Notas iniciais
Vamos lá meninas deixa eu explicar uma coisa importante, vou postar hoje e quinta e só. Eu pretendia postar mais, mas a revisora se enrolou e não tenho o capítulo 20 e o 21 então vou segurar um pouco para não faltar semana que vem. Meninas chegarão visitantes ao nosso castelo... se comportem então ok? O senhor do castelo quer todas bem comportadinhas!

Eu podia ver a confusão nos seus olhos, mas também podia ver o desejo.

– Você quer mesmo isso? – ele perguntou se levantando. Eu estava tão perto dele que o cheiro dele invadiu meus sentidos.

– Sim... Beija-me.

Ele passou a mão no meu rosto e eu fechei os olhos sentindo todo o carinho naquele ato. Era bom. Eu sabia que ele faria de tudo para que fosse perfeito. Eu percebi como confiava nele, confiava nele o meu corpo. Edward passou sua mão lentamente em meu rosto e ficamos mais próximos, seus lábios pegaram os meus e ele me beijou. Um beijo que foi uma mistura de amor e ternura com paixão e antecipação. Suas mãos seguravam meu rosto e eu fazia os mesmo movimentos que ele me pegando surpresa por aquilo ser tão fácil e bom. Eu coloquei meus braços ao redor dele o aproximando. Era assim? Estava certo? Uma hora isso não importou, estávamos próximos, fazendo a mesma coisa e era bom. Não tinha dúvida que era bom. Edward se afastou e me olhou intensamente.

– Precisamos parar... – disse ele ofegante.

– Eu nunca fiz isso antes... – confessei sentindo meu rosto corar. – Fiz certo?

– Muito certo. – ele falou sorrindo e eu sorri com ele. Eu sabia que esse era meu destino e nesse exato momento eu o queria. Queria parar de evitar ele e me entregar a ele sentindo tudo de bom que ele poderia me oferecer. – Me faz sua.

Edward me olhou mais surpreso ainda.

– Tem certeza disso? Não tem volta... Eu não vou poder ficar longe caso se arrependa.... não funciona assim para mim...

– Eu não quero que fique longe. Eu não vou me arrepender.

Então voltamos a nos beijar E as mãos de Edward grandes foram passeando pelo meu corpo e eu senti algo dentro de mim, uma vontade de mais, mas eu não fazia idéia do que era mais então eu o beijava com mais paixão, mais intensidade e ele parecia gostar. Edward começou a beijar meu pescoço e eu inclinava minha cabeça dando mais acesso para ele, o fazendo percorrer com a boca toda essa região e com suas mãos ele passeava me puxando mais para perto dele em alguns momentos. Ele gemia baixo e eu queria soltar esse mesmo som, eu poderia? Era o certo?

– Eu... Não sei o que fazer... – disse em seu ouvido e ele parou. Eu não queria que ele parasse e me arrependi de ter dito isso.

– Eu sei que não. – a ternura de suas palavras – Estava tão bom que por alguns momentos eu me esqueci que era a nossa primeira vez. — Edward sentou na cama me puxando para perto dele. Sentei no seu colo e essa intimidade me fez congelar um pouco. Eu sempre via as mulheres mais atiradas fazendo isso e faziam isso com diversos homens diferentes. Isso era certo? – O seu corpo sabe o que fazer, precisa parar de pensar e deixar ele te guiar.

Então ele me beijou e eu o beijei de volta me esquecendo completamente de tudo, mais alguns beijos e ele estava em cima de mim. Estávamos deitados na cama, Edward subiu um pouco minha roupa e minhas penas ficaram a mostra. O toque dele subindo e descendo era bom, eu gostava de seus gemidos baixos que às vezes quando eu me esfregava nele eram mais altos. Eu queria o corpo dele, essa necessidade me fez tirar a blusa dele fazendo com que aparecesse um sorriso lindo nele. Voltei a beijá-lo, eu passei a mão em suas costas e arqueei com o desejo que tomou conta de mim. Edward abriu minhas pernas e se encaixou no meio dela e aquilo pareceu tão bom e mais certo. Ele se esfregava em mim e seu membro passava pelas minhas partes molhadas de prazer. Eu passei a me esfregar também querendo que aquilo aumentasse que fosse mais intenso. Eu sabia que ele estava assim também, ele tentava ser delicado, mas ia pressionando mais minha perna aumentava a velocidade.

– Por favor... Deixe-me entrar em você... Eu preciso...

– Entre Edward, me faz sua. Completamente sua.

Edward tirou o pouco de roupa que nos restava e eu vi seu corpo nu, era lindo e eu nunca vi homem mais bonito. Seus olhos pararam em meus seios e ele os tomou com sede, era boa a sensação de sua língua por ele ou quando ele os chupava com mais força. Eu agora gemia com ele e ele me incentiva aumentando seus apertos e carícias.

– Vai doer... Mas depois passa...

– Entre... Por favor...

Minha voz saiu como um lamento, eu precisava dele dentro de mim e esse desejo só aumentava. Quando ele começou a entrar uma dor varreu meu corpo tirando o desejo, mas Edward fazia carícias que o despertava e depois introduzia mais um pouco. Eu por alguns instantes me permiti pensar que não se encaixaria todo em mim, mas quando mais ele me beijava e acariciava meu corpo, mais ele entrava devagar me causando novas sensações. Intensas e gostosas sensações, eu me mexi testando meus limites e ele gemeu mais alto.

– Isabella...

Meu nome em seus lábios me incentivou e eu me mexi com ele dentro, vendo que isso era muito bom e então começamos a nos mexer juntos e de maneira tão boa e gostosa que eu nunca imaginei. Eu estava no limite quando ele mexeu mais rápido e mais profundamente.

– Edward... Ah.

– Venha meu amor, deixe ir.

Então algo explodiu dentro de mim. Eu gritei junto com Edward e senti-o jorrar sua semente dentro de mim. Estávamos suados e ofegantes, mas a sensação de felicidade tomou minha mente e meu corpo. Eu sorri satisfeita deixando o cansaço tomar conta de mim. Eu ainda consegui sentir Edward me limpar com cuidado com um pano molhada e me cobrir com uma pele grossa e mexer no fogo. O melhor foi quando ele voltou e me envolveu em seus braços me aquecendo com seu corpo nu. A noite inteira eu senti os braços de Edward, eu senti seu corpo perto do meu.

– Edward... – eu o chamei quando o senti se mexer.

– Tenho que ir visitar a aldeia na parte mais afastada. Tem algumas pendências que estão sendo adiadas...

– Não vá... – disse sonolenta. Eu ouvi seu riso e um beijo na minha testa.

– Eu volto até o anoitecer, não se preocupe que deixarei Jacob aqui tomando conta de tudo. Não se afaste do castelo.

Eu deixei meu corpo voltar à escuridão do sono. Eu estava cansada e dolorida quando acordei. Ao me levantar a banheira estava preparada e quando me aproximei vi ervas e percebi que aquilo era algum cuidado de Edward comigo. Sorri e tomei banho com calma me lavando e querendo estar bonita, coloquei um vestido branco com alguns detalhes azuis e que caiu muito bem em mim. Penteei meus cabelos fazendo uma trança longa e bonita. A porta abriu e Ângela entrou com Mel linda e sorridente. Sue entrou logo em seguida.

– Meu amor! – a peguei no colo sentindo seu cheiro gostoso. Ela soltou uma risada gostosa e Sue trabalhava rapidamente nos lençóis, eu sabia que ele estava querendo se livrar das provas da minha virgindade.

– Ela já se alimentou. Está muito bem milady.

– Obrigada Ângela, ela nunca foi tão bem cuidada.

– É um prazer.

– Seu café será trago aqui na cama.

– Vou descer não se preocupe Sue.

– O lorde pediu que não fizesse grandes esforços.

– Besteira dele, nunca estive tão bem. Preciso ver Alice...

– Ela ainda dorme, segundo seu marido não se mexeu a noite toda. Acho que exagerou na dosagem dessa vez.

Eu sorri para ela sabendo que ela estava preocupada. Levantei-me com Mel e fui até a porta vendo Jacob guardando ela e sorri para ele. Ele fez uma reverência e eu caminhei com Mel até o quarto de Alice vendo Jasper com uma expressão cansado e abatido. Ele se levantou rapidamente quando me viu.

– Bom dia milorde.

– Ela não se mexeu. Isso é normal?

Eu me aproximei e toquei sua testa com uma mão. Mel batia palmas e fazia barulhos que me faziam sorrir.

– Não tem febre, isso é bom. Ela só vai acordar ao entardecer. Se eu fosse você milorde comeria alguma coisa, Alice precisará de alguém que ajude e não coloque sua cama mais cheia com alguma doença.

– Eu... Olha...

Encarei Jasper sabendo que ele agora estava mais arrependido e até consciente de tudo que fez, mas ainda teria um longo caminho pela frente com Alice.

– Cuide de sua esposa, ela precisa agora de muitos cuidados.

Minha manhã foi agradável, visitei Rose e seu bebê. Ela estava ainda de cama e eu fiquei feliz com sua aparência, Sue dava um chá que ajudava o bebê e a ela. O pequeno Michael era um bebê lindo e eu tinha certeza que eles estavam bem. Esme entrou e pegou Mel de mim sorrindo e feliz Cullen estava com um ar diferente e eu desci as escadas feliz. Quando estava no final as portas do grande salão se abriam e uma comitiva entrava, um homem entrava com alguns cavaleiros atrás dele e por alguns momentos eu temi por uma invasão, mas o símbolo Cullen estava em todo lugar.

– Exijo ver minha filha imediatamente! – o homem gritou e eu não sabia como agir. Logo Jacob apareceu ao meu lado e então o homem me olhou com total desgosto se aproximando. – Tem as cores de Cullen, mas nunca a vi. Quem é?

– Essa é a senhora do castelo, esposa de nosso senhor Edward.

O olhar do homem escureceu e ali, naquele olhar a morte estava à espreita. Ele matou alguém. Uma morte suja.

– Não soube que nosso Cullen mais guerreiro se juntou com alguém.

– Papai! – Tânia correu para os braços do homem chorosa e totalmente descabelada e descontrolada. Ela se agarrou ao homem como uma criança mimada e chorava alto e estridente. – Me fizeram ficar no quarto, não pude descer para minhas refeições como é digno de uma Lady, estou sendo tratada pior que as empregadas do castelo.

Quando mencionou as empregadas ela me olhou diretamente fazendo Jacob rugir de raiva. Eu segurei seu braço com leveza, deixando-o saber que estava tudo bem. Eram só palavras afinal.

– Tenho certeza que o senhor do castelo deve estar completamente maluco por fazer alho assim com minha filha. Onde está Edward? Exijo vê-lo.

Eu então me aproximei dele com muita calma.

– Em meu castelo ninguém exige nada milorde. Sou a senhora do castelo e acho que não fui apresentada ao senhor. Sou Isabella de Cullen, esposa de Lorde Edward, senhor das terras em que pisa. Se vier em paz será bem vindo e bem recebido. Você e todos os seus homens, mas se não peço que parta imediatamente e assim que meu marido retornar ele irá ao seu encontro.

O homem pareceu surpreso com minhas palavras, Lady Tânia me olhava com ódio e inveja. Sim, eu era a senhora do castelo e não permitiria abusos em minha presença.

– Como queira milady, viemos em paz e desejo esperar pelo seu senhor aqui se possível.

– Sejam bem vindos a Cullen, pedirei que tragam bebidas e uma refeição. Guardem seus cavalos no estábulo e que os nossos servos os alimentem. Os seus homens devem ficar onde Jacob ordenar.

Eu fui com ele até algumas cadeiras perto do fogo e os deixei ali sentando enquanto ia a cozinha pedir alguma coisa, a cozinheira já estava colocando os pratos e dando ordens para eles serem servidos o mais rápido possível. Sorri para ela agradecida e ela me olhou sorrindo orgulhosa. Todos estavam a todo favor aumentando a comida para o jantar, eu não sabia se Edward estaria ou não para o jantar apesar dele ter dito que sim.

– Já acomodei os cavalos, os homens dele e pedi para que os ajudantes não ficassem andando a toda pelo castelo, Lorde Edward não gosta de expor nossas senhoras.

– Muito obrigada Jacob, muita gentileza sua.

– Lorde Jasper está conversando com eles na sala e Sue está com Lady Alice.

– Ela já acordou? – perguntei me levantando.

– Não, mas Lorde Jasper pediu para ser informado imediatamente.

A presença do pai de Lady Tânia me fazia ter calafrios. Eu desejei muito que eles fossem embora logo pela manhã, mas achava isso improvável. A lua hoje era minguante, visitantes de lua minguante, isso com certeza não são bom.

Notas finais
Notas da revisora: Gente que noite a deles... eu falei que a Bella não ia deixar barato né? viu só como ela agiu como senhora do castelo, o Edward pode ate dar um bom presente a noite para ela. Hehehe Então tínhamos a prole agora temos o progenitor, não vai dar certo.Temos que fazer eles irem embora logo, eu voto por colocarmos fogo neles que tal? o/Gente a Bella tem que andar com um raminho de arruda atrás das orelhas...Pensando bem melhor andar com pé inteiro de arruda nas costa. Porque pelas invejas da Tânia só um pékkkkkkk Beijos meninas