Odeio Amar Você.
33 Capítulo 33
Notas iniciais
peço mil desculpas aos leitores que sempre estão comigo.
não vou ficar prometendo postar logo porque nunca da certo...apenas irei postar o mais rapido possivel.
amo essa historia e vou me empenhar nela.
não vou mais implorar por review não, quem gosta deixa, e ganha meu amor e consideração doishsdhoi
obrigada por a quem leu isso. não esqueçam que adoro vocês e a fic.
sorry por não da explicações. estou sem tempo, no proximo cap explico melhor.
*esse cap tem sex. não quer ler, aguarde o proximo*
*erros de portugues são porque a preguiça é maior que a revisão*
BOA LEITURA
-Justin, acho que vai demorar um pouquinho pra sairmos daqui...
-Eu ouvi... — Me interrompeu — Duas horas.
- Então, acho melhor agente sentar — Falei com calma com medo da reação dele. Meus olhos já estavam se acostumando com o escuro e eu já podia ver melhor como o Justin estava, e ele ainda estava de olhos fechados.
-Ta, vamos sentar então — Respondeu sem abrir os olhos se sentando — Onde você ta? — Perguntou me procurando com as mãos.
-To aqui — Toquei em seu ombro mostarndo — Vou me sentar bem atrás de você — Me sentei e puxei o meu vestido um pouco pra cima pra sentar melhor. Ninguém ia ver mesmo.
-Não shawty, vem aqui comigo, vem no meu colo — Tadinho, ele estava aflito ali. Deve ser ruim pra quem tem esses medos...
-Jay fica calmo, eu vou fazer uma massagem em você ta bom? Tenta não pensar em nada e já já agente vai estar saindo daqui — Eu não era muito boa em amenizar situações desse tipo, então decidi fazer alguma coisa que eu soubesse.
Eu adorava fazer, e receber massagem. Mas quem tava precisando mesmo ali, era o J. E bom, eu tinha aprendido a fazer massagem em uma das sessões de relaxamento que eu fiz. Era mais pra aliviar as tensões diarias mesmo. Começei a fazer os movimentos nas costas dele com as costas da mãos em movimentos circulares. Continuei fazendo isso por alguns minitinhos desde o começo até o fim de suas costas. Depois fiz movimentos com o polegar.
-Relaxa J, você ta tenso — Falei e logo ele soltou mais os ombros.
Como minhas unhas estavam grandes resolvi passa-las suavemente pelo pescoço dele. Todo mundo adora essa sensação. Bom pelo menos eu adoro. Você sente um arrepio tão, mas tão gostoso, até a nossa alma se arrepia. Então começei a fazer no J. E ele logo movimentou os ombros pra cima se arrepiando e deixou um risinho escapar.
-Olha só isso, eu ouvi bem? Foi uma risadinha? — Disse sem parar com os movimentos.
-Talvez — Respondeu. E pelo tom de voz dele, ele já estava mais calmo.
Continuei passando a pontinhas das unhas nas costas dele e ele já estava todo relaxado. Então encaixei minhas pernas em volta de sua cintura, e ele logo as segurou massageando. Subi minhas mãos até sua cabeça e fiz um cafune no local.
Comecei a beijar suas costas, depois seu ombro, em seguida seu pescoço. Então J deitou sua cabeça para trás a encostando na minha. Beijou minha bochecha, e logo encontrou meus lábios os tomando-os aos seus.
Ele foi se virando de frente pra mim, sem descolar nossos lábios. Encaxei novamente minhas pernas a cintura dele, só que dessa vez de frente. Sua mão direita segurou meu rosto aprofundando o beijo, e a esquerda começou a subir pela minha coxa.
Passei a mão por todo seu peitoral desnudo e desci até sua calça. Procurei pelo fecho, e logo o achei o abrindo. Pude sentir seu membro, ainda por cima da calça ficando endurecido, o que me deixou molhada.
Sua mão subiu ainda mais chegando até minha calcinha, me fazendo soltar um gemido abafado sentindo seu toque. Ele rapidamente a puxou pra baixo, descolando seus lábios dos meus por um instante, e eu mexi minhas pernas o ajudando. Assim que conseguiu tira-la dali voltou sua mão a minha intimidade começando a estimular meu clitóris. Arranhei suas costas na mesma hora, fazendo com que nossos corpos se juntassem mais. Pendi minha cabeça para trás quando seus dedos começaram a fazer pressão sobre o local. Justin soltou um riso malicioso e logo começou a beijar meu pescoço sem parar com os movimentos. Eu estava sentindo meu corpo todo gelar por dentro, e então ele introduziu seus dois dedos em mim de uma só vez me fazendo gemer de tanto prazer.
Justin fazia movimentos que começaram devagar me provocando, e ele não parava de chupar meu pescoço. Com sua outra mão livre ele apertava meu seio com agilidade, e mesmo que ainda por cima do vestido, e sutiã, seu toque ainda era a coisa que eu mais desejava no mundo. Era como se eu pudesse sentir cada toque seu como um choque queimando minhas veias e as deixando quentes. Apertei ainda mais suas costas que a aquela altura já estariam roxas e então ele movimentou os dedos mais rápidamente. Eu logo senti que ia gozar, e não demorou muito para que isso ocorresse.
Sentindo meu liquido, Justin levou seus dedos a boca os chupando. Desceu até minhas coxas as beijando até chegar a minha intimidade. Sem fazer joguinhos começou a me chupar com força me deixando ainda mais exitada. Minhas mãos foram automaticamente até seus cabelos os puxandos. A medida que sua lingua se percorria cada canto da minha intimidade, tocando cada ponto fraco eu gemia seu nome, o que na minha humildade opinião era uma motivação pra ele. Nenhum outro garoto conseguia me deixar assim, nenhum toque era gostoso como o dele. Naquele ritimo eu logo gozei novamente, e ele não deixou uma gotinha pra trás.
Procurei por seus lábios em seguida com pressa. O beijei como se aquela fosse nossa ultima vez. Desci minhas mãos até sua calça e a desci juntamente a sua cueca box. Quando toquei seu membro senti um tesão imenso em ver o quão duro estava, eu precisava dele dentro de mim. O apertei e ele soltou um pequeno gemido.
Justin já estava nu na minha frente, e acho que quando ele mesmo percebeu, e viu que minha roupa ainda estava sobre meu corpo, ficou louco pra tira-la logo. Então suas mãos passaram pelas minhas costas com pressa procurando por um zíper.
-Você não vai achar — Disse enquanto sua boca tocava meu pescoço — Não tem.
-Então me ajuda a tirar isso logo, antes que eu rasgue — falou como uma voz rouca que me deixou ainda mais exitada. "Esse é o meu garoto".
Soltei um riso um tanto quanto safado com a última frase dele. Até ele tinha que admitir que essa de elevador quebrado foi uma boa. Eu estava amando... Literalmente. Meio segundo depois que Justin parou de falar, suas mãos já estavam levantando a barra do meu vestido, então logo o ajudei levantando as mãos para que o tirasse por completo.
Justin passou a mão por cima dos meus seios cobertos pelo sutiã rendado, como se tentasse ve-lo com as mãos, já que estava tão escuro e seria dificil enxerga-lo. Por um segundo ele ficou parado, apenas a ponta de seus dedos se moviam sobre a renda em meu peito.
-Estou te imaginando nele — Justin e logo em seguida soltou um suspiro — De que cor é? — Perguntou me fazendo rir novamente, ainda com sua mão parada ali.
Cheguei mais perto dele. Segurei suas costas e puxei meu corpo pra mais perto do dele. Levei minha boca até seu ouvido e só então respondi em um sussuro.
-Vermelho.
-Mas que merda de escuro — Falou sem elevar a voz ou algo do tipo. Então suas mãos se voltaram as minhas costas finalmente tirando meu sutiã e o jogando ao chão.
Seus dedos desceram as minhas costas suavemente repousando na minha cintura e trazendo meu corpo para si. Quando já estava perto o suficiente, suas mãos passaram pelas minhas coxas as separando. Abri minhas pernas e as encaxei na cintura dele. Então, finalmente o senti dentro de mim. Era como se a ligação que tinhamos um com o outro tivesse sido conectada.
Agarrei suas costas envolvendo seu pescoço, enquanto suas mãos apertavam minha bunda ajudando nos movimentos. Minha cabeça ficou apoiada acima da dele, eu subia e descia com calma em seu colo, o que me deixava ainda mais desnorteada.
Sua boca começou a sugar meus seios, sua lingua fazia movimentos cirulares em torno do bico do meu peito. Meu corpo insistia em seder a cada desejo dele. Correspondia a cada toque. Começei a acelerar o ritmo dos movimentos freneticamente. Estar junto dele daquela forma me deixava completamente louca, nestaugiada, sem chão.
Segurei suas costas com firmeza. Levatei seu rosto a procura de sua boca, apenas para encosta-la na minha, apenas para senti-la ali, já que era impossivel beija-lo completamente em função dos movimentos.
Senti minha vagina se contorcer tocando ainda mais o membro dele. Eu pulava em seu colo, e cada gemido dele, cada toque, me dava mais e mais desejo. Rebolei ainda mais sobre ele e logo senti seu liquido me preencher. Aquilo foi o que faltava para que eu gozasse novamente, e pronto.
Sai de cima dele e relaxei por um segundo. Em seguida ele procurou por meus lábios novamente e cedi. Uma nova batalha foi traçada por nossas linguas, até que passei minha mão por seu membro e não resisti. Parti o beijo e desci rapidamente até ele. Quano o toquei Justin estremeceu. Da mesma forma em que ele já conhecia meus pontos fracos eu sabia os dele. Deixei o devagar pra trás e logo movimentei minha boca rapidamente sobre seu membro, movimentando pra cima e pra baixo sugando cada canto.
Ele logo tratou de segurar meus cabelos. Equanto eu o chupava segurei suas bolas as acariciando, e então ele soltou ainda mais gemidos e sua respiração se descontrolou. Parei minha boca na cabeçinha deixando minha lingua fazer movimentos circulares por ali. Minha mão fez o resto e ele logo gozou. Eu acho que nunca quis tanto um gozo na vida.
Justin puxou meus cabelos com brutalidade pra cima e assim que conseguiu encontrou minha boca com a sua em um choque. Um beijo nada calmo e comum começou novamente, sua lingua estava quente e era ainda melhor. Ele me pegou no colo e me levantou com uma força que eu já não tinha mais.
Fui jogada contra uma daquelas quatro geladas paredes e o barulho do elevador foi intenso. Cheguei a pensar que algo pudesse dar ainda mais errado mas passou no mesmo instante em que ele voltou a tomar minha boca. Suas mãos puxaram minhas coxas pra cima com agilidade. E como se ele já soubesse exatamente qual era o local me penetrou. Sem rodeios, estava forte, entocando sem dó. Fui obrigada a arranhar cada parte da costas dele enquanto ele entrava e saia de mim com rapidez.
-Mais forte meu Jay, acaba comigo — Supliquei entre gemidos e foi o sinal verde para que ele prosseguisse com ainda mais vontade.
Naquele ritimo ainda mais acelerado, com suas mãos apertando minhas coxas e minha bunda simultaniamente, eu iria chegar ao orgasmo facilmente. Várias entocadas fundas depois eu explodi, meu liquido desceu como lubrificante. Eu já não tinha mais forças pra absolutamente nada. Minhas pernas estavam tremulas e tive que me segurar nele para não cair. Ele deu mais duas entocadas e gozou também.
Achei que fossemos cair. Mas ele me segurou com calma e nos fez deitar no chão por cima de onde nossas roupas estavam jogadas. Me deitou sobre seu peito e ali fiquei. Ouvindo a melhor música que já poderia ter sido feito, a melhor melodia. As batidas do seu coração pulsante, que sairia correndo caso musculos não estivessem a sua frente. Sua respiração batendo como vento por cima de meus cabelos. Sentia seu corpo quente, suado e nu junto ao meu. Sentia o cheiro de seu perfume logo abaixo de seu pescoço, levantei um pouco minha cabeça para sentir melhor. Depositei um beijo ali. Senti um sorriso se formar por aqueles lábios e então ele beijou o topo da minha cabeça.
Ficamos ali até nos recuperar totalmente. Tomamos juizo e então levantamos dali nos vestindo caso o elevador voltasse a funcionar. Alguns minutos depois as luzes voltaram. Nos olhamos imediatamente e sorrimos. As portas se abriram e então ele me ajudou a levantar do chão aonde estavamos. Segurei sua mão e ele me puxou me dando um selinho.
-Sabe... Até que eu gosto de elevadores — Disse risonho juntando meu corpo de lado ao seu e segurando minha cintura.
-Bobinho.
Um homem logo apareceu do nada e nos fez mil perguntas sobre se estavamos bem, ou até porque estavamos molhados (suados no caso). Depois disso voltamos pro hotel e ficamos discutindo em que quarto iriamos dormir. Mesmo não querendo, J me deixou ir ao meu quarto tomar banho sozinha para pegar um pijama, por sorte ele respeitou o fato de eu estr acabada e querer ir sozinha. Fui até o quarto dele assim que acabei e pulei em suas costas quando o peguei escovando os dentes já de samba cansão e todo cheirosinho. Ri quando ele resmungou algo juntamente a um "mas eu gosto" sobre suas costas arderem em função dos meus aranhões. Acabamos rindo ainda mais da noite louca no fim das contas. E então adormecei ao lado da única pessoa que preenchia minha mente no mundo nesse momento. Ele.
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