Notas iniciais
Leiam as notas finais amores meus

–RONALD! ALAN! –Gritou Grell correndo dentro da sala e puxando os dois.

–Grell Sutcliff? Onde estamos indo? –Perguntou Alan como uma criança empolgada ainda sendo arrastado até o dormitório do ruivo onde foram empurrados para dentro.

–Se alguém perguntar sobre mim e Ronald, minta e diga que estamos em uma missão para coletar a alma de um jornalista. Ronald fica quieto que eu explico depois. –Disse cortando o amigo quando foi começar a falar, ainda esbaforido. –Alan não fale disso nem para o Slingby, muito menos para ele!

–A onde vocês vão em primeiro lugar? –Perguntou o castanho confuso.

–Salvar um idiota de fazer merda... –Disse suspirando e logo saindo correndo novamente sendo seguido por Ronald

[...]

–Porque estamos indo em direção a mansão daquele conde...conde phuntam...phunto...

–PHANTOMHIVE! Porque o seu Senpai vai acabar em uma situação nem um pouco satisfatória. –Disse ainda arrastando Ronald, se olhasse de um certo ângulo, dava para se ver fogo saindo de seus olhos.

–Oque William senpai fez? Tem haver...com uma certa marca? –Perguntou com um sorriso um pouco irônico e um pouco malicioso e Grell só assentiu. –Ah então rolou ontem? Pensei que tinha ouvido algo mesmo...

–Calado...Ele não pode se machucar como eu. Agora me ajude. –Disse subindo em cima de uma arvore sendo acompanhado por Ronald que esbravejou. –Cala a boca Ronald.

–Grell senpai? – Perguntou pro ruivo que só abanou com a cabeça procurando o frio amor. –Isso que você sente pelo William senpai é real?

–Porque pergunta isso? –Disse ainda procurando o outro se equilibrando em um galho. –Falei algo que prove ao contrario?

–Não. Porque o seu amado você sabe como ele é. –Disse se jogando pra trás ao ver o olhar de Grell sobre si. –Se eu fosse você, o perguntaria sobre oque ele sente, talvez ele esteja apenas sentindo algo para sabe...se divertir.

–Eu não acho que ele faria isso...Faria?

–Apenas se cuide senpai. Eu sei como gosta dele, e não o quero machucado certo? –Disse tocando levemente no ombro do ruivo.

–Obrigada Ronald. Ele pode não sentir mais nada mas... –Pausou mas o outro o encorajou com o olhar. –Preciso ajudar ele agora, mesmo se ele tiver me feito de idiota. Ele pode falar oque ele quiser, eu vou continuar o amando, com todas as minhas forças. Ele pode ser um cabeça dura, mas ele não vai conseguir sozinho vencer a Sebastian. e eu não vou suportar vê-lo machucado. Muito menos por uma dor que eu já passei. Eu nunca vou esquece-lo, mas devo o deixar livre.

–Senpai...

–É oque os amores fazem não? Querem sempre o melhor para o outro. –Disse olhando para o horizonte. –Se o melhor do William for longe de mim, eu aceito. Não digo que não irei ficar triste, mas não quero mais ódio. Quero ele feliz.

–Senpai...Ele está lá, vamos. –Disse se virando para o ruivo, mas ele já não estava mais lá. Foi descer da árvore e acabou caindo.

Grell se aproximava de Sebastian e William, que já estavam brigando. Sebastian acabou vendo o ruivo e soltou uma risada irônica. Ronald não conseguia ver direito por ter deixado seus óculos cair na queda. Grell queria voar em cima de Sebastian, mas não para abraça-lo mas sim para mata-lo. Ronald o segurou a tempo, antes de William ver o estrago que aconteceria.

–Mais uma vez...Acho que gosta de se machucar não minha ruivinha. –Disse passando a mão pelo o rosto de Grell que cortou a mão dele com os dentes. –Não seja tão inútil- Disse o jogando longe.

–Grell senpai! –Ronald chamou mas se acalmou ao ver o outro acenar que estava tudo bem e partiu pra cima de sebastian.

–Parece que seus subordinados estão cada vez mais inúteis. Veio aqui para vingar pela sua ruivinha? Parece que ele da para todos mesmo... –Disse sorrindo irônico recebendo um golpe da death scythe do moreno cortando seu rosto.

Os dois viram os olhos castanhos ficarem rubros. Grell tentou arrastar William, mas estava petrificado de ódio, apenas empurrando o ruivo para trás dele. O ruivo mesmo acostumado com gestos rudes, achou fofo de parte do William o proteger.

–Não se machuque, venha, se sairmos....Ninguém se machucará. –Disse segurando os ombros do maior, apenas grunhiu. –Por favor...William não machuque a si mesmo por alguém que não vale a pena.

–Depois conversamos. –Disse empurrando Grell que choramingou. Grell e Ronald empunharam suas death scythes prontos a entrar juntos. –Fiquem, isso é comigo.

Nisso Sebastian socou a face do moreno fazendo o ruivo gritar em reprovação. William sabia se defender, mas os três sabiam que o demônio era mais forte. Grell e Ronald puxaram William tentando o arrastar para o portal mais próximo para os departamentos. Sebastian foi atacar novamente, mas Ronald entrou no portal e levou os dois consigo.

–OQUE VOCÊS TEM NA CABEÇA? –Disse empurrando a dupla na parede que se sentaram no ato. –Que merda vocês foram fazer lá?

Passavam algumas pessoas do departamento, mas vendo o nível de raiva de William, decidiram entrar em seus dormitórios. Já tinha acabado o expediente. Alan esperava parado na porta do dormitório do ruivo.

–AH OQUE NÓS TEMOS NA CABEÇA? VOCÊ QUE VAI FAZER MERDA E PERGUNTA ISSO PRA GENTE? –Disse Grell se levantando e empurrando um pouco Will em vão. –Você que vai se machucar por uma causa inútil! Você não entende que eu quero seu bem idiota?

–CAUSA IDIOTA? É ISSO AGORA? –Perguntou tirando as mãos do ruivo de seu peito e as segurando. –Você se machuca, eu vou cuidar disso e você fica bravo? Ainda tens sentimentos pelo tal demônio?

–William você tem que se decidir! Oque você sente? Você sente algo por mim, ou só quer algo para tirar de sua rotina? Me diga logo! OU você gosta de me fazer de tolo? –Disse com os olhos marejados. –Você só quer algo que te divirta não é?

–Grell...Meu ruivo... –Disse o puxando para dentro de seu dormitório e o prensando na parede. –Eu te amo, nunca pense nada ao contrário. Eu nunca o usaria, eu nunca amei ninguém, muito menos usaria alguém. –Disse sugando os lábios avermelhados que tanto ama. –Me perdoa minha diva, eu não queria fazer você se sentir assim.

–De-desculpa Will...Me desculpa. –Disse aconchegando a cabeça no peito do moreno que o pegou no colo e o levou para a cama. –Você é apressado não é?

–Eu amo seu corpo sabia? –Disse já tirando a camiseta branca meio suja que o outro usava. –Senti saudades desse corpo.

–Foi ontem Wiru. –Disse rindo.

–Agora vou sentir saudades todos os dias, entenda. Você me deixou provar de seu gosto. –Disse atacando os lábios do ruivo novamente. –E agora estou viciado

Notas finais
Desculpa estar ausente, espero que entendam. Logo mais terei entediantes aulas de ciências e virão capítulos melhores.