Obscure
15 Fourteen - I like you?
Notas iniciais
ATENÇÃO: O CAPÍTULO A SEGUIR CONTÉM CENAS DE SEXO, POR TANTO, LEIA SE QUISER!
- Narrado por Taylor Momsen. -
Tesão. Esta palavra descrevia exatamente o estado em que Justin e eu nos encontrávamos. Nossas respirações estavam ofegantes e nossos corações incrivelmente acelerados. Nossos corpos movendo-se em uma sincronia perfeita deixavam tudo ainda mais perfeito. Estávamos excitados, extasiados, encantados. Respirei fundo, tentando manter minha postura de “durona”, mas tal ato era quase impossível.
Justin provocava-me com leves mordidas no pescoço e selinhos perigosos. Já não reconhecia o garoto fofo e visivelmente inocente de antes. Aquele Justin não era o que conhecera alguns dias antes; aquele era um Justin mais experiente, mais sexy... Mais perigoso. Eu estava, definitivamente, adorando tudo aquilo.
Enfiei minhas mãos por dentro da camisa de Justin, arranhando o abdômen do mesmo com minhas unhas devidamente grandes. Senti-o arrepiar-se, e sorri instantaneamente. Agora era a minha vez de comandar a situação. Desvencilhei-me de Justin e empurrei-o contra a árvore, fazendo com o que o garoto desse um sorriso malicioso. Beijei-o ferozmente, nem ao menos pedindo permissão, pois sabia que ele cederia de qualquer forma. Nossas línguas travavam uma batalha gostosa, enquanto suas mãos passeavam por minhas costas, deixando-me arrepiada vez ou outra.
A brisa leve que contornava nossos corpos quebrava tudo o que fosse subliminar, deixando um ar totalmente romântico. Minhas mãos tremulas e frias, procuraram a bainha da camisa de Justin, com a esperança de tirar logo aquele pedaço de pano que me impedia de entrar em contato com mais um pouco de sua pele. Meus dedos levantaram sua camisa até, mais ou menos, seu tórax, e ele ergueu os braços, facilitando meu trabalho. Depois de retirada de seu corpo, sua camisa foi jogada no chão por mim. Minhas mãos logo se voltaram ao corpo quente de Justin, massageando-o onde podia.
Enquanto seus lábios beijavam cada canto de meu pescoço, permiti-me pensar no quão era perigoso o que estávamos fazendo. Eu sabia que o serial killer estava nos observando. Eu sentia seu olhar queimando sobre minha pele. De alguma forma – esquisita e definitivamente desconhecida por mim – algo me dizia que ele – seja lá quem for – não estava nada feliz com o que seus olhos viam. Mas eu não me importava, não podia me importar. Não agora.
Interrompi meus devaneios quando uma onda de arrepios tomou conta de meu corpo. Encarei o corpo completamente desnudo à minha frente, e ao olhar para mim mesma, dei-me conta de que meu corpo também não estava coberto por nenhuma peça de roupa. Bieber era extremamente rápido, devo confessar.
Meu olhos, parecendo ter vida própria, não conseguiram conter a vontade enorme de observar o membro de Justin Bieber. Estava convidativo, precisando urgentemente de atenção, duro como pedra. Imagens do garoto à minha frente me fodendo loucamente em vários lugares – até os mais inimagináveis – invadiram-me rapidamente. E novamente, me senti uma vadia por estar tendo tais pensamentos com ele.
Puxei-o para mais um beijo, e em um movimento rápido, Justin trocou de posição. E lá estava eu, encurralada novamente, precisando urgentemente que fossemos direto “ao ponto” e deixássemos as malditas preliminares para trás. Excitada, puxei seu corpo ainda para mais perto – como se fosse possível – e em retribuição, seu membro tocou minha coxa de leve. Suas mãos movimentaram-se em minhas costas traçaram um percurso excitante até minhas nádegas, onde ele fez questão de dar apertões e leves tapas.
Aproximou-se de meu ouvido e sussurrou:
- Acho que as preliminares devem acabar aqui, concorda Taylor? – senti uma onda choques ainda mais intensa do que as anteriores vagar por todo meu corpo ao perceber o quão sexy foi a forma ao qual ele pronunciou meu nome. Não consegui fazer nada, a não ser afirmar levemente com a cabeça.
Ele sorriu maliciosamente. Fez impulso para que eu entrelaçasse minhas pernas em sua cintura, e sem hesitar, o fiz. Entrelacei seu pescoço com meus braços e fechei os olhos, esperando animada e ansiosamente a onda de prazer que tomaria conta de meu corpo em seguida. Justin enfiou sua cabeça na curva de meu pescoço, e no mesmo instante, fui penetrada. Simplesmente não consegui conter, e um gemido incrivelmente alto saltou de minha boca.
Seu membro saia e entrava dentro de mim novamente, seguidas vezes. Eu o sentia perfeitamente dentro de mim. Arranhava suas costas com pudor, sem me preocupar com as marcas que ficariam um bom tempo no local; Aquele era o único jeito que eu tinha de ao menos tentar me conter, e bom, digamos que não estava funcionando muito bem, pois meus gemidos continuavam altos e provavelmente irritantes. Justin, por sua vez, soltava gemidos baixos – e conseqüentemente, excitantes.
- Justin. – sussurrei – gemi, para ser mais exata –, incapaz de completar o que iria dizer. Minhas costas batiam ritmadamente contra aquela árvore, variando de acordo com a força ao qual Justin me penetrava. Meus gemidos, no momento, já soavam sem a minha permissão.
- Isso Taylor. – disse, em meio à gemidos. – Geme para o seu Justin. – e bastou aquelas malditas palavras serem pronunciadas para que eu ficasse ainda mais excitada.
Finquei minhas unhas em suas costas, deixando-as no local por alguns segundos. À medida ao qual ele me penetrava, eu sentia meu ápice ainda mais próximo. Minhas pernas ficavam cada vez mais bambas à cada penetrada. Fechei meus olhos fortemente. Nossos corpos ficaram rígidos, e aquela sensação maravilhosa pré-gozo tomou conta de mim. As paredes de minha intimidade contraíram-se e em seguida eu senti meu líquido descer calmamente.
Justin deu mais algumas entocadas e logo também chegou ao seu ápice, liberando então seu líquido em “jatos”. Respirei fundo, abrindo meus olhos e encarando os orbes castanhos que me encaravam. Seus olhos, antes negros e transbordantes em lúxuria e malícia, agora haviam voltado ao brilho fofo e encantador de sempre.
- Eu... – pausou, fazendo com o que meu coração acelerasse. Ele falaria o que eu estava pensando? – Gosto de você. – aposto que meu desapontamento ficou visível com suas palavras.
Qual é, havíamos acabado de transar no meio de uma maldita floresta sem nem ao menos nos conhecer verdadeiramente, e tudo o que ele tem a me dizer é que gosta de mim? Aquilo era, certamente, uma injustiça. Eu não estava colocando-me em perigo – juntamente com meu coração, devido à certos sentimentos que começavam a tomar conta do mesmo – à toa, não estava mesmo.
Separei-me de seu corpo, empurrando-o um pouco para longe. Peguei minhas peças de roupa – devidamente espalhadas por cada canto ao meu redor – e vesti-as incrivelmente rápido. Não me dei o trabalho de esperar por ele, e nem daria. Coloquei minha bolsa apoiada em meu ombro direito e comecei à andar, sem realmente ter uma direção concreta. Não atendi aos seus chamados, e ao perceber que ele me seguia, acelerei meus passos. Quando me dei conta, já havia despistado-o. Droga, pensei, ao ver que agora estava perdida.
E como se o destino estivesse contra mim, tive a impressão de que aquele serial killer estava perseguindo-me. E para piorar, algo me dizia que ele não estava nem um pouco feliz comigo.
Notas finais
CONTINUAREI COM MAIS 20 REVIEWS, OK?
xoxo, DangerousB.
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