Notas iniciais
A Gente imaginem um lugar, uma cidade PARECIDA com o cenario de Froks, da Saga Crepusculo; so que com casas mais modernas e mais proximas, com Pouca presença do sol, sem chuvas, mais alegres com o ceu azul e com mais presença de pessoas, mais comercio e etc... porque ? Bem eu não achei um lugar para se passar essa fic, e então me venho o cenario do Crepusculo, que é bem interessante, a praia de Las Puhs e A Floresta, que são lugares que eu introduzi aqui, mas não tem nada haver a saga, tipo os vampiros e etc..., A fic É totalmente Fallen. Totalmente Cameron Briel. Totalmente Meu Cam. rsrs E Boa Leitura.

16 Anos depois...

Seus olhos verdes vivos observavam seu próprio reflexo no espelho de corpo todo, ele estava terminando de se arrumar, a final era o seu primeiro dia de aula na sua escola nova, ele havia se mudado a pouco tempo para aquele cidade e so agora havia decidido que iria se passar por um adolescente normal.
Afinal sua parecia continuava igual, os mesmo cabelos pretos que cobriam suas orelhas, olhos verdes permaneciam intensos e mais vivo, seus lábios cheios e de um tom rosado natural e o seu físico permanecia intocável, mas mentalmente ele estava mais maduro, mas acima de tudo ainda gostava de uma boa malicia — e encrencas-.

Terminou de ajeitar a camiseta preta de mangas curtas e logo por a sua jaqueta de coro preto por cima, ajeitou a gola e dobrou as mangas da jaqueta, ela era um pouco maior do que ele.

Pegou a mochila preta de uma alça sobre a meça, bebeu o ultimo gole do café preto sem açúcar e logo depois largou a xícara sobre a meça novamente.

Deu uma olhada geral pelo o lugar, uma cozinha-sala pequena com poucos moveis, apenas tinha um sofá marrom escuro de três lugares num canto perto da janela, uma meça de vidro de quadro lugares, o espelho de corpo todo escorado na parede ao lado do sofá e uma pequena estante mais da cozinha do que da sala, que tinha um radio pequeno com alguns CDs e livros.

Saiu pela porta e a trancou, ele morava sozinho, era uma lugar apenas dele, ali ele podia ser quem ele quiser, ser ele mesmo.

Destrancou o carro enquanto se aproxima do mesmo, era um carro preto com janelas fume, era um carro espaço e discreto, Abriu a porta e jogou a mochila o banco do passageiro, antes de entrar e se sentar olhou para vizinhança.

Era um bairro afastado da cidade com poucas casas de tijolos e madeiras, era o tipo bairro onde pessoas recém-casadas iriam morar nos primeiros anos juntos, ou daquelas pessoas que não gostavam de barulhos e que eram perturbadas (malucas), ele não deu muito valor a esses detalhes quando se mudou para La, apenas tinha um pensamento na cabeça, muda-se para um lugar longe e com poucas pessoas, onde ele não seria perturbado.

Deslizou para seu a sento e logo a chave já estava na ignição, olhou para trás checando que não tivesse alguém ali atrás, Girou a chave, deu a macha ré e acelerou.
–---

Estacionou o carro em uma vaga mais afastada da entrada, notou o celular vibrar em seu bolso, não devia ser nada importante, final ninguém tinha seu numero alem de Roland, mas o mesmo nunca ligava, ou melhor ninguém nunca ligou ao longe desses anos.

Na verdade em seu celular so tinhas três números, o primeiro era da pizzaria da cidade a onde ele vivia ligando atrás de pizza quando não estava afim de sair da casa ou fazer algo para comer, O segundo numero era de um supermercado também da cidade, era para onde ele ligava e encomendava seu ranjo quando não estava com tédio de ir ao mercadinho do bairro, O terceiro era de Roland e ele esperava nunca usar.

Pegou seu celular, ele estava certo não era nada importante, era apenas a operadora do seu celular o avisando de uma nova promoção, aproveitou para olhar a hora, 07: 52 faltava 8 minutos para o sinal bater, o colocou de volta no bolso e pegou a mochila e saiu, trancou a porta e ligou o alarme.

Enquanto caminhava pelo estacionamento para entrada da escola notou alguns alunos e claro alunas que estava ali fofocando e trocando palavras furadas, direcionar o olhar para ele, era sempre assim, não importava a onde ele passava e como estava vestido ele sempre era notado.

As garotas sorriam esperançosas e já estavam bolando um plano de como chegar ate ele, coitadas mal sabiam que ele era um erro, o mais grande e delicioso que uma garota queria cometer, pois nos últimos anos Cam so queria uma coisa de Garotas/Mulheres e ele sempre conseguia, elas nunca diziam não e como dizer não um homem com aparência angelical e ainda por cima de olhos verdes tão intensos que eram capaz que fazê-las se de reterem em apenas uma troca de olhar/olhares.

Já os garotos o olhavam com inveja, era sempre assim alguns garotos o odiavam e outros tentavam ser seu amigo para tentar comer pela beiradas.

Ao entrar pela porta notou que não tinha ninguém no corredor, deu os ombros, afinal os adolescentes estavam cada vez mais estranhos.

Caminhou ate a secretaria, o lugar a onde pegaria seu horário e também saberia qual era e a onde ficaria sua sala.

Atrás do balcão tinha uma mulher loira de uns quarenta e poucos anos com o telefone na orelha e na boca mordia uma caneta, essa mulher fez para ele o sinal de dois com os dedos.

– Senhor no momento não temos mais vagas.

A mulher passava a caneta pelos lábios, na tentativa de chamar atenção da Cam.

– Ok senhor entrarei em contato quando tivemos uma vaga.

Ela mordeu os lábios, Cam sorriu entrando no joguinho da mulher.

– Tubo bem, obrigada.

A mulher tirou o telefone do ouvido e anotou algo em um caderno.

– Pronto. No que posso ajudar você?

Seus olhos cor de terra olhavam para Cam.

–Sou novo aqui.

Ele pós um braço sobre o balcão e em seguida encostou seu rosto na mão, fazendo alguns fios pretos de seus cabelos caírem sobre seus olhos verdes.

A mulher que se chamava Carla e também recém-divorciada sentiu suas pernas nuas, já que ela usava uma saia acima dos joelhos, ficarem um pouco bambas.

–Ha o aluno novo e maior de idade certo?

Ela pegou uma pasta que tinha alguns papeis, ela folhou ate encontra o que ela estava procurando.

– Cameron Briel?

– Sim, eu mesmo.

Ele sorriu esse sorriso quase fez a Carla quase esquecer o que ela estava fazendo.

–Ha.. Bem eu ha preciso da sua assinatura e um numero de algum responsável ou alguém que possamos ligar caso algo aconteça com você.

Ela se sentou.

–Ha tudo bem.

Pegou o celular em seu bolso, o numero de Roland era o único que ele conhecia, de alguém que ele poderia pensar em ligar caso algo serio acontece- o que é algo impossível.

Em movimentos rápidos com os dedos, o numero já estava na tela de celular.

– Aqui.

Ele largou o celular ao lado da folha.

–Obrigada.

Carla a notou o numero e em seguida passou a folha para Cam assinar.

– Nesta linha...

Ela com as unhas pintadas de vermelho mostravam o local.

– Se importa se eu checar o numero?

Ela já pegava o telefone.

– Claro que não... é Roland um parente distante.

Cam assinou seu nome e em seguida devolveu a caneta para mulher escrever o nome de Roland ao lado do numero na ficha de dele.

– Esta chamando...

Carla girou a cadeira, ficando de costa para Cam.

– Roland?

–Sim, quem quer falar comigo ?

A voz de Roland estava roca, afinal ele acabava de ser acordado.

– Aqui é Carla a secretaria da escola publica municipal CCE um aluno deu seu numero para caso de emergências.

– Por acaso é o Cam..meron ?

Poucas pessoas, melhor, apenas seres como Cam tinha aquele numero, o celular dele era de dois chips, e um era usado para mortais, afinal ele tinha que manter uma vida social e normal.

– Sim é ele sim..

Carla olhou para Cam, que parecia entediado enquanto mexia em algo no celular.

– Então eu poso usar o seu numero?

– Claro ..ha eu poso trocar uma palavra com ele?

Fazia uns bons anos que Roland não tinha noticias de Cam.

–Tudo bem...

Carla caminhou ate Cam.

– Quer falar com voce.

Cam revirou os olhos enquanto pegava o telefone e o levava ao ouvido.

–Fala.

Cam colocou o seu sorriso mais simpático que tinha nos lábios, ele tinha que disfarçar bem.

–Escola é ?

Escolas era o único lugar que Roland não esperava que Cam fosse se esconder.

–É divertido...

– Anos, já faz anos que não tenho noticias suas!

Ele não estava preocupado, mas era bom saber como velho amigo estava.

–Não se preocupe eu estou ótimo.

Falou debochado.

– Agora eu sei a onde te encontra.

Não que ele fosse arrumar as malas naquele momento e correr, melhor voar para encontra Cam.

–Se for aparecer por aqui me avise e não diga a ninguém a onde estou.

Ele queria continuar anônimo.

–Não é que ninguém quer saber a onde voce estar rsrs...

Já fazia uns bons anos que ninguém perguntava ou falava no nome de Cam.

– hoje eles estão casados e esperando o primeiro filho.

Ele não podia deixar de informa-lo.

– Eu não tenho mais nada a ver com isso Roland.

Ele já ia desligar quando ouviu a voz de Roland pedindo que não desliga-se.
– vai vagando por quanto tempo?

– Por uns tempos.

O telefone foi desligado e entregue para mulher.

–Vou imprimir seu horário...

Pós o telefone no gancho e foi para o computador e em seguida para impressora pegar o folha que estava sendo imprensa.

– Pronto aqui esta.

Entregou para Cam.

– Obrigado.

Deu a costa, tinha ficado mal morado.

Saiu da direção e La estava os alunos parados no corredore, encostados nos armários conversando e rindo como idiotas, Cam olhou para a folha em sua mão, sua sala era 2B ou seja segundo ano, sua primeira matéria historia.

Ergueu o olhar para as plaquinhas que ficavam sobre as portas das salas, todas naquele corredor do lado esquerdo eram 1 com alguma letra, no lado direito tinha apenas uma sala com 2A e então logo chegou a conclusão que a sua sala era no segundo andar e era para lá que estava caminhando.

Novamente sentiu olhares sobre sua costa, mas dessa vez ele nem se importou apenas colocou o sorriso mais cretino que tinha nos lábios, o que fez as garotas morderem os lábios.

Subiu as escadas com as mãos nos bolsos, ao chegar no topo das escada olhou para os lados, o esquerdo ficavam as salas 3 com alguma letra e também a biblioteca e no lado direito ficavam as salas 2B e a 2C e cantina.

Se direcionou para sua sala, passou por alguns alunos que estavam ali, logo estava parado enfrente da porta aberta do sala 2B La dentro avistou três garotas perto das janelas conversando, a garota ruiva que estava sentada sobre a meça sorriu safadamente para ele e ele devolveu o sorriso, alem delas haviam dois garotos na sala, um fingia escrever no quadro, parecia que estava imitando alguém e outro estava sentado na cadeira do professor com as pernas sobre a meça com o fone de ouvido e mexia as mãos como se estivesse tocando uma bateria.

Seus olhos percorreram a sala em busca de um lugar, sobre algumas meças tinha mochilas.

– So tem três lugares livres.

Disse a garota ruiva que se aproximava de Cam.

–Humm..

– Tem uma lugar la no fundo...

Era o ultimo lugar da fileira da janela.

–Tem um ali no meio..

Era na filheira que ficava em frente da meça do professor, na cinta classe.

–E o ultimo ali.

Era na filheira da parede da porta.

A garota estava bem na frente dele, ela era poucos centímetros mais baixa do que ele.

–Hum no fundo.

A mão da garota foi ao encontro do fecho da jaqueta Cam, que estava aberta alias.

– Sou Rita..

Ela ficou nas pontas dos pés para deixar um beijo na bochecha direita dele.

– Seja bem vindo...
Trim...
Trim,Trim...

Trim...

Bateu o sinal e a garota se afastou de Cam e voltou para perto das amigas dando uma risadinha, Cam foi se sentar e logo os alunos começaram a entrar.

E para surpresa de Cam a garota ruiva se jogou nos braços de um garoto que usava o uniforme do time da escola, vadia...

Olhou para fora da janela, ali fora tinha a quadra de futebol e também de vôlei, tinha alguns garotos de time La ainda treinando ou simplesmente de vadiando.

–Para com isso...

Cam ouviu uma voz feminina dizer e imediatamente virou o rosto a procura da dona, ele não teve a impressão de conhecê-la ou algo do tipo, ele apenas quis olhar.

Seus olhos estavam um pouco arregalados, demonstravam um pouco da surpresa, seus lábios se abriram, sua boca estava seca.

A dona daquela voz que havia ganhado atenção de Cam era Suzam, uma garota de (16) dezesseis anos de corpo médio e de parecia frágil, cabelos pretos azulados, eles não eram liso e nem cacheados, era uma mistura dos dois, que iam ate a metade das costa, seu rosto era magro, mas suas bochechas eram visíveis, os lábios delas eram um tom rosado claro, mas o que mais chamou atenção de Cam foram os olhos, eles eram cinzentos-azulados, muito parecido com os do...

–Deixa eu passar...

Ela dizia para o garoto que estava na sua frente com os braços abertos a impedindo de se sentar em seu lugar.

– Me de bom dia.

Era aquele garoto que estava sentado na cadeira do professor que estava em pé na frente dela.

–Não.

Ela cruzou os braços.

– Lucas deixa ela sentar.Finalmente o professor de historia, Cleomar havia se manifestado.

–Tudo bem...

O garoto saiu da frente dela e foi se sentar.

Foi neste estante que olhos Cinzentos-azulados se encontraram com os verdes intensos de Cam, que sorria para ela, As bochechas da garota ficaram vermelhas e logo ela se sentou, ela sentava na filheira do professor um lugar antes do livre.

–Vou fazer a chamada. Ele se sentou e logo dizia os nomes.

Cam ja havia sido chamado e agora tinha voltado a observar a garota, que algumas vezes olhava para trás, mas rapidamente voltava a olhar para frente quando notava que ele ainda a olhava.

Notas finais
Se tiver alguem, foi mal pela demora. tive que arrumar umas coisas nessa fic.