Notas iniciais
Gente, Clary é pra homenagear a personagem do cidade dos ossos, mas não é a mesma personagem OK?

P.O.V. Williams.

Já tínhamos uma bruxa vampira e tudo o que faltava era um bebê. Não posso negar a eficiência dos métodos da Clarisse, mas ás vezes ela manda a lei pro inferno e bebe o sangue dos bandidos até eles morrerem.

—Bom dia parceiro!

—Você sabe que aqui é uma delegacia e não uma creche né?

—Pare de implicar.

—Quantos meses tem esse bebê?

—A Eileen nasceu ontem á tarde.

—Ontem? Ontem?!

—Ela cresce mais rápido que as crianças humanas.

—Não me diga? É um belo jeito de se formar um exército né?

—O que? Você bebeu?

—Não.

—Mas, com certeza bebeu muito café. Você tem mais café do que sangue dentro de você, você fede a café.

—E a mamãe monstro é movida á refrigerante.

—Não. Ela é movida á sangue humano e comida, mas é viciada em refrigerante. O seu estômago está vazio, tomar café com o estômago vazio dá gastrite e um mau hálito terrível.

—Cadê ela?

—Ela está de licença. E ela pediu pra eu ficar com a Eileen hoje, parecia preocupada com alguma coisa. Como se sentisse alguma coisa ruim ou coisa assim.

—Eu acho que aquele tal Aro tá vindo atrás dela. Se ele souber que a Eileen existe estamos ferrados.

De repente ela surge na escada.

—Estão vindo! Estão vindo Steve, ele quer levar a Eileen. Segura ela com força e não tenha medo vocês todos saiam.

Eles eram lindos, mas tinham olhos vermelhos como o próprio capeta.

—Parados!

—Abaixa essa arma idiota essa não funciona neles. Mas... essas funcionam.

A mamãe monstro sacou duas armas uma prateada e a outra dourada.

—Vocês podem ir embora e nunca mais voltar ou podem escolher entre a morte...

Ela balançou a arma prateada.

—Ou pior, a cura.

Ela balançou a dourada.

—Você não tem coragem.

—Querido, eu tenho o que as pessoas chamam de instinto da mãe ursa. Eu te mato antes de você chegar perto da minha filha seu cretino filho da puta. E ai? Vai tentar a sorte?

—Vou. Jane.

—Dor.

Nós nos entre olhamos e a garota e os caras olharam pra ela que respondeu dando um sorriso sacana.

—Gostou vagaba? Cada geração mais potente do que a anterior, então... kiss my ass bitch.

Ela atirou e a bala pegou na testa da garota. Ela começou a se debater, dava pra ver alguma coisa se movendo na corrente sanguínea dela, sendo carregada e logo ela entrou em combustão.

—Já foi, já era. Quis pagar de gatão e agora cadê a fera?

—O que é isso? O que há na arma?

—Morte. Quem é o próximo? Eu tenho muitas na agulha.

P.O.V. Clarisse.

Eu acabo de matar Jane Volturi. O Caius decidiu que vai fazer merda e vai pagar caro. Ele foi por trás do Steve e quando ele ia mordê-lo eu atirei.

Em instantes a cura fez efeito.

—Bem vindo de volta á mortalidade otário. Imagine o que os seus inimigos não vão fazer com você quando ficarem sabendo que você não passa de um ser humano fraco e indefeso?

—Como isso é possível? Existe um modo de reverter o vampirismo?

—Sim. É a cura para a imortalidade, geralmente é voluntária, mas vocês ameaçaram a única pessoa que não podiam ameaçar por isso são um caso especial. Próximo!

Eu atirei e o tiro pegou na perna do Aro e logo ele era humano de novo.

—Bem vindo de volta a estrada da mortalidade.

Dei um chute na cara dele e quebrei-lhe o nariz. Puxei-lhe pelos cabelos e disse:

—Chega perto da minha filha outra vez e eu quebro seu pescoço. Vamos! Responde! Revide! Não tá tão corajoso agora né mané? A lei do três vezes três pegou você de jeito, sua conta tá jorrando vermelho e agora é hora de quitar a dívida.

Eu o joguei aos pés de Alec.

—Leva esse monte de lixo embora daqui. Faça melhor do que eles, se não fizer por você mesmo faça pela nossa filha.

—Posso segurá-la?

—Se tentar fugir...

Eu balancei a arma.

—Tudo bem, eu só quero segurar. Ela é a única família que me resta. Qual é o nome dela?

—Eileen.

—Era o nome da minha mãe.

—Eu sei.

P.O.V. Alec.

Segurar a minha filha pela primeira vez foi algo indescritível. Eu tinha uma filha.

—Ela é linda. Tem olhos azuis.

—Iguais aos seus. De antes.

—Sabe, se eu pudesse chorar eu choraria.

—Imaginei que diria isso. Agora você tem que ir, voltar pra Volterra e reconstruir aquele lugar do zero.

—Mande notícias.

—Você tem celular?

—Tenho.

—Dá.

Ela cadastrou o número dela no meu celular e o meu no dela.

—Só pra emergências.

—Você me odeia não é?

—Estaria mentindo se dissesse que não. Foi só uma noite e eu tava bêbada.

—Eu entendo.

—Sei disso. Dá pra devolver o meu bebê?

—Claro. Tchau querida, papai te ama.

P.O.V. Steve.

Não deu nem um ano que a Eileen nasceu e a Clary ficou grávida outra vez. Dessa vez de mim.

Da mesma forma que a Eileen não pôde nascer no hospital o mesmo valeu para a Emily. Só que dessa vez chamamos o bisavô da Clary pra fazer o parto.