Odisséia Grega
15 Capítulo 15
Notas iniciais
O quarto estava mergulhado numa penumbra e o silencio seria total se não fossem pelas nossas respirações ruidosas. Eu estava nervosa. Tinha gozado minutos atrás e já estava sedenta por mais prazer. Pelas mãos e toques daquele homem. Seus olhos verdes pareciam mais vivos que o normal, a luz do abajur dando a sua pele alva em um leve tom de dourado. Edward infiltrou sua mão direita no meu cabelo bagunçado, puxando a minha cabeça para trás outra vez.
E o jogo recomeça.
Ele cobriu a minha boca com a sua deixando a minha mente turva quando sua língua pediu passagem entre meus lábios. Estava com o meu gosto outra vez e eu não hesitei em traze-la pra mim, em chupa-la provando a nós dois ao mesmo tempo. Meus peitos estavam imprensados no seu peitoral e suas mãos me mantinham tão colada a ele, que não havia uma só chance de eu recusar nada que me fizesse.
Desci minhas unhas por suas costas, fazendo-o abafar um gemido nos meus lábios e o corpo dele estremecer. Edward massageava a minha nuca e acariciava a minha cintura, descia beijos molhados pelo meu pescoço pra depois ir subindo ao meu lugar especial na orelha. Eu tremia nos seus braços e ele sorria maravilhado pra mim e então o ciclo se repetia. Edward parecia um peixinho deslumbrado que se enrolou na própria rede, me sentia poderosa em deixa-lo atordoado daquela maneira e provocar naquele homem as mesmas sensações que sentia.
Óbvio que aquilo durou pouco, porque uma vez que ele se deu conta que estava perdendo o controle da situação, deu-me um último sorriso malicioso, me girou e jogou-me na cama de quatro. Empurrou-me até que eu estivesse no meio e quando tentei deitar, ele segurou o meu quadril e empinou a minha bunda, dando um tapa forte na minha perna que ardeu feito o inferno. Sua boca voltou para a minha pele, dessa vez nas minhas costas. Ele beijou a linha da coluna e desceu até a minha calcinha.
— Agora sim o seu castigo vai começar, Isabella — Sua voz quente veio aos meus ouvidos carregada de maldade e malícia — Você tem uma bela bunda aqui. O que acha de fazermos algo com ela hoje, huh? O que acha de ter o seu rabinho fodido por mim?
Santa porra. Eu tremi na hora e minhas pernas quase cederam. Edward colou sua pélvis na minha bunda, segurou-me pela cintura e começou a me puxar para trás, até conseguir me erguer e deixar minhas costas coladas ao seu peito. Meu corpo estava mole em seus braços, como massinha de modelar. Rocei em sua ereção e ele rosnou baixinho perto do meu ouvido. Dado o volume absurdo daquela calça, Edward estava prestes a ter um sério caso de bolas azuis.
Resolvendo tomar a iniciativa, me afastei alguns centímetros e cobri o seu pau com a minha mão, fazendo gemer com vontade dessa vez. Enquanto ele deixava beijos preguiçosos em meu ombro, eu o massageava por cima da calça, mas o que eu realmente queria era senti-lo esquentando em minhas mãos, pulsando pra gozar em mim.
Virei-me com cuidado até estar de frente pra ele. O homem era uma verdadeira visão! Parecia o pecado da carne em forma humana. Seu corpo era lindo, o rosto não tinha defeitos, o olhar, até a droga da postura... ele é capaz de fazer loucuras com a libido de qualquer uma.
Edward assistiu enquanto eu desabotoava e empurrava sua calça para baixo, lutando pra levar a boxer vermelha junto. Ambos ofegamos quando o seu pau saltou da cueca. Ele estava aliviado e eu, complemente extasiada. Sua glande rosada estava maior que o normal e brilhava coberta com um liquido quase perolado. O cheiro do seu tesão por mim me incendiou e eu não aguentei mais um segundo, passei a minha língua pela cabecinha do seu pau limpando todo o pré-gozo e gemendo como se fosse uma das coisas mais saborosas que provei.
— Coloca na sua boca. Deixa eu ver esses lábios cheios em volta do meu pau.
Gemi excitada e atendi ao seu pedido. Umedeci os lábios com a ponta da língua e desci a boca sobre seu membro, levando-o mais fundo que pude no momento. Enchi a minha boca com saliva e quando comecei a chupa-lo, ele deslizou bem mais fácil pra dentro e pra fora. Brinquei com meus dentes, arranhando a sua carne, recebendo seus urros e gemidos como recompensa.
O abdômen de Edward se contraia o tempo todo, o seu liquido agora fluía com mais frequência, derramando-se de vez em quando em minha língua e enquanto eu segurava em suas coxas másculas, ele empurrava o quadril na minha direção, fodendo a minha boca. Seus movimentos eram calmos no início, ele jogava a cabeça para trás e apreciava o calor, a maciez, mas logo que percebeu que eu gostava tanto quanto ele, agarrou meus cabelos em um rabo de cavalo e deslizou na minha boca com mais força, me fazendo engasgar.
Relaxei a garganta o máximo que pude e o levei mais pra fundo. Edward praguejou em inglês e em grego com aquele sotaque que me deixava louca, acabei aprofundando a penetração na minha boca e a essa altura o meu nariz já roçava nos poucos pelos da base do seu pau, levando-o à loucura e o meu sexo piscava por atenção, completamente banhado na minha própria umidade.
Afastei-me devagar e assisti com desejo ele saindo da minha boca completamente babado, deixando nós dois ligados por fios de saliva que se desfizeram assim que pressionei meus lábios e língua nas poucas veias protuberantes do seu pau grosso. Edward gemeu em agonia e me puxou para cima, nossas bocas bateram-se com violência, um choque de dentes, lábios e línguas enquanto ele apertava meus peitos e brincava com os pequenos bicos rosados, puxando e beliscando, engolindo cada choramingo meu.
— Edward! — Exclamei quando ele me empurrou novamente de quatro na cama, seu pau estava descansando em um lado do meu bumbum e outro lado ficou marcado com seus dedos de outro tapa ainda mais forte que o primeiro.
Gritei quando ele rasgou a minha calcinha, transformando-a em dois minúsculos trapos. Edward arrancou aquilo de mim e massageou o lugar aonde tinha batido, beijando-o também.
Fiquei completamente rígida quando ele abriu a minha bunda e seus beijos desceram pra lá. Estava mortificada de vergonha e não podia me mexer, porque suas mãos seguravam os meus quadris, mantendo-me firme ali a qualquer custo. Senti sua língua deslizando e forçando a entrada do pequeno anel.
Oh cara, ele ia mesmo fazer isso? Agora? Assim?!
A saliva dele escorria pelo pequeno buraco que já quase cedia investidas da sua língua. Era tão gostoso! Pensei que desabaria na cama quando seus dedos foram para a minha buceta molhada e massagearam meu clitóris enquanto ele lambia e beijava a minha bunda.
— Deliciosa. Não precisa ter medo, Isabella, não vou machuca-la... não de verdade. Basta aceitar que quando essa noite acabar, eu vou ter estado dentro de você em todo lugar — Dito isso, senti a cabecinha do seu pau brincando na minha entrada, banhando-se com o mel que escorria de lá em abundância e me pegando totalmente de surpresa, afundou-se dentro de mim. Gritei deliciada, mas com uma pontada de dor. Meu corpo não havia se acostumado ainda com seu tamanho, mas ele não parecia se importar. Começou a estocar violentamente, jogando meu corpo para frente e puxando-o para trás de encontro a cada investida — Eu nunca em toda a minha vida senti algo tão apertado quanto você. Mas que porra! — Rosnou.
Edward ia metendo e encontrando maneiras de enterrar-se ainda mais fundo. Eu me sentia completamente preenchida e gritava sempre que ele rebolava, como se tentasse inutilmente me a largar. Seu dedo começou a massagear a minha outra entrada, forçando e obtendo resultados.
Por que eu não pedia pra parar?
Era tão estranho. Mas tão bom.
Senti o meu tesão triplicar ao perceber que ele realmente estava dentro de mim naquele lugarzinho proibido, onde ninguém deveria mexer. Ainda sentia o seu gosto em minha boca e agora ele me preenchia por completo. O vai e vem do dedo de Edward naquele buraquinho apertado era incomodo, mas não chegava a doer, tornava-se extremamente prazeroso quando combinados com as estocadas na minha buceta.
Levei uma mão até o meu clitóris e esfreguei desesperadamente enquanto ele me empalava de novo e de novo. Edward seguia com sua fixação e puxava o meu cabelo, batia na minha bunda cada vez mais e às vezes deitava por cima de mim pra morder minha nuca, como um animal e cada maldita coisa me deixava mais perto da borda. Inferno de Cullen.
Minha cabeça estava enterrada no travesseiro onde eu tentava de alguma forma abafar os meus gritos. Edward brigou comigo e me bateu quando viu que eu me masturbava, disse que o orgasmo era dele e que eu só chegaria lá quando ele permitisse. Era uma tortura. Um verdadeiro castigo. Sempre que eu estava chegando pertinho, ele me impedia de alguma maneira
— Por favor... só me deixe... por favor!
— Quem está te fodendo, Isabella? — Ele respirava aos arquejos, mas me segurava tão firme quanto antes e eu gostava assim, não suportaria me separar dele agora.
— Você! Porra, Edward, você...
— Ahh, isso! Boa garota — Ele aproximou-se com os dedos da minha boceta e acariciou-o com maestria, me fazendo revirar os olhos e apertar o lençol nas mãos — Nenhum moleque fodido vai te ter assim. Sempre serei eu e ninguém mais. — Edward retirou a mão de lá quando meu sexo começou a apertar o seu, me frustrando outra vez.
— Seu filho da puta! — Gritei com raiva, o desgraçado riu ofegante e cobriu meu peito com sua mão, beliscando um mamilo, me fazendo gritar de novo. Edward me dizia coisas obscenas, comentários que me deixariam roxa de vergonha em outro momento, mas agora só contribuíam pra aumentar a minha necessidade de gozar, necessidade essa que ele freava o tempo todo.
Estava quase chorando de desespero quando de repente me senti vazia. Em todo lugar. Olhei para trás e vi que Edward havia se retirado de dentro de mim e vinha para o meu lado. Ele deitou-se de barriga para cima na cama e puxou-me para o seu colo. Rapidamente passei as pernas por ele, pondo-as uma de cada lado e deitei-me sobre ele para beijar sua boca.
Ele correspondeu ao beijo avidamente, foi duro e abrasador, sua mão entrava no meu cabelo, segurava a nuca e a outra fazia uma caricia gostosa nas costas. Eu levantei o quadril e com um impulso, fiz seu pau deslizar novamente para dentro de mim. Tomei o controle notando as vantagens que a posição me permitia. Separei a minha boca da dele e ergui o corpo para trás, mantendo-me sentada. Espalmei as mãos no seu peitoral forte e as usei como apoio para cavalga-lo.
Era bom demais.
— Assim mesmo, Bella. Quero vê-la me usar pra chegar ao orgasmo. Foda-me como eu fodi você. Engula, chupe o meu pau com essa boceta gostosa. — Fechei meus olhos e joguei a cabeça para trás, me deixei levar pela sensação do seu pau deslizando pra dentro e pra fora de mim, me completando, preenchendo, massageando a carne aveludada.
Edward já pulsava dentro de mim, eu podia sentir. Seu membro inchava e as veias do seu pescoço ficavam cada vez mais em evidencia pra mim. Rebolei nele, que gritou e apertou a minha bunda, abrindo-a, enfiando seus dedos ali. Segui rebolando quando tremores cruzaram o meu corpo. Eu gritei e convulsionei em cima dele, o orgasmo me rasgando em pedaços ao mesmo tempo que Edward me acompanhava, gemendo e grunhindo enquanto empurrava mais algumas vezes dentro de mim e derramava seu gozo, até que cai fraca e exausta sobre o seu corpo e seus braços me rodearam, abraçando-me com carinho. Edward beijou meu ombro diversas vezes enquanto nossas respirações normalizavam e bem devagar, virou nossos corpos, até que estivéssemos de lado, de frente um para o outro.
Senti uma vazio desconfortável quando ele saiu e quis rir por querer reclamar. O homem quase me esfolou viva essa noite e eu ainda queria tê-lo guardado dentro de mim. Fizemos acrobacias engraçadas pra poder tirar o edredom de baixo e nós e rimos enquanto nos enrolávamos com o tecido quentinho e fofo.
— Amanhã ainda temos muito o que conversar, mas agora eu só quero descansar e sentir seu corpo macio. Então boa noite, Bella.
Derreti complemente. Algo dentro de mim alegrou-se por vê-lo falar comigo livre de magoa ou raiva. Deitei meu rosto em seu peito, enterrando meu nariz na pele com seu cheiro particular e suspirei.
— Estou feliz. Boa noite, Edward. — Murmurei já com os olhos pesados e não consegui nem piscar duas vezes, antes de apagar sentindo seu abraço gostoso.
Afundei meu rosto no colchão macio fazendo uma careta com as voltas que o meu estômago estava dando. Experimentei abrir um olho, tudo estava escuro, mas era nítido que estava de dia. Eu não sentia mais tanto sono, mas a cama era muito convidativa e depois que um cheiro gostoso de bacon veio ao meu nariz, percebi que havia cochilado. Levantei devagar e sentei na cama jogando os lençóis brancos para o lado e expondo meu corpo nu. Coloquei meus pés no chão e caminhei devagar para o banheiro, a porra da minha cabeça martelava e o meu corpo parecia ter tomado uma surra. Cada bendito músculo doía.
Ignorei a grande banheira e fui direto para o box, regulei a temperatura da água e fui para debaixo dos jatos fortes de água quente. Depois de algum tempo relaxando, peguei o shampoo de Edward e despejei uma quantidade boa nas mãos, devolvi para o suporte e lavei meus cabelos tentando tirar todo aquele cheiro de bebida e suor. Usei seu sabonete também e revirei os olhos milhares de vezes a cada mancha que encontrava no meu corpo graças à ele.
Me senti meio fodida enquanto voltava para o quarto, porque não existia maneira no interno de eu usar roupa suja pra ir para casa, sem contar que o Cullen deixou a minha roupa intima em pedaços! Estava indo para o seu closet quando notei algumas sacolas grandes de lojas femininas em cima da poltrona. Apertei a toalha ao redor do meu corpo e fui até lá. Dentro, encontrei dois shorts, duas blusas, lingerie, calçados e muito mais do que eu precisava.
Enxuguei o meu corpo com a toalha e apressei-me em me vestir para encontra-lo logo. Ele me comprou roupas novas, talvez esteja de bom humor, certo? Quero dizer, se um homem depois de foder tanto quanto ele à noite passada ainda acordar bravo, é porque não é humano.
A roupa ficou bem em mim, mas optei por ignorar o sutiã, estava com os peitos doloridos demais pra ficarem presos o dia todo naquela coisa. O cheiro de café fresco foi ficando mais forte enquanto andava pelo corredor e logo meus olhos se deliciaram com a imagem de Edward usando apenas uma calça de moletom cinza escura enquanto depositava uma cesta de pãezinhos na mesa e conversava com seu assessor.
— ... sentido nenhum. Você tem certeza disso? — Ouvi a voz madura, mas suave do carequinha.
— Certeza absoluta. Eu não os quero aqui — Edward suspirou — Ao menos não ainda. Até porque isso não fará nada bem pra ela, então deixe como está.
Eu não fazia ideia do que estavam falando, mas ele parecia começar a se aborrecer, então resolvi me fazer ser notada e pigarreei. Os dois pares de olhos se voltaram para mim e eu sorri pra ambos em cumprimento. O sorriso de Edward foi uma lufada de ar fresco pra mim, já o outro me olhava meio contrariado, como se não concordasse em eu estar ali.
— Bom dia, senhores.
— Bom dia, Srta. Swan. Dormiu bem? — Jorge perguntou puxando uma cadeira para eu me sentar à mesa. Edward seguiu meu exemplo e sentou ao meu lado, na ponta da mesa. Ele segurou o meu rosto e beijou-me na testa. Sorri pra ele que começou a me servir com as mais diversas guloseimas em um prato raso.
— Bom dia. Muito bem, Jorge, obrigada. Vocês vão a algum lugar?
— Oh, não, querida. Eu só vim... esclarecer algumas coisas com o Sr. Edward e ajuda-lo com as compras, mas já estou de saída. Com licença.
Após uma sutil e educada "reverencia", saiu nos deixando a sós. Ainda sentia a tensão no ar, apesar de ter sido muito bem disfarçadas pelos dois.
— Como você está se sentindo? — Perguntou após tomar um gole de café. Eu abri um pãozinho e o preenchi com uma pasta rosada com cheiro de presunto.
— Bem melhor do que pensei que poderia estar, depois de toda aquela bebida, isso é uma certeza. E você... ainda está bravo comigo por causa de ontem?
— Está tudo bem, Bella. Você me acalmou direitinho na noite passada — Eu pude sentir todo o sangue do meu corpo indo direto para as minhas bochechas e Edward gargalhou deliciado com a minha capacidade de corar mesmo depois de tudo aquilo — Eu sei que nós não assumimos nenhum compromisso, você provavelmente vai me ver acompanhado de várias mulheres diferentes se procurar pelo meu passado, mas é isso que é, Isabella, passado. Eu não estaria com outras enquanto tivesse você me esperando aqui. E não admito... eu... eu não vou passar por um episódio como o de ontem de novo, entendeu?
— Eu sinto muito. É que apesar de tudo que fazemos e que temos, não nos conhecemos tão bem, Edward e eu me senti traída, por mais tolo que isso soe. Eu queria te dar o troco, mas ao chegar lá, simplesmente quis esquecer o que tinha visto e sentido. Nunca quis ficar com o Mike, ele é só um garoto...
Ele encerrou o meu discurso beijando meus lábios de repente. Minhas mãos seguraram seu rosto e eu aprofundei o beijo usando a língua para varrer sua boca. Agora sim, bom dia. O resto do café da manhã foi agradável, conversamos sobre Chicago e como andavam as coisas para a inauguração oficial da sede. Edward disse que estava marcada para o dia 28 desse mês e que tinha encontrado alguém de confiança para cuidar de tudo quando ele se ausentasse.
A manhã passou rápida, depois de tomar remédios para diminuir a dor de cabeça e o mal-estar que ia e voltava, nós saímos para almoçar e com a ausência dos paparazzi, ele comportou-se totalmente diferente, fazendo questão de segurar minha mão com carinho, me dar beijos repentinos e até andar de mãos dadas o tempo todo. Me irritou várias vezes comentando sobre como estivemos loucos na noite passada, frisando certos momentos embaraçosos e me matando de vergonha. Na volta, passamos no apartamento de Emmett e marcamos uma reuniãozinha com ele, Alice e seu namorado.
Naquela noite, descobri que a ausência da espirituosa Alice devia-se a os preparativos do seu casamento. Jasper e ela estavam noivos há dois anos e namoravam há muito mais tempo e a baixinha parecia muito ansiosa pra subir no altar, já tinha quase tudo pronto e até ajudou a desenhar seu vestido. Ela disse que gostaria de me ter lá e que se tudo desse certo, faria questão disso, o que seria uma oportunidade de ouro para conhecer a família deles. Emmett como sempre, fez a nossa noite, garantindo-nos um bom tempo e várias risadas, contando sobre suas conquistas, seus foras e algumas das aventuras com Edward. Era um tremendo de um macaco que pulava de galho em galho. Eu perguntei para eles como conseguiram me encontrar e depois de trocar um olhar significativo com o amigo, Edward apenas sorriu dando de ombros e brincou dizendo que me procuraria em todo o estado, se fosse preciso. Então tá, né? Em seguida, tão curioso quanto eu, perguntou como ficou a situação lá no pub depois que saímos.
Emmett gargalhou enquanto contava sobre como o pobre Mike vomitou na mesa de tanto medo e se encolhia toda vez que ele tentava ajuda-lo. Coitado! Eu senti pena, mas acabei rindo também. Eles debocharam por eu deixar um sujeito desse me beijar, mas foda-se, foi só um selinho demorado. Que coisa! Ele disse também que tentou de todas as formas chamar atenção da Rose, mas que a loira já estava acompanhada e satisfeita com o cara, então não lhe deu muita bola. Lógico que eu provoquei dizendo que ela jamais lhe daria uma chance, mas em minha cabeça, pensei que os dois eram tão diferentes que chegavam a combinar.
De volta ao apartamento de Edward, ele foi preparar um banho para nós enquanto eu abria um vinho e ligava pra Rose. Respondi as mensagens de Renée que estava em polvorosa com as visitas e pedia para que eu fosse mais cedo ajuda-la com a ceia.
— Bella... nós nunca falamos sobre isso, mas temo que estejamos sendo meio irresponsáveis, você não acha? — Ele perguntou enquanto puxava a água da banheira com as pontas dos dedos e trazia em pequenas ondas para o meu seio.
— Do que está falando?
— Nós nunca nos prevenimos em todas as vezes que ficamos juntos. Eu não costumo agir assim, mas você me deixa de uma forma que... — Edward falava meio hesitante, como se a qualquer hora eu fosse surtar e sair correndo dos seus braços.
— Estamos bem, Edward. Eu tomo pílula desde os 16 para ajudar com as cólicas. Eu era virgem, não estúpida — Afirmei dando uma risadinha depois e ele pareceu relaxar atrás de mim, passando a beijar carinhosamente o meu cabelo meio seco e meio úmido — Quais são seus planos para amanhã, afinal?
— Alice quer fazer uma espécie de jantar simples só entre nós aqui e ligaremos para os nossos pais. Nada demais, já que estamos longe de casa. E você? — Ele havia feito agora um coque com o meu cabelo, deixando minha nuca exposta para os seus beijos que me acendiam toda e não ajudavam em nada na minha concentração.
— Rose e eu vamos para a casa dos meus pais. Vocês são bem vindos, se quiserem aparecer por lá. Estamos com visitas, então devo ir mais cedo e ir embora depois da meia noite. Mas na casa de Renée sempre cabe mais alguém, acredite.
— Isso é muito gentil, ágape mou, mas usaremos esse dia para passarmos um tempo com nossos parentes. Estivemos distante nas últimas semanas porque estamos ocupados com coisas do nosso interesse, mas precisamos deles e eles de nós — Sua mão passeava pelo vale entre os meus peitos bem devagar e com cuidado para não toca-los — Mas eu adoraria que viesse para cá depois que sair dos seus pais. Posso mandar te buscar.
— Excelente ideia, Sr. Cullen. Mas que tal sairmos dessa água e nos esquentarmos na sua cama, com os nossos corpos bem colados e você entre as minhas pernas? Porque eu... — Edward não me deixou terminar e girou o meu rosto, beijando-me lascivamente, fazendo com que eu me esquecesse do frio, aquecesse de dentro para fora no instante seguinte e ele fez exatamente o que pedi. E muito mais quando chegamos ao quarto.
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