O pior desejo
5 Reminiscências Planeta Freeza nº 56 - Final
Notas iniciais

– Eles são cruéis e perversos. Freeza fez um acordo com essa raça e em troca deles destruírem planetas e conquista-los, sendo que para eles une o agradável e necessário, eles recebem tecnologia, pois, nesse requisito, possuem um déficit considerável. Dizem que o poder deles não tem limite, que podem se transformar em feras imensas chamadas oozarus, senão me engano e que possuem a lenda de um super ser, ou algo assim, que chamam de super saiyajin, senão me engano. Mas, ouvi murmúrios dentre os guardas, que Freeza não está satisfeito e que não tem intenção de continuar o acordo com eles, inclusive por que soube da lenda do super saiyajin.
– Então, eles são poderosos?
– Não. Afinal, eles não são uma ameaça ao bastardo do Freeza. Porém, ao contrário das demais raças que possuem os seus limites de poder, os saiyajins não possuem e ouvi dizer, que quando eles se recuperam de ferimentos, seu poder aumenta, sem qualquer controle. Associando tudo isso a lenda do super saiyajin, o maldito arcosiano está começando a vê-los como uma futura ameaça em potencial, aliado ao fato de que eles são muito orgulhosos.
– Isso é verdade?
– Sim. – nisso, ele conta tudo o que sabia dos saiyajins.
Após alguns minutos, pensativo, o namekuseijin fala:
– Tem aquela frase: “Inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Os saiyajins seriam uma alternativa, se pudessem receber o meu treinamento. Se pudesse colocar a mão em um. – ele fala com um gemido de prazer, vendo uma perspectiva à sua frente para se vingar.
– Bem, eles são cruéis e perversos, além de terem um instinto nato de destruição, assim como de luta, como disse anteriormente. O mais certo, é que se encontrasse um, ele o mataria sem pensar duas vezes. – o idoso sentencia, sombriamente – Afinal, para os mesmos, todas as demais formas de vida são inferiores.
– Tenho meios para evitar isso, acredite, venho de uma raça que...
Então, olha para o idoso que arqueia o cenho, vendo o jovem olha-lo seriamente:
– Posso ver as suas intenções?
– Como assim ver?
– Posso?
Ele acha isso estranho, tal como o jovem ao seu lado, porém, ao se recordar da convicção das palavras dele, passou a acreditar que poderia haver alguma forma de derrotar Freeza e ademais, ele julgava que não havia nenhum mal em sonhar com um possível fim do alienígena que declarou a destruição de seu povo, assim como aqueles que a atacaram, sendo que poderia se vingar, de forma indireta e frente a isso, o olhar do mesmo era de determinação, fazendo-o querer acreditar no jovem, por mais fantástico que fosse.
– Sim.
Então, este se curva e o namekuseijin segura à cabeça dele, lendo os seus pensamentos e sorrindo.
Após alguns minutos, ao ver que os sentimentos do alienígena eram sinceros, assim como compartilhava da mesma esperança que ele possuía, retira as mãos e fala:
– Percebi que você acredita em mim e compartilha dos mesmos sentimentos que possuo... Portanto, vou fala-lhe sobre a minha raça e suas habilidades, inclusive algumas especiais, que recebi de meu pai, antes dele ser assassinado.
Então, conta as suas habilidades e o alienígena fica animado, pois, se o jovem a sua frente pudesse pegar um saiyajin para treinar, um bem jovem, poderia transforma-lo em um guerreiro formidável, tendo uma excelente chance de poder derrotar Freeza, ao usar o maior medo do arcosiano contra ele mesmo.
– Vou ajuda-lo, jovem. Pelo que ouvi dos guardas, os saiyajns serão eliminados somente daqui a alguns anos. Mas, eles enviam bebês fracos a outros planetas. Quem sabe não consigamos encontrar um, após fugir daqui? Concordo com você, que a nossa única esperança é conseguir encontrar um saiyajin bem jovem para treinar e assim, destruir o desgraçado do Freeza.
– Bem, acho que não me apresentei – o namekuseijin fala, envergonhado – Me chamo Katatsu, em homenagem a uma grande amigo do meu bisavô.
– O meu nome é Nyuri. Prazer.
Então, ambos se cumprimentam, consolidando a partir desse momento uma amizade sincera, sendo que ambos se uniam a mesma causa, que era fugir dali e procurar um saiyajin, preferencialmente jovem para treinar.
Sem alternativa, o namekuseijin passa a trabalhar nas minas, sendo que cada gota de suor e sofrimento dele era um estímulo para vingar-se de Freeza, treinando em sua cela os seus poderes e iguais habilidades, para que pudessem fugir do planeta.
Após alguns anos, ele consegue dominar, consideravelmente, a habilidade de transformar seres inorgânicos em orgânicos, criando vários seres imensos e igualmente fantásticos que surgiram de sua mente a partir de rochas, ao usar seus poderes através de suas antenas e sobre ordens de seu criador, eles começam a atacar os soldados, usando seu tamanho, sendo que o jovem percebeu que os soldados que fiscalizavam os escravos eram fracos demais.
O idoso, que era um engenheiro espacial em seu planeta natal, o leva até a área das naves, enquanto era instaurado um considerável tumulto pelos monstros criados por Katatsu.
Porém, havia a coleira que usavam.
Então, o namekuseijin aumenta o seu corpo, se transformando em um gigante, sobre o espanto do seu parceiro, e nisso, a coleira é destruída e o choque liberado por ela, se perde frente ao tamanho colossal do mesmo, que demorou anos para aprender a controlar o poder de aumentar partes de seu corpo ou o mesmo, como um todo.
Porém, ele não sabe como liberar a coleira de seu companheiro, que fala:
– Acredito que consegui descobrir como tira-la. Na verdade, tenho uma ideia. Porém, agora, precisamos encontrar uma nave para podermos fugir do planeta.
Ele fala, sendo que mentia, pois, era muito idoso para os padrões de sua raça e ademais, não acreditava que o seu parceiro conseguiria fugir dali sem ajuda.
Afinal, ajuda-lo a fugir, para que ele pudesse cumprir com o plano que ambos lapidaram conforme o advento dos anos implicaria nele poder se vingar do arcosiano, de forma indireta.
Frente ao que ele falou, Katatsu volta ao normal e o idoso o auxilia a lidar com uma nave circular que encontraram, passando a digitar as coordenadas no painel, após conseguir acessar os computadores do planeta, quando foi chamado em caráter emergencial para consertar um dos computadores, já que o alienígena responsável pelo conserto iria demorar e os soldados tinham uma considerável urgência pelo conserto.
– Acredito que você deve se esconder em um dos planetas de Freeza. Use alguma criatura para observar os soldados, pois, vi que pode criar seres incríveis de algo inanimado. Ouvi dizer que os saiyajins foram exterminados, mas, que alguns foram levados a um planeta para trabalharem como escravos, enquanto que três, foram escolhidos como soldados e que não sabem o que ocorreu com a sua raça e que alguns de seus conterrâneos são mantidos como escravos. Porém, não consegui descobrir qual é o planeta, pois, há vários dedicados a mineração.
Então, percebem o som de passos, identificando como provenientes dos soldados que se aproximavam, sendo que o jovem se posiciona para ajuda-lo, quando o idoso o impede, ao segurar o braço dele e fala:
– Sinto muito. Eu menti. Sou velho... Não acredito que consiga lidar com uma viagem espacial. Ademais, você precisa de ajuda para escapar. Estou enviando você a um dos planetas de Freeza, usado mais para administração e controle, cuja topografia é muito boa para se esconder. Você disse que tem dentro de seu corpo, algumas pedras estranhas que engoliu há anos. As pedras Hirui irão ser uteis frente ao que você explicou sobre as habilidades das mesmas.
– Mas, jii-chan!
– Vou ajuda-lo a fugir, jovem. Seus monstros só possuem tamanho, né? Você não conseguiu condensar um nível de poder considerável neles, ainda, e os soldados já desconfiaram.
– Mas, você será morto!
– Não pretendo morrer, sem poder levar alguém. — ele setencia com um sorriso, apoiando a mão no ombro do jovem.
O namekuseijin arqueia o cenho, não compreendendo como ele faria isso, enquanto que o olhava com os olhos umedecidos, pois, se afeiçoou ao alienígena, passando a vê-lo como um avô querido com o advento dos anos.
Então, com um sorriso maroto, Nyuri mostra uma espécie de dispositivo, sendo que o jovem se recorda dele passar por sucatas, recolhendo-as, em segredo, quando se dirigiam a suas celas, após várias horas de trabalho intenso em um ambiente árduo.
– Pegue esses para você. – ele estende outros três dispositivos, semelhantes ao que usava – Use-os quando estiver em perigo.
O jovem fica aturdido e então, o alienígena fala:
– Quando você dormia, eu desenvolvi essas bombas portáteis, graças ao fato deles jogarem o lixo próximo de nós, sendo que consegui encontrar algumas coisas bem interessantes.
Então, ele ri, sendo que Katatsu o olhava tristemente, pois, sentia muito carinho pelo alienígena idoso, que apoia a mão no ombro dele e fala:
– Agora, vá... Se acessarem os computadores, irão saber dessa nave e precisamos ganhar tempo até que você chegue ao planeta que escolhi. Quando chegar, após passar a atmosfera, fuja, explodindo essa nave. A explosão irá encobri-lo e o ajudará a escapar, pois, eles irão pensar que a nave teve um problema com a entrada na atmosfera.
Nisso, ele pega um soldado morto e retira a roupa e armadura, para em seguida joga-lo nu na nave, fazendo o jovem arquear o cenho para o gesto dele.
– Quando a nave explode com o ocupante, tem que ter um corpo. Use-o para disfarçar a sua fuga.
Ele abraça o senhor e com lágrimas nos olhos, sobe na nave e a mesma parte, sendo que do alto, ignorando o corpo ao seu lado, ele vê vários soldados se aproximando de seu avô.
Então, tudo o que consegue ver é um brilho intenso e depois, um clarão, sendo que uma explosão violenta se propaga para todos os lados e inclusive é visível, mesmo após a nave circular cruzar a atmosfera do planeta, rumo ao espaço.
Frente a isso, ele não consegue conter as suas lágrimas e chora, enquanto sentia que o seu ódio e raiva pelo arcosiano aumentava ainda mais.
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Planeta Freeza nº 56 — Age 742
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Alguns meses depois, chega ate o planeta Freeza número cinquenta e seis e faz conforme o seu avô lhe pedira.
Arma uma das bombas que recebeu, guardando as outras para emergência, caso precisasse se salvar e nisso, aciona a mesma que possuí um timer.
Após estar tudo pronto, agradece ao fato da nave ter um sistema interno de refrigeramento, que ajudou a evitar uma rápida decomposição do corpo, tornando a coexistência entre ele e um cadáver, um pouco mais suportável.
Então, sente vários ki´s se aproximando, enquanto se afastava da mesma, que explode após alguns minutos.
Pelo fato da explosão ter sido violenta, ele consegue fugir, enganando os soldados do arcosiano e ao chegar ao solo, se afasta do local, esgueirando-se por rochas, enquanto corria, pois, graças às pedras em seu corpo, elas tornaram o seu ki inexistente para os scouters.
Ao longe, decide regurgitá-las, pois, precisaria usar no saiyajin, quando conseguisse colocar as mãos em um.
Então, se concentra e regurgita as pedras Hirui.
Após limpa-las, confecciona uma espécie de colar grosso, sabendo que aquelas pedras ocultariam o seu ki.
Porém, mesmo assim, treinaria o seu controle de ki, para exigir o mesmo do saiyajin que pegasse para treinar.
Na caverna, ele espera pacientemente que encerrem as buscas ao encontrarem os pedaços do corpo, que com certeza, estava irreconhecível e depois, usando sua habilidade de criar animais pequenos a partir de pedras, ordena que os mesmos entrem no Centro de Controle, usando o tamanho deles e a inexistência de ki, para torna-los indetectáveis.
Porém, após anos de investigação, somente conseguira algumas informações, que no final, não conseguiram fornecer o planeta que os saiyajins estavam sendo mantidos como escravos.
Além disso, eram saiyajins adultos. Ele precisava de um saiyajin jovem, para que o seu plano tivesse êxito e isso, o desesperava, conforme o advento dos anos.
Então, ele sai das suas recordações, olhando o saiyajin a sua frente que havia acabado de dormir, sendo que ouvira tudo, menos a parte que chegou a aquele planeta e julga que o destino sorriu para ele, pois, era um saiyajin jovem que procurava e aquele a sua frente, preenchia todos os requisitos, assim como estava tranquilo em relação ao fato de poder controla-lo, caso fosse necessário, após ouvir sobre a natureza deles, graças à corda no pescoço no mesmo, que ele conjurou com os seus poderes e que tinha a capacidade de liberar uma descarga elétrica violenta, caso tentasse algo contra ele, assim como sufoca-lo, se assim desejasse.
Afinal, sabia da fama dos saiyajins e não podia confiar neles, sendo que ria amargamente ao perceber o quanto a situação era irônica, pois, dependia da raça que não confiava e tida como um monstro cruel, para exterminar outro monstro cruel.
Então, decide encostar as costas na parede e adormece, sentindo que as suas esperanças se renovaram com a chegada do saiyajin a sua frente, passando a ter a esperança de se vingar em nome de seu bisavô e avô, além do assassinato de seu genitor, tal como o sofrimento da raça daquele que considerou como um avô querido, assim como o sacrifício do mesmo, carregando em seus ombros a vingança de Nyuri, em conjunto com uma vingança dele e de seus ancestrais, desde a fuga de seu avô e que vinha de várias gerações.
No dia seguinte, o sol nasce e Goku desperta, para em seguida fazer exercícios matinais, sendo que seu estômago ronca e frente a isso, se aproxima do nameksueijin dormindo e o cutuca, várias vezes, até que o mesmo desperta, subitamente, ficando alarmado ao perceber que dormiu profundamente na presença de um saiyajin, tornando-se assim uma presa fácil, enquanto que amaldiçoava a si mesmo por ter sido tão relapso em sua segurança.
Afinal, não sabia que acessar tantas recordações de seus ancestrais, o esgotava a um nível profundo. De fato, era muito cansativo.
– Estou com fome. Onde você encontrou aquela criatura? A carne era maravilhosa.
“Saiyajin estranho... Poderia ter me matado, facilmente. Mas, não fez nada, só me cutucou.”
Então, o estômago dele ronca audivelmente, apavorando o mais velho, o tirando de seus pensamentos, sendo que Goku ria, sem graça, ao coçar a sua nuca.
– Estou faminto.
– Percebi... – nisso ele se levanta, tentando entender o saiyajin estranho a sua frente, que não agia como ele ouvira falar – É por aqui.
Nisso, ele corre e o jovem o segue animado, sendo que o namekuseijin notava que ele sorria e muito, sentindo que por algum motivo, a presença dele não era uma ameaça a sua vida, pois, isso explicaria o fato de ter confiado e dormido, profundamente. Algo nele, não o fazia enxergar como uma ameaça e ademais, o mesmo parecia ser inocente e gentil, algo que chamou a atenção dele.
Ao ouvir o ronco na barriga do jovem, novamente, chega ao consenso, que pelo menos, em matéria de fome, ele era uma autêntico saiyajin, pois ouvira do apetite descomunal deles, que poderia ser assustador e concordava.
– Após você comer, iremos começar o seu treinamento.
– Yuupi! Vai me treinar, mesmo? É sério? – ele o olha com os olhos expectantes e um imenso sorriso no rosto.
– Sim...
Fala um tanto surpreso, pois, podia ver o sincero entusiasmo dele e acaba sorrindo, pois, não conseguia ficar com um semblante sério, frente ao entusiasmo do jovem a sua frente, considerando que não seria nem um pouco horrível ficar com ele e se continuasse assim, seria uma companhia interessante e divertida, por mais estranho que tal pensamento fosse.
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Chikyuu (Terra) – Age 749
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Em uma ilha isolada no meio do oceano, Muten Roshi estava deitado em sua espreguiçadeira, em frente a sua casa, com a última revista de pornografia que comprou, aproveitando a ausência de Kame, pois, fazia quase um ano que ele havia sumido.
Kame-sennin apreciava a ausência do seu amigo, que vivia implicando com o fato dele ficar lendo revistar eróticas e, portanto, não se incomodou em ir procura-lo.
O som de uma espécie de lancha chama a atenção do sennin, que observa uma embarcação se aproximando de sua ilha, enquanto arqueia o cenho.
Conforme observava mais atentamente, identifica os ocupantes como uma mulher de cabelos escuros lisos e com roupas pesadas e igualmente fora de moda, a seu ver, condenando o fato dela esconder o corpo daquela forma, pois, apreciava as mulheres que não se incomodavam em exibir o seu corpo, e nisso, acaba vendo uma pequena raposa humanoide com cauda, trajando uma espécie de vestimenta usada por ninjas e dentre eles, um homem pequeno de orelhas pontudas, sendo que achou a roupa do mesmo e chapéu esquisito, como algo cômico e nisso, dá uma risadinha.
Então, percebe que eles se aproximam de sua ilha e arqueia o cenho, quando a embarcação encosta na margem e eles desembarcam, sendo que a espécie de duende, a seu ver, estava se aproximando de forma arrogante.
Porém, ao se aproximar, Muten percebe que ele olhava com os olhos brilhantes para a esfera presa em seu colar e este, exclama, apontando o dedo:
– Achei a dragon ball!
– Incrível, Pilaf-sama! Somente o senhor para encontra-la. – Mai fala respeitosamente, vendo o quanto isso o agradava.
– Querem algo? – Kame-sennin pergunta, enquanto analisava o estranho trio, a seu ver.
– Eu pago quinhentos mil zeni pela esfera em seu pescoço.
– Quinhentos mil?! – Muten fica estático e passa a imaginar quantas revistas eróticas, assim como horas com prostitutas, ele conseguiria.
Enquanto isso, a espécie de duende preenchia um cheque, com um sorriso de canto.
– Aceita? – ele pergunta, enquanto estendia a folha a ele.
O sennin pega e observa a cifra, ficando maravilhado e frente a isso, entrega a esfera ao mesmo, que comemora.
– Foi um prazer negociar com você.
Pilaf fala e se retira com os seus subordinados, enquanto que Kame-sennin comemorava, conforme observava o cheque.
O que nenhum deles percebeu, é que havia alguém os observando, à distância, através de um helicóptero.
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