O Viajante De Animes
48 Cap 8 second season
Notas iniciais
Eu acordei em uma cama, estava meio cansada e com fome. Eu suspirei e me lembrei do dia anterior. Eu não me lembrava de muita coisa depois da fonte termal... Me levantei e fui andando pela casa. Ao que parece eu havia chegado em uma cozinha, lá estava Mika. Ela ainda usava sua roupa de empregada. Ela cozinhava algo. Me sentei em uma cadeira disponível ali perto.
Mika – Ah! Goshujin-sama! Ohayo!
Fiquei meio confuso pelas palavras em japones, mas logo me recompus e respondi com um sorriso.
Willian – Ohayo Mika-chan... Escuta, você sabe o que aconteceu comigo? Eu não estou me lembrando de muita coisa...
Ela riu e pegou uma forma, que ela levou para o um forno.
Mika – Voce desmaiou nas fontes! Tivemos que levar você para casa. Voce deu um susto na gente!
Willian – Ah...
Fiquei meio triste, ainda mais pelo fato de ter perdido a chance da minha vida. E depois fiquei envergonhada.
“Droga... Nunca mais vou ter uma chance como essa...”
Mika deve ter reparado no meu rosto, ela riu e chegou bem perto de min, o bastante para me deixar envergonhada . Eu podia até mesmo sentir o perfume que ela usava.
Mika – Não fique assim, voce não vai escapar de min assim tão fácil... Goshujin-sama...
Dito isso ela se afastou e ficou de olho no forno. Eu suspirei.
“ Sou o homen mulher mais sortudo do mundo... Sortuda, sei la...”
Mika – Goushujin-sama... Posso te perguntar algo?
Willian – Sim?
Mika – O que aconteceu com seu corpo?
Eu ri meio sem graça.
Willian – Nem eu sei...
Foi quando eu finalmente notei que meu cabelo estava maior, estava se estendendo até as minhas coxas. Eu resmunguei. Me levantei e peguei-o.
“Que droga! Como isso aconteceu?!”
Willian – Meu cabelo cresceu!
Mika – Ah sim. Notamos que ele estava crescendo rapidamente ontem. Fiquei meio assustada, nunca vi algo assim antes.
Voltei para a cadeira meio ressentida. Esses mudanças já estavam me incomodando. Escutei um sino tocando, uma pequena sineta por assim dizer. Eu olhei para o forno. O café da manha estava pronto.
Mika – Otimo!
Willian – Onde estão todos?
Ela tirou a forma do forno e a colocou em cima da mesa.
Mika – Como a Morrigan deve ter te falado, nós somos Assassinos, voce era o líder da Ordem, mas perdeu a memoria então a líder agora seria a Reynalle, mas ela também sumiu... O que deixa tudo meio bagunçado, mas ainda estamos trabalhando e fazendo muitos trabalhos por ai como Assassinos. Mas respondendo a sua pergunta, acho que aqui em casa só estão o Ryusaki-san, a Isabela e a Temari.
Willian – E voce.
Ela sorriu.
Mika – E eu. Vamos comer?
Eu concordei com a cabeça. Juntos fomos para a tal sala da enfermaria. Entramos e encontramos por lá o L, a Isabela e a Temari.
Willian – Ohayo minna!
Temari – Olha quem acordou. Me falaram que voce não conseguiu dar conta das 4 garotas!
Mika – Temari! Não pertube o Goshujin-sama!
Isabela – Estou com fome, será que da pra andar logo?
L – Só preciso da minha dose diária de doces.
Nos sentamos na mesa , mas Mika foi acordar a Yzuma e a Yume. Começamos a comer e conversar. Depois de algum tempo Yume e Yzuma entraram e comemos juntas. Assim que acabamos ficamos conversando mais um pouco.
Temari – Muito bem. Voces querem mesmo ir a Konoha?
Willian – Sim!
Temari – Ta certo então. Vou juntar umas coisinhas e enquanto isso me esperem na entrada da casa.
Nos despedimos do pessoal na casa e ficamos esperando a Temari na frente casa. Depois de um breve tempo ela chegou com seu enorme leque nas costas.
Temari – Vamos?
Yzuma – Hai!
E começamos a nos distanciar da casa.
Xx--- Rina ---xX
Ao acordar eu notei que ainda era de noite. Por um momento pensei que tinha dormido o dia inteiro, mas me lembrei que tinha ido me deitar a tarde.
Eduard – Rina-sama, por favor se arrume rapidamente.
Eu cobri a cabeça com o travesseiro. Eu não estava lá nos meu melhores dias ( se é que me entendem...). Ele bateu novamente na porta.
Rina – Não vou me levantar agora!
Eduard – Voce não tem muita escolha. Lord Robert vai nos fazer uma visita daqui a duas horas. Seu pai deseja que voce esteja arrumada e presente.
Eu resmunguei.
Rina – Não! Não vo fazer nada!
Eduard – Pense bem Rina-sama, seu pai deseja que voce esteja presente.
“Deseja uma ova. Ele tá é me mandando, como se eu fosse uma maldita empregada...”
Eu sabia que não iria conseguir mais dormir, não com aquele velho enchendo o meu saco. Resolvi me levantar e fazer e fazer logo o que ele pediu. Eu tomei um banho rápido e me arrumei descentemente. Quem sabe se eu caísse nas graças de meu pai poderia cobrar algum favor e voltar para o Willian. Terminei o banho e coloquei um vestido (Vestido). E junto eu coloquei uma luva (Luvas) e uma botinha ( Botas). Arrumei o cabelo e esperei dar a hora de me apresentar ao meu suposto noivo.
Ao chegar no salão de jantar, encontrei meu pai conversando com Robert, que me deu um susto. Ele estava bem elegante e arrumado (Nao é o Robert mas chega perto). Diria que estava bem bonito. Assim que me viu ele abriu um largo sorriso. Minha irmã, que estava ao lado de meu pai olhava disfarçadamente para o Robert.
Robert – Senhorita Rina! Está linda como sempre!
Eu forcei um sorriso. Eu odiava ter que ficar falando desse modo complicado.
Rina – Obrigada Lord Robert. É um prazer revê-lo.
Vincent – Pois bem! Agora que vocês estão aqui, o que acham de irmos ao teatro?
“Teatro?! Em que ano a gente está?!” Pensei desanimada. Tinha me acostumado as coisas modernas.
Robert – Claro! Faz muito tempo que eu não vou, e estou curioso sobre a peça de hoje...
Vincent – Muito bem! Vou mandar prepararem uma carruagem.
Robert me olhava com um sorriso.
Robert – Me acompanha Rina-sama?
Falou estendendo o braço.
“Engraçado, geralmente são as mulheres que pedem...”
Rina – Ah, sim.
Juntos nós fomos até o teatro da cidade, que por sinal estava bem cheio. Hoje deveria ter alguma peça importante ou famosa. Haviam muitas pessoas na porta. Fiquei surpresa ao notar Kirito entrando no teatro, acompanhado de Teresa, sua namorada. Ao lado dele estava seu pai.
“Isso só pode ser uma coincidência daquelas...”
Assim que entramos no teatro, fomos a uma área especial, de onde poderíamos assistir o que quer que fosse acontecer. Eu suspirei entediada. Meu pai ficou conversando com o Robert assuntos extremamente chatos, como politica e outras coisas que eu não ligava. Minha irmã volta e meia falava algo com o Robert que parecia que a ignorava. Aquilo me fez sorrir. Eu não ia aguentar ficar ali muito tempo e resolvi dar uma volta.
Rina – Se me dão licença, vou ao banheiro...
Vincent – Toalete Rina, toalete...
“Toalete é o caralho!”
Com certeza eu tinha muita vontade de dizer isso em voz alta. Enquanto eu andava pelo teatro, eu vi Kirito encostado em uma parede de um corredor vazio. Ele parecia pensativo. Eu fui até ele.
Rina – Como vai jovem Kirito?
Ele me olhou surpreso. Ele me olhou de cima a baixo e piscou surpreso.
Kirito – C-como vai Rina-sama!
Eu encostei-me à parede ao lado dele com um sorriso. Decidi conversar com ele sobre aquele dia.
Rina – Chega disso. Odeio formalidades. E ai Kirito?
Kirito – Estou muito bem Rina-sama...
Olhei feio pra ele.
Rina – Já disse, odeio formalidades. Voce e seus bons modos!
Ele parecia até meio triste.
Kirito – Escuta... Eu queria me desculpar com voce...
Rina – Ora, por que motivo?
Falei fingindo não saber.
Kirito – Você sabe muito bem... Aquele dia com a Teresa... Eu te tratei muito mal.
Rina – Nossa, descobriu isso agora?! Você devia ser arqueólogo, descobre tantas coisas fascinantes!
Kirito – Ah! Desculpa!
Ele chegou mais perto de min e me abraçou. Eu não soube bem o que sentir com aquilo, exceto que tinha recuperado meu velho amigo. Ele me apertou mais.
Kirito – Eu realmente peço desculpas...
Rina – E-eu agradeço... Mas se voce continuar me apertando assim eu não respiro!
Ele me soltou com um sorriso enquanto eu tomava ar. Ajeitei meu vestido enquanto ele me olhava sorrindo.
Rina – O que foi? Tem algo no meu rosto?
Kirito – Não... É que você está linda...
Eu dei um sorrisinho.
Rina – Ora ora, não é nada educado um senhor comprometido como você ficar elogiando uma dama como eu!
Ele fez uma careta.
Kirito – Comprometido? Eu preferia não estar...
Aquilo me surpreendeu.
Rina – Nossa, o que foi?
Kirito – Eu gosto da Teresa... Mas ela é uma chata convencida, e não trata bem os outros.
Aquilo me deixou um pouco nostálgica.
“Uma chata convencida que trata mal os outros...”
Kirito – Espero que você não esteja lembrando de novo do seu passado.
Rina – Claro que estou... Mas estou aprendendo a lidar com isso. Mantenho minha mente ocupada para evitar pensar nessas coisas.
Kirito – Oh? Com o que se mantem ocupada?
Rina – Eu treino, pratico luta e outras coisas.
Ele riu.
Kirito – Aquele Willian te transformou mesmo.
Resolvi falar para ele.
Rina – Eu e ele somos namorados.
Ele arregalou os olhos. Parecia não acreditar.
Kirito – O-oque você disse?
Eu ri.
Rina – Isso mesmo que você ouviu.
Kirito – Você não pode... Seu pai não iria permitir...
Rina – Ele não sabe seu bobo! Se ele soubesse ele ia me matar...
Kirito – Nossa. Desde quando vocês são namorados?
Rina – Bom... A gente já ficou junto por... Um dia inteiro!
Ele fez uma cara de confuso.
Kirito – Como assim?
Rina – Sabe como é né. No dia seguinte ele teve que lutar com o maldito do Lighting.
Kirito – Nossa, e que luta em! Willian é muito poderoso mesmo. Achei que ia morrer quando aquele meteoro veio na nossa direção.
Eu cai na gargalhada. Tive que controlar minhas risadas pra ninguém ouvir.
Rina – Você tem medo de tudo mesmo! Aquilo não era nada demais. Fiquei surpresa mesmo com aquela armadura negra. Aquilo sim parecia bem poderoso.
Kirito – Com certeza... Mas e agora? Willian perdeu a memoria, não se lembra mais de você. E ele vive em outro mundo.
Rina – Como se isso fosse me impedir de ir atrás do meu namorado! Só estou esperando uma oportunidade pra min fugir daqui...
Kirito – Sua maluca! Fugir?! Seu pai vai sacar na hora pra onde você foi!
Rina – Eu sei Kirito. Ainda to pensando em um plano... Porém primeiro eu to tentando deixar ele bem confiante de que nada mais vai impedir ele.
Kirito ficou tenso.
Kirito – E o que voce vai fazer com seu pai depois que o Willian voltar? Vai matar ele?
Rina – Eu... Não sei. Ainda não pensei nem se vou voltar para Heaven. Não tem muita gente aqui que gosta de min.
Kirito ficou com uma carinha triste, eu sorri para ele. Ele ficou vermelho, eu me inclinei na direção dele e dei um beijinho no rosto dele.
Kirito – R-Rina!
Rina – Não fique triste, eu volto pra te visitar! Mas se bem que voce também pode me visitar seu chato! E falando em voltar, acho que a gente já deveria voltar...
Kirito puxou um relógio de bolso e suspirou.
Kirito – É verdade! Já deve estar começando a peça! Amanhã a gente se fala?!
Rina – Claro, no lugar de sempre. E na mesma hora.
Eu já estava indo embora que me passou algo pela cabeça.
Rina – Ah! Kirito!
Kirito – O que?
Perguntou ele se virando.
Rina – Por que voce não tenta consertar a Teresa do mesmo jeito que o Willian fez?
Ele fez uma careta.
Kirito – Otimo. Agora vou ter que aguentar voce falando dele e me comparando com ele. Mas vou pensar. É uma ideia interessante.
Ele concordou com um sorriso e saiu andando. Eu fiquei bem mais tranquila.
Pensei ao voltar para o lugar a onde minha família estava. Ao chegar lá havia um senhor de 50 e tantos anos conversando com o meu pai e com o Robert. Eles pareciam velhos amigos, pelo tanto que riam. Aquilo me incomodava.
Rina – Esses homens...
Naty – Nem me fale...
Eu olhei surpresa para Naty. Seria aquele a primeira vez que a gente se fala tranquilamente em... Anos? Aquilo me deixou esperançosa.
“Será que eu consigo fazer as pazes com a minha irmã? Ela já sabe que não pode mais me machucar...”
Resolvi conversar com ela sobre um assunto que ela devia adorar. Ela tinha um olhar de entediada.
Rina – Ei... Nee-san...
Naty me olhou seria.
Naty – O que foi?!
Rina – O que você acha do Robert? Acha ele bonito?
Ela ficou com o rosto vermelho, e pelo que eu via, se esforçava para continuar seria.
Naty – O-o que voce está dizendo sua pirralha!?
Rina – Vamos, eu já sei a muito tempo que você gosta dele! E então? O que acha dele?
Ela riu.
Naty – Está tentando empurrar ele pra min para se livrar de seu casamento? Espere só até papai saber disso!
Agora foi a minha vez de rir.
Rina – Pode falar, mas isso não vai mudar nada. Vou continuar noiva dele. E você não vai ganhar é nada.
Naty – Sua...
Eu fiz cara de entediada.
Rina – Bom... Que pena. Eu estava disposta a te ajudar com o Robert. Sempre notei o modo como você olha para ele. Já que voce não quer...
Ela me olhou, não mais com frieza ou seriedade, mas agora tinha uma carinha de choro que quase me fez ter pena dela. Ela abaixou o olhar.
Naty – Isso não é justo...
Falou ela baixinho.
Rina – O que não é justo?
Naty – Você ter tudo e eu não... Voce sempre teve tudo! E eu, sempre fui sua maldita sombra... Nunca pude escolher nada, apenas você. Não consegui nem escolher o homem que amo...
Eu fiquei chocada com aquilo. Eu jamais esperava escutar aquilo de minha irmã. Não da minha irmã. Ela me lançou um olhar cheio de ódio.
Naty – Sempre você... Eu te odeio. Te odeio. Te odeio. Minha mãe deveria estar viva e você não.
E dito isso ela se levantou e saiu. Eu senti uma lagrima escorrendo o meu rosto. Uma das piores coisas que eu achava que poderia escutar seria isso. Minha irmã me dizendo essas coisas, isso não era certo.
“Isso é tudo culpa minha...”
Eu limpei meu rosto com um lenço, eu tinha que resolver as coisas entre min e minha irmã. Eu me levantei disposta.
Vincent – Rina! Venha aqui filha! Quero que conheça o Dr. Valtez!
Era o tal cara que estava conversando com meu pai. Ele me cumprimentou formalmente.
Vincent – Ele é um dos médicos mais importantes de Heaven. Ele inclusive me ajudou no pequeno projeto do humano que você acompanhava.
Dr.Valtez – Ah sim! Aquilo certamente foi um experimento bem sucedido. Com aquela mudança vai ser bem difícil ele acessar os próprios poderes.
Eu imediatamente comecei a prestar atenção na conversa e fiz questão de decorar o nome dele.
Rina – Que experimento?
O Dr sorriu.
Dr.Valtez – Simples, se trata de uma mudança na estrutura corporal dele, colocando partes femininas. Desse modo o próprio corpo e a mente dele ficaram confusos, de modo que os poderes dele ficarão com acesso negado. Ele não vai mais usar nenhum tipo de poder.
Vincent – Isso mesmo. Desse modo não tenho ameaças ao meu reino.
Agora eu sentia repugnância... Usa-lo como uma cobaia?! Fazer dele uma mulher?! Minha vontade foi de socar a cara deles no chão. Mas agora eu tinha um bom ponto de partida para procurar o Willian.
Rina – Entendo. Quem sabe assim o reino permanece do jeito de sempre não é mesmo?
Vincent – Com certeza! Ah! Vejam, vai começar!
Nos apoiamos na grade enquanto uma cantora de ópera ia ao centro do palco.
“Espere só mais um pouco Willian... Já estou pensando em um plano...”
Xx---Willian---xX
Willian – Eu não acredito...
Yzuma – Voce?! Imagina eu...
Yume – Acho que to tendo um infarto...
Estavamos de frente para os portões de Konoha. Eram enormes, estava um belo final de tarde. Ainda havia muito movimento, algumas pessoas entravam, outras saiam. Haviam alguns ninjas no portão, cuidando da entrada. Eu não perdi tempo e sai correndo na frente. Assim que entrei eu fiquei olhando as pessoas passando ao meu lado. Eu estava maravilhada. Temari e as garotas chegaram perto de min.
Yume – Eu... Eu não sei o que dizer...
Yzuma – Nem eu...
Temari – Vamos, já está anoitecendo e a gente deveria encontrar um lugar para dormir.
Willian – A gente não pode explorar a cidade?!
Temari – Que tal amanha? Assim a gente não vai estar cansada, e levo vocês a um monte de lugares.
Yume – Okay! Ai meu deus do céu eu to em Konoha!
Andamos por algum tempo pelas ruas observando tudo, Yume ficará apaixonada em um estande de mascarás da ANBU que eram vendidas. Temari tinha uma cara de entediada. Tivemos um acesso de gritinhos de Fangirl quando passamos em frente ao Ichiraku, infelizmente não conseguimos ver nenhum personagem do anime. Fomos andando ainda mais até pararmos em frente a uma casa, que eu juraria que era parecida com muitas como as do nosso mundo.
Yzuma – Que casa bonita!
Yume – Nossa, de quem é ela?
Temari olhou para nós com um sorriso.
Temari – Essa, é a sua antiga casa Serena.
Eu pisquei surpresa.
Yzuma – Que injusto! Por que voce tem uma casa e eu não?!
Willian – Por que voce não é vida loka. Simples.
Temari – Ah meu Kami... Vamos entrar logo.
Temari tinha a chave e logo que entramos eu tossi. Tinha excesso de poeira por lá. Mas em si era uma casa bonita e arrumada. Tinha um grande sofá e algumas poltronas. A cozinha ficava ali do lado, dividida por uma bancada. O que me surpreendeu foi o fato dela ter uma geladeira. Temari se adiantou na frente .
Temari – Muito bem! Vocês podem me ajudar a limpar isso antes de tudo?
Yzuma – Limpar?! Você não tem um jutsu pra isso?
Temari – Sou uma ninja e não uma empregada faxineira!
Willian – Apesar de que voce iria ficar linda com uma roupa de empregada!
Temari – Jamais repita isso!
Yume – E o que eu faço?
Fiquei olhando a sala enquanto isso. Havia uma televisão ali.
Temari – Ah... Tire a poeira dos moveis. Vou pegar uma pano úmido.
Yzuma – E eu?
Temari pensou um pouco.
Temari – Voce pode limpar os quartos. Tem três aqui. Mais tarde vamos decidir aonde iremos dormir.
Willian – E eu?
Temari deu uma risada.
Temari – Voce pode ir limpando os dois banheiros.
Willian – Ah não... Fiquei logo com o mais pesado...
Temari foi andando na direção da porta.
Temari – Vou resolver alguns assuntos. Fiquem aqui.
Dito isso ela pegou a chave e saiu. Eu suspirei e fui na direção da televisão. Ela estava toda empoeirada e eu notei um cabo atrás dela. Eu segui ele e notei um grande improviso feito que me fez dar uma risadinha. Com certeza era eu que tinha feito aquilo. Ninguém mais conseguiria fazer isso.
Yume – O que voce achou Serena?
Eu ri.
Willian – Um improviso de entrada USB.
Yzuma – Jura?!
Ela veio perto de mim e checou.
Yzuma – Olha só! E adivinha o que tem aqui na gaveta!
Ela encontrou um Pen-Drive que me fez dar um gritinho de surpresa. Era o meu antigo de musicas.
“Por isso eu não encontrava!”
Yume – Liga isso, ao menos vai dar uma animada nessa limpeza!
Yzuma correu na cozinha e encontrou um pano e limpou a televisão. Assim que eu liguei na tomada começou a tocar musica. (Musica )
Yume – De que anime é essa?!
Falou ela gritando devido ao volume.
Willian – Tokyo Ghoul!
Yzuma – Muito bem! Vamos começar essa droga de limpeza!
Xx--- Sakura---xX
Sakura – Ta bom então! Até mais Hinata!
Ela deu um ultimo tchau enquanto eu me distanciava. Ao menos o expediente já havia acabado. Eu olhei para cima, já estava de noite. Eu não tinha nada para fazer naquele momento, então resolvi dar uma volta por Konoha. Algumas pessoas passavam por min e me cumprimentavam. Foi quando eu vi a Temari andando.
Sakura – Temari-san!
Gritei acenando. Ela olhou para min e deu um rápido sorriso. Ela estava com sua roupa normal, que estranho achava que ela estaria com sua roupa de missão.
Temari – Como vai Sakura?
Sakura – Vou bem, e o Gaara e o Kankuro?
Temari – Estão ótimos. Vim para ficar por aqui por uns tempos.
Sakura – Ah...
“Isso explica as roupas.”
Sakura – E onde voce vai ficar?
Temari – Naquela casa a onde seu parceiro morava, o Willian.
Eu fiz uma cara de desgosto e não fiz nenhuma menção de esconder. Que burra eu fui naquela época de me deixar levar por tais sentimentos.
Temari – Err... Eu vou indo então, tenho que comprar algumas coisas e voltar.
Eu despertei do meu sonhar acordado.
Sakura – Ah, eu posso ir com você!
Temari – Ah, claro. Mas se você estiver ocupada não precisa!
Falou ela meio nervosa. Eu fingi um sorriso. Percebo quando alguém quer esconder algo. Agora fiquei mais curiosa ainda.
Sakura – Ah não! Não estou fazendo nada demais. Vamos sim?!
Falei puxando ela pelo braço. Fomos a alguns lugares, na maioria compramos comida, o que eu estranhei já que ela não deveria comer isso tudo. Mas continuamos comprando até dar umas 8 da noite.
Temari – Acho que já comprei tudo! Valeu mesmo Sakura.
Sakura – Ah não! Eu vo te acompanhar até em casa, eu jamais deixaria uma amiga ir assim!
Ela ficou com uma cara estranha, mas concordou. Fomos andando por um breve tempo. Eu estava desconfiada do que ela poderia estar escondendo.
Sakura – Entao... por que quis vir aqui?
Temari – An... É que eu quis uma folga do trabalho e vim passar um tempo aqui. E como o Kazekage é meu irmão, ele deixou sem problemas.
Sakura – Nossa, voce tem sorte de ter um irmão que é kazekage, quem precisa de uma folga sou eu.
Eu tentei continuar cordial, mas comecei a escutar algo... Parecia musica. Temari também deve ter escutado por que começou a andar mais rápido. Fomos andando mais depressa e assim que chegamos em frente a casa dela vimos uma cena esquisita. Tinha uma garota com uma vassoura na mão e ela estava usando ele de microfone. Havia outra ao lado e essa estava varrendo o chão.
??? – UNRAVELL GHOUUULLL!!!
Gritou ela acompanhando a musica. Eu tampei os ouvidos, a musica era boa, o problema era ela, que por alias me parecia familiar, mas ao mesmo tempo não. Ela tinha um olho verde claro, e um longo cabelo negro que ia até abaixo da cintura. A outra tinha um cabelo menor, mas ainda sim grande. O cabelo dela era loiro e os olhos escuros.
??? – WASURENAIDE, WASURENAIDE, WASURENAIDE!!!!
Gritou a garota. A outra olhou feio.
??? – Caralho Serena! Cala essa boca!
Serena – Sai fora, não ve que eu to ocupada?!
??? – Se ao menos voce cantasse bem!
Serena – Mas eu canto! Voce ta é com inveja!
Eu olhei para Temari sem entender nada. Ela tinha a mesma reação que eu.
Sakura – São suas amigas?
Temari – Eu...
A tal Serena começou a fazer selos de mão. Eu imediatamente me preparei para atacar. Ela fez que ia fazer algum jutsu perigoso de fogo.
Serena – Katon: Goukakyou no Jutsu!
Eu puxei uma kunai do meu bolso, era melhor prevenir. Eu fiquei esperando o jutsu, mas não aconteceu nada. A outra simplesmente deu uma vassourada nela.
??? – Já chega dessa merda sua louca!
Serena – Itee! Isso doeu pra burro Yzuma-chan!
Yzuma – E que isso não se repita!
Foi quando elas olharam para nós duas. Mal sabia eu o que me aguardava...
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