Olhinhos verdes - amf
9 Capítulo 9 - A verdade, papai!
CONSUELO ‒ Tem ciúmes dela, amor?‒ a mãe tocou na ferida.
Cristina a olhou e suspirou...
CRISTINA ‒ Ela já foi de Frederico! Ele já se envolveu com ela.
CONSUELO ‒ Mas isso foi no passado, meu amor, muito no passado.‒ Ela segurou a mão da filha e puxou para sentar em seu colo, ela era tão menina ainda, mas já era mulher.
CRISTINA ‒ Isso não muda nada, mamãe, porque ela ainda está aqui! ‒ Cristina suspirou.
CONSUELO ‒ Mas seu marido quer você, amor! Só isso!
CRISTINA ‒ Sim, mamãe, mas essa mulher, não sabe e vai descobrir!
Consuelo riu e tirou o cabelo do rosto dela.
CONSUELO ‒ Minha menina é uma fera! Você o ama, não é amor?
CRISTINA ‒ Sim! Amo! Muito!
CONSUELO ‒ Ele também te ama, muito mais do que pensa, ele poderia ter qualquer mulher filha, olha isso aqui! Olha quando dinheiro esse homem tem! Ele nunca se casou porque não quis.
CRISTINA ‒ Eu sei, eu sei mamãe, mas ele estava me esperando! Esperando o meu amor...
CONSUELO ‒ Estava sim, meu amor, você viveu um conto de fadas, se fosse outro, nem quero pensar no que ia acontecer... serei grata a ele por toda vida.
Ela suspirou.
CRISTINA ‒ Não vamos falar disso, mamãe!
CONSUELO ‒ Não vamos, amor, não vamos! ‒ ela tocou a barriga da filha.‒ Esse netinho em? Em, vovó ama!
Cristina riu.
CRISTINA ‒ Ele esta muito bem, vovó! Estou tão feliz!Tão feliz!
Ela tocou o rosto da mãe.
CRISTINA ‒ Como você se sentiu quando descobriu que estava gravida?
CONSUELO ‒ Eu amava seu pai e queria ser mãe, então, foi a melhor sensação do mundo, amei desde sempre. Você mexia bem forte dentro de mim e me fazia rir, seu pai beijava você todo tempo e eu me sentia amada. Quando te vi pela primeira vez foi o paraíso!
Cristina sorriu.
CRISTINA ‒ Eu quero ser assim também! Uma mãe tão maravilhosa quanto você.‒ Ela abraçou a mãe.
CONSUELO ‒ Vai ser melhor que eu, vai ser muito melhor!‒ Ela riu.‒ Mas sempre vai ser uma menina!
CRISTINA ‒ Te amo muito, mamãe!
CONSUELO ‒ Também te amo muito, minha filha e você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida!
Consuelo era uma mãe maravilhosa e ela não tinha permitido em momento algum que o padrasto de Cristina fosse mal para ela mas não tinha condição nem de defender a si mesmo.Era a mesma hora de deixar tudo para trás e seguir feliz.
CRISTINA ‒ Quer dar uma volta, mãe?
CONSUELO ‒ Você não pode ficar andando a cavalo!Eu posso dar a volta se for a pé ou de carro, a cavalo não!
CRISTINA ‒ Por que não mamãe?
CONSUELO ‒ Porque cavalgar vai fazer mal ao bebê você não pode ficar cavalgando até completar o quarto mês!
CRISTINA ‒ Está bem, mamãe! Então, vamos caminhar!
CONSUELO ‒ Você quer ir aonde, meu amor? Está enjoada de ficar na sua fazenda, Cristina?Você pode se mudar para casa da cidade, meu amor, seu marido tem duas casas lá!
CRISTINA ‒ Não quero ir para a cidade! Quero ir para cachoeira!
CONSUELO ‒ Vamos de carro, eu levo você, filha!
A mãe fez ela se levantar e as duas saíram juntas Consuelo dirigir até a cachoeira e viu a filha parar Maravilhado Diante daquela beleza. Era tudo tão bonito e tudo tão calmo naquele espaço. Cristina sorriu sentindo o Sol e caminhou em direção a água molhando os pés.
CRISTINA ‒ Mamãe, vai entrar?
CONSUELO ‒ Não vou não, Cristina, tá muito gelado vou ficar aqui mesmo! ‒ Ela riu.
CRISTINA ‒ Vem, mãe!
Cristina tirou o vestido e jogou na direção da mãe e entrou na água se molhando toda. Consuelo levantou e foi até a água com a filha jogando muita água nela e rindo.
CONSUELO ‒ É isso que você quer, né, bagunça, você quer, então você vai ter! ‒ Jogava água nela e fazia a filha rir à toa. ‒ Água tão Cristalina é tão bonita!
Cristina ria jogando água na mãe.
CRISTINA ‒ Mãe!‒ Rindo ela escutou uma risada masculina e as duas se assustaram olhando pra trás. Cristina se cobriu e Severiano logo olhou para a mulher.
SEVERIANO ‒ Que pouca vergonha é essa aqui? ‒ Ele falou sério. ‒ Cristina arregalou os olhos!
Severiano se aproximou da água para olhar mais o corpo de sua mulher, apreciando tudo. Ela soltou uma gargalhada.
CONSUELO ‒ Severiano, não assusta a nossa menina!Ela não pode, se esqueceu?‒ ela o olhou, ele não sabia.
SEVERIANO ‒ Esqueci de que? ‒ Ele a olhou sem entender.
CONSUELO ‒ Ela está grávida, você vai ser avô! ‒ Consuelo disse sorrindo.
Cristina atrás da mãe sentiu o rosto tencionar vendo a cara séria que o pai tinha ficado.
SEVERIANO ‒ Isso é sério? ‒ Ele olhou Consuelo.
CONSUELO ‒ Sim, é sério, por que?‒ ela tensionou a dela. ‒ Achei que estava brincando, mas vejo que não!‒ ela segurou a filha em seus braços.
SEVERIANO ‒ Nossa filha é uma menina ainda! ‒ Ele suspirou e passou a mão nos cabelos. ‒ Meu Deus, minha filhinha!
CONSUELO ‒ Ela não é mais, agora é a mulher de Frederico, um homem que foi maravilhoso para ela e para mim! ‒ falou séria. ‒ E se você não está aqui para nos ajudar e ficar feliz, vá embora e não volte mais! ‒ foi dura com ele, embora aquilo lhe cortasse o coração.
Ele a olhou sério e balançou a cabeça.
SEVERIANO ‒ Vamos pra casa!As duas... ‒ Ele suspirou e pegou as roupas delas no chão.‒ Vamos antes que alguém mais vejam vocês nesses trajes!
CONSUELO ‒ Não vamos não! ‒ Consuelo disse firme.‒ Estamos apenas tomando um banho e você pode ficar ai e vigiar se alguém vai vir ou pode entrar na água e começar a se divertir com sua mulher sua filha e seu futuro neto!
SEVERIANO ‒ Vamos para casa! Seu marido está sozinho machucado e vocês aqui!Ele já estava de pé indo te procurar, nem sei como conseguiu levantar!
As duas saíram então da água e Consuelo pegou a roupa da mão dele a contragosto. Cristina se vestir correu para o carro. Conselho Segurou o braço dele antes querer sair e disse séria.
CONSUELO ‒ Se vai vir aqui para recriminar a nossa filha depois de tudo que nós passamos eu prefiro que você vai embora!
SEVERIANO ‒ Eu sou seu marido!‒ Ele a puxou falando sério.‒ Você não manda em mim, Consuelo, sabe disso!
CONSUELO ‒ Você não é meu marido, você passou anos sumido e eu tive que sobreviver com a sua filha e eu não vou permitir que ninguém trate mal a menina! Você acha que sabe o que ela passou você não tem ideia!‒ Ela se soltou o dele e o encarou.
SEVERIANO ‒ O que minha filha passou? O que ela passou que eu não sei?Diga!
CONSUELO ‒ Não era para ter essa conversa com você! Vamos para casa você não queria ir para casa que que você tá fazendo aqui?O que você veio me dizer?‒ Começou a andar e não estava falando feliz não.
SEVERIANO ‒ Eu quero que me diga a verdade!Sem me enrolar!
CONSUELO ‒ Eu vou dizer, Severiano mais em casa vamos agora menina está ficando assustada com seu comportamento.‒ Ele suspirou e andou até o carro com a cara fechada.
Abriu a porta para ela e entrou dirigindo pra casa. Olhava a filha pelo retrovisor e a via o encarrando, Consuelo sentia uma raiva gratuita do comportamento do seu ex-marido do seu marido do seu finado marido ela nem sabia como pensar nele. E ele tinha voltado para infernizar a felicidade de Cristina se era para isso, ela não ficaria com ele. Ou ele se acalmava e se tornava parte da família ou estaria fora!
Severiano parou na frente de casa e suspirou.Passou a mão nos cabelos tentando manter a calma e viu a filha descer e entrar em casa. Segurou o braço de Consuelo olhando para ela...
SEVERIANO ‒ Ela é minha filha, minha princesa eu não posso imaginar que aquele homem..‒ Ele falava baixo mas cheio de raiva.‒ Aquele homem tomou minha filha, fez dela mulher e agora mãe! Ela só tem dezesseis anos, Consuelo!‒ Ela suspirou e se soltou.
CONSUELO ‒ Severiano, você não sabe o que está dizendo! Não mesmo!‒ Ela suspirou. ‒ Nossa filha fugiu porque tinha medo do meu ex-marido que me mantinha e a ela encarceradas e foi parar em um puteiro!Um puteiro!Minha filha! ‒ ela bateu nele com força várias vezes no peito.‒ Por sua culpa, porque você não estava lá.
Ele ficou branco sentiu o coração parar...
SEVERIANO ‒ Minha filha o que? ‒ Ele a olhou e segurou as mãos dela.‒ Esse homem a encontrou lá?Minha filha é puta dele? ‒ Os olhos dele brilhavam de ódio. Não podia acreditar no que estava ouvindo!
CONSUELO ‒ Sua filha foi salva por ele, Severiano e se apaixonaram! Ela não é a puta dele! Nunca foi! ‒ ela chorava só de imaginar a filha assim, nos braços de alguém que pagou por ela. ‒ Ele libertou nossa filha do puteiro, a trouxe para cá e deu trabalho a ela! Não tocou nela até que ela desejou de novo e os dois se entregaram! Eles foram me salvar, os dois... desde que entrou na vida dela, Frederico só fez bem a nossa filha, porque você não estava aqui!
SEVERIANO ‒ Eu pensei que estavam mortas! Mortas!Eu fui atrás de vocês! Mas nunca encontrei vocês!
CONSUELO ‒ Não importa, Severiano, não estávamos mortas e pior estávamos sofrendo horrores de todo tipo e minha filha fugiu por ver ele me...‒ ela parou de falar e chorou olhando para fora do carro.
Ele a puxou tocando o rosto dela.
SEVERIANO ‒ O que ele fez?O que aquele desgraçado fez? ‒ Ele falou entredentes. Ela se afastou.
CONSUELO‒ Eu acho melhor você ir! Você não vai gritar com nossa filha nunca mais! ‒ falou séria.
SEVERIANO ‒ Eu não gritei com ela!
CONSUELO ‒ Ela te perdeu quando tinha dez anos e desde então sempre te amou mais! Não permito que estrague tudo, se vai ficar perto dela, se vai voltar a ser pai dela, seja pai dela! Já tivemos um algoz, não precisamos de outro! ‒ Ele a olhou nos olhos.
SEVERIANO ‒ Eu sempre fiz meu trabalho de pai e de marido!
CONSUELO ‒ Sim, você era o melhor, mas não sei quem você é agora! Não sei! E se for para ser alguém que ela vai ter medo como teve agora, alguém que ela se esconda atrás da mãe, então, mesmo te amando, eu quero que vá embora! ‒ ela abriu a porta para sair do carro.Ele a puxou e a beijou com desejo, com amor, carinho e muita saudade.Ela resistiu e se afastou parando o beijo.
CONSUELO ‒ Não, Severiano! Não! ‒ ela queria ele, amava aquele homem e agora ele estava diante dela, estava ali para ela, sentiu o corpo responder e suspirou o olhando firmemente.
SEVERIANO ‒ Eu te amo, Consuelo!Te amo, minha tigresa...
CONSUELO ‒ Não me chama assim! ‒ ela suspirou.‒ Você precisa ir, eu vou conversar com Cristina, ela estava assustada ou você vai entrar e se desculpar?
SEVERIANO ‒ Eu vou falar com minha filha!
Ele saiu do carro e deu a volta, abrindo para ela. Ele entrou na frente e viu a filha descendo as escadas. Cristina estava com uma expressão serena, mas ainda estava com medo.
CRISTINA ‒ Pensei que tivesse ido embora...‒ Ela falou baixo o olhando.
Consuelo abraçou a filha e beijou...
CONSUELO ‒ Amor, seu pai vai conversar com você, que bom que já trocou de roupa.
Ela o olhou firme e acenou para a mãe.
CONSUELO ‒ Enquanto ele fala como você, eu vou tomar uma banho bem relaxante.‒ e olhou para ele como se dissesse onde estaria, como se fosse um convite sem ser.
Ele suspirou sentindo o corpo responder e a vou subir depois de beijar a filha novamente.Cristina ficou parada em frente ao pai.Não sabia o que fazer, não esperava aquela reação dele.Severiano foi até ela e a abraçou forte, prendendo a filha em seus braços.
SEVERIANO ‒ Minha filha.. Minha princesa..‒ Ele chorou a abraçando, se sentindo culpado pelo que ela tinha passado. ‒ Me perdoa minha filha, me perdoa por não estar com você, por não cuidar de você. Isso tudo é culpa minha, eu te amo tanto, você é a luz da minha vida.
Cristina chorou também o abraçando, sem saber por que o pai pedia perdão, sentia as lágrimas dele e sentia mais vontade de chorar.
CRISTINA ‒ Papai, não fala assim.. Eu estou bem, estou bem!
SEVERIANO‒ Você foi pra um lugar como aquele, ficou em um...
Ele se calou, não tinha coragem de pronunciar aquela palavra para a filha. Cristina arregalou os olhos o olhando, como ele podia saber
CRISTINA ‒ O que? Você sabe que eu.... Como sabe? Papai eu..‒ Ela chorou se sentindo culpada. ‒ Me desculpe pai.. Mas eu, eu não tive outra escolha! Juro que não!
Severiano tocou o rosto dela com carinho fazendo a filha o olhar.
SEVERIANO ‒ Eu sei, minha filha, eu sei, confio na educação que sua mãe te deu e que eu te dei. ‒ Ele limpou as lágrimas dela.‒ Eu confio e acredito em você! Eu te amo!
Ela o olhou parecendo uma criança querendo colo.
CRISTINA ‒ Você ficou tão bravo! ‒ Ela suspirou. Ele a olhou mais calmo.
SEVERIANO ‒ Sim, eu fiquei bravo, fiquei porque você está grávida... Grávida! ‒ Ele suspirou.
Ela tocou a barriga e se afastou um passo.
CRISTINA ‒ Eu amo meu bebê...Ninguém vai me afastar dele! ‒ Ela falou receosa e Severiano se aproximou e tocou a barriga dela também.
SEVERIANO ‒ Claro que ama, Cristina, é um bebê e vai ser maravilhoso! Mas você é uma menina! Uma menina ainda!Não devia estar grávida!‒ Ela sorriu.
CRISTINA ‒ Mas eu sou mulher de Fred, amo ele, e vamos ter uma linda família! Vamos nos casar. ‒ Ela sorriu largamente. ‒ Vamos nos casar, papai e eu serei muito feliz!
Ele suspirou.
SEVERIANO ‒ E você quer isso? Quer casar com ele?
CRISTINA ‒ Quero papai! ‒ Ela riu. ‒ Quero muito, eu amo Fred!
Severiano a abraçou e beijou a testa dela.
SEVERIANO ‒ Eu te amo filha, te amo e quero que seja feliz! E se for feliz com ela eu abençoo essa relação. Mas se ele te fizer mal... Eu acabo com ele! ‒ Ele sorriu e dançou uns passos com a filha.
CRISTINA ‒ Eu o amo, papai e ele só me faz bem! Sempre bem!
Frederico estava no alto da escada e olhou os dois.
FREDERICO ‒ Cristina, amor, preciso de ajuda! ‒ ele gemeu com dor se segurando no corrimão da escada.
CRISTINA ‒ Frederico!‒ Ela o olhou.‒ Era pra estar deitado, meu Deus!‒ Ela subiu as escadas e Severiano subiu junto a ela. ‒ Devia estar deitado, amor!
Ele estendeu a mão a Severiano.
FREDERICO ‒ O senhor está bem?‒ ele sorriu meio sem graça pela dor que sentia.
SEVERIANO ‒ Eu estou, mas você não...Vamos deitar..Eu te ajudo rapaz!
FREDERICO ‒ Eu me quebrei! ‒ ele sorriu e esperou a ajuda do sogro.
SEVERIANO ‒ Sim, percebi! ‒ Ele riu e ajudou Frederico até ir para o quarto.
Ele o levou sem conversar e ajudou e a deitar. Cristina ajeitou ele na cama e agradeceu a ajuda do pai que logo saiu.
FREDERICO ‒ Amor, eu to com dor, me dá outro remédio, muita dor!
CRISTINA ‒ Eu vou te dar mas se continuar vamos ao hospital! ‒ Ela falou baixo o olhando.‒ Doiria menos se não se levantasse.
FREDERICO ‒ Eu olhei e você não estava aqui, gritei e você não apareceu! Eu queria saber onde estava.
CRISTINA ‒ Devia ter me esperado. ‒ Ela falou o olhando e deu o remédio a ele.
FREDERICO ‒ Amor, você pode trancar a porta, por favor, quero falar com você.
CRISTINA ‒ Sim, posso!‒ Ela foi até a porta e trancou.
Voltou sentando na cama ao lado dele.
FREDERICO ‒ Agora você faz o seguinte, meu amor.‒ ele estava rindo e olhou para ela, mesmo com dor, ele ia dizer.
CRISTINA ‒ Pode falar.‒ Ela sorriu o olhando.
FREDERICO ‒ Agora você tira a roupa e deita pelada aqui na cama comigo!
Ela arregalou os olhos.
CRISTINA ‒ Mas, amor?
Ele riu porque sabia que ela ia estranhar, esperou a pergunta dela.
CRISTINA ‒ Você não pode fazer...
Ele a olhou com os olhos bem safados.
FREDERICO ‒ Não faremos nada, não, só vamos deitar e ficar juntos! ‒ ele queria ela, sabia muitas formas de ter o quer queria, mas mesmo assim, por menos que forçassem, ele seria machucado.
CRISTINA ‒ Está bem, amor! ‒ Ela sorriu e despiu.
FREDERICO ‒ Agora me ajuda e tirar essa calça.‒ ele pediu educado.
CRISTINA ‒ Mas você disse que não íamos. ‒ Ela suspirou e balançou a cabeça.
Ele riu e ela tirou a calça dele.
FREDERICO ‒ Amor, tá com medo de que?‒ ele riu e ela viu o membro sem ereção saltar da calça.
CRISTINA ‒ De nada, não tenho medo de você!‒ Ela sorriu levemente e tirou a camisa dele também. Estava com o rosto vermelho pelo jeito que ele a olhava. Passou a mão na barriga dele olhando as marcas.
FREDERICO ‒ Está doendo bem ai, amor, muito mesmo, mas eu acho que passa rápido. ‒ ele riu a olhando.‒ Agora deita aqui!
CRISTINA ‒ Se não passar vai ao hospital!‒ ele riu com ela vermelha.
FREDERICO ‒ Se não passar vamos sim! ‒ sentia o perfume dela.‒ Amor quem te ensinou a cuidar assim de sua...
Ela deitou de lado ao lado dele. Ele estava falando do modo como ela se depilava, mas achou que ela ficaria constrangida. Ela olhou na mesma direção que ele, depois suspirou.
CRISTINA ‒ Eu aprendi lá.
FREDERICO ‒ Pode deixar como quiser, sem nada, com tudo. ‒ ele a olhou e riu. ‒ Não faz diferença, eu vou comer!‒ ele soltou sem querer. ‒ Desculpa, amor, eu não falo com você assim...
Ela acenou com o rosto mais vermelho ainda.
CRISTINA ‒ Está bem..
Ele achava ela linda.
FREDERICO ‒ Amor, quero te ensinar uma coisa
CRISTINA ‒ Sim.‒ Ela sorriu o olhando, estava ao lado dele.
FREDERICO ‒ Você fica assim de lado, ergue essa perna e poe sobre a minha.
Ela o olhou e fez o que ele disse esperando.
FREDERICO ‒ E deixa a outra embaixo, como se você estivesse abraçando minha perna com as suas e deixa sua... e deixa bem encostada em mim!
CRISTINA ‒ Tá bom, amor! ‒ Ela falou baixo.‒ Como você vai fazer?
FREDERICO ‒ Amor, eu quero que você relaxe, eu vou te ensinar um truque
CRISTINA ‒ Estou relaxada! ‒ Ela sorriu.
FREDERICO ‒ Agora você se esfrega na minha perna, se esfrega que você vai ver que gostoso, vai...
CRISTINA ‒ Isso parece coisa de cachorro! ‒ Ela riu.
Ele fechou os olhos sentindo tesão e depois riu do que ela falou. Ela suspirou e devagar se roçou nele.
FREDERICO ‒ Isso, amor, vai fazendo bem devagar e vai sentindo. Eu quero que você relaxe. Não pense que é uma cachorra! ‒ Frederico soltou uma gargalhada enorme, ela o olhou.
CRISTINA ‒ Não fale assim! ‒ Voltou a roçar sentindo o atrito do corpo dela contra a pele dele.
FREDERICO ‒ Amor, você falou parece coisa de cachorro! ‒ ele riu e sentiu o corpo responder. ‒ Ta sentindo, amor, tá bom?‒ ele sentia a intimidade dela começar a molhar a perna dela ela estava excitada. ‒ Esfrega a minha bichinha em mim, assim, amor...
Ela suspirou e fechou os olhos.
CRISTINA ‒ Isso é muito bom!
FREDERICO ‒ Vai amor, agora, segura aqui em mim! ‒ colocou a mão dela no membro dele. ‒ E me toca amor, enquanto você está ai!
Ela moveu a mão apertando, não o olhava, estava muito tímida.
FREDERICO ‒ Ahhhh, amor! Até minha dor tá passando! Ahhhh, delícia! ‒ E sentia esfregar dela em sua perna e cada vez mais tinha mais tesão ficava mais duro até a dor dele passou.
Ela gemeu e o apertou mais gemendo louca de prazer.
CRISTINA ‒ Ahhh, amor! Amor eu quero sentir, sentir você.. Dentro de mim, por favor amor!
FREDERICO ‒ Ahhhhh, amor, goza assim, primeiro, tá gozando? Hum? ‒ ele estava de olhos fechados sentindo a mão dela.
CRISTINA ‒ Sim, sim eu estou...
FREDERICO ‒ Me põe na sua boca, enquanto você goza, me põe, amor, só um pouquinho...
Ela o olhou.
CRISTINA ‒ Mas e se eu te machucar? Não! Não quero!
FREDERICO ‒ Não vai me machucar! Amor, por que não quer? É tão gostoso, eu quero tanto! ‒ ele gemeu e olhou.
CRISTINA ‒ Eu vi, vi uma menina fazendo lá.. E ela chorou.. ‒ Cristina parou de tocá — lo e o olhou. ‒ Eu não quero amor, desculpa!
FREDERICO ‒ Amor, tudo bem! ‒ ele sorriu para ela. ‒ Um dia você faz, tá bom, um dia!
Ela acenou mas não disse nada.
FREDERICO ‒ Então goza para você sentar aqui em mim.‒ Ele fechou os olhos novamente.
Ela voltou a se roçar e sem demora gozou gemendo forte. Ele viu o rosto lindo dela vermelho de gozo e sentiu que as coisas seriam bem mais gostosas agora que ela estava molhada.
FREDERICO ‒ Vem, amor, senta aqui em mim e se move com calma.
Ela se ajeitou e sentou sobre ele se encaixando.
CRISTINA ‒ Ahh, meu amor!‒ Ela apoiou no peito dele sem se mover apenas o olhando e gemendo sentindo ele dentro de si.
FREDERICO ‒ Ahhhhh, minha princesa, minha pequena princesinha, vem perto. ‒ ele pediu relaxando com ela, estava com o peso dela em seu corpo.
Ela se roçou e desceu um pouco mais o corpo para encostar nele. Ela se moveu indo e vindo. Ele a ajudou e ali, com aqueles movimentos intensos, com aquele mover gostoso e cheio de amor. Eles dois gozaram porque o toque de um no outro era sempre maravilhoso, era sempre um presente, quando urrou, Frederico sentia dor e prazer ao mesmo tempo. Ela se deitou sobre ele exausta, sorrindo.
Frederico alisou as costas dela com carinho e beijou seus cabelos...
FREDERICO ‒ Seu pai estava brigando com você? ‒ ele estava fazendo algo que você não gostou, meu amor?
CRISTINA ‒ Ele descobriu.. Descobriu onde eu estava antes de vir pra cá.Ficou bravo porque mamãe disse que eu estou gravida.
Frederico suspirou.
FREDERICO ‒ Ele brigou com você por isso? Disse algo ruim? algo que te magoou!
CRISTINA‒ Não! Não disse!
Ele chorou, disse que sou uma menina e não devia estar grávida.Cristina olhou o marido.
FREDERICO ‒ Você é amor, eu nunca deveria ter...‒ ele suspirou e se lembrou como se sentia culpado por estar com ela por ser dela por querer Cristina como mulher. Ele a desejava mais que tudo e queria sempre ela...
CRISTINA ‒ Eu te amo. Não mudaria nada, porque eu te amo!
FREDERICO ‒ Amor, mas poderíamos nos conhecer mais tarde quando você tivesse essa idade! ‒ ele alisou ela e suspirou.‒ Eu desejo você o tempo todo!
CRISTINA ‒ Se arrepende de ter me conhecido?‒ Ela não parava de olhá-lo.
FREDERICO ‒ Não, amor, você a melhor coisa da minha vida, a melhor, eu te amo! Amo muito mesmo mais que a mim, mas posso não ser o melhor para você!Você é tão menina que nem posso te ter como eu gostaria! Nem te possuir com a selvageria que eu gosto de tomar uma mulher...‒ soltou sem querer...
CRISTINA ‒ Como assim?‒ Ela o olhou. ‒ Selvageria?
FREDERICO ‒ Amor, eu posso falar para você do meu jeito?‒ ele a olhou de modo sério.
CRISTINA ‒ Sim! Pode!
FREDERICO ‒ Eu gosto de entrar com força, de meter fundo como se fosse um de meus cavalos! Eu gosto de ser um animal, de me mover com força como se o mundo fosse acabar e quando a mulher goza, eu como atrás, com força também, amor! É assim que eu gosto, com força!
Ela o olhava calada.
CRISTINA ‒ Então, se não for forte, não é bom?
FREDERICO ‒ Amor, não é isso, tenho me do de te machucar! Eu amo o jeito como você me ama! Estou viciado em você quero toda hora, de todo jeito de toda forma, quero sempre mais e mais. Eu quero você meu corpo é grande!
CRISTINA‒Eu também te quero! Te quero muito!‒ Ela sentou se apoiando nele.‒ Eu te amo!
FREDERICO ‒ Eu a você, Cris! Mas é menina e eu fiz uma coisa errada...Não devia ter tomado você!
Ela o olhou e se levantou.
CRISTINA ‒ Você sempre fala isso!Sempre! Imagino como se arrepende...
FREDERICO ‒ Amor?Vai ficar triste? Estamos conversando! ‒ Ele se moveu e sentiu dor.
CRISTINA ‒ Eu não me arrependo, porque eu te amo! Nunca me arrependeria!
FREDERICO ‒ Eu te amo também, mas já te fiz mãe!
CRISTINA ‒ E eu amo ser mãe! ‒ Ela riu.‒ Eu amo nosso filho!
FREDERICO ‒ Eu também, amor! Muito!‒ Ele riu. ‒ Vem cá e senta aqui!
Ela foi até ele e se sentou.
CRISTINA ‒ Eu não gosto que diga que se arrepende! Porque eu não me arrependo.
FREDERICO ‒ Amor, eu vou dizer direito. Você é linda perfeita e te amo. Você só me alegra, só me faz feliz, mas ainda é uma menina!
CRISTINA ‒ Prefere a Raquela? Ela já é uma mulher..
FREDERICO ‒ Se preferisse, ela estaria aqui! Meu amor, sabe disso!Eu quero você só você meus olhinhos verdes!
Ela o olhou.
CRISTINA ‒ Ela não é uma menina!Talvez deva ficar com ela!Assim não vai se sentir culpado...
FREDERICO ‒ Você! ‒ Ele a puxou.‒ Olhe nos meus olhos. ‒ Você é a minha mulher! Será para sempre! Eu te amo mais que tudo! Amo e amo de novo!
CRISTINA ‒ Eu também te amo! Te amo muito!
Ele sorriu e a beijou. Ela se ajeitou e deitou, se abraçaram e sorriram.
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