Notas iniciais
Yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeh, meus amores s2 Aqui estou eu, divando sdiufhsdiufhsdiufshduf Esse capítulo tá curto, certo? Mas é porque o 5 vai ser maior, muitas tretas vem por ai... uhhhhhhh mentiras e verdades O que será que o destino reserva para esses dois? MUAHAHAHAAHAHAH Consegui enfim postar! pqné! vamos conversar sobre isso UIDSHFSIDIFHHDIFSFIU Entrem nesse grupo aqui https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts s2 e me cobrem os caps u.u Boa leitura e eu responderei todos os comentários! Obrigada pelo apoio!

O assassino do meu pai

Capítulo 4

Por Teylla

Duvida da luz dos astros, de que o sol tenha calor, duvida até da verdade, mas confia em meu amor.

William Shakespeare

Say something I'm giving up on you (Diga alguma coisa, estou desistindo de você)

I'll be the one if you want me to (Eu serei o escolhido se você me quiser)

Anywhere I would've followed you (Eu teria te seguido para qualquer lugar)

Say something I'm giving up on you (Diga alguma coisa, estou desistindo de você)

Say Something — Christina Aguilera ft. A great big world

— O que você está fazendo aqui? — Lucy se levantou rapidamente, deixando a cadeira tombar para trás fazendo um quase estrondo.

— Olha, Olha se não é a Srta. Heartfilia. — Natsu ignorou sua pergunta. — Boa noite, Sr. Gildarts. — Sorriu.

— Boa noite, Sr. Natsu — disse Gildarts se levantando e indo até ele para apertar sua mão. — Por favor, sente-se.

— Claro — aceitou e se sentou.

Lucy respirou fundo e fixou seus olhos em Natsu. Ele a olhou de relance e fez uma expressão de ironia.

— Vai ficar em pé? Uma moça tão bela quanto você não deveria ficar fazendo esforços desnecessários, sente-se — Natsu disse olhando bem nos olhos de Lucy.

— Quem você pensa que é para mandar em mim? — indagou Lucy.

— Seu futuro marido — respondeu como se fosse óbvio, mas ao ver o olhar de Lucy percebeu que ela não sabia de nada. — Você... não sabia? — perguntou surpreso.

— Como assim eu não sabia? Do que ele está falando, Gildarts? — indagou com um berro.

— Calma, Lucy — respondeu. — Sente-se, por favor.

Lucy se sentou, estava claramente ansiosa pela resposta.

— Lucy... seu pai... Antes de morrer — Balançou a cabeça. — te prometeu a esse homem, Natsu Dragneel. Seu casamento não demorará a ocorrer... Mas eu precisava te contar antes do mesmo — disse Gildarts.

— Como? — indagou abismada, não podia acreditar no que acabara de ouvir.

— Isso mesmo que você escutou, minha querida — respondeu visivelmente arrasado por dentro.

— Mas ele matou o meu pai! — retrucou ferozmente.

Gildarts olhou Natsu surpreso pela afirmação que acabou de ouvir sobre ele. O Dragneel apenas balançou a cabeça negativamente.

— Mas... — começou Gildarts antes de ser interrompido.

— Isso mesmo, eu matei o seu pai — disse Natsu com um sorriso amarelo e irônico.

— Você não tinha esse direito...! — falou irritada.

— Talvez eu não tivesse, mas seu pai foi uma pessoa miserável — disse. — Se eu não fizesse, pode apostar que outra pessoa faria — completou dando de ombros.

— Você...

— Pare, Lucy — pediu Gildarts, impedindo-a de prosseguir.

— Parar? Você escutou isso, tio? — indagou Lucy incrédula — Ele afirmou que matou o meu pai!

— Sim... eu escutei, Lucy — respondeu de cabeça baixa.

— Então, por que me manda parar? — questionou.

— Vamos apenas jantar, finja que isso não aconteceu, só por hoje — implorou.

Lucy estreitou os olhos e assentiu por fim.

Jantaram e Gildarts subiu com Natsu para o escritório, deixando Lucy curiosa. A mesma subiu escondido e encostou o ouvido na porta com a esperança de conseguir escutar algo.

Mas não deu muito certo e acabou indo para o Hall, iria querer conversar com Natsu, tirar essa história a limpo. Ele havia dito que eles iriam se encontrar de novo algum dia, mas não achou que fosse por agora. Balançou a cabeça tentando esquecer os seus pensamentos e deu uma volta inteira pelo local.

Estava no tédio.

Muito tédio, aliás.

— Então é isso, Natsu — Lucy ao ouvir alguém falar o nome de Natsu se levantou logo, nem havia percebido que seu tio e o maldito estavam descendo as escadas juntos.

— Tudo bem, Gildarts. Eu compreendo perfeitamente — disse Natsu com um sorriso gracioso.

— Oh, Lucy, você está ai? — indagou o tio ao vê-la.

— Sim, eu quero conversar com esse rapaz — respondeu andando até eles.

— Tudo bem... deixarei vocês conversando então — disse e saiu.

— O que quer conversar comigo? — indagou Natsu arqueando levemente a sobrancelha. Estava evidentemente surpreso.

— Aqui não — respondeu e segurou sua mão, arrastando-o para fora da mansão.

— E então, o que queria conversar? — perguntou debochado.

Lucy meneou a cabeça e estava pensando minuciosamente no que dizer, parece que Natsu percebeu sua hesitação.

— Eu... quero entender o real motivo de você ter matado o meu pai — respondeu depois de um tempo.

— Já disse que se eu não o matasse, outros viriam e o matariam — retrucou desinteressado no assunto.

— Mas você não tinha que fazer isso... ainda mais que você iria se casar comigo! Outra coisa que eu nem fazia ideia — disse e andou para frente, para logo virar-se e encará-lo com uma expressão triste.

— Realmente... eu não tinha que fazer isso, mas tive o prazer de ter feito. — Riu amargamente. — Sim, você foi prometida para mim e eu e seu pai tínhamos ou temos um contrato, então, você querendo ou não, terá que casar comigo — completou.

— Você... você não liga para os meus sentimentos? — perguntou cerrando os punhos.

— Eu não ligo, apenas quero manter a minha linhagem, minha querida — respondeu dando de ombros.

— Pensei em te dar uma chance... mas agora eu não te darei mais! — repreendeu.

— Não preciso de uma chance, eu a terei de qualquer forma — retrucou. —, eu irei domá-la, Lucy — complementou.

— Nunca — disse ríspida.

— Por que acha isso? — indagou curioso.

— Porque eu sou dona de mim mesma e nenhum homem irá me domar — respondeu estufando o peito.

Natsu riu.

— Tudo bem, Srta. se é o que você acha, não poderei dizer mais nada — disse. — Mas pode apostar que na cama, eu irei domá-la.

— O quê? — questionou totalmente vermelha.

Os dois acabaram rindo juntos e por um momento haviam esquecido do que aconteceu com o pai da Lucy.

— Se eu tivesse te conhecido antes de tudo isso ter acontecido... — Lucy começou a falar. — Antes de você ter matado o meu pai, tudo poderia ter sido diferente, você sabe, certo?

— Por que você está voltando a esse assunto? Pensei que já tínhamos conversado sobre isso — respondeu revirando os olhos. — Poderia, mas já está feito e nada poderá ser mudado.

— Mesmo assim...

— Mesmo assim nada — a cortou. —, esqueça isso, a única coisa que você precisa saber por agora é que eu matei o seu pai por motivos ocultos, você tem sorte que fui eu, se fosse outra pessoa, pode apostar que teria matado todos da sua moradia ou contratariam matadores para fazer isso.

— E por que você não contratou um? — indagou perplexa.

Natsu pensou minuciosamente sobre o assunto antes de responder, sabia que ela estava certa, porém não poderia contar a verdade sobre isso.

— Srta. Heartfilia, não volte com esse assunto. Eu quis matá-lo com minhas próprias mãos, apenas isso! — respondeu alterado. — Não faça nossa relação ser mais difícil do que já é.

— Você tinha ódio do meu pai? É por isso que queria que eu me cassasse com você? — questionou com ódio no olhar.

— É isso mesmo! Se eu pudesse, teria te matado também! — mentiu, mas foi o suficiente para fazer Lucy arfar e voltar correndo para mansão. — Droga... — Chutou o nada.

Natsu voltou para a mansão atrás do Gildarts e o achou discutindo com Lucy.

— Com licença. — Natsu pigarreou. — Eu irei me casar com a Lucy daqui a dois meses, vim apenas avisá-los disso.

Natsu saiu, mas sabia que o seu pedido seria atendido.

Notas finais
Gostaram? IUDSFSF