Odisséia Grega

9 Capítulo 9


Notas iniciais
Boa noite, suas lindas. Vi que algumas ficaram nervosas e ansiosas por eu ter parado daquele jeito, então não vou demorar por aqui. Capitulo totalmente "beward". Aproveitem!

Um grito foi ouvido e eu só me dei conta que veio de mim quando senti a dor se alojando entre as minhas pernas quando fui penetrada de uma vez só. Edward saiu de dentro de mim e entrou de novo, mais devagar, mas ainda doeu e eu gemi alto apertando os olhos, segurando uma vontade ridícula de chorar. Ele pareceu notar que tinha algo errado porque de repente o senti rígido em cima de mim e isso me preocupou. Quando abri meus olhos encontrei-o me encarando como se tivesse visto um fantasma, sua boca estava entreaberta e os olhos arregalados enquanto mantinha-se imóvel em cima de mim.

— Você... Isabella, você era... por Deus! — Edward começou a gaguejar enquanto procurava uma maneira de sair de mim sem me machucar — Você é virgem? Por que não me disse nada antes? — Perguntou aumentando o tom de voz, enquanto encarava o próprio membro que estava um pouquinho sujo de sangue, provavelmente como eu.

— Eu achei que estivesse implícito. — Minha voz saiu meio tremida, a vontade de chorar veio com força total e dessa vez, não pela dor, mas pela vergonha. Por que ele havia parado, afinal? Teria sido tão ruim deitar-se comigo? Quero dizer, eu sabia que não tinha uma vasta experiência da qual ele era acostumado com suas amantes, mas não achei que ele fosse me rejeitar justo no meio da coisa toda.

Era tão humilhante.

Eu rapidamente me sai daquela situação embaraçosa e levantei do sofá tendo cuidado para não sujar nada. Como se não bastasse toda a vergonha pela virgindade, eu ainda estava fodidamente nua na frente do cara que não me quis. Excelente!

— Eu sinto muito. Olha... eu deveria saber, eu devia ter... — Engoli seco enquanto apanhava minha saia e a calcinha do chão e usava-as para me cobrir — Devia ter imaginado que você estava acostumado a outros tipos de mulheres e eu, olha, me desculpa mesmo, eu já vou.

Edward que até então estava em um transe olhando pro chão como se algo fenomenal fosse surgir de lá, pareceu acordar e me olhou mais assustado do que da última vez.

— O que? O que você está dizendo... não! — Ele pulou do sofá e veio até mim ignorando sua nudez, segurou o meu rosto molhado e beijou meus lábios carinhosamente — Baby, eu não vou deixa-la ir tão cedo. Eu que sinto muito por ter sido tão estúpido e não notado o quão especial você era, Bella — Ouvir Edward me chamando de Bella pela primeira vez chocou-me mais do que todo o resto — Não agi assim porque não a quero, agi assim porque me senti um monstro tirando a sua virgindade de um jeito tão vulgar no sofá da minha sala.

Ele agora abraçava meu corpo de uma forma tão carinhosa que não me senti no direito de duvidar das suas palavras. Edward me pediu para acompanha-lo e logo entrelaçou os dedos nos meus, fiz uma caretinha de dor quando dei alguns passos e ele ofereceu-se para me levar no colo, caso estivesse doendo muito, apenas murmurei que não precisava e seguimos pelo corredor. Não bastava toda aquela situação embaraçosa, ele ainda ia me tratar como uma invalida?

Reconheci seu quarto quando entramos no cômodo escuro, ele acendeu as luzes e ajustou-as para que não ficasse claro demais, o quarto era todo decorado em tons de branco, preto e cinza, apenas algumas telas e quadros davam uma colorida nele. Ignorando minha bolsa jogada ao chão, ele me puxou para o banheiro e observou com curiosidade todas as bugigangas que eu espalhei por lá, alguma coisa o divertiu, porque ele parecia seriamente segurar uma gargalhada.

— Eu tinha planejado um banho para nós... — Falei quase timidamente, ele voltou-se pra mim e abriu um sorriso deslumbrante que quase me causou tontura. Edward abriu a torneira e deixou que a agua preenchesse a banheira e enquanto isso, fiquei diante do espelho arrumando com os dedos a maquiagem meio borrada por causa das estúpidas lágrimas. Olhei de lado e vi que ele derramava na água alguns dos sais que eu trouxe, o cheiro bom já estava se fazendo presente no ambiente e me relaxando um pouco. Ele acendeu também algumas das velas aromáticas e apagou a luz do banheiro. Sorri notando o clima romântico que ele havia conseguido obter em menos de 10 minutos e eu não consegui em 4 horas.

— Me acompanha? — Perguntou estendendo-me a mão e indicando a banheira. Eu ainda segurava as benditas roupas na frente do meu corpo enquanto ele estava lá, nu. O cara era realmente muito bem resolvido consigo mesmo, se bem que naquela situação eu não tinha dado uma espiada nenhuma vez, estava tensa demais pra isso, mas aceitei o convite e joguei as roupas no chão. Edward me ajudou a entrar e uma vez de pé dentro da banheira, ele segurou a minha blusa e pediu permissão para tira-la. Nos livramos daquela peça e rapidamente me sentei, sendo envolvida pela água quentinha que pareceu me destravar toda em poucos segundos, logo após veio o corpo dele, tão quente quanto o resto e me puxou até que eu deitei as costas no seu tórax e fechei os olhos, suspirando.

— Eu sinto tanto, Bella. Eu nunca quis te machucar. — Edward falou pela primeira vez em uns bons minutos de quietude. Os dedos de sua mão deslizavam suavemente pelo meu braço esquerdo, numa caricia relaxante, que me deixava quase sonolenta.

— Está tudo bem, você não tinha como saber. Eu que não pensei bem nas coisas e me deixei levar sem conversar antes. — E era verdade. As sensações que aquele homem despertou no meu corpo esta tarde simplesmente varreram da minha cabeça qualquer ideia ou assunto a ser resolvido. Não era a primeira vez que eu trocava caricias com um homem ou ficava excitada, nunca foram tão intimas, mas havia algo nele que tornava as coisas mais intensas, mais significativas e Deus, eu perco todo o controle.

— Deveria ter sido diferente. Eu deveria ter sido gentil, feito você sentir tanto prazer que seu corpo estaria anestesiado quando fosse receber o meu e aí... e aí seria perfeito — Ele falava com um tom quase sonhador na voz, mas eu podia facilmente imaginar a careta que fazia — Eu só peço que me perdoe, Bella e eu a farei esquecer. Cuidarei de você. — Edward depositou beijos na minha nuca e depois passou para o espaço entre o ombro e o pescoço, tão cedo quanto eu esperava, aquela excitação voltou a tomar posse mim e antes que me desse conta, já trazia a mão dele para o meu seio, espalmando-a ali, cobrindo-o todo.

Meu seio encaixava-se com perfeição na mão de Edward e logo a outra tomou o mesmo destino. Desci a minha mão direita para o meio das minhas pernas e acariciei com cuidado o centro do meu corpo, notando-o úmido, mas não pela água. Por longos minutos ele puxou, beliscou, acariciou e apertou meus seios enquanto sua boca trabalhava no meu pescoço e orelha. Era simplesmente delicioso. A medida que nossos corpos esquentavam juntos, a água parecia cada vez mais fria e quando me arrepiei por um breve momento, Edward decidiu que era hora de sair.

De costas para Edward, eu fitava a cama branca perfeitamente arrumada enquanto ele passava uma toalha felpuda pelo meu corpo, enxugando o excesso de água, mas nunca resistia e esfregava o nariz na minha pele e inspirava o aroma. Ele beijou toda a linha da minha coluna e quando chegou na altura do meu bumbum, deu uma mordida que doeu, mas eu tremi de prazer quando sua língua acariciou o lugar. Deus, eu já o queria de novo. Queria tanto.

— Você não imagina o quanto eu te quero também. — Ele rosnou perto do meu ouvido quando se levantou. Pelo visto eu havia pensado em voz alta e antes que pudesse ruborizar, ele girou meu corpo com agilidade e me deitou na cama com carinho. O colchão era tão gostoso embaixo de mim que quase desviou a minha atenção do fato que Edward estava novamente se despedindo da única peça que tinha no corpo: sua toalha branca.

Ele estava tão excitado quanto antes, o brilho selvagem continuava em seus olhos, mas agora dividia espaço com uma espécie de adoração que eu não entendia. Me afastei dele, indo mais para o centro da cama e só parei quando alcancei os travesseiros fofinhos. Ele veio engatinhando para cima de mim como um felino e passou a distribuir beijos pela minha barriga que ficava rígida e relaxava a cada chupada, mordida e beijo que ele dava em cada centímetro de pele que encontrava. Se não fosse tão ridícula aquela expressão sobre subir nas paredes, eu diria que ele estava me pondo exatamente naquela posição. Eu só queria poder alcança-lo com as mãos e tê-lo dentro de mim de uma vez por todas, mas Edward não parecia concordar com isso.

Choraminguei quando senti a ponta do nariz dele encostar no meu clitóris. Edward tomou uma longa respiração, inspirando o cheiro do meu sexo e isso me excitou mais do que deveria. Seus dedos abriam as minhas dobras molhadas e acariciaram por dentro enquanto ele beijava por fora, ao redor, na parte interna das coxas, em todo lugar. A imagem de Edward chupando a minha coxa enquanto me masturbava era erótica demais para aguentar calada, então gemi alto imaginando seus dentes ali, me repreendendo logo em seguida.

Ok, estou assistindo demais aquela porcaria toda sobre vampiros. Já chega, Bella.

— Ahhh! Edward, você... Oh, Deus — Gemi outra vez quando seus lábios substituíram os dedos. Tão macios, tão gostosos. Seu hálito quente me causando uma frescor gostoso naquela área sensível, mas o que me enlouqueceu foi quando ele pôs meu clitóris necessitado na boca e chupou. Minhas costas levantaram do colchão e ele teve que segurar o meu quadril, porque minha vontade era de me mexer muito, mas não sabia pra quê exatamente — Inferno! — Xinguei quando os seus dentes perfeitos prenderam aquele pequeno nervo e mordeu bem devagar, Edward estava me levando a outro patamar do prazer totalmente desconhecido.

Comecei a implorar feito uma louca, alucinada e tendo misericórdia de mim, ele começou a me chupar pra valer e como se não fosse suficiente as lambidas, mordidas, os dedos e tudo mais que ele fazia, ainda tinha os gemidos de satisfação que ele me dava como se estivesse provando o mais delicioso manjar dos deuses, simplesmente me deixava à beira da loucura.

— O seu cheiro está fazendo o meu pau latejar aqui, Bella. O gosto é tão bom que eu não sei se consigo me levantar daqui tão cedo — Edward deu uma risada rouca entre as minhas pernas e quando levantei a cabeça para vê-lo, a visão foi tão erótica que o meu orgasmo aproximou-se com o dobro de rapidez — Isso, assim mesmo, goze pra mim. Aperte meus dedos e derrame-se na minha boca. Eu quero tudo, Isabella. Tudo. — E como sempre o meu corpo obedeceu a ele, convulsionando num orgasmo libertador logo em seguida, me fazendo choramingar alto e jogar a cabeça para trás.

Eu não sei exatamente quando consegui finalmente descer daquele orgasmo, mas quando abri os olhos ele estava do meu lado, acariciando meu rosto, descendo os dedos pela minha garganta. Aproximou-se de mim devagar e nossos lábios se tocaram carinhosamente, eu abri a minha boca pra ele e sua língua agiu procurando pela minha, acariciando e provocando-a. Achei que não gostaria de sentir meu gosto, mas pareceu fodidamente sexy saber que eu estava na boca de Edward. Eu queria estar em todo lugar dele. E queria agora.

— Você está relaxada, deve estar muito sensível agora, Bella, mas eu preciso tanto estar dentro de você que até dói. — Ele falou chamando minha atenção e a expressão no seu rosto parecia um pouco torturada. Parecia que ele queria estar comigo daquela forma, mas não queria que eu sentisse dor novamente e isso me tocou profundamente, o cuidado, a gentileza...

— Edward, vem. Por favor? — Pedi puxando-o pelos ombros para cima de mim, seu corpo veio de boa vontade e enquanto abria as pernas e me ajeitava melhor em baixo dele, seu rosto estava perdido entre meu pescoço e meus cabelos ainda meio úmidos. Edward começou a encaixar-se na minha entrada e por um segundo tencionei lembrando de antes, mas foi só ele beijar meus lábios novamente e sorrir pra mim que relaxei outra vez e com as pernas quase o rodeando, empurrei gentilmente seu quadril em direção ao meu. Ele entrou e eu me senti expandir aos poucos para aceita-lo melhor, ainda era doloroso e o tamanho dele não ajudava em nada, mas a lubrificação fez um bom trabalho em desliza-lo todo para dentro.

Edward fazia um esforço tremendo pra manter-se imóvel dentro de mim e eu podia ver isso na concentração do seu rosto e em algumas veias destacando-se em seu pescoço alvo. Quando a dor dissipou-se, eu me movi em baixo dele, trazendo-o mais para fundo e ele não conteve o gemido alto, enquanto fechava os olhos e sorria pra mim. Tão lindo.

— Eu preciso de você. — Roçando meus lábios nos dele, absorvendo seu hálito gostoso, sua respiração descompassada, eu me deliciava com as estocadas lentas de Edward desejando um pouco mais dele. Um pouco mais de força e atrito.

— Eu também preciso de você, ágape mou. Tanto que... — Ele não terminou e beijou-me com fúria movendo o quadril com mais agilidade e eu gemi abafado na sua boca adorando sua mudança. Meu corpo começou a move-se junto com ele, aprendendo os movimentos, agindo por instinto e pegando nós dois de surpresa. Era como uma dança que só nós sabíamos os passos. Tão gostoso. Sentia as mãos dele por todo lugar em mim, ele apertava a minha coxa, depois o meu seio e substituía a mão pela boca, me levando as nuvens, depois sua boca voltava para a minha e nós só parávamos quando os pulmões reclamavam por ar.

Era a visão mais linda do mundo ter o homem por quem... por quem eu estava apaixonada, em cima de mim, dentro de mim, me olhando com tanto carinho e admiração que me fazia querer chorar de felicidade.

— Querida, eu não quero machucar você, mas eu preciso disso duro. Por favor, por favor, me diga se eu fizer algo errado. — Ele pediu enquanto separava-se de mim e ficava meio que de joelhos na cama, mas apoiado ainda com as mãos no colchão, apenas assenti com a cabeça e ele estocou com força dentro de mim, arrancando um grito de surpresa e prazer de mim. Ele parou para me estudar e quando eu sorri, ele fez de novo, de novo e outra vez.

— Edwarrrrd! Oh, Edward... — Eu não sabia o que dizer, mas seu nome parecia uma prece saindo dos meus lábios cada vez mais alto a cada onda de prazer que meu corpo recebia dele.

— Tão macia. Gostosa. Quente. Minha — Edward estava cada vez mais solto comigo, quase selvagem, suas estocadas eram rápidas e fundas e eu não trocaria isso por mais nada no mundo. Comecei a choramingar e a gemer com os olhos fechados quando senti aquela queimação gostosa se aproximar de novo, meu estômago se comprimia e eu sentia meu orgasmo sendo formado outra vez, Edward também percebeu quando eu o apertei dentro de mim e praticamente urrou empurrando com mais força ainda e assim eu gritei, gritei e de repente explodi no orgasmo mais intenso que já tive na vida — Oh, isso, Bella, goze no meu pau. Goze pra mim. — Ordenou.

— Uhh, Edward!! — Eu berrei seu nome me contorcendo e tremendo embaixo do seu corpo e as estocadas agora totalmente irregulares e rápidas só prolongavam o meu prazer, até que ele se juntou a mim, gemendo meu nome. Chupando o meu pescoço e mordendo-o, Edward derramou-se dentro de mim e nós dois desabamos esgotados na cama.

Eu queria conversar. Agradecer por tudo seria ridículo demais, mas não queria dormir. Queria sentir mais dele. Sorri preguiçosamente para ele que veio para o meu lado, passando um braço por cima da minha barriga e eu fechei os olhos, apagando logo em seguida.

Notas finais
Esse homem sempre me dá um calor, que nossa... E aí, meninas. Foi bacana? Mais ou menos? Me digam! Só o que eu tenho a dizer é que estou com uma inveja da porra dessa Isabella :( Até o próximo!