O verdadeiro herói.
3 Your lips tasted like nicotine, and i got addicted
Notas iniciais
nos beijamos por minutos. ele estava em cima de mim, na minha cama. foi quando, involuntariamente eu tirei sua camiseta. ele desbotou meu sutiã e tirou-o junto com a minha blusa, enato sentiu minha barriga zero e meus peitos. rapei minhas mãos por suas costas e ele pegou na minha bunda por baixo do sortes que eu tirei após seu movimento.
sua calça foi removida delicadamente por mim enquanto ele bagunçava meu cabelo, me exilando cada vez mais. nossas ultimas roupas intimas foram retiradas quando estacamos em baixo da coberta e nossas peles se tocaram profundamente, como se fossem uma só.
ele colocou a camisinha rapidamente, como se tivesse pratica. mesmo assim, ambos éramos virgens. não estávamos namorando, e tínhamos 15 anos, mas de algum modo eu estava desesperada para que aquilo acontecesse.
quando aconteceu, foi dolorido no inicio, mas completamente cheio de prazer. o sentir mais do que o se preocupe finalmente toou conta de mim como nunca havia acontecido, e eu me senti bem. abri os olho e nossas línguas se encontraram gerando combustível (doso corpos que, quando juntos, geram energia em forma de calor). ficamos arrepiados ao sentir que estava acontecendo. o suor escorria por nossos rostos e nos mexíamos freneticamente.
seu corpo era incrivelmente definido e seus lábios perfeitamente viciantes. eu esperava que fizéssemos aquilo mais vezes. foi incrível sentir tudo misturado dentro de mim, mesmo no sentido literal dessa expressão. ele passava a mão por todas as formas do meu corpo sem interromper o que estacamos fazendo e eu fiz o mesmo. eu me sentia dormente mas foi tão incrível. com certeza o melhor pecado. eu definitivamente amava a luxuria.
eu amei aquilo. acabamos depois de 3 horas, e eu estava exausta. nos beijamos um pouco mais e eu dormi em seu peito acordei eram 21hrs daquele mesmo dia, e ele havia saído para beber com os amigos. argh, isso me deixou confrangida, enato me vesti e fui para casa. 7km a pé.
a festa foi no dia seguinte, enato nunca mais nos falamos.
lagrimas começaram a se transformar em soluços enquanto eu me lembrava disso, então peguei o saquinho com o pó branco e fiz o que senti que deveria para esquecer aquilo no momento.
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