Odisséia Grega

16 Capítulo 16


Notas iniciais
Já estava com saudade de postar, então sem muita enrolação... Boa leitura!

— Rosalie, por Deus! Isso é mais do que o suficiente. Nós ainda temos que passar na padaria e irmos pra casa nos arrumar, vamos logo! — Chamei-a pela terceira vez. Estávamos há quase 2 horas em uma loja comprando brinquedos e roupas para as crianças do orfanato e do Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, mas ela simplesmente não parava de enfiar coisas no carrinho. Todos os anos nós poupávamos uma quantia razoável de dinheiro para no dia de natal, compramos presentes para as crianças e adolescentes – de um hospital e orfanato diferente a cada ano –, era nossa tradição já há 5 primaveras, como diria a minha avó.

— Bella, olha que coisa linda! Tem de várias cores diferentes. Oh! Olha o tecido desse aqui como é maravilhoso. Tão quente e macio... — Ela me mostrava várias coisas ao mesmo tempo, casacos, suéteres, até meias e roupas intimas, eu apenas sorria e balançava a cabeça.

36 minutos depois eu consegui tira-la de lá com a desculpa de que provavelmente o pessoal da padaria já achara que nós desistimos dos doces e colocariam à venda ou sabe se lá o que fariam com as coisas dos garotos e eles ficariam muito decepcionados.

Entrei no carro e dei partida, Rose digitava furiosamente no celular em algum aplicativo de mensagens instantâneas enquanto eu sintonizava alguma rádio legal, mas todas passavam as mesmas músicas clássicas de natal tentando colocar seus ouvintes no clima.

The party's on. The feelin's here. That only comes. This time of year!! — Rosalie cantou junto com o Paul McCartney e eu apenas ri revirando os olhos mesmo que em minha mente eu tenha automaticamente continuado a canção — Ding dong, ding dong. Ding dong, ding. Ohhhhh!

— Caramba, garota. Você precisa aprender quando calar a boca.

Sai do carro resmungando e apertei o casaco quando uma corrente de ar frio passou direito por mim. Adentrei no estabelecimento e não havia tanto movimento, então logo fui atendida e meus doces entregues. Tive que fazer contorcionismo com as sacolas para abrir a mala do carro e colocar tudo lá. Os doces e principalmente a torta de maçã estavam cheirando deliciosamente bem, isso acordou o meu estômago e agora eu estava ainda mais ansiosa pra correr para os braços de Renée. Ou pra sua cozinha.

A ida ao Instituto foi emocionante como pensei que seria. Já tínhamos ido até lá há uns 3 anos, eram quase todos os mesmos funcionários, mas poucas eram as mesmas crianças. Só não sabíamos dizer se isso era bom ou ruim. Elas ficaram maravilhadas com os brinquedos novos, a comida saborosa e nós duas ganhamos abraços de todos os tipos, de urso, nas pernas, pelas costas... a sensação era incrível. No orfanato não foi diferente, mas todos no início pareciam muito acanhados, conseguimos conquistar os mais novos com os doces primeiro, os jovens adolescentes, apesar de desconfiados, foram educados e gentis ao agradecerem pelas roupas e por nossa ação de ir vê-los levando todas aquelas coisas. Um grupo de freiras estava lá preparando a ceia, nós, elas, os poucos funcionários e os todos os meninos nos reunimos ao redor de uma grande mesa oval e juntamos nossas mãos em uma prece de agradecimento.

O sentimento de paz e satisfação era indescritível. Me deixava emocionada. Feliz demais ter contribuído para a alegria de alguém em dia especial como esse. Logo a minha mente viajou até Edward e no elevador do prédio, não resisti e lhe mandei uma mensagem para dizer que sentia sua falta.

Rose escolheu para usar um vestido vermelho que ia até os seus joelhos com um decote generoso nas costas. Eu optei por um vestido preto que comprei há quase 6 meses e não havia usado, com vários detalhes em dourado, que combinou perfeitamente com a minha aura naquele dia. Caprichamos quando nos arrumamos naquela noite e antes de sair de casa, ela fez questão de tirar uma selfie com seu celular de nós duas para postar em suas redes sociais.

A casa dos meus pais era de longe a mais iluminada da rua. Havia uma moça balançando um bebê de no máximo 7 meses em seu colo quando entramos, ela era bonita e nos deu um sorriso tímido quando nos viu. Era Rachel, a sobrinha de Sue e sua filhinha. Na sala, papai estava discutindo sobre uma reforma com Henry. Outra moça de cabelos curtos, cacheados e loiro caramelizado tinha alguns presentes empilhados nos braços e tentava coloca-los no chão sem derrubar, pensei em oferecer ajuda, mas um homem alto aproximou-se e deu-lhe um beijo estalado no rosto, antes de distribuir os presentes pelo chão, depois se abraçaram e ficou óbvio pra mim que eram um casal.

— Bella! Você chegou, querida. Estava louca para te ver. Meu Deus, como você cresceu! Está uma mulher lindíssima. Nem parece aquela jovem franzina e de óculos que me ajudava com o almoço nas férias! — Ouvi a voz doce e risonha ao meu lado, comecei a rir antes de vê-la, assim que virei seus braços gentis rodearam o meu corpo e eu abracei-a com vontade.

— Sue, faz tanto tempo. Você está ótima. Bem vinda a Atlanta! — Exclamei e segurei seus ombros para olha-la melhor. Nós duas tinhas mudado muito desde a última vez, ela havia ganhando um pouco mais de peso e seus cabelos estavam grisalhos, mas charmosos em um belo penteado. Sua pele continuava linda, você mal poderia adivinhar sua idade através dela.

— Obrigada, meu bem. É tudo muito diferente do que temos em Forks, você sabe, estou acostumada com a calmaria e todo esse transito, luzes, me deixam atordoada! — Ela riu batendo as mãos uma na outra — Você já viu todo mundo? Esses aqui são Jacob Black e Vanessa Harding.

— Muito prazer. Eu sou Isabella, mas podem me chamar de Bella. E essa aqui é a minha amiga, Rosalie. Ela é da família — Apresentei a mim e a loira que me abraçou por trás com a boca cheia de salgados — Onde está o Seth? Quero botar as minhas mãos naquele pivete.

— Que negócio é esse de pivete? Espere seu pai te pegar falando assim, vai me zoar pelo resto dos nossos dias. Exijo respeito, mulher! — Uma voz dramaticamente séria soou atrás de mim, eu me virei com um sorriso de orelha à orelha, surpreendendo-me com a altura do rapaz na minha frente. Seth tinha crescido muito e estava com um corpo que nunca foi dele.

Passamos um bom tempo na sala conversando, eles me botaram a par de todas as mudanças de Forks – nada muito drástico, é claro – e das suas vidas, Jacob e Nessie eram namorados há quase um ano, Rachel era mãe solteira, mas mantinha um bom convívio com o pai da bebê que vivia em Port Angeles e Seth agora era um universitário em seus últimos meses de curso.

Rosalie passou a noite para cima e para baixo com uma daquelas câmeras instantâneas que revelam as fotos na hora, mirando pra tudo e todos. Registrando os momentos de Renée em sua cozinha, Charlie e sua vitamina R, Nessie estava como sempre paparicando Rebecca, a filha de Rachel, dizendo estar treinando para ter seus próprios, o que fazia o pobre Jacob engasgar com os cogumelos recheados que ele e Seth furtaram da cozinha.

— Gente, está passando It's a Wonderful Life, vamos assistir? Por favor?

Vanessa perguntou com os olhos de filhote brilhando, mas todos fizemos a mesma careta. Em todos os natais sem exceção desde que me conheço por gente, as pessoas viam esse filme quando passava na TV e eu realmente não fazia parte do grupo tradicional.

— É melhor não, amor, nós já vimos antes e provavelmente irá reprisar amanhã. Aqui, Bella, procura alguma outra coisa pra gente. — Jacob disse e jogou o controle remoto pra mim.

— Certo! The Polar Express, Miracle on 34th Street ou How the Grinch Stole Christmas?

Começou então uma discussão entre toda aquela gente falando de boca cheia. Eu particularmente gostava de todos, mas claramente os rapazes não queriam dar o braço a torcer e assistir filme de mulherzinha. 15 minutos depois eu cansei da baboseira, revirei os olhos e escolhi eu mesma.

“I made my family disappear.”, a voz do Macaulay Culkin soou em uma das falas mais clássicas de Home Alone. Nós todos beliscávamos alguns biscoitos de gengibre e assistíamos espalhados pela grande sala. A pequena Rebecca dormia tranquilamente entre Rachel e eu, de vez em quando resmungava e segurava a minha mão, apertando-a com aqueles dedinhos gordos que dava vontade de morder. Uma criaturinha linda que me enchia de felicidade sempre que sorria.

De: Edward Cullen +(630-842-3200)

Hora: 21:58 p.m.

“É impressão minha ou as horas estão passando mais lentamente? Estou morrendo de vontade de vê-la e nada consegue me manter distraído por tempo suficiente. Quero você.”

Pensei que fosse derreter na poltrona quando o celular vibrou e eu vi aquela mensagem. Papai tinha colocado um CD Alphaville pra tocar e foi ajudar a mamãe com a comida, já que estava na hora da ceia, enquanto eu fui brincar e distrair a Becca para que o sono interrompido não a fizesse ficar chatinha com a mãe pelo resto da noite. Rose estava ligando para os pais e quando a coisa ficou acalorada demais, fui até lá dizer que já íamos comer, ela agradeceu e desligou o celular sem se despedir, me abraçando e beijando minha testa em seguida. Enquanto íamos pra mesa, respondi a mensagem.

Para: Edward Cullen +(630-842-3200)

Hora: 22:06.m.

“Acho que está coberto de razão, baby. Espero que esteja se divertindo e caso não, você já sabe o endereço, certo? Nos vemos em breve. Beijo!”

— Sra. Swan, este pernil está magnifico! — Seth elogiou e mamãe riu deliciada com o elogio. Ela deixava que Charlie levasse todo o credito por suas invenções no restaurante, mas aqui em sua casa, entre os amigos e a família, a gloria era toda dela.

De: Edward Cullen +(630-842-3200)

Hora: 22:19 p.m.

“Quem diabos é esse?”

Quase engasguei com o vinho enquanto lia a mensagem e abaixo vi uma foto minha, com o Jacob e a Rose. Eu estava no meio e ambos ao meu lado beijavam-me na bochecha. Encontramos alguns gorros vermelhos e ao resolvermos brincar com eles, Rosalie registrou o momento. E aparentemente postou-o também, mas o que me surpreendia era que Edward tivesse visto com tanta rapidez. Ele estava vigiando a gente pelas redes sociais? Mas que diabos...

— O que foi, Bella?

Mostrei pra ela a mensagem e como a ogra que era, simplesmente caiu na gargalhada chamando a atenção de todo mundo pra gente. Rosalie riu tanto que usou os guardanapos para enxugar o canto dos olhos enquanto eu resmungava “quanta maturidade” pra ela.

— Own! Ele está com ciúme. O quão fofo é isso? Anda, responde antes que o homem apareça aqui na porta pronto pra te pedir em casamento só pra marcar o território.

Algo na frase de Rose fez o meu estômago gelar. Talvez em uma outra época, em um tempo diferente seria exatamente assim, quem sabe. O tintilar das taças me trouxe de volta ao presente.

Para: Edward Cullen +(630-842-3200)

Hora: 22:24 p.m.

“Esse é o Jacob. Você anda nos espionando, Edward? Que feio! Não se preocupe com ele, é um rapaz bonito, gentil e está muito bem acompanhado por sua namorada, Vanessa.”

De: Edward Cullen +(630-842-3200)

Hora: 22:25 p.m.

“Ah, então você acha ele bonito, Isabella?!”

Foi a minha vez de rir sem controle. Sério que Edward estava tendo uma crise de ciúmes? Agora? E por causa de uma foto tão ridícula quanto essa? Que coisa sem cabimento.

— Claro que ele não está com ciúme pela estúpida foto, Isabella. Jesus. Às vezes esqueço o quão pouco você sabe sobre relacionamentos. Ai, porra! – Reclamou quando belisquei seu braço e me empurrou com o cotovelo — Sério. O Cullen apesar de ser quase literalmente um deus grego, ele é como qualquer homem e qualquer homem ficaria inseguro ao saber que a garota dele está acompanhada de um pedaço de mal caminho como o Jacob sem ele por perto.

Colocando as coisas desse modo, até que tinha sentido. E como eu pensei antes, era muito cômico. Edward era bom e bonito demais pra se sentir inseguro, mas como eu já havia experimentado aquele sentimento antes, resolvi tentar aliviar aquilo.

Para: Edward Cullen +(630-842-3200)

Hora: 22:32 p.m.

“Ele é um homem bonito, Edward, mas não é nada atraente para mim. Principalmente quando tenho em mente que é você que estará me esperando mais tarde. Agora seja um bom garoto e não discuta. Nos vemos em algumas horas.”

O resto da noite passou em um borrão, a maioria deles ainda estavam cansados da viagem e haviam acordado cedo, então quase não conseguiram esperar pela troca de presentes. Ganhei coisas lindas e que me emocionaram, como um porta retrato de Sue, com uma foto minha e de sua família quando acampamos pela primeira vez em Forks. Foi uma noite linda, com fogueira, lendas e histórias curiosíssimas de seus antepassados. Presenteei a todos também e apesar de não conhece-los como gostaria, eles ficaram bem satisfeitos. Rose que o diga! Pulou no meu pescoço quando reconheceu uns Louboutins que ela namorou na vitrine da loja por meses.

Abracei todos com muito carinho, já que provavelmente não nos veríamos antes de sua partida e dei um beijo especial na pequena Becca. Que todos me perdoassem, mas era dela que eu mais sentiria falta. Dirigi na volta pra casa também, pois a loira estava alegrinha demais pra conduzir. Fomos para o apartamento e eu senti meio culpada por deixa-la dormir sozinha pela primeira vez em um natal, mas Rose me disse pra deixar de ser idiota e ir aproveitar o meu homem. Certo. Beijei sua testa quando coloquei-a na cama como uma garotinha e depois de separar algumas coisas numa bolsa, parti para o apartamento do Edward.

Havia um porteiro diferente quando cheguei no prédio, mas ele não fez caso, apenas me desejou boa noite, feliz natal e eu respondi sorrindo simpática pra ele. No elevador junto comigo veio uma senhora de idade com um gato e seu marido, ambos comentando da felicidade em saber que a neta estava gravida do primeiro filho e que esperavam que houvesse casamento. Não deu pra ouvir a conversa toda, cheguei no andar certo e do lado de fora da porta, deu pra ouvir a música e a risada estrondosa do Emmett. Alice não demorou pra atender quando toquei a campainha, ela deu pulinhos quando me viu e segurou a bolsa pra que eu entrasse.

Eu já ia virar e dizer que não precisava, mas o meu corpo foi impensado contra outro extremamente cheiroso que já me era familiar. Edward me prendia em um abraço sufocante, como se não nos víssemos há semanas e ao invés de reclamar, apenas fiquei na ponta dos pés, enlacei seu pescoço e o puxei para um beijo apaixonado. Emmett tentou acabar com o clima com assovios e piadinhas imorais, mas eu não me separei de Edward até que estivesse sem ar e quase satisfeita. Ele sorriu torto pra mim e me fez dar uma voltinha pra que ele pudesse me ver melhor.

— Você consegue ficar mais bonita a cada vez que te vejo.

— Ok, galanteador. Leve as coisas de Bella para o quarto e deixe-a cumprimentar os outros! Vem, Bella. Você não deve estar com fome, mas quer beber alguma coisa? Temos de tudo um pouco aqui... — Alice me puxou pelo braço, separando-me de Edward que apenas revirou os olhos e tomou a bolsa da mão da pequena, desaparecendo em seguida pelo corredor.

— Oi, gente! Como foi a noite de vocês?

— E aí, Belinha. Foi muito boa, mas talvez não tanto quanto a sua. Ficamos sabendo do tal indígena que queria entrar na sua saia. Quem é o sujeito? E cadê a loira gostosa?

— Em primeiro lugar, Emmett, fodidamente não me chame de Belinha. Isso é nome de cachorro, ok? E não havia ninguém tentando entrar em lugar algum. Jacob é como um primo distante. E quanto a Rosalie, ela cortaria a sua língua fora se te ouvisse falando assim, mas está bem e descansando em casa agora.

— Ele está mesmo interessado na sua amiga? Mas isso é tão legal! Nós podíamos marcar um jantar, sair pra balada, sairmos todos em casais. Ah, eu não faço isso desde o colegial... vamos, vamos, por favor? — Alice implorou quicando no sofá, fazendo a gente rir de sua animação.

— Vai com calma, Alice. Eles nem conversaram direito, a Rosalie achou ele bonito, mas vamos combinar que esse daí quando quer passar a impressão de ser um babaca, obtém sucesso, né? — Ela concordou rindo por cima dos protestos do Emm – Mas talvez ela vá comigo pra festa do seu irmão, então quem sabe uma coisa não leva a outra? — Dei a ideia e Emmett fez uma cara pra lá de safada. Eu apenas revirei os olhos e pensei mais uma vez sobre como ele parecia louco pra usar e abusar da Rose, quando nem sequer imaginava que a intenção dela era exatamente a mesma.

— Olha, Bellinha...

— Bellinha o cacete, Emmett! O que foi que eu falei? — Repreendi outra vez e ele se fingiu de magoado me fazendo revirar os olhos pela o que... quinta vez? Ele fez uma coisa com a boca e levantou as mãos como quem diz “não está mais aqui quem falou”, serviu-se do resto de vinho da garrafa e pediu pra pequena buscar outra. Ela levantou-se com toda sua graça e foi até a geladeira. Nesse instante o telefone começou a tocar.

— Bella? Você pode atender, por favor? Eu tô meio enrolada aqui com as garrafas, é só o que tem nessa geladeira, Edward ainda vai se ferrar por isso... — Alice pediu e ficou resmungando, eu apenas assenti, levantando e indo até a mesinha onde o telefone sem fio ficava. Avistei a figura de Edward aproximando-se no do mesmo corredor por onde foi e sorri pra ele enquanto atendia.

— Alô?

Olá. Eu gostaria de falar com Edward, por favor? Esse telefone é da residência dele? — Uma voz feminina, mas meio enjoativa e com o sotaque muito mais forte que o de Edward, questionou do outro lado. Suspirei e respondi.

— Huh, sim. É sim. Posso saber quem deseja falar com ele?

Edward já estava ao meu lado gesticulando pra saber quem era. Ele acariciou o meu rosto e escondeu uma mexa do meu cabelo atrás da orelha enquanto eu ouvia a mulher se identificar. Alice já havia voltado para sala com o vinho e Emmett me olhava com a sobrancelha arqueada.

— É pra você. Tanya Denali.

E bastou pronunciar seu nome e todos os quatro empalideceram ao mesmo tempo.

Notas finais
Fizemos um mês de fic dia 19, olha que amor! Agradeço muito a todo mundo que está lendo e comentando sempre que venho com mais. Isso me deixa feliz e me dá mais desejo de criar coisas novas para vocês. Obrigado mesmo. E a Tanya é real, então, hein? Deu o ar da graça e ao que parece, ninguém gostou disso. Por que será? Nos vemos no próximo :)