O poderoso império sayajin

10 Decisões em família


No castelo imperial vegeta estava em seu escritório analisando uma sessão de dados de relatórios pensando nas palavras de bardock então um lapso passou pela sua cabeça aquela informação veio de algum lugar. E de um lugar de certo modo de fácil acesso a qualquer um... então por onde começar a pesquisar? Não poderia pedir isso a nenhum dos idiotas que o servia, eram demasiadamente incompetentes para achar algo assim tão valioso, mas para bardock não. Nunca foi o tipo de sayajin a ser subestimado. Tinha um histórico praticamente perfeito tendo sido recomendado inclusive por zuki como futuro sucessor. Ele era estrategista por natureza assim como vegeta se não melhor que o rei. De fato, ao olhar mais atentamente os registros de seu atual conselheiro interino havia vários méritos principalmente por conta das estratégias de batalha adotadas por ele. Então fosse o que fosse bardock cruzou essa informação de algum banco de dados. Vegeta resolveu então tentar achar tal informação dos namekuseijins por conta própria. Mas por onde começaria. Então sentado em sua cadeira leva as mãos nos cabelos como se esperasse que por mágica a resposta viesse por mágica. E veio ele se pegou olhando para um dos milhares de livros que haviam naquele escritório que outra hora foi de seu pai. Ele inclina levemente a cabeça lendo o título dele.

—Mas é claro – ele tem uma conclusão – se levanta e pega o livro abrindo-o sobre sua mesa

Não ali não teria somente a resposta para o que ele procura, mas muitas outras.

Os namekuseijins são mais antigos que os sayajins porem sua raça também era antiga e para toda raça que se desenvolve existe um guardião de suas histórias e lendas era o mais certo já que sua raça não era original daquele planeta alguém deveria guardar as tradições a passando as novas gerações, mas as informações se perdem com o passar do tempo lacunas são deixadas, rituais são deixado de lado e outras coisas mais . Ele folheava atentamente aquele grosso livro intitulado: “a cultura e as lendas sayajins: a origem Sadala”

A primeira de suas respostas estavam explicita naquele livro e ao ler sobre o mesmo ele quase surtou de raiva, então era isso o bastardo do kakarotto havia atingido o estado de super sayajin, foi assim que havia derrotado cooler. Se sentiu um idiota, havia estudado sobre aquela lenda a muito tempo quando ainda era um filhote, mas havia se esquecido completamente daquilo.

Ele se deparou com muitas lendas de seu povo. Lendas que ele nunca havia se aprofundado. Como a lenda do vinculo lendário. Ele leu sobre aquilo e mais uma vez ficou estarrecido. Aquela família está contida no maldito livros de lenda sayajin. Ele estava aborrecido demais. Mas continuava a ler. Ler sobre o uso de energia oculto aquilo era interessante, mas a droga do livro não mostrava como acessar o poder porque alguém faria algo tão idiota assim? Ele se perguntava.

As horas iam adentrando, e ele continuava a ler aquele livro. Até finalmente chegar a parte que lhe interessava. Realmente bardock não havia mentido sobre a magia dos namekusei. Mas o livro não fazia referencia exatamente a uma água da vida, mas sim as esferas mágicas que concedem ao portador um desejo.

—Então era isso que estava me escondendo – balbucia vegeta consigo mesmo incrédulo no que acabara de descobrir

A questão é, poderia acusar bardock de traição ao império ao mentir para o rei ou poderia usufruir de sua busca já que graças a ele teve acesso a uma grande informação. Mas uma vez olhou o registro de bardock atentamente. Não tinha outros planos para ele. E tinha outros planos para namekusei, mas para isso precisava restabelecer as cadeiras do comando que não poderiam ficar vazias por mais tempo. Ele havia tomando uma decisão a respeito. Agora precisava dormir. Amanhã deveria ter uma conversinha com kakarotto sobre sua possível transformação. E tinha que visitar seu novo centro cientifico.

era cedo em Bejita quando kakarotto saia da cama e ele olhava uma jovem sayajin adormecida nua. Ele dá um suspiro ela era de fato muito bonita. Então ele vai até o chuveiro toma um banho se troca colocando o uniforme e descendo para tomar café.

—bom dia Nanye

—bom dia kakarotto. Ela ainda está dormindo?

—ham ham, deve demorar um pouco a acordar -kakarotto fala com um sorriso sem graça.

—não precisa se preocupar, não me incomodo com seus hábitos noturnos, na verdade com nenhum de vocês.

—eu sei que não, mas é patético eu sei. Ela não deixa a gente sair de casa

—ela é sua mãe e se preocupa

—ela é uma sayajins já deveria ser acostumada. Ela mesmo morava sozinha porque eu não posso?

— você sabe melhor do que ninguém que sua mãe é muito diferente.

—eu sei, mas eu realmente vou bater o pé dessa vez. Eu achei uma casa e quero compra-la hoje ainda

— ela vai surtar

—Eu sei que vai, não tem um jeito fácil de fazer isso, mas ela vai ter que se acostumar

—bom dia filhote – Gine entrava na sala de refeições – bom dia Nanye

—bom dia – kakarotto e Nanye responde ao mesmo tempo

Nanye lança um olhar inquisidor a kakarotto que dá um jeito de sair de mansinho

—tchau mãe, tenho que treinar com rei – ele fala pegando uma fruta da mesa e saindo rapidamente fazendo Nanye bufar com a ação

—o que foi Nanye- Gine pergunta

—nada minha querida só esses meninos que parecem que não crescem nunca não é mesmo?

—verdade – Gine ri das palavras de Nanye.

—porque acordou tão cedo? Vai trabalhar hoje?

—vou sim, já avisei na central. Eles ficaram meio que estáticos achando que eu tinha morrido. Porem eu disse que estava na medical machine até agora. E eles acreditaram.

—que bom fico feliz por você querida.

Elas continuam a tomar o café e conversarem quando uma sayajin desce as escadas. Gine estava habituada a isso. E não se incomodava mais. Tinha três filhos machos. mas adorava a cara de algumas das sayajins ao se deparar com ela.

—bom dia querida junte-se a noz ao café – fala Gine assuntando a jovem que descia a escada a passos finos tentando passar desapercebida.

—é... bom dia. Não obrigada eu realmente preciso ir – responde a jovem sem graça.

—Fique à vontade então – Gine fala

A jovem cruza a porta e Gine e Nanye se entreolham dando uma risada

Kakarotto acabava de chegar a sala de treino do castelo quando vê um vegeta mal-humorado mais que o normal não dando tempo nem ao menos do jovem lhe dá bom dia.

—Vou direto ao ponto você é um super sayajin? – vegeta rosna de raiva olhando kakarotto

Ele se assusta com vegeta.

—Como assim super sayajin- se faz de confuso

—Não se faça de desentendido verme. Eu já sei que de algum jeito você derrotou cooler e sei também que é muito mais forte do que está a mostrar. Eu ordeno que me mostre a transformação. — Estoura vegeta de forma agressiva

—Tá legal vegeta você quer ver não é mesmo? – Kakarotto está irritado com vegeta

Então kakarotto já irritado com a arrogância de vegeta deixou seu ki expandir concentrando sua energia pelo seu corpo se transformando na frente de vegeta

—Eu sabia seu maldito! Como você faz isso?

—Eu não sei. Eu só consigo – mente kakarotto

—Eu quero que passe a lutar comigo a sério. Se você um terceira classe bastardo chegou a esse nível então eu o rei de vegeta serei capaz também.

—Como desejar majestade – kakarotto tinha um sorriso diferente “ele quer que eu lute á sério então tá bom”

Então kakarotto desfaz a transformação e se põe em posição de combate sedo seguido por vegeta.

Eles começam um embate. Kakarotto já conhecia o estilo de luta do rei e o estilo dos sayajins então nada melhor do que dar-lhe um pouco do estilo terráqueo. Ele dá um baile em vegeta que não conseguia desferir um único golpe realmente eficaz em kakarotto. Acabando por ficar bem machucado e com o orgulho em chamas. Sabia que kakarotto era bom, mas não imaginava que era tanto assim. Ele então encerra o treino. Precisava da medical machine pois tinha um compromisso.

Kakarotto sai da sala com um sorriso impagável por ter finalmente colocado vegeta no lugar dele, mas logo depois se arrependeu do que fizera agora realmente ele não sairia do seu pé.

Após duas horas na medical machine vegeta finalmente sai irritado. Como pode ser ultrapasso por kakarotto. Logo ele que nasceu com um poder de luta ridículo. Como aquilo era possível? Decidiu que iria treinar mais arduamente do que antes. Não iria admitir ficar abaixo de kakarotto nunca. Mas por outro lado era uma grande vantagem ter um super sayajin no império.

Finalmente vegeta estava no grande complexo científico de Bejita e olhava tudo de forma atenta e minuciosa. Mas ele fitava Turles de forma diferente desde do embate que tivera essa manhã com seu irmão kakarotto. E se ele também fosse capaz de se transformar? E se todos daquela família fossem capazes de tal? Não poderia admitir isso ficar para trás de todos eles? jamais.

—Escuta Turles onde você e seus irmãos treinaram- vegeta pergunta

—No campo de treinamento e com o nosso pai porquê da pergunta, meu rei? – Turles fala em meio a surpresa e confusão da pergunta de vegeta

—Por nada. Vamos continuar com a inspeção

Após longas horas daquilo finalmente o rei deu seu aval ao espaço e autoriza Turles a fazer a mudança do atual corpo científico do planeta para aquele novo complexo.

Turles que estava louco para se ver livre daquela tarefa para começar a treinar para o tornei a faz o mais rápido que podia.

Turles era muito diferente de Raditz e Kakarotto ele era cruel com seus oponentes. E tratava outras raças como inferiores. Ele sempre tratou bem Wong e Nanye porque sua mãe assim o educou, mas fora desses dois indivíduos ele não tinha piedade ou remorso. Ele era frio e implacável nos campos de batalha e depois que kakarotto venceu o torneio de classes com apenas cinco anos, ele se viu sempre sendo a sombra do irmão. Todos esperavam dele a mesma coisa. Mas ele não era kakarotto. Seu coração não era brando como do seu irmão. Kakarotto se apegou na força para se superar e Turles se apegou na indiferença tornando-se sanguinário e bárbaro como os guerreiros de sua raça. E quanto mais ele lutava mais forte ele ficava. Ele treinava arduamente desde que decidiu ter uma cadeira de comando como seus irmãos já detinham.

Ele usa do temor e da arrogância para transferir aquele bando de alienígena aos seus novos espações. Odiava ter que lidar diretamente com uma raça que não era escravizada significava que mesmo que quisesse não poderia simplesmente mata-los pois eram protegidos do império. Mas isso não impedia de ser estúpido e arrogante.

Então depois de pouco tempo finalmente estava livre para treinar

Kakarotto estava a segurar um filhote de 10 anos pelo colar da armadura de combate.

—Já lhe falei que isso não é a forma certa de aplicar um golpe de ki moleque! -sacudia o filhote que lhe olhava irritado

—Acostuma-se eles são assim, difíceis quando não querem aprender. – Fala Cumber sorrindo da cena

—Ah não me aguento mais nisso. Ainda vai demorar a reporem o corpo de tutores desse lugar?

—Provavelmente depois do torneio deve sair a listagem... Você vai concorrer no torneio?

—Sim claro e você?

—Vou tentar, quem sabe eu consiga finalmente sair desse lugar. Não me leve a mal mais eu odeio filhotes demasiado pequenos, eu estava no planeta treino quando o planeta foi atacado então de certo modo sobrevivi por sorte do acaso.

—Sorte mesmo. Eu estive nesse planeta uma duas vezes somente para recrutar.

—Lá é bom de certo modo, sem cobranças e com femeas de sobra poderia se dizer que é o paraíso, mas decidi com essa nova oportunidade do rei tentar me aventurar no espaço

—Você luta bem? Digo está pronto para sair em missão ou já fez alguma?

—Já sim, é quesito obrigatório para ser instrutor ter participado de pelo menos 10 missões.

—Humm. bom só posso dizer boa sorte então

—Obrigada a você também

Kakarotto termina de preencher a ficha do filhote que acabou de sacudir e entrega a central do local então se dirige a casa que estava querendo comprar. Ele chega sendo recepcionado por um alienígena que o mostra toda a casa. Não era como a casa de seus pais, mas era confortável para ele. Tinha uma boa área de treino e não ficava tão longe do centro. Ele então fecha negócio com o alienígena comprando assim aquela casa. Iria falar com sua mãe essa noite.

A família já estava reunida a mesa conversando sobre o torneio e suas regras já que Bardock estava responsável por desenvolver todo o decorrer do mesmo.

Kakarotto finalmente fala

—Então eu comprei uma casa hoje – fala de forma solta em meio as conversas entre os irmãos e os pais

Todos calaram diante daquelas palavras

—VOCÊ FEZ O QUE? – gritou Gine com o filho

—Calma Gine – bardock fala tentando segurar a companheira na cadeira

—Eu disse que comprei uma casa hoje – disse kakarotto de forma calma e pela primeira vez olhando com certo desafio nos olhos se mantendo firme.

—Você não vai sair dessa casa – ele branda ao filho caçula

—Sim eu vou. Eu quero isso já tem um tempo e agora finamente eu coragem para isso.

—Bardock faz alguma coisa – Gine fala olhando para o companheiro

— o que você quer que eu faça Gine? Ele não é um filhote. Ele é um comandante de esquadra é um adulto você não pode querer nem que ele nem os outros continuem aqui. na idade dele eu já morava sozinho e você bem antes que isso. Como pode pedir que eles não queiram a mesma coisa? – bardock confronta Gine

Gine o olha com um olhar mortal e feroz e cruza esse olhar a cada um dos filhos presentes na mesa. Todos calados e a olhando agora com temor inclusive kakarotto.

Ela se levanta da mesa e sobe para o quarto deixando todos os outros na mesa.

—Você não vai falar com ela? -Nanye pergunta a bardock que havia voltado a comer –

—eu? Você viu os olhos dela? Não sei nem se subo hoje para aquele quarto depois de ter intervindo por esse fedelho – bardock fala calmo apontando para kakarotto

Raditz e Turles começam a rir da situação

—Você se muda quando? – bardock pergunta

—Eu ia amanhã, mas depois desse ataque dela acho que estou mudando de ideia e indo hoje ainda. – Kakarotto brinca

—e vocês vão fazer o mesmo?

—Sem dúvidas. Se ele pode todos podemos nada mais justo – Turles fala

Raditz apenas da um sorriso de lado que o pai já a muito entendia.

O jantar termina e cada qual vai para seu quarto, menos bardock que se segurou um pouco mais garantido que Gine pegasse no sono primeiro.

Na manhã seguinte kakarotto finalmente estava em sua casa depois de um longo treino com vegeta. Ele estava bem até se dar conta que não tinha ninguém que cozinhasse. Vivera tanto tempo com os pais e com Nanye que realmente não havia pensado nisso. Decidiu que teria iria comer nos restaurantes de Bejita até achar alguém para cuidar de sua nova casa.

Ele literalmente foi o ponta pé inicial. Naquele mesmo dia seus irmãos também compram suas casas o que deixou Gine em estado demoníaco. Todos os seus filhos haviam saído de casa contra sua vontade. Ela estava explosiva em tal nível que foi até a zona rochosa do planeta só para destruir algo. Bardock estava doido para matar kakarotto por fazer aquilo daquela forma sabendo que sua mãe era muito apegada a eles. ele estava respirando fundo toda vez que cruzava com o filho naquele dia em meio a sessão de relatórios que teve fazer e analisar. O café da manhã foi insuportável com o mal humor de Gine e a decisão dos outros em saírem tambem fazendo Gine perder completamente o controle.

Os dias se passaram de forma rápida. Todos os sayajins estavam em demasiado ansiosos pelo torneio já que havia possibilidades enormes envolvidas. Nunca algo daquele tipo foi feito.

Finalmente havia chegado o grande dia. A arena estava lotada e haviam muitas inscrições para o torneio que dependendo do andamento duraria até dias.

As regras eram as mesmas do torneio de classes. As chaves começaram a ser sorteadas. Como no torneio de classe todas as classes lutavam entre si com chances iguais de chegarem a final. Era algo simples vencia quem subjugava todos os adversários. Bardock também estava a participar do torneio porque a pedido do rei todos os sayajins guerreiros deveriam o fazer sendo livres apenas as outras castas.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.