ela o beijou. ‒ Mas não assim, assim não, eu quero só para mim. ‒ sentiu Severiano avançar para seus lábios e depois descer sugando os seios, ele sugou forte e apertou com a mão.
SEVERIANO ‒ Eu te amo tanto, Consuelo! Você sempre foi a mulher da minha vida, sempre foi!
CONSUELO ‒ E você o meu amor! ‒ ela gemeu com ele ali em seu seio.
Ele desceu as mãos acariciando o corpo dela...
CONSUELO ‒ Não, amor, não faz assim, eu... ‒ ela gemeu e fechou os olhos.
Ele a soltou e a olhou.
SEVERIANO ‒ Não quer? Se não quiser eu paro!
CONSUELO ‒ Eu quero, mas não posso, eu desejo mas não devo, não assim, não sendo sua rapariga que você come quando...
SEVERIANO ‒ Você não é nada disso! ‒ Ele se afastou e sentou ao lado dela a olhando.‒ Você é minha mulher! A mulher que eu amo!
Ela fechou o roupão e se afastou um pouco como se quisesse mesmo estar longe.
CONSUELO ‒ É melhor você ir embora, eu preciso pensar, eu não estou bem!
SEVERIANO ‒ Eu não vou deixar você assim...‒Ele a olhou.‒ Eu vou me vestir...mas vou ficar aqui com você até você dormir!
Ela engatinhou na cama e puxando os travesseiros ela se deitou e ficou de costas para ele esperando que ele a abraçasse. Severiano se levantou e foi se vestir depois voltou e puxou a coberta cobrindo os dois, a abraçou e beijou seus cabelos.
SEVERIANO ‒ Eu te amo, Consuelo, você é a mulher da minha vida e sempre vai ser... Você é maravilhosa, meu amor, um sonho...
Ela nada disse, apenas apertou o corpo junto e ele suspirou sentindo que a vida poderia ser a melhor, adormeceu e ele a olhou. Tocou o rosto dela com carinho e a beijou se levantando, ia atrás do maldito homem que tinha feito mal as duas e assim a noite chegou...
UM MÊS DEPOIS...
Naqueles dias que seguram, Frederico e Cristina aproveitaram para ficar mais perto e mais apaixonados um pelo outro, era como ser a lua de mel adiantada, como estarem juntos por um tempo maior do que só os meses. Frederico fez todas as vontades dela, tudo que Cristina queria, Cristina tinha a barriga dela dava pouco sinal, quase nada! E assim o cuidado era total, no primeiro enjoou ele tinha mandado chamar o médico.
Consuelo estava sempre junto a filha e tinha total cuidado com ela, não permitindo que ela fizesse quase mais nada em casa. Cristina seguia feliz e a única coisa que a irritava era o simples mencionar do nome de Raquela, isso a tirava da paz. Frederico evitava ir a casa da cidade para não encontrar com ela e evitar aborrecer a esposa...
Severiano estava se separando de Maria, nos trâmites finais, ela sofria o amava mas sabia que o tinha perdido, não tinha dificultado para ele, tinha sido como ele queria e ela não queria sofrer mais. Ele estava atrás do ex marido dela, estava se aproximando dela aos poucos, queria que ela soubesse que ele a amava e queria estar sempre com ela. Comprava flores, bombons, presentes e tudo o que podia, saia com ela e iam juntos aonde ela queria.
Estavam sempre juntos e nesse clima de amor e felicidade estavam na manhã do dia do casamento. Cristina estava no quarto depois de amanhecer sozinha na cama, ela olhou o sol e sorriu. Consuelo entrou no quarto com café da manhã e sorrindo para filha.
CONSUELO ‒ Quem é a princesa linda que vai casar hoje? Quem é a princesa mais linda da vida de mamãe?Que tem um lindo netinho na barriga? ‒ Ela riu.
CRISTINA ‒ Sou eu, mamãe, eu e meu bebezinho.‒ Ela sorriu.
CONSUELO ‒ Minha princesa, meu amor, minha vida você vai casar hoje Cristina, casar!
CRISTINA ‒ Sim, mamãe, eu vou.. Vou me casar com um príncipe!O meu príncipe!
CONSUELO ‒ O seu príncipe, minha filha, foi expulso do paraíso aqui de casa! Ele não pode ser visto perto da noiva até o casamento!Então, não vai rolar!Ele saiu meio contrariado Mas conseguiu expulsar os daqui e ele vai se cuidar também ficar bem bonito.
CRISTINA ‒ Sim, mamãe, imagino como ele ficou! Disse que não ia sair!
CONSUELO ‒ Disse que não ia deixar a mulher dele não tinha mais importante da vida de vocês, mas eu falei que se ficasse ia sentar vassoura nele. Aí entendeu que era verdade que eu estava falando e a isso foi embora.
Cristina gargalhou olhando a mãe.
CRISTINA ‒ Ai, mamãe, só você para conseguir isso! Cadê o papai? Ele já está vindo?
CONSUELO ‒ Minha filha, seu pai foi cuidar do seu marido. Ele não vai ficar aqui me atentando também não vamos ser só nós a maquiadora e cabeleireira mas ninguém.
Colocou bandeja nas pernas dela para que se sentasse e comesse com calma.
CRISTINA ‒ Meu pai não fica te atentando! Ele te ama e está separado. Por que quer você de volta!
CONSUELO ‒ Eu também amo seu pai e eu quero seu pai também comigo mas o Nós ainda estamos decidindo como isso vai ser minha filha não é tão simples. Nós ficamos muitos anos afastados.Não é uma coisa tão fácil tão simples!
CRISTINA ‒ Eu sei que não, mamãe! Mas não dificulte muito, ele te ama e você ama ele.‒ Ela sorriu e começou a comer.
CONSUELO ‒ Minha filha tá tudo pronto para viagem de vocês? Frederico disse que não queria ficar mesmo no México e não vai!Você vai estar bem linda, minha filha e vai ser muito feliz como você tem sido todos os seus meses. Está nervosa?
CRISTINA ‒ Estou, mamãe, muito!‒ Ela sorriu e tocou a mão da mãe.‒ É tudo tão, tão estranho!
CONSUELO ‒ Estranho como, minha filha?‒ Fala comigo que você está sentindo e vamos tomar café.‒ Fala comigo por favor que a gente conversa!
CRISTINA ‒ Eu não imaginava isso! Não imaginava me casar tão rápido e agora.‒ Ela sorriu e tomou o suco.
CONSUELO ‒ Você não quer se casar quer desistir? Minha filha, você já está casada!!Não é uma aliança uma cerimônia que faz alguém está casado!
CRISTINA ‒ Quero, quero sim!Mas não imaginava isso antes, agora estou tão feliz!Tão feliz!
Ela riu...
CONSUELO ‒ Então, senhorita feliz como alguma coisa...
CRISTINA ‒ Sim, mamãe!‒ Ela beijou a mãe.
CONSUELO ‒ Você não pode ficar sem comer, minha filha, por isso que estou chamando sua atenção.
CRISTINA ‒ Eu sei! ‒ Ela sorriu e começou a comer.
As duas começaram a comer conversar coisas que eram tão simples da vida delas duas mais que fazia rir...
CONSUELO ‒ Amor, você já viveu tantas coisas com Frederico mas está pensando como vai ser essa noite?
Ela olhou a mãe.
CRISTINA ‒ Não, não pensei nisso!
CONSUELO ‒ Ah, minha filha, como assim você não pensou nisso. Até eu que sou casada há tantos anos penso nisso. Como que você quer acabou de casar não tá pensando? Você acha que seu marido está preocupado com vestido que você vai usar? Ele tá curioso para ver aquelas calcinhas lindas que nós compramos isso sim!
CRISTINA ‒ Ele já viu a maioria. ‒ Ela sorriu.‒ Eu não estou preocupada com o vestido sei que ele vai gostar, mas ele disse que não se importa.Que só quer saber do depois do casamento quando estivermos sozinhos. ‒ Ela sorriu e olhou para mãe corada.
CONSUELO ‒ Claro que sim, minha filha, ele é um homem todo homem quer saber exatamente o que vai ser aí quando eu tiver aí dentro.‒ Apontou para o meio das pernas dela.‒ E o mais engraçado, minha filha, é que eles querem saber como vai ser mesmo estando aí todo dia.
Cristina corou mais olhando a mãe.
CONSUELO ‒ Ele já conhece essa daí de cor e salteado porque pelo gemidos que eu escuto ele já fez de tudo com você! Mas mesmo assim hoje é uma noite especial!
CRISTINA ‒ Mamãe! ‒ Cristina parou de comer olhando a mãe e depois suspirou. ‒ Quando vão chegar?
CONSUELO ‒ Já estou chegando, me ligaram dizendo que já estava vindo.
CRISTINA ‒ Que ótimo, estou ansiosa...
xx ‒ Bom diaaaa! ‒ As mulheres entraram sorrindo.
CRISTINA ‒ Bom dia!
yy ‒ Vamos cuidar dessa noivinha!
E foi assim que os preparativos para o casamento de Cristina começaram. Cristina estava ali pronta para ser cuidada para ser acarinhada e para que fizessem com ela tudo que era direito de uma noiva. Foi assim que pentear os cabelos dela lindamente depois de fazer massagem e um banho de sais.
Depois dos pés foram cuidadas as pernas depiladas e suas partes íntimas preparadas para o encontro naquela noite quando ela pediu que tirasse todos os pelos. Depois cuidaram na pele dela e fizeram uma limpeza linda depois de muitas horas de preparação de meditação ela estava pronta para ser maquiada e penteada e vestir seu vestido para cerimônia.
Do lado de fora as coisas tinham sido todas preparadas para o início do casamento a festa espaço da cerimônia religiosa o buffet tudo um luxo para agradar o desejo de Federico de dar a ela a melhor festa de casamento que o dinheiro podia pagar.
Quando ela estava pronta sorriu se olhando no espelho, a maquiagem estava leve mas com um batom marcante o vestido era lindo e pesado, os cabelos estavam presos em um coque no alto da cabeça e o véu estava sobre ele. Consuelo sorria, era maravilhoso imaginar que a filha estava realizando. Cristina se virou e olhou a mãe enquanto o cabeleireiro acertava a coroa em sua cabeça. O sonho da vida dela!

CONSUELO ‒ Você está linda, meu amor, linda!
CRISTINA ‒ Obrigada, mamãe!
E os olhos lacrimejaram. Cristina sorriu para ela.
CRISTINA ‒ Vá ver se Frederico e o papai chegaram! Espero que ele não se atrase!
CONSUELO ‒ Meu amor, ele já chegou!Está arrumado e pronto esperando você. Ele não irá se atrasar porque já está aqui, meu amor!
Ela suspirou.
CRISTINA ‒ Ótimo!Chame papai! Estou pronta! Estou pronta para me casar e ser a mulher de Frederico para sempre!
Ela sorriu e foi buscar Severiano, que estava na sala e bebia com Frederico, que estava nervoso.Severiano a viu na escada e sorriu...
SEVERIANO ‒ Se a mãe está linda assim imagina a filha...‒ Ele riu. Ela o beijou e sorriu.
CONSUELO ‒ Vá buscar sua filha! E você, Frederico, para fora e espere sua esposa lá.
Severiano sorriu a olhando.
SEVERIANO ‒ Sim, eu vou!‒ Ele subiu as escadas indo até a filha e sorriu quando a viu.‒ Meu Deus, está tão linda, uma verdadeira princesa!‒ Ele foi até ela e deu um beijo na testa dela chorando. ‒ Obrigado por ter me permitido fazer parte desse momento em sua vida, minha filha, mesmo ausente todos esses anos! Depois do seu nascimento esse é o dia mais feliz da minha vida!
E aquele momento era mais que importante para Cristina, o pai ali, ao seu lado, dando amor e carinho como tinha sido no passado, apoiando sua união com Frederico, que era o homem de sua vida... Ela estava mais que feliz, ela estava realizada, estava com o coração na boca.
SEVERIANO ‒ Vamos, minha princesa, seu futuro marido estava quase subindo com medo de você desistir. ‒ ele riu e segurou no braço da filha.
Juntos desceram caminhando. Severiano levantou a filha no último degrau e depois a soltou. Frederico aguardava nervoso, estava com o coração na boca e sentia aquela alegria imensa, aquela alegria salutar e cheia de amor. Ela apareceu no gramado sorrindo.Se Cristina ia descer, ele queria mesmo que fosse naquele momento, apertou a mão do pai, suava de tensão, quando o viu suspirou de sentiu os olhos encherem de lágrimas.
Frederico a olhou e seu coração se encheu de uma alegria tão doce e tão suave que ele nem sabia como era estar ali, estar com ela diante de seus olhos, ainda distante e sentir que ela seria sua para sempre.A caminhada até ele parecia gigantesca e quando chegou em frente a ele sorriu e tocou seu rosto com calma. Enquanto ele lhe pegava a mão, ela sorria pra ele e escutou o pai falar...
SEVERIANO ‒ Cuide muito bem de minha filha, Frederico, se você magoá-la, eu vou atrás de você e destruo sua vida!
Frederico sorriu ao sogro, mas não via nada, não estava enxergando ele, estava apenas vendo ela, seu amor, seu amor mais que perfeito. Ele suspirou tomando a mão dela para um beijo.
FREDERICO ‒ Você está perfeita, meu amor, perfeita!‒ Ele sorriu para ela e sentiu que a vida não poderia estar melhor.
CRISTINA ‒ Obrigada, meu amor, muito obrigada!
Ela sorriu pra ele.
CRISTINA ‒ Eu te amo!Eu te amo...
FREDERICO ‒ Te amo mais que tudo! ‒ e sorriu querendo beijá-la, mas o padre pigarreou.
Ela sorriu para ele e olhou o padre.Frederico segurou Cristina com amor e sorriu para ela... Os dois se posicionaram e ficaram com aquela expressão de que queriam ser um do outro para sempre.Era mais do que só estarem juntos, era estarem juntos com aquele amor das pessoas a volta deles.
Frederico estava com a expressão mais feliz que ele já tinha ostentado na vida era tudo perfeito, tudo maravilhoso. A cerimônia começou os dois estavam ali em diante do outro fazendo aquilo que mais tinha desejado nos últimos meses que era se casar.
Cerimônia foi feita de modo lento e o padre olhava para os dois de um modo estranho como se não gostasse da ideia de uma moça tão jovem se casar com um homem mais velho mas nenhum dos dois se importou com isso estavam tão felizes que nem percebiam nada que não fosse a sua própria felicidade.
Quando cerimônia terminou e ele tinha dito Sim ela e ela a ele os dois seguiram depois da Chuva de Arroz para os comprimentos com os convidados e para as conversas. Cristina sorriu pra ele olhando os convidados sentados, segurava na mão dele.
CRISTINA ‒ Eu te amo, Frederico!
FREDERICO ‒ Eu mais a você, Cristina e a meu filho! ‒ ele tocou barriga dela. ‒ Vamos ser felizes, quero você sorrindo!
CRISTINA ‒ Vamos sim, amor, seremos muito felizes.‒ Ela sorriu o olhando. ‒ Hoje é um dia tão feliz!
FREDERICO ‒ Olha sua mãe como está feliz, amor, estamos todos felizes! ‒ ele suspendeu no colo e sorriu a puxando para dançar. ‒ Vamos dançar que a festa é nossa!
CRISTINA ‒ Eu não sei dançar, Fred!‒ Ela sorriu vermelha pra ele vendo os olhos dos convidados voltados pra ele.
FREDERICO ‒ Eu vou te ensinar, meu amor, vou te ensinar agora!‒ E com um sorriso lindo ele segurou esposa pela cintura e começou a mover mostrando a ela que era apenas se mexer.
Ela dançava lento o olhando nos olhos...
CRISTINA ‒ Você está feliz?
FREDERICO ‒ Muito, amor! Muito!‒ não pensava em nada apenas ficava ali perdido naqueles olhos verdes tão lindos!
Era o maior destaque para ele quando estava diante dela aqueles olhinhos tão verdes estão acesos a felicidade.Era o detalhe mais bonito dela os olhos verdes saltando do rosto angelical de cabelos são pretos como a noite.
CRISTINA ‒ Amor, em que pensa?‒ Ela riu o olhando longe.
FREDERICO ‒ Em você! Só em você!
Ela tocou o rosto dele com carinho.
FREDERICO ‒ Você é linda, é nisso que penso, amor! Em você linda!
CRISTINA ‒ Você também é, meu amor! Muito lindo...
FREDERICO ‒ Eu não sou não, meu amor, eu sou um homem velho.
Ela riu e o olhou.
CRISTINA ‒ Onde é velho? Não é não, meu amor!
Ele a puxou para ele e sorriu.
FREDERICO ‒ Me diz uma coisa, amor, eu quero saber que calcinha, hum?Que cor colocou? ‒ ele sussurrou. ‒ Eu vou arrancar no dente, amor, quero tanto você!
Ela ficou vermelha o olhando.
CRISTINA ‒ Não vou te contar.. ‒ Ela falou baixo o olhando.
FREDERICO ‒ Eu te levo ali no cantinho, suspendo esse vestido e olho. ‒ ele riu provocando ela.
CRISTINA ‒ Não! ‒ Ela sentiu o rosto queimar e olhou para os lados. ‒ Não Frederico, estão todos aqui!
Ele sorriu e a olhou como uma fera.
FREDERICO ‒ Então, me diz, me diz agora porque não posso esperar.
CRISTINA ‒ Não é de nenhuma cor! Porque não tem nada por baixo do vestido..
FREDERICO ‒ Amor, não faz isso! ‒ Eu fico duro aqui na frente de todo mundo, duro mesmo.
Ela riu e olhou pra baixo depois voltou a olhar para ele...
CRISTINA ‒ Mas você que me perguntou....
FREDERICO ‒ Mas eu quero, ai Deus, eu quero você, amor! Vamos subir e nos beijamos um pouquinho! Eu te beijo ai, amor, onde eu gosto de beijar, depois voltamos.‒ ele sorriu mas não deixou ela decidir, levou Cristina até o quarto, arrastou Cristina até o quarto, sorriu trancando a porta.
CRISTINA ‒ Frederico!Vão dar nossa falta!
FREDERICO ‒ E dai? ‒ Ele a beijou e puxou para a cama, queria ela, queria mesmo ela, deslizou a mão suspendendo o vestido e passou as mãos do lado vendo que não tinha nada.
Ele gemeu nos lábios dela.
FREDERICO ‒ Jesus, amor, eu enlouqueço por você!
Ela suspirou sentindo as mãos dele em seu corpo.
CRISTINA ‒ Eu também fico louca! Completamente louca, meu amor!
Frederico abriu suas calças e desceu junto com a cueca e com jeito arrastando as peças nos pés ele se sentou na cama, já duro e pronto. Ele a puxou com carinho pela mão e suspendeu o vestido a colocando em seu colo.
FREDERICO ‒ Eu te amo! ‒ disse quando a puxou de uma vez só fazendo seu membro entrar todo nela, na intimidade quase não lubrifica a vendo ela ficar rosa, entrou todo e ficou parado olhando seu amor. ‒ Eu te amo, te amo!
CRISTINA ‒ Eu também te amo, Frederico! ‒ Ela fechou os olhos e mordeu os lábios, sentiu o rosto queimar e gemeu.
Ele suspirou e desceu um pouco o vestido, queria sugar o seio mas não dava...
FREDERICO ‒ Você é minha para sempre agora, amor, minha para sempre!‒ E com as mãos grandes e firmes ele a fez subir e descer com desejo, queria ela ali, com ele, desejosa e sentindo prazer, todos os truque que como homem vivido ele tinha experimentado ele faria com ela, segurou o quadril subindo e descendo e urrando com ela montada nele...
Cristina o beijava e segurava nos ombros dele as testas coladas vez ou outra trocavam beijos e eles dois se sentiram bem e felizes. Ela suspirou e o beijou mais apertando a roupa dele, intensificou, viu o rosto dela vermelho, estava muito excitada e ele sabia quando ela ficava assim que seria rápido.
FREDERICO ‒ Vai gozar, amor, vai?
CRISTINA ‒ Sim, sim eu vou!
Ele sussurrou com os olhos fixos nela e puxando com uma das mãos a cabeça dela para um beijo enquanto a outra mão segurava a cintura e a fazia se mover...
FREDERICO ‒ Gosto de ver você assim, vermelha gozando, meu amorzinho, goza e fica mais linda ainda! ‒ ele estava nas nuvens com ela, era a sua princesa, a sua pequena, apertou as pernas dela com as mãos debaixo do vestido.
Cristina gemeu forte e gozou, jogando o corpo sobre ele. Frederico a beijou de lado sorrindo mas continuou movendo o quadril dela para ir e vir até que ele também gozou forte.
FREDERICO ‒ Eu te amo... E agora que somos marido e mulher eu quero te dizer uma coisa íntima. ‒ Ele sorriu respirando pesado.
CRISTINA ‒ Sim!‒ Ela o olhou.
FREDERICO ‒ Essa delicinha aqui...‒ ele a tocou na vagina e massageou. ‒ É uma delicia, eu não vivo sem ela, vou querer toda hora, amor, você pode me dar toda hora, se não quiser tudo me deixa só tocar, lamber, mas eu quero muito!
CRISTINA ‒ Sim, tá bom, meu amor! ‒ ela sorriu para ele.
FREDERICO ‒ Eu amo estar com você, amor, eu vou no céu.
CRISTINA ‒ Eu também, você é maravilhoso meu amor!
FREDERICO ‒ Amor, vamos para festa, mas antes! ‒ Ele riu. ‒ Abaixa esse vestido! To com desejo no seu peito e não abre aqui! ‒ Ele riu. ‒ Só um carinho e vamos!
Ela sorriu para ele e se levantou do colo dele, virou para que ele abrisse o vestido. Ele abriu salivando e sorrindo. Ela segurou o vestido e voltou a se virar de frente para ele, sorria o olhando...
CRISTINA ‒ Pronto, meu amor!
Ele sorriu.
FREDERICO ‒ Agora que não saio daqui, amor...‒ ele a puxou para junto dele ela de pé e ele sentado.
Cristina riu e o beijou. Frederico a cheirou e lambeu os seios lentamente depois mordiscou e enquanto fazia isso os dedos desceram a intimidade dela onde ele brincava com calma massageando e esfregando ao mesmo tempo, ela suspirava e gemia.
CRISTINA ‒ Eu te amo, Fred!Te amo muito! Ahhhh...
Ele lambeu mais e fez com que ela ficasse completamente entregue e assim, daquele modo intenso ele a fez segurá-lo intimamente e massagear, enquanto os dois chegavam juntos ao orgasmo e sorriam com ele tomando o seio dela deliciosamente sugando...
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