Ohana-Uma família diferente
7 Viagem pedagógica
P.O.V. Professor Fritz.
Assim que chegamos á cidade ela não era nada do que esperávamos era um ovo. E os alunos pediram para que eu a deixasse guiar a viagem.
—Tudo bem. Acho perfeitamente justo, afinal foi sua ideia vir a este fim de mundo.
—Não julgue um livro pela capa professor. Bom, antes de começar vou distribuir pra vocês colares e pulseiras aconteça o que acontecer não tirem.
Depois dela distribuir os colares e pulseiras nós descemos do ônibus.
—Vamos ás regras galera, não depredem, não joguem lixo e o mais importante de tudo se quiserem sobreviver aqui... vão ter que seguir as minhas ordens como a sagrada escritura. Bem vindos á Mystic Falls!
—Primeira parada, o nemeton. Essa árvore tão grande e tão linda está aqui desde antes dos fundadores, minha bisavó e Ayana Bennett plantaram essa árvore á mil anos atrás e ela ainda está aqui essa árvore encharcada de magia é um para raio para qualquer ser sobrenatural.
—Sua bisavó?
—Ela já morreu, duas vezes. Agora próxima parada a mansão Salvatore.
Era um lugar imenso e quando abriram a porta eu fiquei chocado.
—Oi Tia Elena, tia Elena essa é a minha classe.
—Oi. Vai levar eles na tumba?
—Claro.
—Ótimo porque a Katherine tá trancada lá.
—Deixa eu adivinhar, vovô?
—Sim.
—Para alguém que leva o título de Original, a originalidade dele é zero. Se importa se fizermos uma visita?
—Não. Mas, fiquem longe do uísque e do quarto do Damon. Eu vou chamar o Stefan, ele vai contar pra vocês a história desse lugar em primeira mão.
O jeito dele contar era como o que ela usou para contar sobre o Nemeton e sobre o quadro. Sempre em primeira pessoa e com riqueza de detalhes, ele mostrou passagens secretas, rotas de fuga e tudo mais.
—E isso é tudo pessoal.
Num dos quadros estava retratado ele. O homem diante de nós.
—Você não é o Tio Stefan.
—O que?
—Você não é o Tio Stefan. Você é o Silas.
O homem sorriu e perguntou:
—Como foi que percebeu a diferença?
—Está tudo nos detalhes. O anel. O Tio Stefan nunca tira.
—Inteligente.
—Silas, cadê o Stefan? Cadê o meu marido?!
—Relaxa ele está bem.
—Cadê ele Silas?!
—Elena.
—Stefan!
Eles se abraçaram.
—Graças a Deus.
—Gêmeos?
—Duplicatas. Gêmeos são diferentes entre si, a diferença pode ser sutil, mas ela existe quando se trata de duplicatas não há diferença a sequencia genética é exatamente igual porque elas são místicas, poderosas e surgem naturalmente.
—Clones? Clones naturais?
—Por ai. Somos o jeito da natureza revidar.
—Próxima parada, os túneis em baixo da cidade.
Chegamos aos túneis e seguimos por quilômetros até chegarmos á caverna.
—Não cabe todo mundo de uma vez, temos que formar grupos.
Ela foi contando a história, contou a mesma história umas vinte vezes.
—Essa é a história da família Original, da minha família. Tá vendo esse sol com presas? Quer dizer, vampiro, a lua com presas quer dizer lobisomem e de acordo com essa parede aqui, os lobisomens estão aqui a muito mais tempo do que as famílias fundadoras. Agora, o ponto alto pessoal, nomes e não são nativos estão escritos em rúnico, a escrita Viking. Esse aqui quer dizer Niklaus, o meu tio doido Klaus, esse aqui é o nome do meu avô Elijah e Rebekah. E por último o mais importante de todos, o Original mais pirado e perturbado de todos... Mikael. E esse pequeno símbolo aqui quer dizer... bruxa. A mesma bruxa que está dentro desse caixão, a minha bisavó.
Ela abriu o caixão e o corpo não estava decomposto. Era como se a mulher estivesse apenas dormindo.
—Oi Bisa, meu nome é Emily e essa é a minha irmã Eileen. Somos duas das suas últimas descendentes vivas.
Ela fechou o caixão, pegou uma faca e começou a escrever na parede, ela escreveu Emily Cullen Mikaelson.
—Sua vez Eileen.
Eileen escreveu seu nome na parede em rúnico como a irmã.
—A gente tem que trazer a Hope e as gêmeas aqui.
Ela então entalhou Ester Mikaelson.
—Pronto. Vamos dar o fora daqui, próxima parada... A tumba!
Na porta da Tumba tinha entalhado um pentagrama.
—Bem vindos á tumba de Emily. Ela criou essa tumba para prender vampiros.
Vi aquela adolescente levantar sozinha a pedra que devia pesar uma tonelada.
—Tia Katherine. Tia Katherine. Eu trouxe comida!
Uma sombra veio se arrastando e de repente apareceu na porta da tumba outra mulher exatamente igual á Emily. Ela estava com os cabelos desgranhados, o vestido estava sujo, sua pele estava branca, pálida quase translúcida.
—Emily eu presumo.
—Sim. Sou eu. Olha o que eu tenho aqui.
Ela balançou uma garrafa com um líquido vermelho e o rosto da mulher mudou, ela se lançou tentando agarrar a garrafa.
—Me dá. Eu do morrendo de fome, mas acima de tudo to morrendo de tédio.
—Toma ai.
A mulher bebeu aquela garrafa toda até não sobrar nada em menos de quarenta e oito segundos.
—Vamos fazer um acordo. Eu te tiro dai e você fica longe da minha família e de todo mundo que eu amo ou eu te mando de volta pra esse buraco pra nunca mais sair.
—Fechado. Agora me tira daqui!
—Eu tenho que enfiar a adaga no meu avô pra você poder sair.
—Então enfia. Você é uma Petrova. Tem o fogo das Petrova e nós sempre sobrevivemos.
A mulher se afastou e voltou para dentro da tumba. Então eu fiz a ligação, tia Katherine, a tia Katherine era a Katerina Petrova da pintura.
—Impossível.
—É bem possível. Ela é uma vampira.
Ela estava indo embora quando se virou e disse:
—Ah, não entrem na tumba. Se não vocês não vão mais sair, vivos. Bem vindos á Mystic Falls otários.
Isso é mesmo incrível. Vampiros e lobisomens existem!
Bruxas existem! Imagine o que podemos aprender com eles, eles testemunharam a história, são imortais e conhecem tudo.
Todo esse conhecimento, conhecimento que nenhum livro pode fornecer. Relatos em primeira mão de todos os fatos históricos, isso é inacreditável.

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