O amor de Carantelo e Amanita desenvolveu-se como uma criança que galra: devagar, com tropeços, de pouco a pouco. Não foi rápido e muito menos fácil – Amanita ainda tinha segredos escondidos dentro de si, e Carantelo seguia desacostumada a ter companhia dentro da rotina que costumava ser tão solitária.

Quando encontraram uma nova cidade – e após serem bem recebidas nela -, deixaram o vagão estacionado e fechado por algumas horas enquanto caminhavam juntas pela floresta.

— Queria te fazer uma pergunta... — A voz saiu baixa, hesitante. Aman assentiu de forma encorajadora. — O que aconteceu quando nós nos conhecemos naquele primeiro dia?