Notas iniciais
Galera da Tetey-chan s2 s2 Tô aqui pra atualizar rapidinho o capítulo e vou logo "dormir" porque vou viajar ás 06:00 AM, sabe o que é isso? SIDUFSDFDSFUH Eu não dormir pra terminar o capítulo ;-; Espero que vocês curtam s2 Boa leitura! Amo vocês s2 E escutem com música, além de entrar nesse grupo aqui https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts claro u.u

O assassino do meu pai

Capítulo 3

Por Teylla

O amor não possui e não se deixa possuir, pois o amor basta-se a si mesmo. (Khalil Gibran)

Something lately drives me crazy

has to do with how you make me

struggle to get your attention

calling you brings aprehension

Texts from you and

sex from you

Super psycho love — Simon Curtis

Havia entrado de qualquer maneira em sua residência na noite anterior. Suas vestes estavam espalhadas em cada parte do quarto e trajava apenas um blusão branco juntamente com uma calça qualquer que encontrou na sua poltrona.

Bebericou a taça de vinho que se encontrava em cima de sua estante e suspirou.

Tinha muitas coisas para resolver, espreguiçou-se e levantou de sua cama indo em direção à porta. Desceu as escadas e viu seu mordomo.

— Boa tarde mestre, optei por não te acordar, já que você aparentava estar bem cansado — disse o mordomo.

— Tudo bem Octus, você fez bem. — Natsu bocejou.

— O Sr. quer que eu peça para que preparem seu banho? — perguntou.

— Sim, por favor — respondeu.

— Então, com licença Sr. — O mordomo se curvou e saiu.

Natsu foi até seu escritório e sentou-se na cadeira, o piso de madeira deixava o ambiente mais bonito, o papel de parede se destacava dando um destaque especial aos toques dourados na mesma.

A maioria dos objetos era de madeira, mostrando a elegância do mesmo.

Ajeitou suas folhas de papel oficio e os colocou de lado ao batidas leves na porta.

— Entre — ordenou e logo as batidas cessaram, abriram a porta cuidadosamente.

— Sr. seu banho já está pronto — disse Octus.

— Obrigado Octus — agradeceu e foi para o lavabo.

Sua banheira estava bem espumada e com água quente, expulsou todos do seu banheiro e despiu-se entrando com tudo. Seu corpo relaxou ao toque da água.

Lembrou-se do seu compromisso à noite e sorriu.

* * *

Lucy terminou de arrumar suas coisas com a Virgo, levou-as para o Hall e ficou a espera de seu tio, ao vê-lo se consertou.

— Pronta para ir? — Gildarts perguntou indo para o seu lado.

— Sim — Lucy respondeu dando um pequeno sorriso.

— Ótimo — retrucou e virou-se para Loki. — Obrigado por tudo meu rapaz.

— Hm... foi o meu trabalho — retrucou.

Gildarts riu fraco. — É verdade não é... — disse com a cabeça baixa.

Loki ficou quieto.

— Loki — Lucy chamou e ao ver que ele se aproximou, prosseguiu. — Muito obrigada por tudo, obrigada por nunca ter abandonado o papai, eu lhe devo muito — agradeceu.

— Tudo bem Srta. Lucy, como eu disse ao Sr. Gildarts, foi apenas o meu trabalho — retrucou Loki.

— Sim... Mas... Muito obrigada, de verdade — agradeceu novamente com sinceridade e olhou para o chão corada.

— Não precisa agradecer Srta. Lucy — disse.

— Tudo bem... Bom, vamos titio? Já terminei o que tinha que fazer.

— Claro Lucy — respondeu Gildarts.

Lucy e Gildarts foram na frente e logo atrás Virgo andava segurando sua mala recém feita. Entrara na carruagem e havia outra menor com as bagagens.

A viagem havia sido silenciosa, Lucy não se permitia ter uma boa conversa com o tio, não queria falar nada por um bom tempo.

Ao contrário dela, Gildarts queria muito conversar com sua sobrinha, saber das coisas que aconteciam com ela e tudo mais, se sentiu constrangido por não ter essa liberdade, lembrava-se de como brincava com ela quando a mesma era menor e soltou um suspiro infeliz.

Dentro do automóvel só se ouvia a respiração profunda de Lucy, a mesma encarava o céu distraída. Virgo apenas ficava quieta no seu canto para não chatear os seus amos, queria entender o motivo de sua patroa-amiga não aceitar seu tio.

Não demorou muito para que chegassem à mansão de Gildarts, ao passarem por um parque de árvores — muito bonito por sinal — avistaram um grande portão preto com o sinal da família Heartfilia e logo Lucy acordou dos seus pensamentos.

A carruagem parou na entrada e logo surgiram várias cabeças correndo para atendê-los, Lucy riu ao ver a pressa dos empregados e sorriu ao ver como eles eram felizes trabalhando ali. Um rapaz surgiu no meio deles para abrir a porta, seu cabelo curto e repicado dava um ar de seriedade, seu uniforme estava todo arrumado.

Lucy agarrou a mão oferecida pelo rapaz e desceu do automóvel seguida de Virgo, alguns empregados ajudaram com as bagagens. Gildarts falou com todos ali presente e chamou sua sobrinha.

— Essa aqui é a Lucy, minha sobrinha de quem eu havia falado, ela morará conosco daqui em diante — disse com um sorriso e logo todos se curvaram para ela.

— Olá. — Sorriu.

— É ela que irá se casar com o Sr. Dragneel? Uau! — Alguém perguntou na aglomeração, o que deixou Gildarts alerta.

— Como? — perguntou Lucy surpresa.

— Nada minha sobrinha, vamos entrar — pediu Gildarts.

Lucy assim que pôs os pés dentro do casarão não pode deixar de admirar a grandiosidade do lugar. O grande lustre de cristal, pendurado no centro no hall de entrada, dava um ar aristocrata ao lar de seu tio. O piso totalmente com ladrilho branco estava bem limpo e o cheiro de lavanda parecia estar na casa toda.

— Gorete! — chamou Gildarts.

— Sim Sr. Heartfilia? — uma mulher baixinha apareceu ao lado dele, seu cabelo aparentemente curto estava preso em um coque, perguntou.

— Poderia guiar à minha sobrinha ao seu quarto e logo após levar a criada dela para conhecer o quarto onde ficará? — perguntou.

— Claro! — respondeu. — Por favor Srtas. me sigam — pediu e logo começou a subir as escadas.

Logo atrás de Lucy e Virgo haviam alguns rapazes com as bagagens. Gorete levou-as para um quarto muito bonito, a decoração era fofa e aconchegante.

— Aqui é seu quarto Srta. Lucy — disse Gorete.

— Oh... É muito bonito — Lucy deixou escapar.

— Sim, ele é, antes de tudo Srta. Lucy o jantar será servido daqui a pouco, aparentemente teremos um convidado, então irei apenas mostrar o quarto de sua criada e a trarei de volta para cá — disse e se curvou. — Com sua licença.

Gorete saiu do quarto e Virgo foi atrás.

Lucy olhou atentamente para seu quarto, sua cama era grande e bem bonita, o forro era amarelo-ouro e dava um Tchan ao local. Seu piso de madeira clara, combinava muito bem com a parede bege. Olhou as malas e ficou pensativa de como seria daqui pra frente.

Sentou-se na sua cama à espera de Virgo e não demorou muito para sua porta ser aberta de novo.

— Lucy, seu quarto é perfeito! — disse alegremente.

— Não é? Estou apaixonada! — falou ao olhar o quarto todo novamente. — E o seu? É confortável?

— É sim, gostei de lá — respondeu com um sorriso. — Mas, isso é outra história! Preciso te arrumar logo, você terá a visita de alguém importante.

— Pessoa importante? Quem? — perguntou Lucy.

— Eu não faço a mínima ideia de quem seja, mas... — respondeu pensativa. — Tenho que te arrumar de qualquer maneira!

* * *

Lucy não teve muitas dificuldades em se arrumar, estava com um bonito vestido de seda em tom de vinho e um coque meio frouxo. Ouviu algumas batidas na porta e disse um “entre”.

Abriram a porta devagar, era Gorete.

— Srta. Heartfilia, eu apenas quero avisar de que o jantar já está pronto e seu tio á espera lá embaixo.

— Gorete... O convidado já chegou? — perguntou Lucy meio receosa.

— Não Srta. Heartfilia — respondeu com um sorriso.

— Ah... obrigada — agradeceu.

Lucy desceu as escadas e foi guiada por Gorete até a sala de jantar.

O cômodo era igualmente lindo, a mesa bem grande dava a entender que era um lugar para recepcionar pessoas bem importantes.

— Lucy, está linda! — disse Gildarts ao vê-la.

— Obrigada tio — agradeceu com um sorriso.

— Oh, por favor, sente-se. — Apontou para a cadeira vazia ao lado dele.

Lucy se sentou e sorriu.

— Titio, quem é que estamos esperando para o jantar? — Lucy perguntou curiosa.

Gildarts congelou por um instante, havia chegado a hora da verdade.

— Lucy... Há algum tempo atrás, o seu pai fez um acordo... sobre o seu casamento e... — parou antes de continuar para observar a expressão de sua sobrinha, ela estava pálida e gélida.

Casamento? Perguntou-se em pensamento.

Quando Gildarts ia continuar, foi interrompido por Gorete.

— Ele chegou Sr. Gildarts — avisou.

— Obrigada Gorete, pode chamá-lo por favor — pediu.

— Claro senhor.

Lucy travou, seria a hora de conhecer o seu futuro noivo provavelmente. Escutou os passos se aproximando e fixou seu olhar na porta.

Seu olhar pousou sobre um homem de cabelos rosados que se encontrava parado com um sorriso encantador. As feições eram finamente esculpidas, a roupa escura continha adorno e ele tinha uma presença tamanha, os olhos cor de esmeralda eram profundos. Logo lembrou-se quem era ele:

O assassino do seu pai.