Odeio Amar Você.
32 Capítulo 32
Notas iniciais
COMO FOI O CARNAVAL DE VOCES?
O meu foi bem corrido, por isso não postei antes...
Mas o capitulo está ai...
espero que gostem.
*LEIAM AS NOTAS FINAIS*
Quando acabou a primeira música Justin olhou pra mim como se me perguntasse o que eu queria fazer agora. Outra música logo começou a tocar antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.
- Agente vai contunuar dançando assim? — O olhei perguntando. Eu sabia que esse momento calmo era apenas um lindo momento. Eu amava a agitação, loucuras, e eu tinha certeza de que ele estava comigo, mergulhando nessa ilusão toda.
-Não né? Agente eu gosto de olhar pra você, de te ouvir falando — Ele explicou ainda abraçado comigo, só que me olhando.
-Ah você podia cantar pra mim né? — Pedi animada. Ele ficou parado pensativo por alguns segundos — Ein J? Canta!
-Mas cantar o que?
-Não sei, canta alguma música sua.
-Sei lá shawty — Olhou pro lado meio desconfortavel.
-Você canta pra milhares de garotas e pro mundo inteiro mas não quer cantar pra mim? — Disse indignada mas sem deixar de rir com aquilo.
-Pois é, isso é estranho mesmo, acho que é a primeira vez que eu me importo com o que a pessoa vai pensar — Falou sem entender como podia estar dizendo aquilo pra mim.
-Ta brincando né?
-Não.... Tá eu vou cantar pra você, mas escolhe vai ter música.
-Canta a música que toca no Barney — Zooei ele. Na hora ele desfez o sorriso e me soltou. Eu não aguentei a carinha de tristeza dele e ri — Ah é brincadeira J!
-Já falei que é melhor você não brincar comigo Isabella Hilton — Falou com um ar serio.
-Porque? O que você vai fazer? — O provoquei me afastando dele.
-Eu posso fazer muitas coisas — Me olhou malicioso.
-Não tenho medo de você!
-Pois se eu fosse você eu teria, e muito — Ele veio andando atrás de mim com aquele olhar sapeca e seu sorriso voltando a aparecer.
-Não, nem pense em vir me fazer cosquinhas — Falei já lendo os pensamentos dele, que na mesma hora soltou uma risada deliciosa e moveu seus dedos fazendo cosegas no ar — Viu só como eu já te conheço.
-É, e é tão bobinha que nem começou a correr de mim ainda — Disse quando já estava a um passo de mim.
Olhei pro lado, onde estava a mesa. Havia um copo de água ali, não era muita. Então fui andando lentamente até ali e segurei o copo de uma forma em que ele nem percebeu.
-Agora você ficou sem saida — Falou se aproximando ainda mais.
-Tem certeza? Olha vou te dar uma chance pra desistir — Perguntei vendo que faltava pouco pra ele encostar em mim. Ele balançou a cabeça negativamente e mordeu os lábios — Não? Uma pena, não queria te molhar,você tá tão lindo.
-Molhar? — Questionou sem entender, e logo viu minha mão segurando o copo — Ah você não tem coragem!
-Duvida?
-Não! Eu sei que você vai jogar — Falou rindo e dando passos prá trás.
-Agora você foje? — Quando acabei a frase ouvimos um barulho imenso de um raio caindo.
Olhamos pro ceu, e não sei como, nem de que maneira uma nuvem imensa estava bem ali. O ceu tava tão limpinho no começo do jantar. De onde aquilo tinha vindo.
-Acho que nem vou precisar mais desse copo — Falei sentindo uma gota de chuva caindo no meu ombro e deixando o copo na mesa.
-Mas eu vou querer o copo — Ele disse indo até ali e o pegando.
-Se você jogar em mim...
-O que acontece?
-Dor garoto, muita dor — Denovo um raio caiu fazendo um barulho imenso. Era o anuncio de que a chuva iria cair a qualquer segundo.
-Vou te dar cinco segundos pra fugir de mim.
-Eu não vou sair correndo com essa roupa, e eu to usando salto.
-Não dá pra correr sem roupa aqui shawty, tem outros homens, vai ter que correr desse jeito mesmo.
-Não vou correr de você, isso é infantil — Falei rindo e senti mais uns pingos caindo em mim.
-Então ta — Deu ombros fingindo que ia largar o copo. Mas logo que se aproximou jogou a pouca água que ainda restava ali em mim.
-Você não fez isso — Falei fechando os olhos e balançando a cabeça.
-Ah eu fiz sim — Deu uma gargalhada imensa, e junto com ela veio a chuva.
Tirei minhas sandalias rapidamente as jogando em um canto. Justin estava rindo tanto que nem notou a chegada da chuva ainda fraca.
Os homens que tocavam, pararam e correram com os instrumentos para um local coberto.
Olhei pra Justin novamente e ele já estava se recuperando.
-Acho melhor você correr agora — Falei me aproximando.
-Olha só, ela tirou até os sapatos.
A chuva começou a cair fortemente nesse momento, acabando de me molhar completamente, e obviamente molhando Justin também.
Começei a correr atrás dele, que ria como uma criança de cinco anos. Ele era bem mais rápido, e o chão molhado não estava facilitando pra mim. Nos dois já estavamos ensopados. Os caras que nos serviram já haviam tirado a mesa dali, não sei como. E os que tocaram durante o jantar estavam nos olhando e rindo de um local coberto, mas nos os ignoramos e continuamos.
-Você não vai conseguir me pegar — Disse todo convencido. Na mesma hora ele escorregou com o piso molhado e caiu no chão.
Como eu estava bem atrás dele e correndo, também cai. Só que em cima dele. Assim que eu sai de cima dele omeçamos a rir loucamente, mas ainda no chão. Nem pareciamos mais crianças, nos ERAMOS literalmente crianças ali.
Quanto mais eu ria mais ele também ria. E quando ele ria e eu o olhava era uma alegria que não sei de onde saia. Algo anormal mesmo, uma felicidade sem motivos. E ai eu ria ainda mais.
Meu estomago estava dolorido de tanto que eu ria. Meu riso já havia perdido o som, e a falta de ar já chegava. A chuva agora já havia ficado mais forte do que nunca, ainda mais porque estavamos no alto. Ou não tinha nada a ver...
Deitei no chão já sem forças deixando a chuva cair sobre mim. Justin foi parando de rir aos poucos e se deitou ao meu lado. Me virei de lado pra ele, e era dificil velo perfeitamente naquela chuva.
Ele se aproximou de mim se levantando um pouco e ficando por cima de mim. Seu rosto impedia que a chuva caisse diretamente no meu, já que estava bem acima. Continuamos com os sorrisos nos lábios.
Estava frio, mas quando sua mão tocou meu rosto eu o senti queimar. Se aproximou com calma e me beijou. Levantei um pouco meu troco e ele me ajudou segurando minha cintura. Passei meus braços sobre seu ombro me juntando mais a ele. Sua mão que estava no meu rosto desceu até minha perna a puxando para que ela se encaixasse a ele.
Me sentei em seu colo fazendo com que nada nos separasse. Conforme aprofuncavamos o beijos, Justin passava sua mão sobre minha coxa em um movimento vai e vem me deixando arrepiada. Assim que sua mão subiu por baixo de meu vestido eu mordi seu labio inferior e joguei minha cabeça pra trás. Só ai me lembrei de que estavamos no chão, na chuva, e haviam pessoas nos olhando.
Tirei sua mão dali e separei nossos labios o olhando.
-Olha aonde agente ta — Falei elevando a voz para que ele pudesse me ouvir com clareza já que chovia forte.
-Não existe lugar certo pra se amar — Disse risonho.
-Não quando existem pessoas olhando — Mudei minha visão em direção ao local onde os musicos estavam, e Justin fez o mesmo. Assim que perceberam que estavamos olhando, se viraram de costas nos fazendo rir da situação.
-Vem, eu te ajudo a levantar — Disse me ajudando.
Quando levantamos a chuva ficou ainda pior com mais trovoadas.
Justin me deu a mão e corremos até a saida.
-Espera minha sandalia — Corri para pega-la enquanto ele ficou me olhando.
-Vamos sair daqui, você deve estar com frio — Me estendeu a mão e quando a peguei ele a puxou para si me fazendo o abraçar — Não vai colocar? — apontou para as sandalias.
-Não, elas estão molhadas — Dei ombros.
-Deixa que eu levo então — Falou as pegando — Alias você está inteira molhada — Me analisou de cima a baixo.
-E você não tá diferente viu?
-Agente precisa tirar essas roupas.
-Tira esse terno, ta ensopado -Apontei pra ele — Vem cá, eu te ajudo.
-Poxa agente nem comeu a sobremesa — Reclamou fazendo bico enquanto eu o ajudava a tirar.
-Calma nenem, os doces do mundo não vão acabar hoje!
-Acho que vou tirar essa camisa também — Olhou para a roupa branca já trasparente grudada em seu peito.
-Você tava tão lindo com essas roupas — Falei acabando de desmanchar meu penteado e soltando meus cabelos e os torcendo em seguida.
-Então preciso das roupas pra ficar lindo? — Me olhou arqueando as sombrancelhas enquanto desabotoava os botões.
-Claro que não, é que você parecia mais descente — Falei me aproximando e ajudando ele a desabotoar sua camisa.
-Adoro quando você tira minha roupa — Me olhou como se pedisse algo.
-Cala a boca garoto, nem tente me seduzir — Ri de seu olhar sapeca.
-Você que vem tirar minha camisa e eu que to te seduzindo?
-Ah para vai, agente tem é que ir embora daqui logo, você viu como está chovendo forte? Depois fica pior pra gente sair daqui. Aonde estão os caras que estavam com a gente? — Falei olhando em volta e não vendo ninguém.
-Devem ter ido embora — Disse despreocupado.
-Como assim embora?
-Embora úe, eu os mandei ir embora, olha não tem problema shawty, é só agente sair daqui agora e tá tudo bem — Falou enquanto tirava seus sapatos e meias — Só queria saber de onde veio toda essa chuva do nada.
-Quando eu era bem pequena e chovia eu falava que era porque deus estava tomando banho — Contei a ele me lembrando da infancia — É ridiculo mas, eu falava.
-Serio? — Me olhou sorrindo e eu assenti — Eu nunca pensei nisso, acho que foi só agente que tomou banho — Pegou seus sapatos e os meus os segurando e me deu a mão — Vem o elevador e por aqui.
Enquanto ele me guiava pelo corredor era possivel ouvir o barulho forte da chuva. Eu ainda não conseguia entender de onde aquilo tudo tinha vindo.
Justin apertou o botão do elevador e esperamos uns segundos até ele se abrir. Logo entramos e ele apertou o botão do terreo.
-Esse elevador é grande né? — J disse olhando em volta.
-Pois é eu acho que nunca.... — Do nada a luz do elevador se apagou e sentimos que ele havia parado, mas pelo tempo em que haviamos entrado era obvio que ele não estava no andar certo — Ah não J, o elevador parou — Levei a minha mão a cabeça e procurei por algum ponto de luz — Você tá com seu celular ai? — Ele não respondeu — Justin?
-Eu não sei como é que eu vou dizer isso, mas eu sou claustrofobico, e eu deixei meu celular na limosine — Eu não era uma especialista no assunto, mas sabia que quem tinha isso, não ficava muito avontade em lugares fechados por muito tempo. E bom, não sabiamos quantos tempo iamos ficar ali.
-Calma J, onde você tá? me da a mão? — O procurei naquele escuro infernal e logo o achei o abraçando. Seu corpo ainda estava molhado, mas ele já não usava mais sua camiseta — Relaxa meu J, olha não pensa em nada, fecha os olhos. Já já agente vai sair daqui, eu tenho certeza.
Aquelas palavras serviam para ME reconfortar também, já que eu tinha medo de escuro. Pedi a Deus que me ajudasse ali, e na mesma hora me lembrei que todo elevador tinha aqueles telefones de emergência.
-J você ta bem?
-Ahan — Foi a unica coisa que ele disse.
-Então segura a minha mão, e eu vou tentar achar o telefone desse elevador — Assim que ele a segurou fui batendo a mão nas paredes do elevador até que senti os botões, e então eu sabia que estava perto. Desci um pouco mais e achei.
Rezei mentalmente para que tivesse linha, e o peguei. Por sorte tinha.
-Oi? Tem alguém ouvindo? — Falei com esperança.
-Ola?
-Senhor estamos presos no elevador, será que alguém pode nos ajudar?
-Ah lamento, mas acabou a energia aqui da rua por causa da chuva, mas vou providenciar, dentro de mais ou menos duas horas alguém...
-Duas horas? — O interrompi — O senhor não pode arrumar alguém mais rápido?
-Lamento mas a energia não funciona, é um milagre que esse telefone esteja funcionando, mas é em função do gerador — Explicou o homem com a maior calma do mundo — Mas não se preocupe assim que a tempestade passar você saira dai rapidinho.
-Ta bom — Foi a unica coisa que saiu, e eu deixei o telefone em seu devido local.
Como é que eu ia falar pro J que agente ainda ia ter que ficar presos ali por duas horas?
Notas finais
Isso me deixa muito triste, então por favor colaboreeeeeeem
Um continua já me faz sorrir viu?
É isso ai, deixem reviews, recomendem façam tudo...
adoro vocês leitoras fies.
beeeeeijos
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