Notas iniciais
O capítulo tá pequeno porque eu estou magoada com vocês, leiam as notas finais e entenderão. PRÓXIMO CAPÍTULO COM 22 REVIEWS OU MAIS; QUANTO MAIS REVIEWS, MAIS RÁPIDO EU POSTO OK?
O próximo capítulo terá cenas de sexo, vou logo avisando...
Boa leitura (:

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– Narrado por Taylor Momsen. -


Abri meus olhos numa velocidade extraordinária, e com tal ato, permiti-me ficar um tanto surpresa comigo mesma. Ao sentar-me e bocejar, não consegui identificar a imagem de Justin Bieber sorrindo para mim. Fiz careta; não havia ficado feliz com aquilo, nem um pouco. Levantei-me e enfiei minhas mãos dentro de meus cabelos, em uma tentativa falha de ‘penteá-lo’. Percebi que eu precisava de um banho o quanto antes, e foi então que estranhamente, senti saudades de minha casa. Dei de ombros e peguei uma maçã de dentro de minha bolsa, mordendo-a em seguida. Naquele momento, senti uma falta enorme da famosa e deliciosa pizza.


– Bom dia, Tay. – rouca e ao mesmo tempo angelical; um misto perfeito de lúxuria, mistério e doçura, misturado de uma forma fantástica. Essa era a voz de Justin, ou apenas Jus, como certamente eu preferia chamá-lo. Seus olhos de tom castanho-escuro, quase mel, encararam-me, esperando pela resposta que eu simplesmente não conseguia dar. E era tudo culpa dele; Justin me causava este nervosismo repentino sempre que estampava aquele sorriso em seus lábios perigosamente convidativos.


– Bom dia, Jus. – respondi simplesmente.


Desviei minha atenção para minhas próprias unhas, por incrível que pareça, ainda perfeitamente pintadas de um preto metálico, meu esmalte preferido. Dei mais uma mordida em minha maçã, tentando ignorar os olhares penetrantes e constantes de Justin sobre mim. Até que chegou um momento em que não agüentei segurar aquela pergunta, não mais. – O que foi, perdeu alguma coisa? – Perguntei, usando um tom rude, e ao mesmo tempo sarcástico.


Ele sorriu, me abraçando de lado e apoiando minha cabeça em seu ombro. Naquele momento, não havia serial killer, não havia medo ou frustração, não havia “o meu pior pesadelo”. Havia apenas nós dois e um sentimento enorme que crescia cada vez mais dentro de mim, sentimento esse ao qual eu implorava que não fosse o que eu suspeitava.


– Taylor? – despertei-me de meus devaneios fúteis e encarei seus orbes castanhos.


Eles estavam diferentes. Havia um brilho ali, ao qual eu não conhecia. Seu rosto, no momento levemente iluminado por poucos raios solares que teimavam em tocar sua pele, nunca esteve tão parecido com uma obra-prima feita por anjos ou algum outro ser celestial. Ele estava perfeito, como sempre esteve e como sempre estará.


– Hm? – me senti uma idiota por aquilo ter sido a única coisa que conseguira sair de minha boca.


Mas o que, afinal, eu poderia fazer? Ele me fazia perder totalmente a concentração. Mordeu o lábio, em um ato provocante e sexy. Seus olhos me encaravam vidradamente, e eu não podia negar; em milésimos de segundos, ele conseguira me deixar inexplicavelmente hipnotizada. Suspirei. Ele sorriu.


– Você é tão... – fez uma pequena pausa, um tanto que dramática e engraçada. – Linda. – concluiu.


Minhas bochechas queimaram um pouco, fazendo-me ter certeza de que haviam ficado vermelhas. Minha atenção voltou-se para o chão, e um sorriso envergonhado tomou conta de meus lábios. Suas mãos – grandes, macias e quentes – tocaram meu queixo e ergueram minha cabeça, e só então me dei conta do quão perto nossos rostos estavam. Remexi minhas mãos sobre meu colo, incomodada com a pouca distância que havia entre nós. Observei seus olhos fecharem devagar e sua boca aproximar-se da minha. Meu corpo, naquele instante, parecia apenas uma rocha extremamente dura e “congelada” no tempo.


Seus lábios logo tocaram os meus lentamente, grudando-os levemente em um selinho demorado. Meu corpo fora amolecendo, e sem pensar, também fechei meus olhos. Sua língua pediu passagem, e eu hesitei em ceder, mas logo o fiz. Suas mãos entrelaçaram minha cintura, e quando me dei conta de que minhas mãos continuavam sem movimento algum as posei em sua nuca. Meus dedos enfiaram-se em seus cabelos sedosos e puxou-os de leve, enquanto suas mãos apertavam minha cintura em um ato excitante.


Meu corpo simplesmente movia-se sozinho e sem minha permissão. Eu tinha consciência do que acontecia e do que estava por vir, mas não conseguia parar. E o incrível de tudo aquilo era que parecíamos não precisar de oxigênio, pois era como se um fosse o ar do outro.


Era esquisito, mas real.


Partimos o beijo, e depois de três ou quatro selinhos, começamos outro. Justin começou a andar ainda durante o beijo e meus pés acompanharam seus passos com um pouco de dificuldade, e logo minhas costas trombaram com algo duro. Deduzi que fosse alguma árvore. Estava tão concentrada nos lábios de Justin, que mal percebi suas mãos apertarem minhas nádegas cobertas pelo shorts – um tanto curto, devo acrescentar.


Justin acelerou ainda mais o beijo, o que me deixou ainda mais nervosa. Eu não era mais virgem, mas também não era uma das mais experientes. De repente, senti uma umidade em minhas partes íntimas, e sabia bem o que isso significava. Parti o beijo e Justin pareceu não se importar pois seus lábios foram diretamente para meu pescoço. E enquanto ficava cada vez mais excitada com suas mordidas e chupões em meu pescoço, permiti-me transferir minha atenção para algo que no momento era quase impossível de não ser notado; seu membro.


Me senti uma vadia – o que, de alguma forma, eu era – ao dar-me conta do que realmente estava acontecendo. Justin e eu estávamos prestes a transar, isto era errado, não é? É claro que sim. Eu não podia me envolver com alguém enquanto um serial killer estava prestes a me matar, e consequentemente, matar o Justin. Eu posso até estar sendo precipitada, mas eu não posso arriscar, certo?


– Justin... – empurrei-o com uma de minhas mãos e o mesmo olhou-me. – Eu não sei se devémos, ãhn, você sabe. – completei.


Justin respirou fundo e por um momento, achei que ele fosse se afastar. Mas isto não aconteceu. Jus aproximou-se de meu ouvido e sussurrou algo que, sinceramente, me fez esquecer totalmente do mundo.


– Apenas... – pausou dramáticamente. – Seja minha. – sussurrou.


Voltou-se para mim, colando nossas testas logo em seguida. Sorri instantaneamente. Algo me disse que eu deveria apenas... Aproveitar.


Notas finais
Galera, cadê os reviews hein? Poxa, eu estou muito decepcionada com vocês. Eu quis fazer algo diferente e coloquei a Caitlin narrando e ainda assim, vocês deixam poucos reviews? Na boa? Nunca estive tão triste com vocês antes, é.
xoxo, DangerousB.