—Me diga bardock qual o seu nível de lealdade a mim e ao império? -vegeta pergunta sério encarando o sayajin

—Sabe que tem a minha lealdade e a de meus filhos majestade – bardock responde de forma mecânica mantendo contato visual firme com vegeta

—Se lhe der qualquer missão ou qualquer ordem a cumpriria sem questionamentos? – vegeta começa a soar perigoso

—Sim majestade – bardock se mantem firme

—Entregaria sua própria vida pelo império não é mesmo? — vegeta fala com um sorriso de lado de forma a parecer mal intencionado

—sem dúvida alguma – bardock responde prestando atenção em mudanças minuciosas da expressão de vegeta.

—Então me diga o deveras fazia em namekusei. Tu e kakarotto? – questiona o monarca arqueando o cenho

bardock pensa de forma rápida um meio de sair daquela situação. Mas não havia uma resposta simples. Teria que mentir

—Meu rei, em namekusei existe um poder de vida. Busquei o ancião daquele planeta para que trouxesse a vida novamente minha companheira que havia perdido na invasão de cooler

—Como? — pergunta vegeta surpreso- existe tal poder no universo?

—Sim, meu rei. Os namekuseijins são um povo muito pacifico e após eu pedir tive que passar por algumas provas para provar que era merecedor da minha busca.

—Entendo – vegeta fala como uma criança que acaba de descobrir um brinquedo novo – é certo que conseguiu pois voltas-te para Bejita não é mesmo?

—sim meu rei. Conseguir – bardock tenta ver as reais intenções de vegeta, mas aquele sayajin era astuto demais. Resolveu que deveria tomar cuidado máximo com Vegeta. Seus instintos gritavam quando estava próximo do rei. Ele não era como o pai... realmente não era. Vegeta era astuto, perspicaz e muito inteligente, mas tinha um ar traiçoeiro e maléfico como seu pai nunca teve. Uma sede de poder que parecia maior que a de Freeza. E aquilo era preocupante.

—Muito bem. Isso encerra a questão. – Mente vegeta – Agora quero que organize um torneio como o de classes em Bejita. Estive pensando e precisamos de novos comandantes e um novo general para o planeta pois em breve as esquadras serão lançadas novamente e tenho uma certa urgência nisso.

—Sim meu rei – bardock fala se retirando da presença do mesmo

Turles estava a supervisionar a reestruturação dos domos afetados e Raditz toda parte militar e de comando. Algumas centrais foram duramente afetadas outras não sofreram tanto. Kakarotto por sua vez estava ajudando no campo de treino já que houve uma grande baixa naquele local e precisariam de contingente rápido.

Os sayajins engenheiros estavam a todo o vapor e naquela tarde o rei queria pessoalmente supervisionar o seu novo setor científico que deveria ficar pronto naquela semana ainda para enfim alocar o novo corpo cientifico do planeta.

Planeta terra

Os terráqueos que a muito haviam sofridos nos últimos anos finalmente viviam um grande e prospero período de paz. Novos guerreiros haviam surgido naquele planeta devido ao grande conflito com piccolo daimaoh. O mesmo fora derrotado por um grupo de guerreiros da terra mais o preço por isso foi a morte do kami-Sama da terra que os ajudou em batalha contra sua dualidade.

Numa ilha no meio do oceano esse mesmo grupo agora se reunia para apreciar a companhia um do outro em meio ao tempo de paz finalmente. Eles riam e se divertiam do que outra hora foram tempos difíceis

Bulma era a mais apreciada dentre eles. apesar de não deter poder de luta algum foi a jovem a responsável por unir aquele grupo, sem contar que era a maior mente científica da era naquele planeta. Sua família os Briefs eram simplesmente geniais tendo revolucionado a tecnologia daquele planeta. E sua ajuda em pesquisa foi fundamental para os guerreiros tendo inclusive os auxiliados ao construir robôs de treino e uma câmara gravitacional que aumenta a gravidade os auxiliando em seus treinos. Chichi diferente dela era uma excelente guerreira. Uma vez que seu pai conseguiu convencer mestre Kame a treina-la. Assim chichi e kuririn se tornaram discípulos do grande mestre Kame inclusive tendo conseguido treinar com mestre Karin e o próprio kami-Sama da terra.

Chichi era muito habilidosa dominado técnicas poderosas tendo um coração imensamente guerreiro, mas além de guerreira chichi era uma princesa. Coisa que ela não dava muito valor já que era apaixonada por desafios e combates.

Lunch por sua vez era extremamente atrevida e especialista em armas e estratégias, sendo uma das desertoras do grande exército Red ela se uniu aos guerreiros buscando um proposito maior em sua vida. Ela é a inspiração de Bulma a protótipos de batalha baseados em poder de fogo e chichi e poder de batalha poderiam dizer que era um trio bem perigoso. Os guerreiros por sua vez não ficavam para trás. Kuririn era dedicado e dominava técnicas considerada mortais como kienzan além de ser bom estrategista habilidade que faltava em chichi que era impulsiva e agressiva em suas lutas. De certo modo todo aquele grupo formavam uma grade frente de defesa do planeta. Eles estavam bem... estavam felizes...em paz... por quanto tempo?

Bejita

Três irmãos estão reunidos sentados em um dos domos da capital. Eles conversavam e bebiam depois de um longo dia de trabalho, da rotina dada pelo rei e o conselho.

—Quer dizer que o rei fará um torneio? Já ganhei – kakarotto zomba

—ei não vale se transformar – Turles protesta

—Sabe que não posso usar essa transformação não sabe? – kakarotto fala franzindo o cenho

—Sendo assim você sabe que sou mais forte que você não é – Raditz zomba do irmão caçula

—Até parece – kakarotto retruca.

—Eu não quero saber, vou treinar duro. Fiquei sabendo pelo pai que a intensão do rei e ocupar os cargos de alta patente e repor as cadeiras do conselho de comando o que quer dizer que uma delas será minha – Raditz fala convicto enquanto bebe.

—e você Turles? – kakarotto questiona

—Não seria nada mal... comandante federativo Turles...acho que soa muito bem – gaba-se o gêmeo de kakarotto.

—Vocês são todos uns idiotas... o cargo de general está a prova – Raditz fala irritado

—Eu não quero muito trabalho... – Turles fala de imediato

—Chato!!! Imagina já sou obrigado a conviver quase todas as manhãs com vegeta aguantando o mal humor dele nos treinos, imagina o dia todo? Fora que ser general implica e ter responsabilidade e planejamento e eu não tenho... eu mal faço os meus relatórios da minha nave. podia falar para pai tentar- kakarotto argumenta

—Ele? Provavelmente não iria querer. Zuki estava o treinando antes de morrer para o cargo até o antigo rei o coloca-lo no conselho, me parece que o velho se acostumou – Raditz pondera.

—Ele gosta de batalhas o ideal é ele seguir para general e se tem alguém qualificado ao cargo é ele já que é bom de estratégia e planejamento – disse kakarotto

—tá mas quem ocuparia o cargo de conselho do rei? – Turles questiona

—é isso seria um grande problema – Raditz fala

—já tem data o tal torneio? – kakarotto pergunta ansioso

—será em uma semana, parece que o rei tem certa urgência em ocupar os cargos – Raditz fala ao irmão caçula

—Finalmente de volta à ativa! Não me leve a mal, mas detesto ficar tanto tempo em Bejita, a única parte boa até agora são as belas sayajins que estão a flor da pele – Turles fala com um sorriso malicioso

—Realmente é única parte boa de fato – concorda Raditz com o irmão dando um sorriso igualmente malicioso – E você kakarotto?

Kakarotto solta um longo suspiro. Diferente dos irmãos ele preferia estar a lutar e treinar. Não que não aproveitasse da companhia de femeas, muito pelo contrário desde que havia estado a primeira vez com uma femea uns bons anos realmente havia apreciado. Mas seu coração tinha uma dona que era a luta.

—Vocês sabem o que eu queria estar a fazer... – kakarotto soa pensativo

Os irmãos conheciam bem seu irmão caçula. Poderia passar a noite com até duas femeas tranquilamente, mas ao amanhecer estaria em um campo de batalha.

—E como estão os setores de vocês? -Kakarotto pergunta mudando de assunto-

— o meu o rei estará visitando amanhã. Se ele aprovar finalmente estarei livre. – Turles fala se esticando

—Fiquei sabendo que ele determinou uma grande quantidade de recursos para esse setor – Raditz fala

—Sim. tudo de primeira linha. Buscamos varias coisas em planetas aliados e ele está ansioso por inaugurar. e os prédios da capital? – Turles responde

—Quase tudo pronto, estamos focando no comando e na central de escravos, mas o restante em breve estará pronto – Raditz responde sem emoção

—A mamãe já voltou a trabalhar? – kakarotto pergunta

—ainda não. A central alimentos ainda está em reestruturação no setor dela. Lá está um caos e seria bom ela voltar a coordená-los, pelo menos quando ela estava lá o funcionamento era impecável – Raditz fala

—Fiquei sabendo que o pai falou com rei sobre namek? – Turles fala bebendo

—Sim foi verdade, ele o mentiu. – Kakarotto fala sério

— E o vegeta acreditou? -Turles pergunta arqueando o cenho

—Claro que acreditou idiota, se não tivesse acredito em você não acha que nosso pai a essa altura não teria sido morto por traição ao império? – Raditz fala irritado ao irmão

—Pensando bem... – Turles cai na real.

—Está muito divertido papear com vocês, mas uma femea está a me chamar. Boa noite meninas! – Raditz se espreguiça na cadeira encarando uma sayajin próxima ao balcão.

E ele se levanta sendo seguido pelos olhos dos irmãos e sai dali na companhia de uma femea muito atraente

—Nossa, filho da mãe você viu só isso? – Turles fala com uma ponta de inveja

—é o Raditz. você sabe como ele é. – Kakarotto fala sem emoção virando mais um copo de bebida

—E como está no campo de treino? – Turles pergunta

—Péssimo, não sirvo para instruir ninguém. Perdi a conta em quantos filhotes eu bati por conta da teimosia são irritantes e teimosos, e o atual supervisor geral do campo...bem pode-se dizer que me odeia e eu nem sei o motivo...- kakarotto reclama

—Quem é o bastardo? – Turles pergunta

—Um tal de Leek – kakarotto responde irritado.

Turles da uma gargalhada

—Não se preocupe maninho o problema dele não é você. é a nossa família. você não conviveu com ele, não treinava com a gente no campo quando éramos crianças

—Qual o problema dele afinal?

—Se chama Gine se é que me intende – Turles fala dando uma piscada para o irmão

—Nossa! Quem diria – kakarotto fala surpreso

—Bom eu vou atrás de alguma femea por aí e você? – Turles fala se levantando

—Não preciso acredite, na hora que você se levantar eu vou ter uma aqui comigo – kakarotto fala com um sorriso malicioso

Turles vira os olhos e vai em direção ao domo onde ficavam mais femeas procurando os guerreiros mais fortes por conta das lutas.

—Olá kakarotto... posso beber com você? – fala uma sayajin de cabelos longos fazendo movimentos languidos com sua cauda passando a mesma pelos fortes braços de kakarotto o provocando

—Claro! Porque não? — ele fala com um olhar malicioso

Desde que havia partido com o pai para namek já fazia um bom tempo em que não estava com uma femea e aquela era divinamente irresistível.

Turles olha a distância o irmão caçula sair em companhia de uma das sayajins mais bonitas do império

—Sortudo. Acho que eu tenho que aprender com ele e o Raditz em fim... – reclama Turles

Então uma femea se aproxima dele fazendo movimentos peculiares com sua cauda o que chamou bastante atenção de vários sayajins machos no domo .ela então encosta nele passando as mãos pelo peito forte do jovem

—Você é o Turles da elite imperial, não é? -ela fala enquanto fazia pequenos desenhos com o dedo de forma provocativa sobre o emblema da esquadra no uniforme do moreno que soltava pequenos rosnado guturais pelo toque da femea que o olhava de forma provocantemente sexy.

—Sou sim – ele fala com um sorriso carregado de luxuria. – E você é?

A jovem então passa a mão de forma sinuosa sobre a cauda do jovem que estava presa a cintura do mesmo o fazendo delirar de prazer.

Aquele era um ponto extremamente sensível nos sayajins. Tocar na cauda da forma correta era como um afrodisíaco extremamente potente a ponto de deixá-los quase no clímax. Um sayajin estimulado dessa forma só queria uma coisa fuder e muito. Era quase que irracional. Beirava a loucura tamanho era o desejo. E aquela femea sabia exatamente o que estava fazendo.

— Chayote docinho, que ir até minha casa? – ela sussurra ao ouvido de Turles que não estava mais tão em si.

Os irmãos teriam uma boa noite de foda bem acompanhados.