O verdadeiro herói.

4 I smoke because i know its bad for me


Notas iniciais
nao tao pontual assim, mesmo aviso do capítulo anterior

peguei minha primeira caixa de cigarros com 15 anos. não consigo mais largar. acho que nunca vou largar. talvez esse seja o acidente que vá me matar. cara eu me odeio tanto, mas não por isso. eu só... mais uma vez, meu shortes jeans, regata cinza mesclada e um casaco mais comprido na frente e mais chuto atras, que alcança quase o joelho na parte mais longa. andei até a escola, mas fiquei na escada mesmo. era meu quarto livro da semana.

matei as primeiras aulas. fiquei fumando no vestiário até o final do dia, quando o ultimo sinal tocou e eu fui para o beco. algumas pessoas se encontravam ali, e como essa era uma das tardes que eu deveria focar até mias tare na escoa, eu poderia ficar ali sem me preocupar. minha mãe é enfermeira, e trabalha até uma meia-noite, então não se preocupa comigo. isso é bom, eu acho.

tomei algumas cervejas e fumei algo um pouco maior que cigarro. tirando isso, apenas fique lá até o dia escurecer... eu acho. realmente não me importo com o que eu faço, ja que ninguém mais se importa mesmo. as vezes só 'r chato, mas a gente se acostuma com a rotina do morrer por dentro. enterrar os ossos mas deixar a alma em paz, eu acho.

voltei para casa, coloquei colirio nos olhos e dormi. pela primeira vez na semana eu realmente dormi, das 23hrs até o horário que deveria acordar, mas não comi, é claro. eu não entrava dentro deste critério de privilégios nem se eu quisesse, por que a minha mãe se esqueceu de comprar comida, e sai para tomar café no hospital, então o tempo fica menos corrido PARA ELA.

aprofundei os cortes no meu pulso enquanto matava a primeira aula, mas fui para a segunda. minhas notas continuavam extremamente baixas, mas no meu aniversario de 17 anos meu pai foi viajar com a mulher e o filho e nunca mais fez contato. esse ano não se passou nada rápido, e muito menos como o planejado. mas acho que eu deveria e concentrar menos nos planos.

ao final do dia escolar, fui até a farmácia mais próxima do beco e comprei um pacote de camisinhas. passei num camelo para comprar a saia maus curta que eu achei, me troquei e sai. ao chegar no beco e fui falar com aquele cara do canto, moreno, olhos castanhos, magro, mas bonito, uma beleza alternativa, mas bonito. cai em cima dele e toquei-o por cima da valsa. começamos a nos beijar quanto ele me levantou contra o muro

tirei minha calcinha como sinal, que obviamente ele logo captou, por que abaixou sua calça e cueca colocando a camisinha que eu coloquei em sua mae. ele começou a beijar meu pescoço até descer para o meu peito. quando aconteceu ja estacamos completamente excitados. levei-o para casa e dormimos juntos. e com dormimos eu digo...